SOCIOLOGIA: DURKHEIM, WEBER E MARX

caroline duarte goulart
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SOCIOLOGIA: DURKHEIM, WEBER E MARX
1 Estudo da sociologia: Estuda o mudo social. Mas há inúmeras interpretações para esta ciência, onde que seriam: uma ciência da sociedade, ou o estudo dos fenômenos sociais e das relações humanas, mas há de se concordar sempre que a sociologia é o estudo das relações e interações humanas. Se formos ver segundo Durkheim seria os fatos sociais.
1.1 sociologia, na visão de Max Weber: Sim, pois se você se vestir com uma roupa totalmente fora de moda poderá ter dificuldade em, por exemplo, arranjar um (A) namorado (A), porém difícil, mas não impossível, agora pagar ou não o imposto você não pode tomar uma decisão de não pagar, pois você é obrigado a pagar porque a lei assim determina e se não fizer estará sujeito às sanções correspondentes.
1.1.1 Marx demonstrou que a existência de classes não era eterna, que estava ligada às formas historicamente determinadas do desenvolvimento da produção e das relações de produção baseadas na propriedade privada dos meios de produção. Além disso, Marx mostrou o caminho para a eliminação das classes e indicou qual a força social que libertaria a sociedade do antagonismo das classes. A descoberta do papel histórico, mundial, da classe operária, de coveiro do capitalismo e construtor da sociedade socialista constitui um grande serviço prestado por Marx. Entre toda a massa do povo trabalhador e explorado, o marxismo considera a classe operária como a mais consequentemente revolucionária até o fim, a classe que não está amarrada a empecilhos de propriedade, privada.
1.1.1.1 Marx demonstrou que a existência de classes não era eterna, que estava ligada às formas historicamente determinadas do desenvolvimento da produção e das relações de produção baseadas na propriedade privada dos meios de produção. Além disso, Marx mostrou o caminho para a eliminação das classes e indicou qual a força social que libertaria a sociedade do antagonismo das classes. A descoberta do papel histórico, mundial, da classe operária, de coveiro do capitalismo e construtor da sociedade socialista constitui um grande serviço prestado por Marx. Entre toda a massa do povo trabalhador e explorado, o marxismo considera a classe operária como a mais consequentemente revolucionária até o fim, a classe que não está amarrada a empecilhos de propriedade, privada.
1.1.1.1.1 Dominação Legal (onde qualquer direito pode ser criado e modificado através de um estatuto sancionado corretamente), tendo a “burocracia” como sendo o tipo mais puro desta dominação. Os princípios fundamentais da burocracia, segundo o autor é a Hierarquia Funcional, a Administração baseada em Documentos, a Demanda pela Aprendizagem Profissional, as Atribuições são oficializadas e há uma Exigência de todo o Rendimento do Profissional. A obediência se presta não à pessoa, em virtude de direito próprio, mas à regra, que se conhece competente para designar a quem e em que extensão se há de obedecer. Weber classifica este tipo de dominação como sendo estável, uma vez que é baseada em normas que, como foi dito anteriormente, são criadas e modificadas através de um estatuto sancionado corretamente. Ou seja, o poder de autoridade é legalmente assegurado.
1.1.1.1.1.1 Dominação Tradicional (onde a autoridade é, pura e simplesmente, suportada pela existência de uma fidelidade tradicional); o governante é o patriarca ou senhor, os dominados são os súditos e o funcionário é o servidor. O patriarcalismo é o tipo mais puro desta dominação. Presta-se obediência à pessoa por respeito, em virtude da tradição de uma dignidade pessoal que se julga sagrada. Todo o comando se prende intrinsecamente a normas tradicionais (não legais) ao meu ver seria um tipo de “lei moral”. A criação de um novo direito é, em princípio, impossível, em virtude das normas oriundas da tradição. Também é classificado, por Weber, como sendo uma dominação estável, devido à solidez e estabilidade do meio social, que se acha sob a dependência direta e imediata do aprofundamento da tradição na consciência coletiva.
1.1.1.1.1.1.1 Dominação Carismática (onde a autoridade é suportada, graças a uma devoção afetiva por parte dos dominados). Ela assenta sobre as “crenças” transmitidas por profetas, sobre o “reconhecimento” que pessoalmente alcançam os heróis e os demagogos, durante as guerras e revoluções, nas ruas e nas tribunas, convertendo a fé e o reconhecimento em deveres invioláveis que lhes são devidos pelos governados. A obediência a uma pessoa se dá devido às suas qualidades pessoais. Não apresenta nenhum procedimento ordenado para a nomeação e substituição. Não há carreiras e não é requerida formação profissional por parte do “portador” do carisma e de seus ajudantes. Weber coloca que a forma mais pura de dominação carismática é o caráter autoritário e imperativo. Contudo, Weber classifica a Dominação Carismática como sendo instável, pois nada há que assegure a perpetuidade da devoção afetiva ao dominador, por parte dos dominados.
1.1.1.1.1.1.1.1 Max Weber observa que o poder racional ou legal cria em suas manifestações de legitimidade a noção de competência, o poder tradicional a de privilégio e o carismático dilata a legitimação até onde alcance a missão do “chefe”, na medida de seus atributos carismáticos pessoais.
