O psicanalista deve
possuir uma
orientação ao tipo
de intervenção
Nota:
Muitas vezes não é necessário falar sobre o diagnóstico ao paciente para não estereotipar
5- Desenvolvimento da Transferência
Não há processo de análise sem o estabelecimento da transferência
6- Resistência
Pode ser consciente ou inconsciente pois a mudança
pode favorecer o medo do novo ou a perda de um ganho
secundário que o paciente possa obter com o sintoma.
O paciente pensa: Se é ruim
do jeito que está imagina da
maneira como venha a ser
7- Sintoma
Sintoma analítico é aquele que deve ser
descoberto. Ex: Estou deprimido. ( Qual a causa da depressão?)
Tempo do tratamento psicológico.
A duração é inderterminada , é sempre de
longos períodos devido a atemporalidade
dos processos inconscientes.
É um processo analítico e não terapêutico
O êxito do tratamento é
devido a transferência e
não à sugestão.
O tratamento no divã pode desorganizar mentalmente um
paciente psicótico e favorecer surtos. A análise é muitas vezes
profunda e muitas vezes ele perde a referência ao outro que é
necessário. Estar atrás muitas vezes pode ser uma ameaça.
O tratamento no divã deve ser feito qud o analista já
conhece de qual estrutura se trata e não acontece na
primeira sessão.
O divã é necessário para que os pensamentos
inconscientes e expressões do analista não interfira. Não há
uma interpretação da imagem e a fala é mais livre.
Uma devolutiva ao paciente
jamais deve ser feita sem o
estabelecimento da transferência.
Uma comunicação prematura leva a
análise a um fim intempestivo.
A dinâmica da cura: Sofrimento, desejo de ser
curado, resistência, Transferência e interpretação e
resolução dos problemas.