As representações sociais,
sendo definidas como formas
de conhecimento prático,
inseremse mais
especificamente entre as
correntes que estudam o
conhecimento do senso comum
A representação é uma construção do
sujeito enquanto sujeito social. Sujeito
que não é apenas produto de
determinações sociais nem produtor
independente, pois que as
representações são sempre
construções contextualizadas,
resultados das condições em que
surgem e circulam.
Manifestações são
construções
socioculturais sujeitas
as determinações
sociohistoricas de
épocas específicas.
Reprodução daquilo que se pensa
Trata-se de situar o senso comum
como teia de significados capaz
de criar efetivamente a realidade
social.
Jodelet (1989a), “as representações sociais devem
ser estudadas articulando elementos afetivos,
mentais, sociais, integrando a cognição, a
linguagem e a comunicação às relações sociais
que afetam as representações sociais e à
realidade material, social e ideativa sobre a qual
elas intervêm”
Representações Sociais são o conjunto de
explicações, crenças e ideias que nos permitem
evocar um dado acontecimento, pessoa ou
objecto. Estas representações são resultantes da
interacção social, pelo que são comuns a um
determinado grupo de indivíduos.
Segundo Moscovici existem dois processos
das representações sociais: a objectivação e
a ancoragem.
Na objectivação as ideias abstractas
transformam-se em imagens concretas,
através do reagrupamento de ideias e
imagens focadas no mesmo assunto
A ancoragem prende-se com a assimilação
das imagens criadas pela objectivação, sendo
que estas novas imagens se juntam às
anteriores, nascendo assim novos conceitos