IESC

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IESC MAPA MENTAL
Glória Andrade
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Glória Andrade
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IESC
  1. Semana 8: Analisamos IDHM DE Parnaíba, o professor nos ensinou e demonstrou o que são e para que serve os determinantes de saúde e quais os possíveis tipos de diagnósticos que os médicos podem ter. Esses tipos de diagnósticos ajudam no processo de saúde-doença do paciente, fazendo jus ao conceito de ambivalência sobre compreender o espaço das relações interpessoais, facilitando o processo de trabalho.
    1. SEMANA 3: A principio tivemos um treinamento sobre como fazer a mandala e o portifolio, compreender as cores que deveríamos usar e seus significados e começamos a entender a necessidade da atenção plena a saúde e fizemos uma linha do tempo da evolução do SUS contemplando cada marco histórico e suas contribuições para a saúde da sociedade brasileira e sua necessidade
      1. Semana 4: Tivemos uma palestra sobre o SUS e de como funcionava os sistemas de saúde de outros países. Conhecemos os conceitos de equidade e igualdade e de como isso deve influenciar o tratamento dos pacientes e como deveos lidar saber com os pacientes principante e horas de decisoes dificeis, fizemos a criação de uma cidade para compreendermos como o eSF atua na atenção básica e primária.
        1. Semana 5: Como funcionava a formação das áreas de saúde, compreendi como isso auxilia no cuidado aos pacientes tornando o mais o acesso a processo de saúde-doença de pacientes e como deve acontecer a atuação da UBS, qual a necessidade de utilizar um mapa com divisões do eSF e como essa divisão promove melhorias no atendimento dos pacientes, identificando os locais/pacientes de riscos, na tentativa de promover ações de saúde necessárias para aquela determinada parte da população e como uma maneira de não sobrecarregar os profissionais, aumento a eficácia do trabalho.
          1. Semana 9: Fizemos um reconhecimento sobre o SUS, levando em consideração a educação em saúde e como é possível adaptar esse método a uma comunidade, ampliando o cuidado integrado na tentativa de prevenir agravos de doenças, além de promover a integralidade da rede de atenção a saúde, tornando-a mais capaz de suprir a necessidade da comunidade
            1. Semana 10: Identificamos as características de alguns sistemas de saúde e o SUS, fazendo comparações importantes para a compreensão da atuação do SUS no nosso país, dando assistência aos pacientes estabelecendo os direitos de saúde universal e igualitário, no desejo de reduzir possíveis riscos de doenças e outros agravos.
                    1. SEMANA 1: Semana do acolhimento, tivemos o primeiro encontro de IESC, o professor ensinou todos os passos, sobre como funcionaria as avaliações , nos enviou o plano de ensino fomos divididos em grupo para realizar as próximas atividades
                      1. SEMANA 2: Tive o segundo problema de IESC bem parecida com um caso clinico, mas que na verdade deveríamos tentar compreender o pensamento/atitudes dos profissionais de saúde e os demais profissionais de apoio( profissionais da APS). Achei interessante pelo fato de instigar os alunos, a entender o lado dos pacientes e dos colegas de trabalho e pacientes, algo que é essencial para o trabalho em grupo que no futuro vai ser bem constante
                1. Semana 12: Aprendemos como coletar informações sobre saúde, e como devemos usar esses dados para auxiliar o serviço dos profissionais do SUS, modelando principalmente a atenção primária, centrando no usuário e baseando-se na necessidade do paciente e da comunidade, além de reconhecer possíveis indicadores de saúde
                  1. Semana 11: Aprendemos como utilizar os sistemas de informação e saúde, para computar os dados e posteriormente seja possível disseminar as informações sobre saúde para toda a população de maneira online e outro site que organiza os dados, para que depois seja possível rever esses dados.
              1. Semana 6: Utilizar o cadastro individual na construção de um diagnostico comunitário, a partir disso pôde-se analisar a necessidade do diagnóstico comunitário no trabalho do eSF, que precisa intervir nos fatores que colocam em risco a saúde dos habitantes da sua área de atuação e com isso saber como promover mudanças nos hábitos da população, na tentativa de aprimorar o impacto da atenção básica, ou seja, buscando ampliar a resolutilidade.
        2. Semana 7: Nessa semana estudamos a nova PNAB e como ela influencia na atenção primária de saúde, quais os pontos da mudança afetava de maneira positiva e negativa, como isso influenciaria na resolutividade das equipes e consequentemente nos cuidados ao paciente. A organização da rede de saúde funciona e qual o papel dela no processo de saúde-doença dos pacientes, como sua aplicação atua no processo de efetivação do SUS, ajudando na diminuição da fragmentação do sistema de saúde e permite a efetividade do monitoramento e avaliação dos pacientes.
          1. Glória Maria Barroso Rodrigues Andrade
            1. Medicina
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