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Os sais de ácidos orgânicos, principalmente os sais de sódio,
são empregados para controle de pH, atuando como
tamponantes. Durante diferentes estágios do
processamento de produtos alimentícios e diminuem a
resistência dos microrganismos de calor
Os acidulantes podem tornar o
alimento mais agradável ao
paladar, mascaram gostos
desagradáveis e intensificam
outros.
Sabor- Eles ajudam a realçar e equilibrar o
sabor dos alimentos.
Concervação- Alguns ácidos
têm propriedades
antimicrobianas que ajudam a
preservar os alimentos
inibindo o crescimento de
fungos leveduras e bactérias.
Textura- Os acidulantes também podem
influenciar a textura dos alimentos.
Reações químicas- Em receitas
os acidulantes desempenham
um papel importante em
reações específicas,como a
ativação de agentes de
leveduras em produtos assados.
Conservadores - São empregados na prevenção do
crescimento de microrganismos ou no
desenvolvimento de esporos de bactérias patogênicas
Agentes de cura para carnes -
Empregados também com outros
componentes para cura de carne
com finalidade de realçar as
cores, “flavor” e ação preservativa
Retiram e sequestram metais.
Causam a inversão de açúcares,
evitando sua cristalização.
Modificadores de ponto de fusão de produtos alimentícios, utilizados na fabricação de queijos moles
etc.
Sinergia com antioxidantes utiliza-
dos em gorduras.
EFEITOS COLATERAIS
problemas Gastrointestinais
Erosão Dentária
Reações alérgicas
Desmineralização Óssea
Desenvolvimento de Alergias Alimentares
Definição.
Segundo a Portaria nº 540, de 27 de outubro de 1997 da
ANVISA, podemos definir um acidulante como toda a
substância que aumenta a acidez ou confere um sabor
ácido aos alimentos.
Os Ácidos em tecnologia alimentar podem ser obtidos apartir de
forma natural ou pror processo de fermentação ou por síntese
NATURAL - CÍTRICO- TARTÁRICO
SÍNTESE- MÁLICO
FERMENTAÇÃO-CÍTRICO-LÁCTICO-FUMÁRICO
Os aditivos alimentares estão presentes na maioria dos alimentos
industrializados, e em muitos artesanais também! Segundo a
Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aditivos são ingredientes
adicionados intencionalmente, mas sem propósito de nutrir. Dessa
forma, o objetivo principal deles é modificar as características
físicas, químicas, biológicas ou sensoriais do alimento.
Exemplos de Acidulantes
ÁCIDO CITRICOINS 330
O ácido cítrico é isolado de frutas cítricas e obtido pelo processo de fermentação de sacarose
realizada pelo fungo Aspergillusniger ou pela levedura Candida lipolytica, utilizando como matéria
prima o melaço de cana de açúcar ou a dextrose (gliose, maltose e dextrina) As características
relevantes deste acidulante são: alta solubilidade em água, agente neutralizante do paladar doce,
efeito acidificante sobre o sabor, amplamente utilizados na indústria de bebidas e alimentos. o ácido
cítrico é um pó branco que lembra o bicarbonato de sódio. É encontrado em embalagens fechadas de
diversos tamanhos, desde 50g, gramas, até 1kg, quilo.
Redução de pH,
complexação de
metais.
Alta solubilidade.
Rápida percepção de nota
cítrica.
Neutraliza alguns sabores
fortes como a acidez e o
amargor.
É bastante utilizado na gastronomia e
confeitaria para regular o sabor dos pratos,
além de deixar os alimentos mais brilhantes
Ativa as papilas gustativas
pra sentir melhor o sabor da
comida.
BENEFICÍOS
O ácido cítrico é rico em vitaminas como B1, B2, C. Então, ajuda no fortalecimento do sistema
imunológico, prevenindo doenças como gripes e resfriados, além de aliviar dores no estômago e
intestino.
