Fazer-se mulher dependia dos
gestos, dos comportamentos e das
preferências conforme normas e
valores de uma dada cultura
A construção do gênero e da
sexualidade dá-se ao longo de toda
a vida, continuamente,
infindavelmente.
A construção
dos gêneros e
das
sexualidades
dá-se através
de inúmeras
aprendizagens
e práticas
Família, escola, igreja, instituições
legais e médicas mantêm-se, por
certo, como instâncias importantes
nesse processo constitutivo
política de identidades
visíveis “outros” modos de
viver
Seu propósito consistia,
pelo menos inicialmente,
em tornar visíveis outros
modos de viver, os seus
próprios modos: suas
estéticas, suas éticas,
suas histórias, suas
experiências e suas
questões
SABERES QUE TRANSFORMAM
Novas tecnologias reprodutivas; transgressão de
categorias e de fronteiras sexuais e de gênero; instigantes
articulações corpo-máquina; informações e pessoas
acessadas por um simples toque de computador; relações
afetivas e amoras passaram a ser vividas virtualmente.
luta das minorias
Nos acesso e no controle
dos espaços culturais,
como a mídia, o cinema, a
televisão, os jornais, os
currículos das escolas e
universidades, onde se
tornam fundamentais.
O GRANDE DESAFIO
Admitir que as fronteiras
sexuais e de gêneros estão sendo
constantemente atravessadas e
entender que o lugar de muitos é
justamente na fronteira.
DIFERENÇA
A diferença não pré-existe nos corpos
dos indivíduos para ser
simplesmente reconhecida; em vez
disso, ela é atribuída a um sujeito,
quando relacionamos esse sujeito a
um outro que é tomado como
referência.
As marcas da diferença são inscritas e reinscritas pelas
políticas e pelos saberes legitimados, reiteradas por
variadas práticas sociais e pedagogias culturais.