Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: Modelo Keynesiano

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Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: Modelo Keynesiano
1 Objetivo: analisar o impacto de políticas fiscais sobre o produto
2 Hipóteses:
2.1 Preços Rígidos (sem inflação ou deflação);
2.2 Economia aberta (possui Relações Internacionais, importação e exportação);
3 Pilares
3.1 Função Consumo Keynesiana
3.1.1 Consumo autônomo (C com traço em cima):
3.1.2 Propensão marginal a consumir (c)
3.1.3 Propensão marginal a poupar (s):
3.1.4 Renda Disponível (Yd): no modelo keynesiano, a única variável determinante para explicar o consumo das famílias é a renda corrente (fluxo). Dessa maneira, variáveis como riqueza (estoque) e taxa de juros não são relevantes. Precisamente, o que explica o consumo no modelo keynesiano é a Renda Disponível, isto é, a renda que sobra após o pagamento de tributos.
3.1.5 Função Consumo Keynesiano: C = C_ + c.(Y – T_ tY).
3.1.6 Propensão média a consumir = C/Y A propensão média a consumir decresce a taxas decrescentes com a expansão da renda no modelo keynesiano. A renda aumenta e a propensão média a consumir cai, mas cai cada vez menos.
3.2 Função Despesa Keynesiana.
3.2.1 No modelo keyensiano, a economia estaria em equilíbrio quando o produto seria igual a renda que seria igual a despesa, ou tenderia ao equilíbrio. Caso a despesa superasse o produto da economia, haveria um estímulo a aumentar a quantidade oferecida de bens e serviços de forma que o produto da economia tenderia a se igualar à despesa. Caso a despesa fosse inferior ao produto, o produto cairia acompanhando tal despesa. Portanto, no equilíbrio, despesa = renda, e, assim:
3.2.2 Multiplicador keynesiano
3.2.2.1 Mostra o quanto um aumento de uma despesa autônomo afeta a economia. Quando uma despesa é realizada por um agente econômico, ela vira renda para outro agente econômico o que incentiva a realização de mais despesa por parte desse segundo agente econômico. O multiplicador keynesiano revela todo o processo de “despesa -> renda -> despesa -> renda” e, dessa maneira, demonstra o impacto total na economia do aumento de alguma despesa autônoma;
3.2.2.2 O multiplicador keynesiano para uma economia fechada e sem governo é igual a “1/ 1 – c” (1 sobre 1 menos “c”). O valor mínimo desse multiplicador é “1” e acontece quando o processo “despesa -> renda -> despesa -> renda” não é verificado, ou seja, acontece quando a propensão marginal a consumir (c) é “0”. O valor máximo desse multiplicador tende ao infinito e isso acontece quando a propensão marginal a consumir (c) for muito próxima de “1”;
3.2.2.3 Quanto maior a propensão marginal a importortar (m), menor o multiplicador keynesiano)
3.2.2.4 O multiplicador keynesiano para uma economia aberta tende a ser menor do que o multiplicador de uma economia fechada. É possível o multiplicador keynesiano de uma economia aberta ser inferior a “1”;
3.2.2.5 Injeções (C, I, G, X) possuem um multiplicador keynesiano positivo. Vazamentos (T, M – tributos autônomos e importações) tem um multiplicador keynesiano negativo ( C – cT + I + G + X – M );
3.2.2.6 Teorema do Orçamento Equilibrado: suponha um governo com o orçamento equilibrado, suponha também, que o governo deseje elevar os seus gastos em R$ 1,00 e para manter seu orçamento equilibrado, o governo aumente os tributos autônomos em R$ 1,00. O desaquecimento causado pelo tributo autônomo, de acordo com o modelo keynesiano, será inferior ao aquecimento provocado pela expansão dos gastos. Em outra palavras, caso o governo expanda seus gastos e mantenha seu orçamento equilibrado, isso provocará crescimento do produto agregado.
3.2.2.7 Suposições
3.2.2.7.1 Desemprego

Annotations:

  • a) economia em desemprego. Se a economia estiver em pleno emprego, um aumento autônomo da demanda agregada provocara apenas inflação, e não aumento da renda e do emprego; 
3.2.2.7.1.1 Mercado monetário passivo

Annotations:

  • b) mercado monetário passivo, ou seja, a política fiscal expansionista (aumento dos gastos do governo) não afeta as taxas de juros, o que poderia provocar quedas do investimento privado, que compensariam o aumento da demanda. Esse ponto ficará mais claro quando interligarmos o mercado monetário da economia ao mercado de bens, o que será feito em tópico posterior (Análise IS-LM);
3.2.2.7.1.1.1 Manutenção do fluxo adicional de gastos

Annotations:

  • c) manutenção do fluxo adicional de gastos. Por exemplo, se o governo gastar 100, deve manter em todos os períodos seguintes esse nível de gastos. Supondo que o multiplicador seja igual a 4, se o governo baixar seus gastos para 90, a renda cairá em 40 (10 vezes 4) em relação ao período anterior. Ou seja, há um efeito multiplicador perverso sobre a demanda agregada; 
3.2.2.8 Multiplicador completo
3.2.2.8.1 k = 1/{1-c(1-t)+m-i}
3.2.2.8.1.1 Y= k*(C0+ I0+ G0– c1T0 + X0– M0)
4 Resumo da ópera De acordo com o modelo keynesiano, política fiscal é eficaz para alavancar o produto agregado da economia. E a eficácia da política fiscal será maior quanto mais elevado o multiplicador keynesiano for.
5 Pontos do Ponto!
5.1 É de curto prazo
5.2 COnsidera que está ABAIXO do pelno emprego, ao contrátio dos clássicos
5.3 Propensão média a consumir: C/Y
5.4 Vazamentos/injeções

Annotations:

  • pode-se definir vazamentos de renda como aquelas transações que saem desse fluxo básico, isto é, não são gastas com a compra de bens e serviços internos ao país num dado período (exemplo: a poupança, os impostos e as importações). Injeções de renda são todas as adições ao fluxo básico de renda no período (investimentos, gastos do governo e exportações).
6 O teorema do orçamento equilibrado (Teorema Haalvemo)

Annotations:

  • 2.2 O teorema do orçamento equilibrado (Teorema Haalvemo) O chamado Teorema do Orçamento Equilibrado traz no seu cerne uma importante constatação a respeito das decisões de política fiscal adotadas pelo governo. Conhecido como Teorema de Haavelmo, este demonstra que caso o governo realize uma política fiscal conjunta de aumentos dos gastos num percentual “X” qualquer e, ao mesmo tempo, e no mesmo montante “X”, realize uma política de aumento da tributação, a renda da economia, ao invés de permanecer constante, o que seria normal, aumentará em um montante igual ao aumento de G e T.