Conta com efeitos antioxidantes, que fazem bem pra pele, retardando o envelhecimento, além de
desintoxicar o organismo, eliminando gorduras e substâncias que fazem ma
As vantagens não param por aí! Ele é ecológico, sustentável e 100% natural, então não polui o
meio-ambiente. Além disso, é inodoro, ou seja, não tem odor.
Como é extraído o ácido cítrico? O ácido cítrico está presente em frutas
cítricas, como o limão, e pode ser extraído por meio da adição de Ca(OH)2 ao
suco de limão e a posterior adição de H2SO4 ao precipitado formado.
ÁCIDO TARTÁRICO INS 334
O ácido tartárico não tem uma escala tão ampla de utilização quanto os ácidos cítrico e málico,
porém tem grande importância na indústria alimentícia. Este ácido ocorre natural- mente em alguns
frutos ou vegetais, mas é encontrado principalmente em uvas e tamarindo. O ácido tartárico pode
ser classificado como agente inativador de metais, agindo provavelmente por inativação do efeito
catalítico em reações de oxidação por traços de metais.
Ele nada mais é do que um composto orgânico originado de forma natural nas próprias uvas, que
conforme a maturação da fruta vai diminuindo sua concentração. No processo de extração do mosto
(suco) das uvas o ácido permanece retido no líquido e continua interagindo quimicamente com o
produto. Com o passar do tempo, este ácido possui a tendência de se cristalizar na rolha ou
sedimentados na garrafa, estes sólidos são conhecidos como "diamantes do vinho" ou do suco e
nada mais são do que o ácido tartárico junto ao potássio (principal nutriente utilizado pela videira
para seu desenvolvimento). Em baixa temperatura, as duas substâncias reagem entre si originando
os cristais de bitartarato de potássio, que precipitam para o fundo da garrafa.
Seu poder acidulante — capacidade de tornar mais ácido — é fundamental no processo de
vinificação, pois modifica a composição do vinho reduzindo os riscos de oxidação e
contaminação, evitando reações químicas indesejadas. Além disso, realça o sabor do produto e
intensifica o brilho a bebida. Em outras palavras, ele melhora a qualidade geral do vinho desde
que esteja em quantidades ideias e aumenta o potencial de guarda dos vinhos.
Está incluído como aditivo alimentar com o código E-334 e é usado como acidulante e
conservante natural, como intensificador de sabor em doces, balas, geleias, sorvetes e sucos
de frutas. Também como ingrediente em leveduras e como emulsificante na indústria de
panificação.
Benefícios
Aumenta a imunidade Por ser uma grande fonte de
antioxidantes, o ácido tartárico pode fortalecer o seu sistema
imunológico e proteger o seu corpo contra infecções,
deixando-o mais resistente ao possível surgimento de
doenças.
Auxilia na digestão, o ácido tartárico ajuda seu corpo a quebrar as substâncias dos alimentos com
mais facilidade, fazendo com que você consiga absorver todos os nutrientes necessários. Mas fique
atenta: a ingestão excessiva de ácido tartárico puro pode, a longo prazo, causar problemas
digestivos, com sintomas como dor abdominal, inflamação e náuseas.
Na pele promove a renovação celular, fazendo uma esfoliação química uniformiza as camadas mais externas da pele.
É tolerado em todos os tipos de pele. Sua ação rejuvenescedora não se dá apenas pela regeneração da epiderme como
também pelo estímulo das substâncias responsáveis pela firmeza, viço e hidratação como fibras elásticas, colágenas e
ácido Hialurônico.
O ácido tartárico melhora a intolerância à glicose Você sofre de
diabetes e sensibilidade à glicose? Se você respondeu “sim, Less”, já
pode considerar o uso de suplementos de ácido tartárico ou incluir
alguns de seus frutos em sua dieta
Ácido natural ácido alfa-hidroxiácido (AHA) fabricado com matérias primas de
origem vínica destinada ao uso como aditivo alimentar. Se apresenta em forma
de cristal monoclínico incolor ou em forma de pó branco, inodoro e agradável
sabor ácido.
