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EH ISTO

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CAMINHOS PARA A AUTO EDUCAÇÃO  A didática japonesa tende a ter uma linha ascendente, onde o aprendiz em questão vai continuamente demonstrar, exemplificar, penetrar o espírito e reproduzi-lo. Essas seriam dadas como apas tradicionais essa didática, e é alcançada através da prática, da repetição e depois repassada. O que o faz o mestre repetir todo dia sem se cansar e fazer com que seus discípulos o siga, é a sabedoria de que essa preparação os conectará m sua crianção artística. Com ciência e serenidade  e todas suas energias estabilizadas é se sua alma atingi forma ideal.  Mesmo com essa imersão profunda da alma, também podendo ser reconhecida como forma de meditação, que a mente fica inteiramente aberta. Se nota tudo ao redor, mesmo que todas essas coisas sensoriais sejam incapazes de tirar sua atenção, assim como na didática japonesa. Onde o guerreiro está atento a tudo durante um ataque, mas mesmo sa atenção em pequenos detalhes ele não deixa sua mente divagar. Essa comunicação entre a meditação e o estado de espírito do guerreiro trás forte influência nas culturas tradicionais da China e do Japão. A única forma de educação é a auto-educação ela é subjetiva, e cabe ao mestre orientar seus aprendizes, para que eles façam bom uso do livre arbítrio, nem mesmo o melhor dos mestres teria a certeza de forma bons discípulos, pois mesmo que as orientações sejam as melhores possíveis, ainda cabe ao próprio discípulo ter a opção de segui-la. Tem que haver no educando uma receptividade para que ele possa absorver do educado, e assim esse educador poderá despertar habilidades dormentes do educando. Ou seja, mais do que uma ciência, educar é uma arte que busca no cósmico do aluno, como despertar aquilo que estava inativo. O educador intui de forma ultra consciente, e essa intuição pode e deve ser cultivada,  apenas a parte analítica e científica não atinge a verdadeira educação. Pois do contrário apenas a instrução será aplicada, pu seja, o educando ai absorver o que e for necessário para sua vida profissional. Por isso a educação e o educador tem que despertar o que está dormente no educando, sua natureza humana. Também tem que se equilibrar o Eu com seu Ego para que o homem seja harmonioso, deixando que seu Eu seja o agente dominador, que o ego seja bem instruído e o Eu seja bem educado. Caso essa relação não seja harmoniosa, tenderemos a ter malfeitores cuja o Ego fora bem instruído mas o Eu não foi bem educado. Essa é a realidade da educação hoje. Pois um ser bom não é um ser bem instruído, não que dizer também, que ele tenha valor. A bondade vem de valores profundos, e o homem deve se centralizar nesses valores eles em si mesmo. Seguir esses valores pode ser doloroso, mas a consciência anda lado a lado com eles, e exige imperiosamente que o homem obedeça esses valores. O homem tem que criar seus valores, caso contrário, nunca encontrará sua plenitude. E é preciso estar em harmonia como diz a didática japonesa, para sua alma atingir sua forma ideal. Ou seja, descobrir fatos é instrução e criar valores é educação, claro que o ideal seria o homem dominar essas duas dimensões. Pelo fato da educação ser individual é mais complexo do que a instrução que é passado nas escolas. A ideia de moral passada nas escolas não é consciência de fato, apenas serve para manter o indivíduo adaptável a convivência com os outros. E por isso ela não nos trás a verdadeira paz, mas quando o homem educado é de fato educado pela consciência dos valores ai sim pode verdadeiramente haver paz e a ordem. A alquimia - a química da Idade Média, que procurava descobrir a panaceia universal, ou remédio contra todos os males físicos e morais, e a pedra filosofal, que deveria transformar os metais em ouro - é uma forma objetiva da harmonia subjetiva do Ego e do Eu. Fucanelli escreveu duas das obras mais importantes sobre a alquimia, mas nem mesmo sua real identidade fora revelada, e até hoje nunca mais se viu esse Alquimista. Poderia este homem recusar obediência às ordens divina do Destino? É a dúvida de Eugène Canseliet, sobe esse auge do conhecimento o homem é inteiramente consumido,á não lhe cabe as ilusões da vida omo nome, família, pátria. Tudo isso cai como pé para só então renascer com uma nova personalidade. O alquimista repete a sua manipulação sem esperar a menor alteração, até que qualquer coisa de extraordinária  reproduza. No fundo, acredita numa lei natural bastante comparável ao "princípio da exclusão" formulado pelo físico Pauli, amigo de Jung. Para o alquimista, da mesma forma que não existem duas almas semelhantes, dois seres semelhantes, duas plantas semelhantes, não há experiências semelhantes. Se se repetir milhares de vezes uma experiência, qualquer coisa de extraordinário acabará por se reproduzir. O texto "Despertar dos Mágicos" diz que tudo se liga pelo espírito, a concentração num ponto num ponto espiritual fixo e a sua união com outros centros de consciência através do espaço cósmico. Pode-se dizer que o alquimista possui a chave da mecânica do universo, para ele os segredos da energia e da matérias são desvendados e já não lhe há um limitas nas infinitas perspectivas de vida, sua vida se prolonga como se entrasse em outro estado. O alquimista passa a outro estado do ser, como se ele estivesse acordando para consciência enquanto todos os outros homens ainda estão obsoletos do conhecimento, passa de um simples e vulgar ser humano, com necessidades supérfluas. A última finalidade da alquimia é a transmutação o próprio alquimista, e que lento caminhar direção a "Libertação do Espírito". Um homem cujo o perfil é de qualquer modo, facilmente confundido com o que chamamos de ser humano, ainda sem ligação com sua consciência de valores, sendo sua única singularidade até o momento, ter um parente morte em uma guerra há anos realizada em uma certa fronteira, tinha como objetivo estar sobre a proteção de um povo, cujo os antepassados lutaram na tal guerra. O sujeito tinha com esse povo um passado de rivalidade. Ali junto com aquele povo viveria dois anos, se adequando aquelas normas, se esquecendo o seu passado vago normativo, e ali descobriu o que ciência nenhuma poderia ensinar-lhe. Ele aprendeu seus valores, deixou seu Eu passar por cima do Ego, talvez não tenha deixado de ser um qualquer na visão geral. Mas era detentor de um segredo que ciência nenhuma poderia explicar, ele se auto conheceu. A educação infelizmente carrega consigo o intuito da competição, onde só se tem êxito passando por cima do outro e isso é completamente prejudicial uma vez que o que se leva dela é apenas o necessário para seu bem próprio, ou melhor dizendo, só se recebe instruções. E ela deixa o Eu em segundo plano, o verdadeiro não é estimulado nessa forma de educação. Formamos cidadãos instruídos, mas nenhum pouco inteligentes na forma verdadeira. Ela trabalha para frutos futuros, ou seja, nunca aproveitará o agora, pois sempre terá que pensar no amanhã, "Sacrifica o presente pelo futuro" é o que diz Bhagwan Shree Rajneesh no texto Educação Em Cinco Dimensões". Ele visualiza uma forma diferente da educação, uma que não seja apenas repassar conteúdo para que em dois anos o aluno prove seus conhecimentos através de um exame. Ele sugere que os alunos sejam acompanhados diariamente, como discípulos, mas que tomem seus próprios caminhos e tenham seu próprio tempo para aprender, forme sua velocidade em aprendizagem passará para outras fases, mas não haverá reprovação ou aprovação is isso cria um sentido de inferioridade e de superioridade, consolidado pela competição. O que será importante é o que você faz agora. A ideia do professor que temos e sempre tivemos é ultrapassada e já não cabe mais, pois r os alunos em padrões aos quais o professores foram educados há vinte, trinta anos atrás não faz sentido, uma vez que o mundo está em constante evolução. Nessa ideia de educação proposta, o professore se tornaria um guia, onde sugere o aluno o que ler e como obter informações, assim ele não está transmitindo conhecimento, mas sim te tornando consciente conhecimento contemporâneo.  Esse texto aborda a implantação de uma educação voltado em cinco dimensões, onde o indivíduo teria os meios tecnológicos para obter conhecimento, a ajuda de um guia e ma língua universal para quebrar as distâncias nos tornando um povo menos estranho um para o outro.  A segunda investigaria a veracidade das informações. A terceira é voltada para o Eu, onde as pessoas passariam a ter mais contato com suas próprias emoções para saber como senti-las e se entregar e se abrir a elas. A quinta seria a meditação para ter o contato com a morte e perder o medo da mesma.  "Neste sentido quase todo mundo é ineducado, mesmo aqueles que tem grandes diplomas são ineducados nas áreas mais vastas da vida. Uns poucos são mais ineducados, uns outros são menos, mas achar um homem instruído é impossível.Porque a educação como um todo não existe me lugar nenhum"  (Bhagwan Shree Rajneesh. pág. 76) A originalidade que o auto conhecimento nos proporcionam trás dificuldades, uma vez que o mundo está voltado para uma só visão de algo, quando se mostra o novo ele nos parece inviável na grande maioria das vezes. Seguir por esse caminho requer grande consciência, uma grande necessidade do seu corpo estar em harmonia. Ego e Eu controlado. Não serão muito que conseguirão chegar ao fim do caminho do auto conhecimento, na verdade são bem poucos, quase nenhum. Mas este, este se despregará da vida linear, e passará a usufrui a vida cíclica e o conhecimento infinito, não podendo mais ser capturado pelos normativos comuns ao qual somos habituados diariamente.
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