Maquiavel

Ana Luíza Kunzler
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Ana Luíza Kunzler
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Description

Um mapa conceitual feito sobre pressão para uma prova no dia seguinte

Resource summary

Maquiavel
  1. Empirista
    1. Critica os modelos teóricos
      1. Questiona a República de Platão
        1. Verdade efetiva das coisas
          1. Realismo Político
            1. Estado efetivo
              1. O príncipe é responsável por um estado
                1. Faz de tudo para chegar, manter e aumentar o poder
                  1. Não segue um princípio, nem valores estabelecidos globalmente
              2. O Estado que tem que resolver os seus problemas
                1. O príncipe
                  1. I- São ou repúblicas ou principados, todos os Estados, todos os domínios que exerceram e exercem poder sobre os homens
                    1. Principados são hereditários ou novos
                      1. Ganham-se ou com as armas ou por obra da fortuna ou por virtude (virtú)
                        1. Principado = Anarquia
                          1. República = Tranquilidade
                    2. II- Há dificuldades menores nos principados hereditários
                      1. III- É que os homens gostam de mudar de senhor, julgando melhorar, e esta crença os induz a pegar em armas contra quem governa: crença ilusória, pois mais tarde a experiência lhes mostra que pioraram
                        1. As pessoas comuns sao guiadas pela aparência, pela novidade (ser e parecer) em relação a um gestor
                          1. III- Note-se que os homens devem ser lisonjeados ou suprimidos, pois se vingam das ofensas leves, mas não podem fazê-lo das graves. Por conseguinte, a ofensa que se faz ao homem deve ser tal, que o impossibilite de tirar desagravo
                          2. IV- Modelo turco: a monarquia turca é regida por um único chefe, de quem os outros são servidores
                            1. IV- Modelo Francês: ao lado do soberano há uma grande quantidade de senhores de antiga linhagem reconhecidos por seus súditos e por estes amados, e cujo privilégios o rei não pode destruir sem perigo para si próprio
                            2. V- Quando se conquista um principado que regiam leis próprias - existem 3 maneiras para conserva-lo: destruí-lo, ir nele morar, ou deixa-lo viver com suas leis (exigindo tributos)
                              1. VI- Apesar disso, quem menos confiou na fortuna, por mais tempo reteve a sua conquista
                                1. VII- Os príncipes impelidos não encontram nenhuma dificuldade no seu caminho, por que voam nas asas da fortuna. É depois de ter subido ao poder que veem as dificuldades, pois não possuem virtú
                                  1. VII- Para os quais não contribui inteiramente a fortuna ou a virtú, não me parece conveniente omiti-los (crime)
                                    1. IX- O principado origina-se da vontade do povo ou da dos grandes
                                      1. IX- Quem tornar-se princípe pela vontade do povo deve conserva-lo seu amigo, e isto não será difícil, já que o povo só deseja estar livre da opressão
                                        1. IX- Quem chegar ao poder contra a vontade do povo, deve captar as simpatias deste
                                          1. IX- Limitar-me-ei a dizer que a um príncipe é forçoso ter a amizade do seu povo. Sem ela, não encontrará salvação na hora desdita
                                            1. IX- Se alguém pretender refutar esta minha opinião citando aquele mau provérbio, segundo o qual ″quem constrói sobre o povo, constrói sobre lama″, eu responderei que tal provérbio só é verdadeiro quando um simples cidadão julga poder estribar-se no povo e espera ser por ele salvo quando se vê oprimido pelos inimigos ou pelos magistrados
                                      2. X- Autonomia ou dependência
                                        1. Melhor do que ser amado, é ser temido
                                          1. XI- Para conquistar um principado eclesiástico é preciso ter virtú ou boa sorte. Os únicos chefes que não defendem o seu Estado. São os únicos seguros e felizes
                                            1. XII- Não adianta ter boas leis e um péssimo exército, nem um ótimo exército e péssimas leis
                                              1. XII- Querem ser soldados do seu patrão quando ele não faz guerra, mas ao romper esta, querem fugir ou desligar-se do seu compromisso
                                              2. XIV- O empresário que tende a cuidar mais das suas delicias do que da sua empresa, tende a perder a empresa
                                                1. XV- Quem num mundo cheio de perversos pretende seguir em tudo os ditames da bondade, caminha inevitavelmente para a própria perdição (bondade)
                                                  1. XVIII- Não é necessário a um príncipe ter todas as qualidades mencionadas, mas é indispensável que pareça tê-las (entre ser e parecer)
                                                    1. XVIII- Os homens em geral formam as suas opiniões guiando-se antes pela vista do que pelo tato; pois todos sabem ver, mas poucos sentir. Cada qual vê o que parecemos ser; poucos sentem o que realmente somos
                                                      1. XVIII- Na verdade o vulgo sempre se deixa seduzir pelas aparências e pelos resultados
                                                      2. XIX- O príncipe deve em geral abster-se de praticar o que quer que o torne malquisto ou desprezível
                                                        1. XIX- O que acima de tudo acarreta o ódio, é ser rapace, usurpar os bens e as mulheres dos súditos
                                                        2. XXI- É função do príncipe mostrar-se amante da virtude e honrar os homens que sobressaiam em cada arte. É ainda, dever seu incutir nos súditos a ideia de que poderão exercer em paz os respectivos ofícios
                                                          1. XXI- Outras obrigações são a de distrair o povo com festas durante certas épocas do ano
                                                        3. Política - o poder, a capacidade
                                                          1. Política tem a ver com a tomada de poder, o exercício de poder
                                                            1. Regular as lutas e tensões entre as classes
                                                              1. O papel da política não é o bem comum
                                                              2. Não acredita em Estados idealizados
                                                                1. Fundador do pensamento político moderno
                                                                  1. CIDADE (não é homogênea) - 2 PÓLOS - os poderosos (Igreja) e o povo
                                                                    1. Poder político unifica e dá identidade
                                                                    2. É considerado um cientista político pois utilizava o método científico na política, que consistia na análise do que é e não do que deveria ser
                                                                      Show full summary Hide full summary

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