ÁCIDO FOSFÓRICO INS 338
O ácido fosfórico grau alimentício, ácido inorgânico.Na indústria, esse ácido é usado para fabricar
vidro, na tinturaria, na fabricação de fosfatos e superfosfatos usados como fertilizantes, nas
indústrias alimentícias e farmacêuticas. O ácido fosfórico grau alimentício, pode ser utilizado
também em fermentos biológicos, na refinação do açúcar, como estabilizante de óleos vegetais,
entre outras utilizações.
Como ácido fosfórico é comercializado? O ácido fosfórico é comercializado no
mercado nacional em variadas concentrações que vão de 55 a 85%. O ácido
fosfórico 85%, geralmente é utilizado na indústria alimentícia, e em
concentrações menores na indústria metalúrgica, fabricação de fertilizantes,
entre outras. Quanto maior a concentração, maior o seu grau de pureza.
Tem como característica ser um produto
corrosivo, por isso deve ser armazenado e utilizado conforme Ficha de
Informação de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ), em caso de
derramamento produz gases irritantes, ao queimar forma vapores
tóxicos.
Não deve ser inalado ou ingerido. Evite o
contato direto com a pele e os olhos. Use
equipamento de segurança para manuseio.
Usos e aplicações do
ácido fosfórico na
indústria alimentícia
Annotations:
Uma aplicação do ácido fosfórico que chama bastante atenção é em refrigerantes de base cola. A maioria dos refrigerantes no Brasil possui alto teor de ácido fosfórico, ficando com um pH > 3.
REGULADOR DE ACIDEZ. Um dos usos mais comuns do ácido fosfórico na indústria
alimentícia é como regulador de acidez. Isso significa que ele é adicionado as bebidas,
molhos, conservas, laticínios, doces, gelatinas, entre outros. Ao regular a acidez, o ácido
fosfórico ajuda a realçar o sabor, a cor e a textura dos alimentos.
Usado para AJUSTAR o pH, o ácido fosfórico também pode ser usado como
CONSERVANTE para aumentar a vida útil dos alimentos. Ao ser adicionado aos
ingredientes, impede o crescimento de bactérias e fungos indesejáveis nos
alimentos e que podem causar prejuízos à saúde humana. Como agente
conservante ajuda a preservar a qualidade sensorial
e nutricional dos produtos, aumentando inclusive o seu tempo de prateleira
nos mercados.
AGENTE QUELANTE (ou sequestrante) .O que é um agente quelante? Também chamado de agente
sequestrante, é uma substância que se liga a metais presentes nos alimentos e forma complexos
estáveis. Isso impede que os metais presentes nos alimentos como ferro, cobre, cálcio e magnésio
reajam com outros componentes e causem alterações indesejáveis, como escurecimento, oxidação
ou rancidez. O ácido fosfórico pode ser usado como agente sequestrante em bebidas carbonatadas,
cervejas, vinhos, sucos em pó, entre outros.
AGENTE TAMPONANTE. Outra aplicação do ácido fosfórico na indústria alimentícia é como agente
tamponante. Trata-se de uma substância que mantém o pH dos alimentos constante, mesmo
quando há variações de temperatura ou adição de outros ingredientes. Nesse contexto, o ácido
fosfórico é muito útil em alimentos que precisam ter um pH estável para preservar suas
características, como carnes, queijos, pães, bolos, entre outros.
Os benefícios do ácido
fosfórico na indústria
alimentícia
DIMINUIÇÃO
DE TEMPO
O ácido fosfórico é utilizado durante a manufatura do
queijo para diminuir o tempo de processamento e
aumentar os níveis de cálcio, especialmente na ricota. É
também utilizado em produtos derivados do leite; a
manteiga produzida pela acidificação direta do leite com
ácido fosfórico tem seu tempo de processamento reduzido
e maior tempo de prateleira.
