A busca da verdade

Paola Lauck
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Mind Map on A busca da verdade, created by Paola Lauck on 11/16/2014.

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A busca da verdade
1 Filosofia Pré- socrática
1.1 Três grandes momentos
1.1.1 Pré-socrático
1.1.1.1 Estendeu-se pelos séculos VII e VI a.C
1.1.1.1.1 O princípio (a arkhé, em grego) não se encontra na ordem do tempo mítico, mas trata-se de um princípio teórico
1.1.2 Socrático clássico
1.1.3 Pós -socrático
2 Heráclito: tudo flui
2.1 Nasceu em Éfeso, na Jônia
2.1.1 Não rejeita as contradições
2.1.1.1 Quer apreender a realidade na sua mudança no seu devir
2.1.1.1.1 ''Nunca nos banhamos duas vezes no mesmo rio'', pois na segunda vez não somos os mesmos, e também as águas mudaram
3 Parmênides: o ser é imóvel
3.1 Viveu em Eleia cidade sul da Magna Grécia
3.1.1 Sua filosofia influenciou de modo decisivo o pensamento ocidental
3.1.1.1 Criticou a filosofia de Heráclito
3.1.1.1.1 Para Parmênides, é absurdo afirmar que uma coisa pode ser e não ser ao mesmo tempo
3.1.1.1.1.1 O ser é único, imutável, infinito e imóvel
3.1.1.1.1.1.1 Só o mundo ilegível é verdadeiro, pois está submetido ao princípio que Aristóteles chamou de identidade e de não contradição
3.1.1.1.1.1.1.1 Consequências da teoria é a identidade entre o ser e o pensar
4 Os sofistas: a arte de argumentar
4.1 Período socrático ou clássico séculos V e IV a.C
4.1.1 Sócrates e seu discipulo Platão (Aristóteles) fazem parte desse período
4.1.1.1 Os pensadores desse período, ampliaram os questionamentos para a antropologia, a moral e a política
4.1.1.1.1 Os sofistas fazem parte da época clássica e alguns deles são interlocutores de Sócrates
4.1.1.1.1.1 Foram sempre mal interpretados por causa das críticas de Sócrates, Platão e Aristóteles
4.1.1.1.1.1.1 Os sofistas cobravam as aulas, motivo que Sócrates os acusava de prostituição
4.1.1.1.1.1.1.1 A imagem de certo modo caricatural da sofística ter sido revista na tentativa de resgatar sua verdadeira importância
4.1.1.1.1.1.1.1.1 Depois que os sofistas foram reabilitados no século XIX, o período por ele iniciado passou a ser denominado AUFKLARUNG grego
5 A sofística e o ideal democrático
5.1 Segundo Werner jaeger, os sofistas exerceram influencia mutio forte
5.1.1 Os sofistas elaboraram o ideal teórico da democracia, valorizada pelos comerciantes em ascensão
5.1.1.1 Foram acusados de não se importar com a verdade
5.1.1.1.1 Buscavam aperfeiçoar os instrumentos da razão, a coerência e o rigor da argumentação
5.1.1.1.1.1 Pratágoras, um dos mais importantes sofistas dizia que '' o homem é a medida de todas as coisas''
5.1.1.1.1.1.1 Esse fragmento pode ser entendido como a exaltação da capacidade humana de construir a verdade
6 Sócrates e o conceito
6.1 Suas ideias foram divulgadas por Platão e Xenofonte
6.1.1 A partir do pressuposto ''só sei que nada sei'', consiste na sabedoria de reconhecer a própria ignorãncia inicia a busca do saber
6.1.1.1 Foi condenado a morte por não crer nos deuses da cidade e de corromper a mocidade
6.1.1.1.1 A segunda etapa do método, a maiêutica (em grego ''parto''), foi denominada em homenagem a sua mâe que era parteira
6.1.1.1.1.1 Segundo Sócrates enquanto ela fazia parto de corpos, ele dava a luz a novas ideias
7 Platão: o mundo das ideias
7.1 Sair do mundo das sombras para alcançar o conhecimento verdadeiro
7.1.1 Platão destingue dois tipos de conhecimento
7.1.1.1 Sensível
7.1.1.1.1 Corresponde as sombras: a aparência sensível das coisas; e as marionetes: representação de animais, plantas, ou seja das próprias coisas sensíveis ;
7.1.1.2 Inteligível
7.1.1.2.1 Corresponde ao exterior da caverna: a realidade das ideias; e ao Sol: a suprema ideia do bem;
8 Aristóteles: a metafísica
8.1 Elaboração dos princípios da lógica e dos conceitos que explicassem o ser em geral, que hoje conhecemos como metafísica
