capacidade de experimentar
vicariamente o sentimento do
outro
cognitiva
entendimento intelectual
dos estados internos e
pensamentos do outro
elemento importante para o
desenvolvimento de habilidades
intrapessoais e melhora na qulidade das relações
envolve compreender os sentimentos de um outro
sujeito, seja pela capacidade de se colar no lugar deste,
ou pela experiência vicária das emoções
patologias relacionadas
com prejuízo na empatia
transtorno de conduta
autismo
transtorno de
personalidade antissocial
Reação empática
agir pró-socialmente
o indivíduo utiliza essa capacidade de
compreensão para ajudar o outro sujeito a
aliviar um desconforto
sofrimento pessoal
ao presenciar o desconforto do outro, o sujeito
tende a se empenhar em estratégias para aliviar o
próprio sentimento
Fatores internos de desenvolvimento:
neurológicos, genéticos e de temperamento
empatia emocional
depende da ativação dos
sistemas límbico e paralímbico
maior influência genética
empatia cognitiva
aciona áreas do lobo temporal e
córtex pré-frontal
não apresenta o mesmo padrão de influência genética
com o passar do desenvolvimento
estudos semelhantes mostram que o
comportamento pré-social de ajuda sofre
maior influência ambiental que genética
relação pais e filhos é de grande importância para o
desenvolvimento desta resposta empática
Fatores externos de desenvolvimento:
imitação, estilos parentais e
relacionamento entre pais e filho
primeira resposta empática em bebês
sofrimento pessoal
primeiras manifestações de empatia
choro reativo
fator externo
influencia no desenvolvimento emocional das crianças
desde o nascimento
apego e vínculo afetivo na relação pais e filho
Influência dos estilos parentais
permissivo
disciplina inconsistente
devida inconsistência da aplicação de
limites (desmentir regras), é prejudicial
à criança pois ela não terá
familiaridade com limites
autoritário
valorização da obediência; castigos como
forma de estabelecer limites; sem espaço para
comunicação e expressão das emoções
desenvolvimento da empatia também
prejudicado, já que a criança só tem
exemplos de punição e obediência, sem
abertura para expor suas opiniões
com autoridade
impõe limites explicando o porque deles; abertura
para o compartilhamento de sentimento e
discussão; inteligência emocional
super benéfico à criança pois ela entende o porquê das
regras e limites impostos, uma vez que ela é encorajada
a sempre abrir diálogos com os pais para discutir como
ela se sente perante estas
empatia dos filhos é extremamente relacionada com
os estímulos e exemplos empáticos práticos propostos
pelos pais
troca de carinho,
elogios, disciplina,
expressão moderada de emocional
quanto maior a demonstração de carinho pelos pais
à criança, mais ela é introduzida e familiarizada com
a expressão emocional, o que melhora sua
capacidade de também demonstrar carinho para
com os pais e com outros, sem contar que com o
afeto dos pais, emoções negativas que a criança
venha a estar sentindo, são diminuídas
foi estudado que as crianças que
foram elogiadas pela mãe a partir
dos 9 meses, apresentaram um
nível maior de empatia aos 18
meses comparado à crianças que
não tiveram a mesma experiência
dos elogios com a mãe
pais mais empáticos são menos autoritários e controladores,
estimulam assim, a expressão emocional do seu filho, visto que este,
sente que está num ambiente acolhedor para a verbalização de seus
sentimentos. Dessa forma, ao poder conversar sobre seu subjetivo, e
entender suas emoções, a criança aprende e exercita a capacidade de
se colocar no lugar do outro, sendo então, mais empática