Mapa mental
pâncreas

Conteúdo do mapa
pâncreas
anatomia
- divisão:
- corpo
- parte medial
- cólon do pâncreas
- cabeça
- próxima ao duodeno
- cauda
- ligado ao baço pelo ligamento espleno pancreático
- corpo
- medidas
- possui em média 15 cm de comprimento, 2 centímetros de largura e 4 centímetros de altura
- é anfícrino, então participa do sistema gástrico e endócrino
- O pâncreas produz: secreção exócrina (suco pancreático) que é liberada no duodeno por meio dos ductos pancreticos e secrocoes endócrinas ( glucagon e insulina) que passam para o sangue.
- localização e relações
- É na cavidade abdominal, embaixo do fígado, embaixo do troco celíaco, atrás do estômago, em cima do cólon transverso, na frente do rim esquerdo, forte relação com o duodeno e com o baço, sendo retroperitonial
- irrigação:
- A irrigação arterial do pancreas proves principalmente dos ramos da artéria esplênica. Varias artérias pancreáticas formam
- divisão:
histologia
- A irrigação arterial do pancreas proves principalmente dos ramos da artéria esplênica. Varias artérias pancreáticas formam O componente endócrino corresponde apenas a 2% do pâncreas e é representado por cerca de 1,2 milhão de ilhotas pancreáticas (de Langerhans). Elas estão dispersas no componente exócrino do pâncreas, a maioria delas na região da cauda. Essas ilhotas são demarcadas do resto do parênquima por uma delicada rede de fibras reticulares. As ilhotas pancreáticas são grupos de células poligonais endócrinas. Em uma lâmina histológica pancreática corada com HE, elas aparecem como células grandes, pouco coradas, envolvidas por ácinos pancreáticos basofílicos bem corados. As células das ilhotas estão conectadas entre si por desmossomos e gap junctions, formando um cordão celular. As ilhotas pancreáticas são permeadas por vários capilares fenestrados, que permitem a rápida entrada dos hormônios pancreáticos no sangue.
- Existem 4 tipos de células: Células B (beta) - estas células secretam insulina e constituem cerca de 70% das células das ilhotas. Elas estão comumente localizadas na parte central da ilhota. As células B contêm vários grânulos secretórios que possuem um centro escurocom insulina cristalizada, circundado por um halo pálido largo. • Células A (alfa) - estas células secretam glucagon e constituem 15- 20% das células das ilhotas. Elas são maiores que as células B e se localizam, em sua maioria, na periferia da ilha. Seus grânulos são mais uniformes em tamanho, com um grande centro escuro cercado por um fino halo, quando comparado às células B. Os grânulos estão repletos de glucagon. • Células D (delta) - estas células secretam somatostatina e constituem 5-10% das células das ilhotas. Elas estão localizadas difusamente em toda a ilha, mas são mais comuns na periferia. Células D contêm grânulos secretórios maiores quando comparadas às células A e B. células PP, não se sabe ainda sua função
- A irrigação arterial do pancreas proves principalmente dos ramos da artéria esplênica. Varias artérias pancreáticas formam O componente endócrino corresponde apenas a 2% do pâncreas e é representado por cerca de 1,2 milhão de ilhotas pancreáticas (de Langerhans). Elas estão dispersas no componente exócrino do pâncreas, a maioria delas na região da cauda. Essas ilhotas são demarcadas do resto do parênquima por uma delicada rede de fibras reticulares. As ilhotas pancreáticas são grupos de células poligonais endócrinas. Em uma lâmina histológica pancreática corada com HE, elas aparecem como células grandes, pouco coradas, envolvidas por ácinos pancreáticos basofílicos bem corados. As células das ilhotas estão conectadas entre si por desmossomos e gap junctions, formando um cordão celular. As ilhotas pancreáticas são permeadas por vários capilares fenestrados, que permitem a rápida entrada dos hormônios pancreáticos no sangue.
referência:
- Tortora, Gerard, J. e Bryan Derrickson. Princípios de Anatomia e Fisiologia . Disponível em: Minha Biblioteca, (14ª edição). Grupo GEN, 2016.
- Vanputte, Cinnamon, et al. Anatomia e fisiologia de Seeley . Disponível em: Minha Biblioteca, (10ª edição). Grupo A, 2016.