8.2 A teoria do conhecimento
8.2.1 Arisstóteles define a alma como a forma, o ato, a perfeição de um corpo.
8.2.1.1 Aristóteles critica a teoria da reminiscência platônica
8.2.1.1.1 Para ele, a origem das ideias é explicada pela abstração, pela qual o intelecto, partindo das imagens sensíveis das coisas particulares, elabora os conceitos universais
8.2.1.1.1.1 Se estuda '' o ser enquanto ser'', isto é independentemente de suas determinações particulares
8.3 O conhecimento pelas causas
8.3.1 Define a ciência como conhecimento verdadeiro
8.3.1.1 Recusa a teoria das ideias de Platão e sua interpretação radical sobre a oposição entre o mundo sensível e mundo inteligível
9 Deus: Primeiro Motor Imóvel
9.1 Reconhecimento da existência de um ser superior e necessário, ou seja, Ddeus
9.1.1 O Primeiro Motor Imóvel é também um puro ato
9.1.1.1 Segundo Aristóteles, Deus é Ato Puro, Ser Necessário, Causa Primeira de todo existente
9.1.1.1.1 Deus move por atração, ele tudo atrai, como ''perfeição'' que é
10 A filosofia medieval: razão e fé
10.1 Após a queda do Império Romano, formaram-se os novos reinos bárbaros
10.1.1 A Igreja Católica consolidou-se como força espiritual e política
10.1.1.1 A igreja representava um elemento agregador, numa época em que a Europa era bastentefragmentada
10.1.1.1.1 Os intelectuais discutiam sobre a relação de fé, entre a filosofia e teologia.
10.1.1.1.1.1 Duas tendências filosóficas
10.1.1.1.1.1.1 Patrística
10.1.1.1.1.1.1.1 Filosofia dos chamados Padres da Igreja
10.1.1.1.1.1.1.1.1 Iniciou-se no período de decadência do Imprério Romano
10.1.1.1.1.1.1.1.1.1 a aliança entre fé e razão na verdade significava reconhecer a razão como auxiliar da fé.
10.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 O principal nome da patrística foi Agostinho, bisbo de Hipona, cidade do norte da África
10.1.1.1.1.1.2 Escolástica
10.1.1.1.1.1.2.1 Ameaças de ruptura da unidade da Igreja e heresias anunciavam o novo tempo de contestação e debates onde buscava a sua autonomia
10.1.1.1.1.1.2.1.1 Criação de universidades por toda a Europa foi fundamental nesse processo
10.1.1.1.1.1.2.1.1.1 Apartir dessas mudanças, a ecolásticas surgiu como uma nova expressão cristã
10.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 O principal representante da ecolástica foi Tomás de Aquino
11 Tomás de Aquino: apogeu da ecolática
11.1 A partir do século XIII
11.1.1 A partir do século XIII - no período do apogeu da ecolástica
11.1.1.1 Monge dominicano, utilizou traduções de Aristóteles feitas diretamente do grego
11.1.1.1.1 Obra principal é a Suma teológica, é a mais fecunda síntese da ecolástica
11.1.1.1.1.1 Tomás não desconsidera a importância do ''conhecimento natural''
11.1.1.1.1.1.1 Se a razão não pode conhecer, por exemplo, a essência de Deus, pode, no entanto, demonstrar sua existência ou a criação divina do mundo
11.1.1.1.1.1.1.1 Uma dessas provas é baseada na Metafísica de Aristóteles
11.1.1.1.1.1.1.1.1 O conhecimento começa pelo contato com as coisas concretas, passa pelos sentidos internos da fantasia ou imaginação até a apreensão de formas abstratas
12 A quetão dos iniversais
12.1 o unicersal é o conceito, a ideia, a essência comum a todas as coisas. Por exemplo, o conceito de ser humano, anima, casa, bola, cadeira, círculo
12.1.1 Principais soluções são:
12.1.1.1 Realismo moderado
12.1.1.1.1 Representado no século XIII por Tomás Aquino
12.1.1.1.1.1 Só existem formalmente no espírito, embora tenham fundamento nas coisas
12.1.1.2 Monalistas
12.1.1.2.1 O universal é apenas o que é expresso em um nome
12.1.1.2.1.1 São palavras, sem nenhuma realidade específica correspondente
12.1.1.3 Conceptualista
12.1.1.3.1 É intermediária entre o realismo e o nominalismo e teve como principal defensor Pedro Abelardo, grande mestre da polêmica
12.1.1.3.1.1 Conceitos e entidades mentais, que existem somente no espírito
12.1.1.3.1.1.1 As divergências sobre os universais podem ser analisadas a partir das contradiçôes e fissuras que se instalaram na compreensão mística do mundo medieval
12.1.1.3.1.1.1.1 Os realistas são partidários da tradiçã, e como tais valorizavam o universal, a autoridade, a verdade eterna representada pela fé
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