O ácido fosfórico ajuda no processo de clarificação do açúcar. As impurezas são
removidas tratando o líquido de açúcar aquecido com ácido fosfórico e cal em um grande
tanque raso na presença de ar, introduzido pelo fundo do tanque. O precipitado de
fosfato de cálcio e outras impurezas insolúveis separam-se do líquido, sendo carregados
para a superfície para formar uma espuma que é separada automaticamente. Essa
espuma é filtrada para recuperar o açúcar contido, mas o licor original não é mais filtrado.
Esse processo é superior ao velho processo (de somente adicionar cal ao líquido) com
relação à remoção de cor e outras impurezas solúveis.
MINIMIZAR A
HIDROLISE DA
PECTINA
Na indústria de geleias e gelatinas é utilizado especialmente no preparo de geleias firmes e
que não perdem água, como as utilizadas para recheio de bolos e pães. É adicionado nos
estágios finais de preparo
CLARIFICAÇÃO
O único efeito adverso que se pode
ter é o excesso de fosfato
(componente do ácido fosfórico) em
nosso organismo, pois ele pode
reagir com o cálcio dos ossos e
dentes, causando problemas
dentários e ósseos, como a
osteoporose.
Por causa disso e da reação que o ácido
fosfórico realiza com o cromo já citada, nos
anos 50 e 60, os motoristas de automóveis,
caminhões e motocicletas limpavam as
partes cromadas de seus veículos com
refrigerantes de sabor cola. O ácido
fosfórico limpa peças cromadas
O ácido fosfórico é um composto químico, também conhecido como
ácido ortofosfórico, sua fórmula é H3PO4. Pode ter finalidades
diferentes dependendo da concentração, concentração essa,
expressada em porcentagem (%). O ácido fosfórico é solúvel em água e
resistente à evaporação, oxidação e redução.
O ácido fosfórico é obtido a partir de um fosfato tricálcico de base mineral. Para
obtê-lo, a rocha é atacada por um ácido forte, como o ácido sulfúrico, em um
processo conhecido como “via úmida”. Finalizado esse processo, muitas impurezas
e materiais sólidos permanecem, por isso precisa ser purificado para obter as
diferentes qualidades ou graus.
ÁCIDO FUMÁRICO INS 297
Este ácido é muito utilizado em sobremesas a base de gelatina, sendo limitado em alguns usos devido
a pouca solubilidade em água.
Redução de pH, reativo em
dupla ligação
Baixa solubilidade
Intensa nota ácida
Benefícios
Em condições normais, o ácido fumárico é formado na pele quando a mesma é
exposta à luz solar. Aparentemente, os pacientes que sofrem de psoríase
possuem uma falha bioquímica na qual não conseguem produzir suficientes
quantidades de ácido fumárico e, consequentemente, necessitam de uma
exposição mais prolongada ao sol para produzi-lo (esta é uma razão pela qual
alguns pacientes frequentemente observam uma melhoria da condição da pele
durante o verão). O ácido fumárico também pode beneficiar pacientes que
sofrem de esclerose múltipla.
Tratamento da psoríase. O ácido fumárico
também pode beneficiar pacientes que sofrem
de esclerose múltipla.
CONTRAINDICAÇÕES E EFEITOS COLATERAIS.
Alguns efeitos colaterais foram observados
em pacientes que utilizaram ácido
fumárico, incluindo distúrbios
gastrointestinais ou renais, vermelhidão da
pele (que são causadas principalmente pela
ingestão em excesso). Alguns relatórios
alertam para uma possível toxicidade do
ácido fumárico. Possivelmente a substância
pode irritar os olhos, a pele e o trato
respiratório.
ANTIOXIDANTE Possui excelentes propriedades antioxidantes, por isso tem sido
utilizado em manteigas, queijos e leite em pó.
Possui ação ANTIFÚNGICA no tratamento de carnes (melhor que o ácido acético e o ácido láctico).
Reduz em até 40% o consumo de cítricos e em 20% o consumo de tartárico em gelatinas e em 2% a
quantidade de gel. A sua utilização combinada com Benzoatos e Ácido Bórico é eficaz contra a
degradação de carnes, peixes e mariscos.