- Junqueira, Luiz Carlos, U. e José Carneiro. Histologia Básica - Texto e Atlas . Disponível em: Minha Biblioteca, (13ª edição). Grupo GEN, 2017.
- Costanzo, Linda. Fisiologia . Disponível em: Minha Biblioteca, (6ª edição). Grupo GEN, 2018.
- Moore, Keith, L. et al. Anatomia Orientada para Clínica . Disponível em: Minha Biblioteca, (8ª edição). Grupo GEN, 2022.
- Costanzo, Linda. Fisiologia . Disponível em: Minha Biblioteca, (6ª edição). Grupo GEN, 2018.
- Junqueira, Luiz Carlos, U. e José Carneiro. Histologia Básica - Texto e Atlas . Disponível em: Minha Biblioteca, (13ª edição). Grupo GEN, 2017.
- Vanputte, Cinnamon, et al. Anatomia e fisiologia de Seeley . Disponível em: Minha Biblioteca, (10ª edição). Grupo A, 2016.
- Tortora, Gerard, J. e Bryan Derrickson. Princípios de Anatomia e Fisiologia . Disponível em: Minha Biblioteca, (14ª edição). Grupo GEN, 2016.
fisiologia:
- hormônios
- insulina
- - Hormônio proteico ou peptídico formado por 51 aminoácidos que se encontram dispostos em duas cadeias peptídicas ligadas por pontes de sulfeto. Uma cadeia com 21 aminoácidos (A) e outra cadeia com 30 aminoácidos (B). - A sintetização da insulina segue padrão de todo hormônio proteico: • No núcleo o gene da insulina deve ser transcrito em RNAm, que é traduzido no retículo endoplasmático rugoso em uma sequência de aminoácidos formando um pré-pró-insulina. • Ainda no retículo a pré-pró-insulina sofre clivagem e forma a pró-insulina que ao passar pelo complexo de Golgi sofre clivagem e modificações que levam a formação da insulina ativa com suas duas cadeias de aminoácidos e mais um hormônio derivado da pró-insulina, o Peptídeo Conector ou Peptídeo C. • Tanto a insulina quanto o Peptídeo C são empacotados e estocados em vesículas secretoras, onde irão sofrer exocitose quando a célula é estimulada. - Tempo de meia vida: 4 a 8 min. Isso se deve porque toda a insulina secretada passa primeir
- Secreção da insulina - O principal estímulo para a secreção da insulina é o aumento da concentração de glicose no sangue. (aumento da glicemia) - O aumento da glicemia aumenta quando é ingerido alimentos ricos em carboidrato. Quando isso acontece, a glicose desses alimentos é absorvida no trato gástrico intestinal entrando na circulação sanguínea, logo, aumentando a glicemia. Essa alta concentração de glicose chega nas células beta que apresentam em sua membrana celular um transportador de glicose específico – GLUT 2 em roedores e GLUT 1 em humanos – esse transportador realiza transfusão facilitada da glicose tipo de transporte que depende do gradiente de concentração do soluto. Então se tem mais glicose fora da célula, ela é transportada a favor do seu gradiente de concentração para dentro da célula beta
- Ao entrar na célula Beta, a glicose é fosforilada pela enzima Glicoquinase, formando Glicose-6-P que pode ser metabolizada gerando – ao final da glicólise, ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa – muitas moléculas de ATP aumentando, assim, a razão ATP/ADP. Quando tem muito ATP, o ATP se liga em canais iônicos seletivos ao íon potássio e bloqueia esses canais, logo, sendo chamados de Canais de potássio (K+) sensível ao ATP. - Se os canais de potássio ficarem abertos, o potássio poderá sair da célula. Logo, se esses canais forem bloqueados, o potássio ficará dentro da célula, e, esse acúmulo de cargas positivas vai despolarizar a membrana celular.
