Congresso de Viena e Concerto europeu

Alexandre Bagniewski
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CACD História Mundial Mind Map on Congresso de Viena e Concerto europeu, created by Alexandre Bagniewski on 01/19/2019.
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Congresso de Viena e Concerto europeu
1 Antecedentes da Rev. Francesa
1.1 Sistema de Vestfália (1648)
1.1.1 Tratado de Utrecht (1714)
1.2 ideias iluministas e republicanas
1.3 expansão dos ideais revolucionários
1.4 defesa da revolução contra a reação monárquica europeia
2 Legado
2.1 Quádrupla Aliança
2.1.1 Reino Unido, Áustria, Prússia e Rússia
2.1.1.1 Para Metternich – Quádrupla Aliança para a segurança geopolítica; Santa Aliança para estabilidade doméstica
2.1.1.2 Castlereagh propõe reuniões periódicas de revisão do sistema do congresso
2.1.1.3 Ação concertada e hegemonia coletiva
2.1.1.3.1 Pax Britannica
2.1.1.3.1.1 guerras de ajustes
2.1.1.3.1.1.1 raison de systhème sobre a raison d’État
2.1.1.3.1.1.2 Guerra de independência da Grécia (1822-25)
2.1.1.3.1.1.3 Guerra da Crimeia (1853-56)
2.1.1.3.1.1.4 Guerra Franco-prussiana (1870-71)
3 Representações
3.1 Mais de duzentas delegações de Estados e casas reais
3.1.1 Klemens Wenzel von Metternich, representante da Áustria
3.1.2 Von Hardenberg, representante da Prússia
3.1.3 Talleyrand, representante francês
3.1.4 Castlereagh, representante britânico
3.1.5 Alexandre I, Tzar da Rússia
3.1.6 de setembro de 1814 até junho de 1815
3.1.6.1 reuniões e bailes
3.1.6.1.1 informalidade
4 Potências
4.1 conceito reestabelecido neste congresso
4.1.1 Áustria, Reino Unido, Rússia, Prússia e França
4.1.2 Espanha, Portugal e Suécia – potências de segunda linha
4.1.3 Outros países envolvidos
4.1.3.1 Dinamarca, Países Baixos, Suíça, Estados Papais, Baviera, Württemberg, Hanôver e Mecklenburg-Schwerin (temas germânicos)
5 Deliberações
5.1 Condomínio de poder
5.1.1 Concerto de poder entre as cinco potências
5.2 Rússia anexa dois terços do Ducado de Varsóvia e mantém a Finlândia
5.3 Reafirmação da neutralidade da Suíça
5.4 Restauração dos estados Papais, exceção de Avignon e Comtat Venaissin
5.5 Pautas britânicas
5.5.1 Condenação do comércio de escravos
5.5.2 Livre navegação pelos rios da Europa
5.6 Na região alemã
5.6.1 Prússia anexa parte do Reino da Saxônia, do Ducado de Varsóvia, porto de Danzig e a Vestefália
5.6.2 Criação da Confederação Alemã
5.7 Criação do Reino Unido dos Países Baixos (+ Bélgica)
5.8 Na região italiana
5.8.1 Repressão de sentimentos nacionalistas
5.8.2 Metternich – “Itália é apenas uma expressão geográfica”
5.8.3 Restauração do Reino da Sardenha
5.9 Ganhos franceses anteriores a 1792 são reconhecidos
5.9.1 Manter a França relativamente satisfeita
5.10 Os cem dias
5.10.1 Napoleão retorna do exílio em 1 de março de 1815
5.10.2 É declarado um criminoso pelo Congresso em 13 de março de 1815
5.10.3 Guerra da Sétima Coalizão contra o governo dos Cem Dias
5.10.4 Derrota francesa em Waterloo em 18 de junho de 1815
5.11 Tratado de Paris
5.11.1 Criação da Santa Aliança – 26 de setembro de 1815
5.11.1.1 Metternich viu a proposta russa como oportunidade para mantê-la sob a restrição moral de um tratado, obrigando-a a agir em concerto
5.11.2 assinado em 20 de novembro de 1815
5.11.2.1 Condições mais rígidas para a França
6 Ideias
6.1 Napoleão fizera o pêndulo do poder, atingir em seu espectro, o ponto extremo da hegemonia
6.2 Planejar o mundo pós-guerra – nova ordem internacional
6.3 Combater o legado da Revolução
6.4 Projeto restaurador
7 Consequências para o sistema internacional
7.1 Expansão do sistema da Europa para o mundo
7.1.1 Revolução industrial
7.2 Relações internacionais inter europeias
7.2.1 Concerto europeu – hegemonia coletiva
7.3 Relações entre as potências europeias e o resto do mundo
7.3.1 Preponderavam as determinações econômicas
7.4 Independência nas Américas
7.4.1 A América latina incorporava à sociedade internacional europeia novas independências pequenas e, fragmentada, abria-se à competição internacional
7.4.1.1 Uma forte monarquia constitucional no Brasil evitava que o republicanismo e o risco de dominação continental pelos EUA viesse a conturbar o Concerto europeu.
