Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: f) modelos de escolha intertemporal:consumo

glenerdourado
Mind Map by , created about 6 years ago

Master Macroeconomia Mind Map on Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: f) modelos de escolha intertemporal:consumo, created by glenerdourado on 09/15/2013.

589
3
0
Tags
glenerdourado
Created by glenerdourado about 6 years ago
Questões de 81 a 87 da avaliação de Macroeconomia
Patrik Brill
Questões de 01 a 20 da avaliação de Macroeconomia
Patrik Brill
Area, Volume & Perimeter Mind Map
rory.examtime
DEV I Part II
d owen
Macroeconomia - 1.2 - Agregados, Criação de moeda e Contas do Sistema
glenerdourado
Questões de 61 a 80 da avaliação de Macroeconomia
Patrik Brill
Macroeconomia
Euler RA
Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: Modelo Keynesiano
glenerdourado
Macroeconomia - 1.1 Contas Nacionais e Balanço de Pagamento
glenerdourado
Macroeconomia - 2 - Principais modelos macroeconômicos: f) modelos de escolha intertemporal:consumo
1 1. Função Consumo Keynesiana.
1.1 C=C_+c*Yd
1.1.1 Yd = Y - T_ - tY
2 2. Consumo Intertemporal de Fisher.

Annotations:

  •      2. Consumo Intertemporal de Fisher. Suponha um agente econômico que se depara com uma decisão de consumir entre os períodos I e II. A renda obtida no período I pode ser consumida ou poupada. É importante notar que a poupança do período I pode ser negativa e se isso acontecer, o agente econômico terá que alocar parte de sua renda no período II para pagar a dívida contraída durante o período I. Por hipótese, o agente econômico não deixa herança, ou seja, no fim do período II, consome toda a sua renda. Y1 = C1 + S1 renda do período I = consumo do período I + poupança do período I O consumo do período II será dado pela renda desse período e pela poupança oriunda do período 1: C2 = Y2 + S1. (1 + r) consumo do período II = renda do período II + valor da poupança do período I no período II. Como S1 = Y1 - C1, Temos: C2 = Y2 + (Y1 - C1) . (1 + r) C2 = Y2 + Y1. [1+r] - C1. [1 + r] C1. [1 + r] + C2 = Y2 + Y1. [1+r] Divide-se tudo por [1 + r] C1 + C2/1 + r = Y1 + Y2/1+r                         ->         Restrição Orçamentária Intertemporal   
2.1 Y1 = C1 + S1
2.1.1 O consumo do período II será dado pela renda desse período e pela poupança oriunda do período 1:
2.1.1.1 C2 = Y2 + S1. (1 + r)
2.1.1.1.1 Como S1 = Y1 - C1, Temos: C2 = Y2 + (Y1 - C1) . (1 + r) C2 = Y2 + Y1. [1+r] - C1. [1 + r] C1. [1 + r] + C2 = Y2 + Y1. [1+r]
2.1.1.1.1.1 Restrição Orçamentária Intertemporal
2.1.1.1.1.1.1 C1 + C2/(1 + r) = Y1 + Y2/(1+r )
2.1.1.1.1.1.2 Pontos importantes com relação à Restrição Orçamentária Intertemporal

Annotations:

  • Pontos importantes com relação à Restrição Orçamentária Intertemporal • Tal restrição revela que os consumos nos períodos I e II estão limitados às rendas dos períodos I e II; • Mostra que é possível consumir no período I além da renda desse mesmo período, contudo, o consumo do período II terá que ser sacrificado; • O agente econômico pode suavizar o seu padrão de consumo entre os dois períodos, basta utilizar parte da renda do período mais próspero no consumo do outro período; • A restrição orçamentária intertemporal, também é útil para analisar o comportamento intertemporal das contas públicas e das transações internacionais; • Um governo, que se depara com dois períodos e apresenta uma situação deficitária no primeiro período, terá que obter um superávit das contas públicas no segundo período. De maneira similar, um país, com apenas dois períodos e em situação deficitária nas suas transações correntes (utiliza poupança externa), terá que possuir um superávit no TC (paga a poupança externa) do outro período.
2.2 Equivalência Ricardiana

Annotations:

  •    Caso o governo reduza os tributos do período I (agravando sua situação deficitária) e os agente econômicos acreditam que haverá uma elevação dos tributos no futuro para compensar o déficit atual do governo, os agentes econômicos irão poupar toda redução dos tributos do presente para pagar o incremento dos tributos no futuro. Em suma, a Equivalência Ricardiana mostra que reduções nos tributos podem não gerar crescimento no consumo.   A Equivalência Ricardiana não é verificada em situações de restrição de crédito, falta de preocupação com gerações futuras e miopia (agentes econômicos não enxergam à distância, o que vai acontecer no futuro).

Media attachments