- - A alteração do potencial dessa membrana fica positivo ocorrendo uma despolarização. Quando isso acontece canais de Cálcio (Ca2+) dependentes de voltagem se abrem provocando a entrada desse íon na célula. - O cálcio ao entrar na célula ativa a exocitose dos grânulos (vesículas) de insulina, causando a secreção desse hormônio que pode se difundir em direção ao capilar sanguíneo mais próximo e entrar na circulação
- - Como a célula Beta sabe que a concentração de glicose está elevada? Existe uma enzima que fosforiza a glicose assim que ela entra na célula, a Glicoquinase. A Glicoquinase possui baixa afinidade pela glicose, ou seja, precisa de muita glicose para ela poder fosforilar bastante glicose. - SENSOR DE GLICOSE – Enzima Glicoquinase - Além da glicose, existem outros fatores que podem iniciar a secreção da insulina como, o aumento de aminoácidos e ácidos graxos livres na circulação sanguínea.
- - Alguns aminoácidos (arginina e leucina) entram na célula Beta por transportador de membrana específico, podendo entrar nas vias metabólicas (ciclo de Krebs) para gerar ATP. - Os ácidos graxos também podem entrar na célula para serem metabolizados e gerar ATP. Iniciadores – Fatores metabólicos: Glicose, aminoácidos e ácidos graxos livres que são metabolizados gerando ATP. Reguladores – Fatores hormonais ou neurais que podem potencializar ou inibir a secreção de insulina iniciada pelos fatores metabólicos. Regulação da secreção de insulina - Regulação pode ser feita por fatores hormonais ou neurais
- Fatores hormonais Hormônios INCRETINAS • Durante uma refeição, quando o alimenta chega no intestino células endócrinas secretam hormônios chamados de INCRETINAS (ex: GIP – polipeptídeo inibidor gástrico e GLP-1 – peptídeo semelhante ao glucagon 1). • As Incretinas incrementam ou potencializam a secreção de insulina, principalmente iniciada pela glicose. • Nas células betas essas incretinas se ligam a receptores acoplados a proteínas G, e ao ativarem esses receptores, segundos mensageiros são ativados e ativam proteínas efetoras na célula beta que potencializam a exocitose dos grânulos contendo insulina, estimulada pelo aumento da concentração de cálcio, causado principalmente pelo aumento da concentração de glicose. Hormônios secretados pelas células vizinhas a células beta • Glucagon e somatostatina. • Possuem ação parácrina sobre as células beta. • Enquanto o glucagon também ativa receptores acoplados ao mesmo tipo de proteína G, age de forma semelhante as Incretinas potencializando a secreção de insulina. A Somatostatina que ativa receptores acoplados a outros tipos de proteína G, inibe a secreção de insulina, evitando que a insulina seja secretada mais que o necessário.
- Fatores neurais - Neurotransmissores do Sistema Nervoso Autônomo, Parassimpático e simpático. - Neurônios SNA Parassimpático libera Acetilcolina que age via receptores específicos estimulando a secreção de insulina nas células Beta. - Neurônios SNA Simpático libera Noradrenalina que pode se ligar em dois tipos diferentes de receptores adrenérgicos presentes nas células beta. Um que pode estimular e outro que pode inibir a secreção de insulina. Porém, na célula Beta existe mais receptores que inibem do que os que estimulam, predominando assim, o efeito de inibição de insulina. - Durante a digestão a secreção de insulina é estimulada pelo Parassimpático. Mas em situação de luta ou fuga a secreçõ de insulina pode ser inibida pelo simpático.
- TRANSPORTE E MECANISMO DE AÇÃO DA INSULINA - Tempo de meia vida da insulina: 4 a 8min. Isso se deve porque toda a insulina secretada pelo pâncreas passa primeiramente pelo fígado. Durante essa passagem pelo fígado, a insulina pode se ligar nos seus receptores específicos para agir nas células hepáticas. Parte dessa insulina que se liga ao seu receptor especifico pode sofrer endocitose, ou seja, pode ser internalizada pelas células hepáticas e então degradada pela célula.