7.4.2 Duas versões do ideário politico americano
7.4.2.1 Doutrina Monroe
7.4.2.2 Doutrina bolivariana
7.4.3 A não intervenção do concerto europeu se deve a economia capitalista
7.4.3.1 Sistema de tratados desiguais entre Reino Unido e países independentes da América latina
7.5 O imperialismo do comércio livre na África e Ásia
7.6 Escalada da dominação europeia no séc. XIX
7.7 Reações positivas aos desafios internacionais do séc. XIX
7.7.1 EUA
7.7.1.1 Mais bem-sucedida revolta contra o colonialismo
7.7.2 Brasil
7.7.2.1 firmou duas dezenas de tratados desiguais
7.7.2.2 Pensamento industrialista emerge na década de 1840
7.7.2.3 Exerceu hegemonia regional sobre a bacia do Prata
7.7.3 Argentina
7.7.3.1 Com a consolidação do estado nacional apoiado em novos estadistas, imigração e bom desempenho econômico (agrícola), foi incluída entre os países “novos”, ao final do séc. XIX
7.7.4 Egito
7.7.4.1 Sob a direção do paxá Muhammad Ali, a partir de 1806, o país empreendeu enorme projeto de modernização
7.7.4.2 A título de compensação, já que a França via com simpatia o desenvolvimento egípcio, o Reino Unido permitiu aos franceses a construção do canal de Suez, inaugurado em 1869
7.7.5 Japão
7.7.5.1 Em 1856, duas esquadras, uma russa e outra norte-americana, entregaram ultimatos, exigindo liberdade de navegação e abertura comercial
7.7.5.2 Revolução Meiji - 1868
7.7.5.2.1 Desenvolvimento econômico, tecnológico, político e social são estilo ocidental
8 Agendas
8.1 França
8.1.1 Prestígio
8.1.2 Papel de Talleyrand
8.1.3 vítima do processo revolucionário
8.2 Áustria
8.2.1 incapacidade de se ajustar a emergência de um novo mundo
8.2.2 apego a estabilidade para manutenção da integridade
8.2.3 Maior prestígio entre os Estados germânicos
8.2.4 Conter nacionalismos
8.2.5 Reestabelecer seus domínios
8.2.6 Garantir o equilíbrio de poder através do consenso moral
8.2.6.1 Metternich
8.2.6.1.1 Preocupação com o poderio da Prússia e Rússia
8.2.6.1.2 Relação de equilíbrio com a Prússia era fundamental para a estabilidade na Europa Central
8.2.6.1.3 Dilema de Metternich – quanto mais próximo da Rússia, maior risco a conexão britânica; e quanto mais ele arriscava essa conexão, mais próximo se tornava do Tzar, para evitar o isolamento
8.2.6.1.4 Sobrevivência de um império anacrônico
8.2.6.1.4.1 Vanguarda do combate ao nacionalismo, mas sem permitir atos unilaterais – moderação
8.2.6.1.4.2 Envolver o Tzar Alexandre em negociações e consultar para conter seu ímpeto missionário (medo do expansionismo russo)
8.2.6.1.5 Unidade conservadora
8.2.6.1.5.1 Transformar a Rússia, país que temia, em parceiro
8.2.6.1.5.2 Reino Unido, em que confiava, em último bastião do equilíbrio de poder
8.3 Prússia
8.3.1 Poderio militar
8.3.2 Crescimento territorial – Saxônia
8.3.3 Manter a hegemonia na região alemã
8.3.3.1 Antagonizando a Áustria
8.4 Rússia
8.4.1 Consolidar expansão territorial – Polônia e Finlândia
8.4.2 Impedir crescimento da Áustria
8.4.3 Manter opções marítimas
8.4.3.1 Necessidade de um porto de águas quentes
8.4.3.2 Rivalizar com o Reino Unido
8.4.4 Maior potência reacionária, pois não tinha uma classe burguesa forte – Czar ainda tinha muita força no país
8.5 Reino Unido
8.5.1 Livre navegação
8.5.2 livre comércio
8.5.3 Equilíbrio no continente
8.5.4 Hegemonia econômica (futuro Isolamento Esplêndido)
8.5.5 Apoiava o conservadorismo continental – manutenção de sua hegemonia
8.6 Portugal
8.6.1 Restauração de Olivença
9 Antecedentes
9.1 A Ascensão de Bonaparte
9.1.1 ruptura do sistema de equilíbrio europeu
9.1.1.1 impulso radical para a ordem internacional
9.1.1.1.1 Império napoleônico - preâmbulo político
9.1.1.1.2 revolução industrial - preâmbulo econômico
9.2 Sete Guerras Napoleônicas
9.2.1 guerras da Primeira e Segunda Coalizão
9.2.1.1 vitórias francesas e expansão dos ideais revolucionários
9.2.2 guerras da Terceira, Quarta e Quinta Coalizao
9.2.2.1 vitórias napoleônicas
9.2.2.1.1 Articulação contra o RU
9.2.2.1.2 expansão da França
9.2.2.1.3 expansão da influência francesa
9.2.2.1.4 expansão dos sentimentos nacionalistas
9.2.2.2 vitória francesa em Austerlitz (1806)
9.2.2.2.1 fim do Sacro Império Romano-Germânico
9.2.2.2.2 Tratado de Pressburg
9.2.2.2.2.1 Confederação do Reno
9.2.3 guerra da Sexta Coalizão
9.2.3.1 Tratado de Chaumont (1814)
9.2.3.2 derrotas na Rússia e península Ibérica
9.2.3.3 Tratado de Fointainebleau (1814)
9.2.3.4 início do Congresso de Viena (1814)
9.2.3.5 exílio de Napoleão em Elba
9.2.3.6 restauração dos Bourbon com Luís XVIII
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