1.1.1.1.1.1.1.1.1 Anomia é um conceito criado pelo sociólogo Emile Durkheim no seu livro "O Suicídio" e que designa um estado do indivíduo caracterizado pela falta de objetivos e pela perda de identidade. Segundo Durkheim, este estado é em grande medida originado pelas intensas transformações que ocorrem nas sociedades modernas e que não fornecem novos valores para colocar no lugar daqueles que por elas são demolidos. Em suma, Durkheim, com o conceito de anomia procura sintetizar a ideia de que o progresso constitui uma ameaça às estruturas éticas e sociais.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Poder, ou dominação, é a possibilidade de encontrar obediência a uma ordem determinada. A submissão pode estar condicionada por interesses, ou seja, das vantagens e desvantagens de quem obedece; por mero costume, quando a ação torna-se um hábito cego; ou ainda por puro afeto, advinda da tendência pessoal. A dominação embasada apenas nesses fundamentos seria instável. Assim, para Weber, nos governantes e nos governados, o poder funda-se internamente em bases jurídicas, nas quais se assenta a “legitimidade”. As “bases de legitimidade”, na forma totalmente pura de dominação são apenas três, cada uma com lógicas e mecanismos de administrações próprias.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Poder, ou dominação, é a possibilidade de encontrar obediência a uma ordem determinada. A submissão pode estar condicionada por interesses, ou seja, das vantagens e desvantagens de quem obedece; por mero costume, quando a ação torna-se um hábito cego; ou ainda por puro afeto, advinda da tendência pessoal. A dominação embasada apenas nesses fundamentos seria instável. Assim, para Weber, nos governantes e nos governados, o poder funda-se internamente em bases jurídicas, nas quais se assenta a “legitimidade”. As “bases de legitimidade”, na forma totalmente pura de dominação são apenas três, cada uma com lógicas e mecanismos de administrações próprias.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 A dominação legal dá-se em virtude do estatuto, seu tipo mais puro é a dominação burocrática. Seu princípio é que qualquer direito pode ser criado e modificado mediante um estatuto sancionado desde que seu processo esteja previamente estabelecido. A associação de poder é escolhida ou imposta, ele e todas suas partes são empresas, formadas por funcionários nomeados por um “senhor”. Obedece-se a regra estatuída e não a pessoa em virtude de seu direito próprio. Para Weber, o Estado Moderno e a empresa capitalista são estruturas correspondentes da dominação legal, pois são associações com fins utilitários. Importante lembrar que não há domínio legal que seja exclusivamente burocrático, uma vez que uma empresa não é formada só por funcionários contratados, sempre existem os que ocupam cargos mais altos.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 A dominação tradicional é em virtude na crença da santidade dos ordenamentos e poderes senhoriais desde sempre existentes, sendo seu tipo mais puro a dominação patriarcal na qual o “senhor” manda e os “súditos” obedecem. Neste caso, obedece-se a pessoa em virtude de sua dignidade própria, por fidelidade e o conteúdo das ordens existe pela tradição. Seus princípios são os da equidade ética e material, da justiça ou da utilidade prática. A dominação tradicional é um exemplo de influência de valores morais e éticos existentes desde a antiguidade, que aos poucos, a partir da Idade Moderna foi sendo substituído pela forma de dominação legal.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Por último, define-se a dominação carismática, em virtude da devoção afetiva ao “senhor” e aos seus dons gratuitos (carisma), vinda de capacidades mágicas, heroísmo, poder do espírito e do discurso. A associação de domínio é de caráter comunitário, sendo aquele que ordena o “chefe”. Não existe aqui o conceito racional de competência, nem o conceito de estado e de privilégio, sendo o chefe.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 O conceito de neutralidade de valores é bastante equívoco. A palavra alemã correspondente, Wertfreiheit, significa, literalmente, "liberdade em relação aos valores". neutralidade axiológica". Com o princípio da neutralidade axiológica, Weber quis mostrar, por um lado, que a ciência não podia excluir a intervenção dos valores nos seus procedimentos, e, por outro, que estes deviam ficar circunscritos pela utilização exclusiva que ela faz deles.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 webwe: Dominar é impor seus interesses e vontade a outro indivíduo ou grupo de indivíduos.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Ação racional com relação afins (ex. engenheiro que constrói uma estrada, onde a racionalidade é medida pelos conhecimentos técnicos do indivíduo visando alcançar uma meta);
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Ação racional com relação a valores (ex. indivíduo que prefere morrer a abandonar determinada atitude, onde o que se busca não é um resultado externo ao sujeito mas a fidelidade a uma convicção);
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Ação tradicional (motivada pelos costumes, tradições, hábitos, crenças, quando o indivíduo age movido pela obediência a hábitos fortemente enraizados em sua vida);
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Ação afetiva (reação emocional do sujeito quando submetido a determinadas circunstâncias). Ao contrário de Durkheim, Weber não pensa que a ordem social tenha que se opor e se distinguir dos indivíduos como uma realidade exterior a eles, mas que as normas sociais se concretizam exatamente quando se manifestam em cada indivíduo sob a forma de motivação.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Fato Social, de acordo com Dürkheim, é o fenômeno produzido pela sociedade que exerce uma pressão sobre os indivíduos. Ex. língua, moral e lei. Suas características são a exterioridade (não depende do indivíduo para existir), coerção social (causa constrangimento ao indivíduo), generalidade (é comum a todos). A sanção aplicada ao indivíduo pela falta de adesão a fatos social aceitos pela comunidade pode ser legal ou espontânea (plano moral).
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Divisão Social do Trabalho → Nas sociedades simples há mais homogeneidade de crenças e valores, há mais coesão. Indivíduos estão unidos pelo fato de serem muito semelhantes. Há um padrão de conduta. Nas sociedades complexas não prevalece a consciência coletiva (cada qual pode ter suas crenças, valores, preferências). A solidariedade orgânica implica cada indivíduo depender do outro (o médico depende do engenheiro, que depende do advogado, que depende do comerciante, que depende do médico).
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