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Creado por Melissa Soares Moraes
hace más de 10 años
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| Pregunta | Respuesta |
| inflamação aguda serofibrinosa na broncopneumonia | |
| Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal | |
| Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal | |
| Exsudato Seroso na BRONCOPNEUMONIA | |
| Exsudato Fibrinoso na Broncopneumia | |
| Exsudato fibrinoso na BRONCOPNEUMONIA | |
| Afluxo de Neutrófilos na Broncopneumonia | |
| Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta. Percebemos que os septos estão necróticos pela destruição, e estão preenchidos com exsudato fibrino purulento (piócitos) | |
| Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta Amarelo: septos necróticos. e presença de piócito (neutrófilo degenerado) que compõe o exsudato fibrino purulento | |
| Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta Percebemos que os piócitos tem um núcleo mais segmentado e denso Vemos também a fibrina, que é produzida como tentativa de cicatrização/reparo do tecido | |
| LEPTOMENINGITE TUBERCULOSA : GRANULOMAS INCIPIENTES, NECROSE CASEOSA E VASCULITE NECROSANTE [exemplo de inflamação granulomatosa] | |
| ENDARTERITE AGUDA : EXSUDATO FIBRINO-LEUCOCITÁRIO ENTRE O ENDOTÉLIO E A MÉDIA [exemplo de inflamação granulomatosa] | |
| RADICULITE: INFLAMAÇÃO CRÔNICA DE RAÍZES NERVOSAS | |
| Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica | |
| Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica | |
| Meningite purulenta em organização - lamina 1 mostra exsudato purulento necrótico onde há neutrófilos degenerados . demais lâminas mostram tecido de granulação com vasos neoformados e infliltrado inflamatório | |
| Meningite purulenta em organização - tecido de granulação- infiltrado inflamatório | |
| NO TECIDO DE GRANULAÇÃO: CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta | |
| NO TECIDO DE GRANULAÇÃO: CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta | |
| CAMADA MOLECULAR DO CÓRTEX CEREBRAL: ASTRÓCITOS GEMISTOCÍTICOS INDICAM QUE O PROCESSO INFLAMATÓRIO LESOU O TECIDO NERVOSO Meningite purulenta- cicatriz | |
| Infiltrado Linfocitário intenso nos colóides tireoidianos na tireoidite autoimune | |
| FIBROSE, na pancreatite crônica | |
| Observar a Fibrose e a calcificação | |
| Calcificação e fibrose na pancreatite crônica, como forma de reparo/cicatrização ao parênquima lesado pela inflamação | |
| Granuloma Corpo estranho- adipócitos se romperam e liberaram gordura, e o corpo reage como se fosse um corpo estranho criando um granuloma em torno da gordura | |
| Granuloma de corpo estranho por gotícula lípidica, que é circundada por macrófagos | |
| 1- Células epítelióides (macrófagos modificados); 2- Células gigantes de corpo estranho (formada pela união de macrófagos[células epitelióides]) | |
| Gigantócito de Corpo Estranho- perceber que os núcleos estão dispostos de forma irregular. Essa célula é formada pela união de vários macrófagos | |
| Necrose Caseosa no Linfonodo | |
| Nas lâminas de cima percebemos que o tecido linfóide normal diminui devido as áreas de necrose caseosa. Embaixo, vemos o granuloma com suas células caracterísitcas: células gigantes do tipo Langhars (ferradura) e células epitelióides | |
| Seta Amarela: Cèlulas Epitelióides. Células Verdes: Gigantócito tipo Langhans (com seus núcleos organizados na periferia- tipo ferradura) | |
| Granuloma de células epitelióides gigantes na tuberculose no linfonodo | |
| Seta de cima: Necrose caseosa no centro do granuloma, Seta de baixo: Gigantócitos do granuloma | |
| Necrose Caseosa (coagulativa) em destaque, com granulomas apontados pelas setas | |
| Célilas epitelióides (são as células que definem o granuloma) e gigantócito (do tipo Langhans) com núcleo organizado em ferradura na periferia (diferente da de corpo estranho que tem núcleos centrais desorganizados) | |
| Granuloma de corpo estranho- presença de gigantócitos/células gigantes de corpo estranho como reação à um fio cirúrgico | |
| Broncopneumonia: Marginalização dos leucócitos, e neutrófilos apontados na seta amarela | |
| Broncopneumonia: Exsudato com presença de neutrófilos e hemácias. Exsudato seroso e fibrinoso | |
| Broncopneumonia: comparação entre o septo com broncopneumonia e o normal. O septo patilógico apresenta-se mais espessado e com hipercelularidade (neutrófilos) e preenchido por exsudato | |
| Esplenomegalia pós cirrótica (o fígado diminui, gera hipertensão portal, sobrecarregando o baço, que ira aumentar de tamanho) | |
| Esplenomegalia- Crise pós necrótica | |
| Hepatite Aguda- com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região) | |
| Hepatite Aguda com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região) | |
| Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune). Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória. | |
| Folículo Linfoide com centro germinativo- Tireoidite | |
| Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune). Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória. | |
| TIREOIDEITE- Em aumento maior, os folículos são atróficos e contêm pouco ou nenhum colóide. O aspecto tem semelhanças com a doença de Graves (ver quadro anterior), e pode até ser confundido com aquela. As diferenças são que na tiroidite de Hashimoto o infiltrado é mais intenso, as células foliculares são menores e não têm aspecto sugestivo de hiperatividade funcional. | |
| Tiroidite de Hashimoto | |
| TIMOMA- neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas | |
| TIMOMA- - neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas | |
| Vasos hiperemiados na apendicite aguda | |
| Apendicite aguda: presença de neutrófilos na camada muscular do apêndice | |
| Apendicite aguda caracterizando exsudato fibrino purulento, na seta amarelo temos neutrófilo e na preta fibrina | |
| Gigantócito de corpo estranho- como resposta à um fio cirúrgico (no centro do granuloma), perceba que o gigantócito é uma grande célula multinucleada, formada pela união de macrófagos | |
| Formação de pseudolobos na hepatite aguda, pela necrose no lobo (hepatite aguda viral) | |
| Hepatite aguda viral: na primeira lâmina observamos um um infiltrado inflamatório que é destacado na segunda. Seta verde: plasmócito; seta amarela: linfócito e seta rosa: macrófagos | |
| Hepatócitos balonizados na hepatite aguda (entrada de água dentro do hepatócito) | |
| Colestase na Hepatite aguda | |
| Mitose como forma de regeneração dos hepatócitos na hepatite viral aguda. Proliferação ductal também é observada | |
| Criptococo- fungos no espaço interventricular cerebral | |
| Criptococose cerebral- fungos presentes no espaço de Virchow, 1- cápsula, 2- fungo . A cápsula do fungo protege ele da fagocitose | |
| Fungos encapsulados acima e macrófagos abaixo na Criptococose cerebral | |
| Criptococose cerebral- reprodução por brotamento do fungos |
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