Usado como estabilizador ácido e estrutural em uma ampla variedade de produtos. Também é
usado como fonte de ácido no fermento em pó.
O ácido fumárico tem um dos maiores poderes como acidulante. Aumenta o poder dos
agentes gelificantes e pode ser misturado com outros acidulantes. Não possui sabor picante
ou extremo. É utilizado em geleias, refrigerantes, condicionadores de massa,
conservas, coberturas de doces, etc.
Seu efeito antimicrobiano o torna útil como aditivo na conservação de vegetais e frutas. Tem sido
utilizado em dietas para suínos com sucesso no aumento de peso, melhorando a atividade digestiva e
reduzindo bactérias patogênicas no sistema digestivo.
O ácido fumárico é um ácido dicarboxílico, insaturado, de cadeia normal. O ácido fumário
e seu isómero, ácido maleico, são obtidos pela decomposição do ácido málico, a 180°C. O
ácido fumárico é um ácido insaturado dibásico, encontrado na fumária (Fumaria
officinalis), cogumelo-bolete (Boletus fomentarius) e no musgo-da-Islândia (Cetraria
islandica). O ácido fumárico é um acidulante alimentar utilizado desde 1946, sendo
acrescentado em bebidas e usado como um substituto para o ácido tartárico e,
ocasionalmente, para o ácido cítrico.
ÁCIDO LÁCTICO INS 270
Annotations:
Fatos interessantes sobre o ácido lático
O ácido lático é um dos ácidos mais antigos conhecidos e pesquisados
pelo homem. Pela primeira vez, uma liberação controlada de ácido lático
dos músculos foi realizada em condições de laboratório em 1806 por Jöns
Jacob Berzelius, considerado um dos maiores químicos suecos da
história. Devido às suas propriedades antioxidantes e antibacterianas,
os médicos utilizam o acidum lacticum na prevenção de doenças
neoplásicas. Uma dieta enriquecida com picles e produtos contendo ácido
lático natural é hoje reconhecida em muitos países como um dos métodos
mais eficazes de combater doenças como o diabetes.
O Ácido Láctico 85% é um ácido orgânico fraco.. Sua molécula possui uma hidroxila na posição alfa, o que faz com que
seja classificado como um alfa-hidroxiácido (AHA). Ele se apresenta como um líquido xaroposo límpido, incolor a
amarelo, de odor e sabor característico. É um produto higroscópico, miscível com água e álcool etílico.
O Ácido Láctico 85% é utilizado na indústria alimentícia como aditivo alimentar, com as funções de
acidulante e regulador de acidez em refrigerantes, refrescos, bebidas alcoólicas, cervejas, biscoitos,
picles, azeitonas, carnes curadas, sorvetes, queijos, balas, produtos de frutas, margarinas, maioneses,
pescados, entre outros diversos tipos de alimentos e bebidas. Além disso, pode ser empregado como
coadjuvante de tecnologia em óleos e gorduras, como agente degomante, na fabricação de cervejas
como catalisador e com a função tecnológica de agente de controle de microrganismos na lavagem de
carnes, ovos e na água de lavagem da superfície de pescados.
O ácido lático têm uma gama de
possibilidades de utilização na indústria
alimentícia devido suas propriedades
ácidas e antimicrobianas que
potencializam a conservação do produto.
As principais funções do ácido lático são como
acidulante, conservante, descontaminante e regulador
de pH. E além disso, o ácido lático também
potencializa o sabor de vários alimentos, encontrando
um uso mais adequado em papinhas, frutas e outros
alimentos de transição para crianças. pode ser
aplicado na produção de balas, vinhos, sucos, cervejas,
refrigerantes, coolers, biscoitos, laticínios, margarinas,
entre outros produtos.