- - Cerca de 50% da insulina secretada pelo pâncreas é eliminada na sua passagem pelo fígado. - Para agir nas células hepáticas e nas células desses outros órgãos alvo, a insulina deve se ligar em um receptor especifico localizado na membrana celular, ou seuja, o receptor de insulina é um receptor de membrana formado por duas subunidades Alfa e duas subunidades Beta associadas por ligações de sulfeto. - Esse receptor de membrana não é acoplado a proteína G. Na verdade ele é um receptor com atividade enzimática, ou seja, um receptor que funciona como uma enzima quando ativado pela insulina. Que tipo de enzima? Uma Tirosina cinase, ou seja, uma enzima que adiciona fosfato nos resíduos de tirosina presente, na sua própria estrutura proteica (autofosforilação) e também no substrato do receptor de insulina (IRS). - A fosforilação do IRS ativa as vias de sinalizadção ou cascata de sinalização da insulina, ou seja, o IRS fosforilado ativa outras proteínas que vão ativando ou inibindo outras proteínas que vão ativando ou inibindo proteínas efetoras (proteínas que fazem alguma coisa na célula alterando o funcionamento das células alvo). Células que possuem receptores de insulina - Células do fígado, dos músculos esqueléticos, células do tecido adiposo, etc. Fígado - Nos hepatócitos, quando a insulina se liga no seu receptor ocorre a ativação da cascata de sinalização da insulina, resultado na ativação ou inibição de enzimas chaves do metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Exemplo: - Quando a glicose está mais concentrada fora do que dentro dos hepatócitos ela pode ser transportada por difusão facilitada através do transportador de glicose presente na membrana celular, o GLUT 2. - Ao entrar, a glicose é fosforilada pela enzima Glicoquinase, formando Glicose-6P que pode ser armazenada na forma de glicogênio ou pode ser metabolizada na via glicolítica. - Quando a glicose estar mais concentrada fora do que dentro dos hepatócitos, a glicemia está elevada, ou seja, o pâncreas está secretando insulina que chega nos hepatócitos e ativa os seus receptores iniciando a cascata de sinalização da insulina. - Quando isso acontece, é como se a insulina falasse que tem bastante glicose na circulação e vamos aproveitar para guardar glicose na forma de glicogênio. Assim, um dos resultados da ativação da cascata de sinalização de insulina nos hepatócitos é favorecer a síntese de glicogênio através da ativação da enzima Glicogenio sintase e inibir a degradação de Glicogenio através da inibição da enzima Glicogênio fosforilase. Então os hepatócitos vão estocando o máximo de glicose que der. E o que não der vai para a via glicolítica, a qual também é favorecida pela ativação da cascata de sinalização da insulina através da ativação de enzimas chaves da glicólise e inibição de enzimas chaves da gliconeogênese. APG (P15) – PÂNCREAS ENDÓCRINO NATÁLIA ALVES LEMOS - Da glicólise a glicose é metabolizada formando piruvato que segue para a mitocôndria para formar Acetil-CoA que pode entrar no ciclo de Krebs e também para a síntese de lipídeos, uma vez que a insulina estimula as enzimas chaves da síntese de ácidos graxos. Músculos esqueléticos e dos tecidos adiposos - Nos miócitos e adipócitos a insulina tem um papel muito importante para o controle da glicemia. - Diferente dos hepatócitos, nos miócitos e adipócitos não tem GLUT 2, e o transportador de glicose nessas células é o GLUT 4. - O GLUT 4 fica armazenado em vesículas no interior dos miócitos e adipócitos quando a glicemia está baixa e a secreção de insulina também. - Quando a glicemia aumenta, a secreção de insulina é estimulada e quando a insulina chega nessa célula e se liga aos seus receptores, ela ativa a cascata de sinalização. Um dos resultados dessa ativação é a fusão das vesículas contendo GLUT 4 com a membrana celular, ou seja, os transportadores de glicose são inseridos na membrana dessas células e a glicose pode ser captada tanto nos miócitos dos músculos esqueléticos quanto nos adipócitos do tecido adiposo. - Mas como o musculo esquelético é o tecido mais abundante do organismo essa ação da insulina que permite a captação da glicose por esse tecido contribui muito para a redução da glicemia após a ingestão de carboidratos. - Ações da insulina no músculo esquelético • Síntese de glicogênio • Glicólise • Síntese de lipídeos • Síntese de proteínas - Ações da insulina no tecido adiposo • Glicólise • Síntese de lipídeos Observação: Embora esses tecidos sejam considerados os principais alvos da insulina, lembre-se que este hormônio também pode agir em outros tecidos na maioria deles estimulando a proliferação, o crescimento e a diferenciação das células. Hipotálamo - No hipotálamo a insulina tem importante ação no controle da ingestão alimentar, pois ao se ligar nos seus receptores presentes em alguns neurônios específicos no hipotálamo, ela acaba provocando saciedade e inibindo a fome. Desta forma, pode-se dizer que a insulina é o hormônio da abundância, sendo secretada quando existe muitos nutrientes na circulação, principalmente, glicose. E como tem muito, ela avisa os tecidos para estocar, sintetizar glicogênio, lipídios e proteínas. Podendo proliferar e crescer pois existe muita energia
