Período Regencial e Segundo Reinado

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Período Regencial
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Revoltas Regenciais
Állef Bryon
REVOLTAS PERÍODO REGENCIAL
jorel reis
English Literature and Language A2 Key Words
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Cognitive Psychology Key Terms
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Período Regencial
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Período Regencial e Segundo Reinado
1 Contexto político no período regencial
1.1 Os liberais
1.1.1 Moderados
1.1.2 Exaltados
1.1.3 Posições políticas diversas*
1.2 Restauradores**
1.2.1 Estabilidade deveria ser reavida com o retorno de Dom Pedro I
1.3 Ato Adicional***
2 Revoltas
2.1 Cabanagem
2.1.1 Ocorreu entre 1835 e 1840 na província do Grão-Pará e teve como participante elite local e os cabanos****
2.1.2 O objetivo principal era a conquista da independência da província do Grão-Pará
2.1.3 Os cabanos após dominar Belém colocaram Félix Malcher no poder, este os traiu e eles o mataram
2.1.4 A revolta acaba com a vitória do governo regencial e o cabanos sem conseguir seu objetivo
2.2 Farroupilha
2.2.1 Ocorreu entre 1835 e 1845, começou no Rio Grande do Sul e teve participação da classe dominante gaúcha e das camadas pobres da população
2.2.2 O principal objetivo da revolta era a nomeação de um presidente que defendesse os interesses rio-grandenses
2.2.3 Em 11 de setembro de 1836, é proclamada, pelos revoltosos, a República Rio-Grandense, cujo presidente era Bento Gonçalves
2.2.4 Em 1845, os farroupilhas, já enfraqueçidos por vários conflitos, aceitaram o acordo proposto por Duque de Caxias e a Guerra dos Farrapos terminou. A República Rio-Grandense foi reintegrada ao Império brasileiro
2.3 Malês
2.3.1 Ocorreu entre os dias 25 e 27 de janeiro de 1835, em Salvador. Os principais personagens foram os negros islâmicos*****
2.3.2 O objetivo principal era a libertação dos escravos.
2.3.3 O plano, que foi todo escrito em árabe, era que os revoltosos sairiam do bairro de Vitória e se reuniriam com outros malês. Invadiriam os engenhos de açúcar e libertariam os escravos.
2.3.4 Cerca de 200 integrantes da revolta foram presos pelas forças oficiais e foram julgados pelos tribunais. Os lideres foram condenados a pena de morte e os outros revoltosos foram condenados a trabalhos forçados, açoites e degredo******
2.3.5 Uma mulher contou todo o plano para um Juiz de Paz de Salvador
2.4 Balaiada
2.4.1 Ocorreu entre 1838 e 1841, no Marranhão e foi uma revolta popular
2.4.1.1 O objetivo principal era libertar o irmão do lider Raimundo Gomes e os outros que estavam presos na vila Manga
2.4.2 Em 1839, os balaios fizeram algumas conquistas como, por exemplo, a Vila de Caxias. Conseguiram também organizar uma Junta Provisória.
2.4.3 O coronel Luís Alves Lima e Silva foi nomeado pelo Império como governador da província do Maranhão. O Barão de Caxias, que mais tarde seria duque, foi eficiente em sua missão e reconquistou a Vila de Caxias.
2.4.4 Após perder a Vila de Caxias, o comandante dos balaios se entregou as tropas oficiais e, em 1841, o líder Cosme Bento foi capturado e enforcado. Era o fim da revolta.
2.5 Sabinada
2.5.1 Ocorreu entre 1837 e 1838, na Bahía. Tinha como participantes militares, integrantes da classe média e rica
2.5.2 O principal objetivo era ter autonomia política e defendiam a instituição do federalismo republicano
2.5.3 Em novembro de 1837, tomaram o poder em Salvador e decretaram a República Bahiense, a qual deveria durar até D.Pedro II atingir a maioridade.
2.5.4 O governo central enviou tropas para a região e reprimiu o movimento com força total. A cidade de Salvador foi cercada e retomada.
2.5.5 Após a morte de muitos revoltosos e a prisão de outros, encerrou mais um revolta em março de 1838
2.6 Carrancas
2.6.1 A revolta durou a primeira metade do século XIX, na freguesia de Carrancas em Minas Gerais. Foi uma revolta escrava
2.6.2 O objetivo principal era garantir liberdade e se vingar de seus donos
2.6.3 Vários senhores foram mortos pelos escravos e quando esse conseguiam se libertar, fugiam para um quilombo próximo, local onde se refugiavam os escravos.
2.6.4 Foi uma das revoltas mais sangrentas e formas violentas de morte
2.6.5 Essa revolta contribuiu para acelerar as leis abolicionistas.
2.7 Manoel Congo
2.7.1 Ocorreu em novembro de 1838, entre os escravos do capitão-mor Manuel Francisco Xavier, no Rio de Janeiro
2.7.2 Os escravos se revoltaram pois um de seus escravos foi morto e o fazendeiro havia prometido tomar providências, porém nunca as tomou assim, os escravos fogem e decidem formar um novo quilombo
2.7.3 As autoridades da região resolveram pedir o apoio da Guarda Nacional para caçar os fugitivos, já que estavam preocupados com as ações em massas dos escravos
2.7.4 As forças militares foram lideradas por Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, o qual conseguiu capturar a maioria dos escravos
2.7.5 Era necessária uma punição exemplar para inibir novas fugas em massa. Assim, Manoel Congo foi condenado à forca. A sentença foi cumprida no Largo da Forca, sendo que Manoel Congo não teria direito a enterro.
2.8 Praiera*******
2.8.1 Ocorreu na província de Pernambuco entre os anos de 1848 e 1850. Foi uma revolta de caráter liberal e federalista
2.8.2 A revolta começou pois os senadores conservadores vetaram a indicação para uma caadeira do Senado, do liberal pernambucano Antônio Chinchorro da Gama
2.8.3 Os políticos liberais revoltosos ganharam o apoio de várias camadas da população e chegaram a tomar a cidade de Olinda
2.8.4 Em 1 de janeiro de 1849, divulgam o Manifesto ao Mundo. Neste documento, os praieiros reivindicavam várias coisas
2.8.5 A rebelião foi derrotada pelas forças oficiais no começo de 1850. Muitos revoltosos foram mortos durante os combates com as forças
3 Economia e política no Segundo Reinado
3.1 Economia
3.1.1 Lavoura cafeeira foi a solução para a crise que acontecia no país
3.1.2 Moeda valorizada
3.1.3 Cambio estabilizado
3.1.4 Acumulação de capital resultante das exportações de café
3.1.5 Os países se sentiram mais seguros de investir e fazer negócios com o Brasil
3.1.6 O fim do tráfico negreiro proporcionou o surgimento de novas atividades no ambiente urbano e diversificou a economia
3.2 Política
3.2.1 Aliança entre os membros liberais e conservadores da aristocracia rural
3.2.2 Havia um instabilidade na Câmara, pois qualquer conflito entre os poderes legislativo e executivo, ela era dissolvida e novas eleições eram propostas
3.2.3 Havia o oferecimento de cargos públicos a representantes do Legislativo e assim, fazia da Câmara um reduto de políticos fiéis aos interesses do imperador
3.2.4 Com as pressões da Inglaterra, o fim do tráfico estava próximos, muitos não queriam e outros pensavam que o governo bancaria a vinda de trabalhadores.
3.2.5 Teve, então o fim do tráfico negreiro, devido uma grande pressão da Inglaterra

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