BENEFÍCIOS
O ácido lático na fabricação de bebidas traz diversos
benefícios,
Melhora a qualidade sensorial das bebidas, realçando o sabor, o aroma e a aparência;
Aumenta a segurança alimentar das bebidas, prevenindo contaminações e
deteriorações
Amplia a variedade de produtos disponíveis no mercado, possibilitando a
criação de novas receitas e sabores; Reduz os custos de produção, pois é um
aditivo barato e fácil de usar;
Atua como um eficaz regulador de pH, garantindo que as bebidas mantenham a acidez desejada para
a estabilidade do produto; Atende à demanda dos consumidores por produtos naturais, saudáveis e
sustentáveis, pois o ácido lático é biodegradável e não causa alergias ou intolerâncias.
NA INDUSTRIA DE BEBIDAS
Leite
fermentado
Bebidas à base
de soja
Bebidas à base
de frutas
Bebidas
alcoólicas
Bebidas
funcionais
É utilizado nos cosméticos para ajustar o pH da fórmula, e
pelas suas propriedades hidratantes e esfoliantes. É
utilizado em alguns produtos cosméticos em associação com
outros AHA, como o ácido glicólico.
O ácido lático é extraído do açúcar do leite. O nosso organismo faz isso
naturalmente, mas, através da biotecnologia, podemos obtê-lo de
outras fontes também, como na fermentação de uvas (glicose), açúcar
de cana (sacarose) e amido. Dessa forma, temos um produto
sustentável e sem crueldade animal.
ÁCIDO MÁLICO INS296
Em comparação com o ácido cítrico, o málico tem
um maior potencial realçador do "flavor” nos
alimentos, portanto tem um emprego como O ácido
málico é conhecido largamente como o ácido da
maçã por apresentar 97,2% dos ácidos contidos
neste fruto.
Redução de pH, baixo
poder de complexação
de metais, alta
solubilidade
Alta solubilidade
Lenta percepção de nota
ácida de maçã
Efeitos colaterais do consumo de
ácido málico
Quando consumido em excesso, o ácido málico
pode provocar efeitos colaterais como diarreia,
náusea e dores de cabeça. Porém, a dose
apropriada pode depender de como você está
usando o suplemento, sua idade, sexo e histórico
médico. Portanto, fale com um especialista para
obter conselhos personalizados.
BENEFICIOS
Quando consumimos alimentos que contém esse ácido é possível combater a fadiga e melhorar
sua performance física, sendo assim, ele rende energia para o corpo. Mas, no caso de atletas, é
geralmente consumido na forma de suplementos. Ou seja, especialmente quando combinado à
creatina.
Protege a saúde dos rins No organismo, o ácido málico é precursor do citrato – os sais do ácido cítrico. Ou
seja, a importância disso é que o citrato é uma substância que previne que o cálcio, um mineral essencial,
acumule-se nos rins. Como consequência, o acúmulo de cálcio nos rins poderá provocar a formação de
cálculos renais.
Por fim, o ácido málico é importante para manter o corpo livre de dores, em especial a fibromialgia – dor e fraqueza muscular por todo o corpo.Em
suma, quando combinado ao magnésio, o ácido combate essas dores no corpo.
Pele jovem e firme Quando aplicado sobre a pele, o ácido málico promove a redução dos sinais de
idade, a remoção de células mortas, usado no tratamento da acne. Mantém a pele hidratada e,
consequentemente, com sua aparência jovem e firme. Esse ácido também está ligado à produção de
colágeno no corpo. Portanto, ajuda a manter a firmeza da pele, e também pode reverter o
aparecimento de manchas na pele provocadas pela luz solar.
Os benefícios do ácido málico na produção
de alimentos
Como ativador flavorizante, ele realça de maneira sucinta o bom sabor dos alimentos, mascarando quaisquer
sabores que possam ser indesejáveis e estejam presentes nesses alimentos por conta de outros ingredientes
que fazem parte da sua composição.
Na produção de alimentos, é usado como um dos melhores substitutos do ácido
cítrico.CONSERVANTE E REGULADOR DA ACÍIDEZ Isso faz com que os produtos permaneçam frescos e atraentes por mais tempo.
