Livro: Comunicação Não-Violenta (Marshall B. Rosenberg)

Pedro Viana Reis Neto
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Description

Mapa Mental - Livro: Comunicação Não-Violenta (Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais).

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Livro: Comunicação Não-Violenta (Marshall B. Rosenberg)
1 A comunicação não-violenta é o elemento que falta em tudo que fazemos. (Deepal Chopra)
1.1 Insights do Livro
1.1.1 O Feedback
1.1.1.1 "É um presente! Seja humilde. Agradeça. Peça sugestões para evoluir. Não é pessoal. Não retruque."
1.1.2 Mindset
1.1.2.1 Mindset Positivo
1.1.2.1.1 "A menos que nos tornemos a mudança que desejamos ver acontecer no mundo, nenhuma mudança jamais acontecerá."
1.1.2.1.1.1 3- Perceber nosso próprios sentimentos e necessidades.
1.1.2.1.1.1.1 4- Perceber os sentimentos e necessidades escondidos pro trás da mensagem negativa da outra pessoa.
1.1.2.1.2 Atitudes de amor, respeito, compreensão, gratidão, compaixão e preocupação com os outros.
1.1.2.2 Mindset Negativo
1.1.2.2.1 Tudo que fazemos é condicionado por motivações egoístas. (Que vantagem eu levo nisso?)
1.1.2.2.2 Este é um mundo cruel, e, se a gente quer sobreviver, também tem de ser cruel.
1.1.2.2.2.1 1- Culpar a nós mesmos.
1.1.2.2.2.1.1 2- Culpar os outros
1.1.2.2.3 Atitudes egocêntricas, egoístas, gananciosas, odientas, preconceituosas, suspeitosas e agressivas.
1.1.3 Maturidade
1.1.3.1 Compreensão de que cada um de nós é responsável por seus próprios pensamentos, sentimentos e atos.
1.1.3.1.1 A pessoa madura se torna capaz de diferenciar sentimentos em muitas nuanças. (Rollo May)
1.1.3.1.1.1 Assuma a responsabilidades por seus sentimentos.
1.1.4 Reconhecimento das Necessidades
1.1.4.1 Se não valorizarmos nossas necessidades, os outros também podem não valorizá-las.
1.1.4.1.1 O que os outros dizem e fazem pode ser o estímulo, mas nunca a causa de nossos sentimentos.
1.1.4.1.1.1 Quando os outros ouvem críticas, tendem a investir sua energia na autodefesa ou no contra-ataque.
1.1.5 Liderar pela comunicação
1.1.5.1 Formular pedidos em linguagem clara, positiva e de ações concretas revela o que realmente queremos.
1.1.5.1.1 A linguagem vaga favorece a confusão interna.
1.1.5.1.1.1 Garanta que a mensagem que enviou é a mesma que foi recebida pelo ouvinte. Dica: Pergunte ao ouvinte - Está Claro?
1.1.6 Autoconhecimento
1.1.6.1 A falta de consciência sobre o que desejamos dos outros, contribuí para que tenhamos frustrações e depressão.
2 A Comunicação Não-Violenta (CNV)
2.1 Violência Física
2.1.1 A violência em que se emprega força física.
2.2 Violência Passiva
2.2.1 A violência em que o sofrimento for mais de natureza emocional.
2.2.2 É a violência passiva que alimenta a fornalha da violência física.
2.3 Entrega Mútua
2.3.1 Reciprocidade
2.3.1.1 Cooperação entre duas ou mais pessoas.
2.4 Ser Compassivo
2.4.1 "Se você quer que outros sejam felizes, pratique a compaixão. Se você quer ser feliz, pratique a compaixão." (Dalai Lama)
2.4.2 Encontrar pontos em comum com outras pessoas. Não dá ênfase ao dinheiro. Agir movido pela empatia. Ser gentil com você mesmo. Ensinar outras pessoas. Praticar a atenção consciente. Possuir grande inteligência emocional. Expressar gratidão.
2.5 Ouvir as nossas necessidades mais profundas e as dos outros.
2.5.1 EMPATIA
2.5.1.1 É a compreensão respeitosa do que os outros estão vivenciando.
2.5.1.1.1 Esvazie sua mente e escute os outros com a totalidade de nosso ser.
2.5.1.1.1.1 Parafraseie, se necessário repita o que ouvir do outro, demonstrando sinal de compreensão.
2.5.1.1.1.1.1 Permita que os outros tenham ampla oportunidade de se expressar antes de começar a propor soluções ou pedir por amparo.
2.6 A CNV promove o respeito, a atenção e a empatia; gera o mútuo desejo de nos entregarmos de coração.
2.7 A CNV nos ajuda a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros.
2.8 O processo da CNV
2.8.1 Observação

Annotations:

  • Primeiro componente da CNV é observar sem avaliar.
2.8.1.1 Sentimento

Annotations:

