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Educação Infantil e Anos Iniciais (Ensino Fundamental)

Module Information

Sejam Bem vindos (as)! Neste módulo estudaremos a vivência educacional e as tecnologias que abordam as competências  do (a) professor (a) em sala de aula c/apoio da mídia em diversas etapas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), para juntos trabalharmos a formação humana integral e á construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da educação Básica (DCN). É essencial que as aprendizagens sejam repensadas e replanejadas para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que contribuam no âmbito pedagógico, no direito ao que se refere a aprendizagem e desenvolvimento. Tais competências são definidas como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e sócio-emocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Consideramos assim, que para definir essas competências, a BNCC  é necessário afirmar e estimular ações que contribuam para a transformação da sociedade, tornando-a mais humana, socialmente justa e também, voltada para a preservação da natureza. (BRASIL, 2013), mostrando-se também alinhada à agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Bem Alunos (as) espero vocês no próximo módulo, onde conversaremos sobre as 10 competências do (a) professor (a ) em sala de aula. Até Breve! Professora: Lucijane São Leão de Lima Data de Início: 29/07/2018 Data Final:        30/08/2018
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Iremos introduzir  esta conversa com  apoio bibliográfico no:    Documento homologado pela Portaria n° 1.570, publicada no D.O.U. de 21/12/2017. Seção1, Pág.146.    A Base Nacional Comum Curricular    A Base Nacional Comum Curricular (B N C C) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos  os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (P N E). Este documento normativo aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como define o § 1° do Artigo 1° da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (L D B, Lei n° 9.394/ 1996), e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa,  de- mocrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (D C N). ..., resumindo assim, para questão de nos- sos estudos aqui em pauta, esse documento nos informa que ao longo  da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na B N C C     devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos     de aprendizagem e desenvolvimento. Sabemos, que na B N C C , competência é definida como a mobilização de conhecimentos ( conceitos e procedimen- tos), habilidades (práticas, cognitivas e sócio-emocionais), atitudes e valores, para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da  cidadania e do mundo do trabalho. Levando em conta o que colhemos neste documento é imprescindível destacar que as competências gerais da Edu - cação Básica , apresentadas a seguir, inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação Básica (Edu- cação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), articulando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB. A seguir iremos conversar sobre a modalidade educação infantil e suas competências em sala de aula.
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Conversando, com os profissionais em sala de aula:      Nesta modalidade de ensino com todo o avanço estudado em nossa BNCC, é importante definir caminhos para incluir crianças e suas famílias em um novo processo, que nos conceda o cuidado e a educação como aspectos que se complementam, resultando em atenção integral ás necessidades particulares enfrentadas por cada criança sob nossa responsabilidade, no importante trajeto de aprender e se desenvolver em um mundo que nos constitui, ao mesmo tempo que é constituído por todos nós, nas subjetividades configuradas social e culturalmente. Sendo assim, é necessário conhecê-las e compreender cada uma delas em sua rotina e limites para encontrar conceitos que possam contribuir com a aprendizagem dessas crianças. Convivendo com o Meio elas iniciam sua trajetória que as fazem compreender a vida prática e de construir a aprendizagem sobre tudo aquilo com que se relacionam, e com eles vão conhecendo os caminhos assertivos da vida. Em relação aos profissionais da área educativa, atualmente temos, tarefas bem diferentes a cumprir em relação ao que nos deram quando aprendiz em formação profissional e humana. Contudo, a adversidade dos sujeitos de cada escola, assim como a adversidade vivida por muitos deles e por grupos inteiros, não nos são apresentadas quando ainda estamos  nos preparando para o exercício da profissão. Por isso, retornamos ocasionalmente para pensar e repensar em tudo que somos e aprendemos como ser humanos e profissionais.  Como diziam, os Mestres e Autores, nada é impossível, basta querer e acreditar em nosso potencial e competência em sala de aula. Tudo é considerável, pois somos seres cognitivos e, portanto, construímos conhecimentos. Somos seres sociais, pois vivemos em grupo. Somos seres afetivos e estéticos. Precisamos desenvolver o exercício da observação, do olhar e da escuta sensível e pensante. devemos desenvolver o olhar que envolva atenção e presença (um olhar da mente), e não apenas um olhar como veiculo de apreensão e percepção do objeto. O autor Martins (1998), demonstra que ver e ouvir constituem o processo da construção do olhar. Ao considerar estas reflexões, é necessário que os nossos sentidos sejam afetados para a significação do conhecimento construído, numa sintonia entre o outro e o eu. Como base é relevante que prossigamos os nossos conhecimentos com autonomia, reflexão e construção do saber, fazer e aprender.Ou Aprender a aprender. Nesta modalidade trabalhar o aprender a aprender, pode se considerar a arte como eixo da aprendizagem. Considerando assim, como disciplina que irá ensinar as técnicas ou processos automatizados, sustentáveis e customizados e agregando assim, a família como protagonista da nossa história no mundo da era digital. Daí prosseguiremos esta conversa no próximo módulo aonde veremos a educação escolar no contexto das transformações e avanço tecnológico dos meios de comunicação e a introdução da informática para a modalidade educação infantil.