O ácido é eficaz em impedir o aparecimento de turvação e a perda de cor de várias substâncias.
O ácido málico é uma substância naturalmente
encontrada em alimentos, especialmente frutas como a
maçã e a pera. Além de poder ser consumido por meio da
alimentação, ele pode ser encontrado em produtos
ALIMENTÍCIOS E COSMÉTICOS. Assim, é produzido
naturalmente pelo organismo quando carboidratos são
convertidos em energia.
BENEFÍCIOS
Combate a fadiga Quando consumimos alimentos que contém esse ácido é
possível combater a fadiga e melhorar sua performance física, sendo assim, ele
rende energia para o corpo. Mas, no caso de atletas, é geralmente consumido
na forma de suplementos. Ou seja, especialmente quando combinado à
creatina.
Protege a saúde dos rins No organismo, o ácido málico é precursor do citrato – os sais do ácido
cítrico. Ou seja, a importância disso é que o citrato é uma substância que previne que o cálcio, um
mineral essencial, acumule-se nos rins. Como consequência, o acúmulo de cálcio nos rins poderá
provocar a formação de cálculos renais, mais conhecidos como “pedras nos rins”.
Combate dores no corpo .O ácido málico é importante para manter o corpo livre de dores, em
especial a fibromialgia – dor e fraqueza muscular por todo o corpo. Além disso, ela costuma
ser acompanhada por fadiga e alterações no sono, na memória e no humor. Em suma,
quando combinado ao magnésio, o ácido combate essas dores no corpo.
Quando aplicado sobre a pele, o ácido málico promove a redução dos sinais de idade, a remoção de
células mortas, além de ser usado no tratamento da acne. Além disso, mantém a pele hidratada e,
consequentemente, com sua aparência jovem e firme. Além disso, esse ácido também está ligado à
produção de colágeno no corpo. Portanto, ajuda a manter a firmeza da pele, e também pode reverter o
aparecimento de manchas na pele provocadas pela luz solar.
ÁCÍDO ASORBICO
Na indústria de alimentos, o ácido ascórbico é utilizado,
respaldado por leis, como um aditivo alimentar, ou seja, um
ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, com
o objetivo de gerar melhorias nas características físicas,
químicas, biológicas ou sensoriais no produto
Dentre as principais funções do ácido ascórbico como aditivo alimentar, destaca-se a
capacidade de aumentar a acidez de um produto, atuando como acidulante, e a
capacidade de retardar o processo de oxidação no alimento, justamente pelo fato dele
oxidar-se primeiramente, atuando como antioxidante, sendo eficiente em baixas
concentrações.
Pesquisas mostram que o ácido ascórbico não
apresenta riscos à saúde do consumidor. Mesmo que
consumido em elevadas dosagens, não há relação
comprovada entre ácido ascórbico e incidência de
câncer em seres humanos.
O ácido ascórbico trabalha como um agente de preservação dos
alimentos e das bebidas, evitando a ação do tempo nesses
produtos. Todas as indústrias do ramo de alimentos buscam esse
tipo de aditivo alimentar para ajudar no seu trabalho de
produção, isso para preservar da melhor forma a integridade dos
seus alimentos e produtos, aumentando ainda mais o seu tempo
para a validade.
O ácido ascórbico também é muito usado como um aditivo alimentar para as carnes
defumadas, proporcionando um realce da cor avermelhada na carne e evitando o crescimento
de microorganismos maliciosos na extensão dessa carne.
Além dessas facilidades, o ácido ascórbico é um dos componentes
mais utilizados na indústria de alimentos porque ele possibilita a
união de um perfeito antioxidante com diversos benefícios de
caráter e valor nutricional. É importante que as indústrias de
alimentos levem em consideração o valor nutricional dos aditivos
alimentares que utilizam, garantindo ainda mais a saúde dos
consumidores dos seus produtos e alimentos.
O ácido ascórbico é um dos melhores aditivos alimentares disponíveis no
mercado, dado os seus benefícios preventivos em relação aos alimentos e também
aos seus valores nutricionais.