- - Alguns aminoácidos (arginina e leucina) entram na célula Beta por transportador de membrana específico, podendo entrar nas vias metabólicas (ciclo de Krebs) para gerar ATP. - Os ácidos graxos também podem entrar na célula para serem metabolizados e gerar ATP. Iniciadores – Fatores metabólicos: Glicose, aminoácidos e ácidos graxos livres que são metabolizados gerando ATP. Reguladores – Fatores hormonais ou neurais que podem potencializar ou inibir a secreção de insulina iniciada pelos fatores metabólicos. Regulação da secreção de insulina - Regulação pode ser feita por fatores hormonais ou neurais
- - Como a célula Beta sabe que a concentração de glicose está elevada? Existe uma enzima que fosforiza a glicose assim que ela entra na célula, a Glicoquinase. A Glicoquinase possui baixa afinidade pela glicose, ou seja, precisa de muita glicose para ela poder fosforilar bastante glicose. - SENSOR DE GLICOSE – Enzima Glicoquinase - Além da glicose, existem outros fatores que podem iniciar a secreção da insulina como, o aumento de aminoácidos e ácidos graxos livres na circulação sanguínea.
- - A alteração do potencial dessa membrana fica positivo ocorrendo uma despolarização. Quando isso acontece canais de Cálcio (Ca2+) dependentes de voltagem se abrem provocando a entrada desse íon na célula. - O cálcio ao entrar na célula ativa a exocitose dos grânulos (vesículas) de insulina, causando a secreção desse hormônio que pode se difundir em direção ao capilar sanguíneo mais próximo e entrar na circulação
- Ao entrar na célula Beta, a glicose é fosforilada pela enzima Glicoquinase, formando Glicose-6-P que pode ser metabolizada gerando – ao final da glicólise, ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa – muitas moléculas de ATP aumentando, assim, a razão ATP/ADP. Quando tem muito ATP, o ATP se liga em canais iônicos seletivos ao íon potássio e bloqueia esses canais, logo, sendo chamados de Canais de potássio (K+) sensível ao ATP. - Se os canais de potássio ficarem abertos, o potássio poderá sair da célula. Logo, se esses canais forem bloqueados, o potássio ficará dentro da célula, e, esse acúmulo de cargas positivas vai despolarizar a membrana celular.
- Secreção da insulina - O principal estímulo para a secreção da insulina é o aumento da concentração de glicose no sangue. (aumento da glicemia) - O aumento da glicemia aumenta quando é ingerido alimentos ricos em carboidrato. Quando isso acontece, a glicose desses alimentos é absorvida no trato gástrico intestinal entrando na circulação sanguínea, logo, aumentando a glicemia. Essa alta concentração de glicose chega nas células beta que apresentam em sua membrana celular um transportador de glicose específico – GLUT 2 em roedores e GLUT 1 em humanos – esse transportador realiza transfusão facilitada da glicose tipo de transporte que depende do gradiente de concentração do soluto. Então se tem mais glicose fora da célula, ela é transportada a favor do seu gradiente de concentração para dentro da célula beta
- - Hormônio proteico ou peptídico formado por 51 aminoácidos que se encontram dispostos em duas cadeias peptídicas ligadas por pontes de sulfeto. Uma cadeia com 21 aminoácidos (A) e outra cadeia com 30 aminoácidos (B). - A sintetização da insulina segue padrão de todo hormônio proteico: • No núcleo o gene da insulina deve ser transcrito em RNAm, que é traduzido no retículo endoplasmático rugoso em uma sequência de aminoácidos formando um pré-pró-insulina. • Ainda no retículo a pré-pró-insulina sofre clivagem e forma a pró-insulina que ao passar pelo complexo de Golgi sofre clivagem e modificações que levam a formação da insulina ativa com suas duas cadeias de aminoácidos e mais um hormônio derivado da pró-insulina, o Peptídeo Conector ou Peptídeo C. • Tanto a insulina quanto o Peptídeo C são empacotados e estocados em vesículas secretoras, onde irão sofrer exocitose quando a célula é estimulada. - Tempo de meia vida: 4 a 8 min. Isso se deve porque toda a insulina secretada passa primeir
- glucagôn
- um hormônio secretado pelas células ALFA das ilhotas de Langerhans quando a concentração da glicose sanguínea cai, tem diversas funções que são diretamente opostas às da insulina. A mais importante dessas funções é aumentar a concentração da glicose sanguínea, efeito que é oposto ao da insulina, ou seja, com a injeção de glucagon purificado em um animal, vamos obter intenso efeito hiperglicêmico. Os principais efeitos do glucagon no metabolismo são a quebra do glicogênio hepático (glicogenólise) e o aumento da gliconeogênese no fígado. Esses dois efeitos elevam enormemente a disponibilidade da glicose para os outros órgãos do organismo.
