Em 2013 a população da UE era
aproximadamente de 509 milhões de
habitantes e seu PIB era de 15 trilhões de
dólares, o que a torna uma potência
econômica no cenário mundial. Mas esse
bloco de países também apresenta grandes
desigualdades econômicas. O centro mais
dinâmico concentra-se de Londres, na
Inglaterra, até Milão, no norte da Itália,
abrangendo os Países Baixos e a porção
oeste da Alemanha. Grécia, Portugal e
Espanha apresentam nível econômico
intermediário e foram os mais atingidos
pela crise econômica. Uma parte dos países
do Leste Europeu, com economias menos
desenvolvidas, recebeu investimentos das
nações mais ricas da UE.
A economia na UE
A Europa é uma das áreas mais
industrializadas do mundo.As principais
relações comerciais da UE são realizadas com
países ricos, principalmente os Estados
Unidos e o Japão. O comércio intrabloco é
muito ativo e contribui para o
desenvolvimento de uma série de serviços,
como os bancários e de transportes. De
maneira geral, as atividades agrícolas são
praticadas em pequenas e médias
propriedades, de forma intensiva, com a
produção voltada para o mercado da União
Europeia e os excedentes exportados para os
demais países europeus.
Países em destaque na
UE
Os países de maior
destaque na União
Europeia são
Alemanha, Reino
Unido e França. São
os mais fortes em
termos econômicos
e os que detêm
maior poder político
no bloco.
França
Indústria
O setor metalúrgico tem
grande destaque na economia
do país, servindo de base para
as modernas indústrias dos
setores aeroespacial,
automobilístico, têxtil, químico
e de produção de máquinas
que respondem por grande
parte do dinamismo industrial.
Energia
Um dos problemas da
economia francesa é a falta
de recursos naturais para a
produção de energia, o que
obriga o país a importar
carvão e petróleo para
atender a suas necessidades
energéticas. Atualmente, a
energia nuclear representa
77,7% da matriz energética
da França.
Alemanha
Indústria e tecnologia
A indústria alemã figura entre as
principais do mundo, destacando-se pelo
seu moderno parque industrial voltado
para a produção de máquinas e
equipamentos altamente sofisticados e
para o setor siderúrgico. A alta tecnologia
emprega cerca de 11% da mão de obra
alemã, que é altamente qualificada, e os
investimentos em pesquisa são
superiores à média da UE. O apoio à
pesquisa e à inovação coloca a Alemanha
entre os mais importantes polos
tecnológicos do mundo (figura 9). As
indústrias química, farmacêutica,
eletromecânica e de construção
mecânica representam os setores de
ponta da indústria alemã. Poucos países
contam com redes tão grandes e
eficientes de energia, de
telecomunicações, rodoviárias, linhas
férreas e rotas aéreas. Observe a figura
10.
Reino Unido
Indústria
Revolução Industrial teve início na
Inglaterra, em meados do século XVIII, e
ela foi o primeiro país a se industrializar
no mundo. Hoje, o Reino Unido apresenta
um parque industrial moderno e
sofisticado. O setor industrial tradicional
vem declinando em importância, como é o
caso da siderurgia, que obteve êxito em
razão da grande quantidade de carvão e
de minério de ferro encontrada no país.
As indústrias que se destacam são as de
máquinas e equipamentos, construção
naval, petroquímica, automobilística e
aeronáutica.
população
A diversidade física contribui para
explicar a irregular distribuição da
população pelo imenso território
russo. A população ultrapassa os 143
milhões de pessoas e cerca de 78%
desse total reside na parte europeia
do país, onde está o centro
econômico da Rússia e onde se
localizam as principais cidades:
Moscou e São Petersburgo. A taxa de
urbanização é de 73,8%. Sua
população é formada por diversas
etnias, sendo a maioria composta de
russos (78%). Um dos grandes
problemas da Rússia é o crescimento
negativo de sua população (-0,2%),
visto que a taxa de fecundidade é de
1,6 filho por mulher, não havendo
reposição da população. O governo
encara essa questão como prioridade
nacional e oferece incentivos em
dinheiro para que as famílias tenham
mais de 1 filho.
Rússia
Na média de países da UE apresentam altos índices em indicadores
socioeconômicos em comparação com outras regiões do mundo, como
América Latina, Ásia e África. Mas isso não garante que dentro do bloco
haja equilíbrio entre os países. A crise econômica recente afetou muito
a Europa em especial os países periféricos. As parcelas da população
mais atingidas foram as compostas de jovens,imigrantes e
trabalhadores menos qualificados em 2013, mais de 20% dos jovens
estavam desempregados, a taxa de desemprego era de 11% maior para
os imigrantes do que para os ciadões da UE e havia 50% mais