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A educação busca um novo paradigma, que estabelece o problema da qualidade, uma pedagogia da qualidade. A escola implica formação voltada para a formação de valores - valorização da vida humana em todas as dimensões. Sendo assim, isso significa, que a instituição escolar não produz mercadoria, não se pode pautar pela perfeição. A escola lida com pessoas , valores, tradições, crenças, opções. Ela não pode ignorar, o contexto político  e econômico; no entanto, não pode estar subordinada ao modelo econômico e a serviço dele. Educação de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove, para todos, o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento de capacidades cognitivas e afetivas indispensáveis ao atendimento de necessidades individuais e sociais dos alunos, bem como a inserção no mundo globalizado e a constituição da cidadania, também como poder de participação, tendo em vista a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Qualidade é conceito implícito à educação e ao ensino. Contudo, a formação ética é um dos pontos fortes da escola do presente e do futuro. Trata-se de formar valores e atitudes diante do mundo da política e da economia, do consumismo, do individualismo, do sexo, da droga, da depredação ambiental, da violência e, também, das formas de exploração que se mantém no capitalismo contemporâneo. A escola pode auxiliar no desenvolvimento de competências comunicativas que possibilitarão diálogo e consenso baseados na razão crítica.       As conseqüências da inversão de prioridades estariam, por exemplo, no abandono da democratização do acesso e da permanência de todos na escola básica em nome da qualidade do ensino. A qualidade do ensino que diminui os índices de evasão e repetência, mas não consegue incluir efetivamente todas as crianças e os jovens na vida escolar da educação básica. Outra conseqüência diz respeito ao descompromisso do Estado ao descentralizar ações para a comunidade, desobrigando-se de manter politicas públicas, especialmente as sociais, e repassando encargos para outras instâncias administrativas institucionais, porém sem poder decisório. Resumindo, a essas transformações, vale lembrar que, a modernização educativa e a qualidade do ensino, nos anos 90, assumiram conotação nova, ao se relacionarem à proposta neoconservadora que inclui a qualidade da formação do trabalhador como exigência no mercado competitivo em época de globalização econômica.       Colocando assim, em pauta, o PNE - Plano Nacional de Educação 2001 - foi aprovado pelo Congresso Nacional, por meio da Lei 10.172, de janeiro de 2001. Tem duração de 10 anos e os estados, o Distrito Federal e os municípios devem elaborar planos decenais correspondentes, para adequação as especificidades locais e a cada circunstância. Em síntese, o PNE tem os seguintes objetivos: - a elevação global  nível de escolaridade da população; - a melhoria da qualidade de ensino em todos os níveis; - a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante ao acesso à escola pública e a permanência, com sucesso, nela; - a democratização da gestão do ensino público nos estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e da participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares e equivalentes.       Bem aqui conversamos sobre assuntos atuais e transformações que estão presentes em nosso espaço-tempo de vida cotidiana. Porém, percebe-se que a educação tem seus valores e desafios com a sociedade , a politica e economia. Estes módulos fizeram aquecer a curiosidade daqueles que pretendiam revisar tais conceitos inseridos na vida cotidiana de uma gestão  escolar e também fazer com que a sociedade saiba que os profissionais e professores de formação contínua são os que zelam de fato pela educação e pelo crescimento da aprendizagem do ser humano. Considerando-se assim, a formação da criança ainda nos primeiros anos de vida e seus direitos a ser cumpridos e obedecidos conforme a lei de diretrizes e base assegura a todos em uma educação de qualidade para TODOS.        Um abraço e até o próximo curso.       Lucijane S L de Lima
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