SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU: Limites e Contribuições.

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SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU: Limites e Contribuições.
1 Cláudio Marque Nogueira e Maria Alice Nogueira
1.1 A Constituição do Sujeito:Indivíduos Abstratos (igualdade de condições) X Sujeitos Socialmente Constituidos.
1.1.1 Subjetivismo X Objetivismo
1.1.1.1 Representações, Preferências, escolhas e ações do indivíduo
1.1.1.2 Abordagens Estruturalistas
1.1.1.2.1 Falta teoria de ação -> uma mediação entre a passagem da estrutura social e a ação individual.
1.1.1.2.1.1 Incorporação de conjunto de disposições (Habitus familiar ou de classe) que conduziria-o ao longo do tempo e em vários ambientes de ação
1.1.1.2.1.1.1 O Ator da SE não é isolado, reflexivo, nem determinado mecanicamente
1.1.2 Cada indivíduo passa a ser caracterizado por uma bagagem socialmente herdada (Os Três Capitais)
1.1.2.1 Componentes Objetivos: Capital Econômico, Capital Social, Capital Cultural Institucionalizado
1.1.2.1.1 Conhecimento da organização e hierarquia escolar e determinação de estratégias no investimento escolar
1.1.2.1.1.1 Há um determinismo sobre os grupos sociais
1.1.2.1.1.2 O grau de investimento está relacionado ao retorno provável que se pode obter com o título escolar (mercado trabalho e mercados simbólicos)
1.1.2.1.1.2.1 Graus de investimentos dos Grupos Sociais
1.1.2.1.1.2.1.1 Disposições e Estratégias
1.1.2.1.1.2.1.1.1 Classe Popular: Modo Moderado. Retorno baixo, incerto e a longo prazo.
1.1.2.1.1.2.1.1.2 Classe média ou pequena Burguesia: Investimento pesado e sistematicamente: Ascensão Social,
1.1.2.1.1.2.1.1.2.1 Ascetismo (renúncia) e Malthusianismo (fecundidade)
1.1.2.1.1.2.1.1.2.2 Boa Vontade Cultural e Reconhecimento da Cultura Legítima
1.1.2.1.1.2.1.1.2.3 Influência da trajetória ascendente ou descendente
1.1.2.1.1.2.1.1.3 As Elites Econômicas e culturais: Investimento Pesado, porém laxista. Sucesso escolar "Natural", Condições objetivas tornaria o fracasso escolar quase improvável.
1.1.2.1.1.2.1.1.3.1 Elite Capital Cultural
1.1.2.1.1.2.1.1.3.2 Elite Capital econômico
1.1.2.2 Componentes subjetivos: Capital Cultural Incorporado - Cultura Geral
1.2 A ESCOLA E O PROCESSO DE REPRODUÇÃO DAS DESIGUALDADES SOCIAIS
1.2.1 Princípios da Inteligibilidade: Relações entre os sistema de ensino e a estrutura das relações entre classes.
1.2.1.1 Arbitrário Cultural: A Cultura Escolar seria socialmente reconhecida como a cultura legítima, como a única universalmente válida.
1.2.1.1.1 A Cultura Escolar é imposta como legítima pelas classes dominantes.
1.2.1.1.1.1 A autoridade pedagógica e suas ações é legitimada pela sua capacidade de se apresentar como não arbitrária e não vinculada a nenhuma classe social.
1.2.1.1.1.2 A escola exerce, livre de qualquer supeita suas funções de reprodução e legitimação das desigualdades sociais.
1.2.1.2 Tratando como IGUAL
1.2.1.2.1 A Posse do Capital Cultural Favoreceria:
1.2.1.2.1.1 Melhor desempenho nos processos formais e informais de avaliação
1.2.1.2.1.1.1 A Escola cobra não apenas um conjunto de referências culturais e linguísticas mas um modo específico dese relacionar com a cultura e o saber.
1.2.1.2.1.1.1.1 O Aluno Esforçado
1.2.1.2.1.1.1.2 O Aluno Prodígio (ideal)
1.2.1.2.1.2 Desempenho Escolar - Os alunos que dominam, por sua origem, os códigos necessários a decodificação e assimilação da cultura escolar.
1.2.1.2.1.3 Uma naturalização da herança cultural
1.2.1.2.1.4 Inferioridade inerente em termos intelectuais ou morais.
2 Se opõe a visão funcionalista, meritocrática, moderna e democrática da escola.
2.1 Década de 60 Desigualdades Escolares
2.2 Pesquisa Quantitativas na década de 50 mostraram o peso das origens sociais nos destinos escolares
2.3 Nos anos 60 uma visão mais crítica sobre a massificação do ensino.
2.4 A forte relação entre desempebho escolar e origem social se torna a sustenção das teorias de Boudieu
2.4.1 Meritocracia e Justiça Social X Reprodução e Legitimação da Desigualdade Social
3 Grande Contribuição de Bourdieu: Apesar da escola ser considerada uma instituição neutra, de que trataria todos igualmente, ele mostra que as chances são desiguais para cumprir as exigências, muitas vezes inplícitas ,da escoia.
4 CRÍTICAS
4.1 O Conteúdo escolar não pode ser definido como arbitrário cultural dominante. De que os conteúdos não foram selecionados por pertencerem a classe dominantes. Por serem reconhecidos como superiores a classes superiores o valorizam socialmente. Diversidade interna dos sistemas de ensino.
4.2 macrossocial x microssocial
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