Leishmaniose Visceral

Tamires Sanches
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Tamires Sanches
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Description

Resumão

Resource summary

Leishmaniose Visceral
1 Etiologia
1.1 Protozoários
1.1.1 Américas
1.1.1.1 Leishmania (Leishmania) chagasi
1.1.2 Europa e África
1.1.2.1 Leishmania (Leishmania) infantum
1.1.3 Asia
1.1.3.1 Leishmania (Leishmania) donavani
1.1.4 Promastigota
1.1.4.1 Flagelado (no inseto)
1.1.5 Amastigota
1.1.5.1 Sem flagelo (no macrófago)
2 Vetores
2.1 Flebotomíneos
2.1.1 Lutzomyia longipalpis
2.1.2 Lutzomyia cruzi
3 Resrvatórios
3.1 Silvestres
3.1.1 Raposa
3.1.2 Marsupiais
3.2 Urbanos
3.2.1 Cão
4 Diagnóstico
4.1 Parasitológico
4.1.1 Método de certeza (identificação do agente)
4.1.1.1 Punção de linfonodos
4.1.1.2 Punção hepática
4.1.1.3 Punção esplênica
4.1.1.4 Punção de medula óssea
4.1.1.5 Biópsia ou escarificação de pele.
4.2 Sorológico
4.2.1 Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI)
4.2.2 Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay (ELISA)
4.2.3 Testes imunocromatográficos (testes rápidos)
4.3 Exames complementares
4.3.1 Laboratórios de Referência
4.3.1.1 Testes moleculares (PCR)
4.3.1.2 Testes imunoquímcos
4.3.1.3 Testes histopatológicos
4.4 Notificação Obrigatória (Portaria n°1943)
5 Nome popular
5.1 Calazar
6 Tratamento
6.1 Cão
6.1.1 Portaria Interministerial n° 1425 PROÍBE
6.2 Humano
6.2.1 Antimoniais
6.2.1.1 antimoniato-N-metil glucamina
6.2.2 Anfotericina B (droga alternativa)
7 Prevenção e Controle
7.1 Diagnóstico e tratamento preçoce dos casos humanos
7.2 Atividades de educação em saúde
7.3 Controle vetorial
7.3.1 Uso de inseticidas de ação residual
7.3.2 Saneamento ambiental
7.4 Controle dos reservatórios
7.4.1 Eutanásia de cães infectados
8 Classificação das Áreas de Transmissão
8.1 Áreas com casos de LV
8.1.1 Transmissão Esporádica
8.1.1.1 Média menor que 2,4 casos em 5 anos
8.1.2 Transmissão Moderada
8.1.2.1 Média de casos maior ou igual a 2,4 e menor que 4,4 casos
8.1.3 Transmissão Intensa
8.1.3.1 Média de casos maior ou igual a 4,4 casos em 5 anos
8.1.4 Área em situação de surto
8.2 Áreas sem casos de LV
8.2.1 Vulnerável
8.2.1.1 Área receptiva
8.2.1.2 Área não receptiva
8.2.2 Não vulnerável
9 Sintomatologia
9.1 Cão
9.1.1 Fase inicial
9.1.1.1 Lesões cutâneas
9.1.2 Fase adiantada
9.1.2.1 Onicogrifose
9.1.2.2 Esplenomegalia
9.1.2.3 Ceratoconjuntivite
9.1.2.4 Edema de patas
9.1.2.5 Hemorragia Intestinal
9.1.2.6 Hiperqueratose
9.1.3 Fase final
9.1.3.1 Paresia das patas posteriores
9.1.3.2 Inanição
9.1.3.3 Óbito
9.2 Homem
9.2.1 Período inicial
9.2.1.1 Diarréia
9.2.1.2 Tosse
9.2.1.3 Pode evoluir para cura espontânea
9.2.2 Período de Estado
9.2.2.1 Palidez muco-cutânea
9.2.2.2 Febre irregular
9.2.2.3 Hepatoesplenomegalia
9.2.2.4 Emagrecimento progressivo
9.2.2.5 Comprometimento do estado geral
9.2.3 Período Final
9.2.3.1 Febre contínua
9.2.3.2 Desnutrição
9.2.3.3 Hemorragias
9.2.3.4 Infecções bacterianas
9.2.3.5 Óbito
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