  • O segundo é expressar como nos sentimos.
2.8.1.1.1 Necessidades
2.8.1.1.1.1 Pedido
2.8.1.1.1.1.1 Você poderia colocar suas meias no seu quarto ou na lavadora?
2.8.1.1.1.1.1.1 Devemos expressar o que estamos pedindo, utilizando uma linguagem positiva ao fazer pedidos.
2.8.1.1.1.1.1.1.1 Pedidos que não vem acompanhado dos sentimentos e necessidades, podem soar como EXIGÊNCIAS.
2.8.1.1.1.1.1.1.1.1 Quanto mais claros formos a respeito do que queremos obter, mais provável será que o consigamos.
2.8.1.1.1.2 ...porque preciso de mais ordem no espaço que usamos em comum.
2.8.1.1.1.2.1 Quando expressamos nossas necessidades, temos mais chance de vê-las satisfeitas.
2.8.1.1.1.2.1.1 Necessidades Humanas Básicas:
2.8.1.1.1.2.1.1.1 Autonomia
2.8.1.1.1.2.1.1.2 Celebração
2.8.1.1.1.2.1.1.3 Integridade
2.8.1.1.1.2.1.1.4 Interdependência
2.8.1.1.1.2.1.1.5 Lazer
2.8.1.1.1.2.1.1.6 Comunhão Espiritual
2.8.1.1.1.2.1.1.7 Necessidades Físicas
2.8.1.1.2 ...fico irritada...
2.8.1.1.2.1 Pode não ficar claro para o ouvinte o que queremos que ele faça, quando expressamos apenas nossos sentimentos.
2.8.1.1.3 Vocabulário de Sentimentos

Annotations:

  • Desenvolver um vocabulário de sentimentos que nos permita nomear ou identificar de forma clara e específica nossas emoções nos conecta mais facilmente uns com os outros.
2.8.1.1.3.1 Sentimentos Verdadeiros
2.8.1.1.3.2 Palavras, afirmações, pensamentos, avaliações e interpretações.
2.8.1.2 Roberto, quando eu vejo duas bolas de meias sujas debaixo da mesinha e mais três perto da TV...
2.8.2 Expressar-se honestamente por meio dos quatro componentes
2.8.2.1 Colocar-se em estado compassivo natural. Permitindo maior grau de profundidade e afeto em seus relacionamentos pessoais e profissionais.
2.8.3 Receber com empatia por meio dos quatro componentes
2.8.3.1 Receba as palavras que lhes são dirigidas como um Feedback, um presente de outro ser humano que está disposto a compartilhar contigo sua alma e suas profundas vulnerabilidade.
2.9 Comunicação alienante da vida

Annotations:

  • Certas formas de comunicação nos alienam de nosso estado compassivo natural.
  • Comunicar desejos como exigências é uma forma que bloqueia a compaixão. As exigências ameaçam os ouvintes explícita ou implicitamente com culpa ou punição se eles não atenderem. É uma forma comum em nossa cultura, especialmente, entre aqueles que detêm posições de autoridade.
2.9.1 Julgamento moralizadores

Annotations:

  • Fazemos julgamentos moralizadores de pessoas e comportamentos que estão em desacordo com nossos juízos de valor. Ex.: A violência é ruim; pessoas que matam outras são más.
  • Os juízos de valor refletem o que acreditamos ser melhor para a vida. Valores como honestidade, liberdade, paz, crenças, direitos e deveres.
2.9.1.1 Culpa, insulto, depreciação, rotulação, crítica, comparação e diagnósticos são todos forma de julgamento.
2.9.1.1.1 Analisar os outros é, na realidade, uma expressão de nossas necessidade e valores.
2.9.1.1.1.1 Classificar e julgar as pessoas estimula a violência.
2.9.2 Fazer comparações
2.9.2.1 São formas de julgamento.
2.9.3 Negação de responsabilidade

Annotations:

  • Negamos responsabilidade por nossos atos. Negligência!
2.9.3.1 Forças vagas e impessoais.
2.9.3.1.1 Condição, diagnóstico, histórico pessoal ou psicológico.
2.9.3.1.1.1 Ações dos outros.
2.9.3.1.1.1.1 Ordens de autoridades.
2.9.3.1.1.1.1.1 Pressão do grupo.
2.9.3.1.1.1.1.1.1 Políticas, regras e regulamentos institucionais.
2.9.3.1.1.1.1.1.1.1 Papéis determinados pelo sexo, idade e posição social.
2.9.3.1.1.1.1.1.1.1.1 Impulsos incontroláveis.
2.10 Pedidos X Exigências
2.10.1 Submissão
2.10.2 Rebelião
2.11 A inteligência Humana
2.11.1 Observação
2.11.1.1 Zequinha não marcou nenhum gol em vinte partidas.
2.11.2 Avaliação
2.11.2.1 Zequinha é péssimo jogador de futebol.
2.12 Como receber mensagens negativas
2.12.1 Culpar a nós mesmos.
2.12.1.1 Escolhemos essa alternativa a um grande custo para nossa auto-estima, pois ela nos conduz a sentimentos de culpa, vergonha e depressão.
2.12.2 Culpar os outros.
2.12.2.1 Quando culpamos o interlocutor, é provável que sintamos raiva.
2.12.3 Escutar nossos próprios sentimentos e necessidades.
2.12.3.1 Ao focarmos a atenção em nossos próprios sentimentos e necessidades, nos conscientizamos de que nosso atual sentimento de mágoa deriva da necessidade de que nossos esforços sejam reconhecidos.
2.12.4 Escutar os sentimentos e necessidade dos outros.
2.12.4.1 Virar o foco para a consciência dos sentimentos e necessidades de outra pessoa é aceitar a responsabilidade, em vez de culpar outras pessoas por nossos sentimentos, ao reconhecermos nossas próprias necessidades, desejos, expectativas, valores ou pensamentos.
2.13 Estágios da Libertação Emocional
2.13.1 Estágio 1 - Escravidão Emocional
2.13.1.1 Vemos a nós mesmos como responsáveis pelos sentimentos dos outros.
2.13.2 Estágio 2 - "Ranzinza"
2.13.2.1 Sentimos raiva. Não queremos mais ser responsáveis pelos sentimentos dos outros.
2.13.3 Estágio 3 - Libertação Emocional
2.13.3.1 Assumimos a responsabilidade por nossas intenções e ações.
2.14 O objetivo da CNV é estabelecer um relacionamento baseado na sinceridade e empatia.
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