- A principal ação do glucagon é de elevar o nível sanguíneo de glicose que se encontra abaixo do normal. A insulina, por outro lado, ajuda a reduzir o nível de glicose sanguínea que se encontra muito elevado. O nível de glicose sanguínea controla a secreção de glucagon e insulina via feedback negativo:
- O nível sanguíneo baixo de glicose (hipoglicemia) estimula a secreção de glucagon pelas células alfa das ilhotas pancreáticas. • O glucagon atua nos hepatócitos, acelerando a conversão de glicogênio em glicose (glicogenólise) e promovendo a formação de glicose a partir do ácido láctico e de determinados aminoácidos (gliconeogênese). • Consequentemente, os hepatócitos liberam glicose no sangue de maneira mais rápida e a glicemia se eleva. • Se a glicemia continua subindo, o nível sanguíneo elevado de glicose (hiperglicemia) inibe a liberação de glucagon (feedback negativo). • A glicose sanguínea alta (hiperglicemia) estimula a secreção de insulina pelas células beta das ilhotas pancreáticas. • A insulina age em várias células do corpo para acelerar a difusão facilitada da glicose para as células; para apressar a conversão de glicose em glicogênio (glicogênese); para intensificar a captação de aminoácidos pelas células e para aumentar a síntese de proteína; para acelerar a síntes
- A principal ação do glucagon é de elevar o nível sanguíneo de glicose que se encontra abaixo do normal. A insulina, por outro lado, ajuda a reduzir o nível de glicose sanguínea que se encontra muito elevado. O nível de glicose sanguínea controla a secreção de glucagon e insulina via feedback negativo:
- um hormônio secretado pelas células ALFA das ilhotas de Langerhans quando a concentração da glicose sanguínea cai, tem diversas funções que são diretamente opostas às da insulina. A mais importante dessas funções é aumentar a concentração da glicose sanguínea, efeito que é oposto ao da insulina, ou seja, com a injeção de glucagon purificado em um animal, vamos obter intenso efeito hiperglicêmico. Os principais efeitos do glucagon no metabolismo são a quebra do glicogênio hepático (glicogenólise) e o aumento da gliconeogênese no fígado. Esses dois efeitos elevam enormemente a disponibilidade da glicose para os outros órgãos do organismo.
- insulina
- O pancreas, além de suas funções digestivas, secreta dois hormônios importantes, insulina e glucagon, cruciais para a regulação normal do metabolismo da glicose, dos lipídios e das proteínas. As ilhotas pancreáticas contem quatro tipos celulares principais, as células alfa, as células beta, as células delta e as células PP (produtoras de polipeptieo pancreático), distinguidas entre si, devido as suas características morfológicas e de coloração.
- As interrelações estreitas desses tipos celulares nas Ilhotas de Langerhans possibilitam a comunicação intercelular e controle direto da secreção de alguns hormônios por outros hormônios.
- hormônios
Imagens e arquivos do mapa
Informações
- Descrição
- Mapa Mental sobre pâncreas, criado por Maria Eduarda Ribeiro Sousa em 31-03-2023.
- Criado por
- Maria Eduarda Ribeiro Sousa
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