VERSATILIDADE
ANTIOXIDANTE
FUNGICIDA
BENEFICIOS
CONSERVAÇÃO
O ácido ascórbico nada mais é do que a Vitamina C, uma vitamina hidrossolúvel encontrada amplamente
em tecidos vegetais, e que apresenta efeitos benéficos ao ser humano quando ingerida em dosagens
ideais. Algumas das fontes mais populares de ácido ascórbico são limão, laranja, acerola e goiaba.
Orgânicos: substâncias que fazem parte da nossa alimentação como o ácido cítrico (laranja, limão, acerola),
ácido málico (maçã), ácido tartárico (uva), ácido acético (vinagre), ácido carbônico (bebidas gaseificadas),
dentre outros. Inorgânicos: Os ácidos inorgânicos fazem parte do rol de substâncias impróprias para o
consumo humano como os ácidos perigosos: ácido sulfúrico (H2SO4), ácido cianídrico (HCN), ácido clorídrico
(HCl), ácido fluorídrico (HF), ácido nítrico (HNO3).
A escolha do ácido apropriado para qualquer aplicação
específica em alimentos depende de inúmeros fatores.
Cada ácido tem suas propriedades físicas e químicas que
lhe são peculiares. A escolha do ácido é baseada na função
do ácido no processamento de alimentos, além de questões
sensoriais.
LIMIITES DIÁRIOS DE CONSUMO
Como as embalagens geralmente não trazem a quantidade
desses aditivos, o recomendado é: quando houver limite de
quantidade diária, evite consumir mais de um produto com o
mesmo aditivo ou ingerir além da porção estabelecida na
tabela nutricional
As quantidades recomendadas são rigorosamente investigadas por essas
instituições e têm nome: a IDA (Ingestão Diária Aceitável ) é a porção
considerada segura de um aditivo químico para que ele não faça mal à
saúde, a qual é estabelecida pelo JECFA (Joint FAO/WHO Expert Committee
on Food Additives, comitê de especialistas em aditivos alimentares). “A
IDA é estabelecida a partir de um fator de segurança para uma dose que
não provoca nenhum efeito adverso no ser humano. O valor que temos
hoje com a IDA é uma dose que não tem efeito adverso dividida 100 vezes,
justamente considerando que alguns excessos podem ocorrer”, explica
Godoy.
No Brasil, segundo a IDA,
são permitidos:
Adípico – limite de 5mg/Kg – ou seja, um
indivíduo com 60 kg pode consumir 60 x 5
= 300 mg).
Cítrico – IDA não especificada – quando consta “não especificada”, quer dizer que não representa
risco à saúde.
Fosfórico – limite de 70mg/kg.
Fumárico – IDA não especificada.
Glucona delta-lactona- IDA não especificada.
Tartárico- limite de 30mg/kg.
Málico – IDA não especificada.
Lático – IDA não especificada.
POR QUẼ ?
A necessidade tecnológica do uso de um aditivo deve ser justificada sempre que proporcionar
vantagens de ordem tecnológica e não quando estas possam ser alcançadas por operação de
fabricarão mais adequadas ou por maiores precauções de ordem higiênica ou operacional. O
emprego de aditivos justifica-se por razões tecnológicas, sanitárias, nutricionais ou sensoriais,
sempre que: sejam utilizados aditivos autorizados em concentrações tais que sua ingestão diária não
supere os valores de ingestão diária aceitável (IDA) recomendados; atenda às exigências de pureza
estabelecidas pela FAO-OMS, ou pela Food Chemical Codex.
É proibido o uso de aditivos em alimentos quando: houver evidências ou suspeitas de que o mesmo
não é seguro para consumo humano, interferir sensível e desfavoravelmente no valor nutritivo do
alimento; serviço para encobrir falha no processamento e/ou nas técnicas de manipulação; encobrir
alteração ou adulteração de matéria-prima ou do produto já elaborado; induzir o consumidor ao
erro, engano ou confusão.