Planejamento da Auditoria

Ana Maria da Silva Telles
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Ana Maria da Silva Telles
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Description

papeis de trabalho escopo programa técnicas procedimentos

Resource summary

Planejamento da Auditoria
1 Formalizado pelo PAA
1.1 Revisões aprovadas pelo AG e Controlador Geral
2 Acessoria do AG
2.1 escolhe auditorias
2.2 dá objetivo
2.2.1 significância do auditado
2.2.2 condições do auditado
2.2.3 destinatário do relatório
2.3 emite Ordem de Serviço
2.3.1 credencia a equipe
2.3.2 OS DE PLANEJAMENTO
2.3.2.1 Dar play ao planej.
2.3.3 OS DE EXECUÇÃO
2.3.3.1 após planej.
2.3.3.2 + detalhado
2.3.4 dada ao responsável pelo orgão auditado
2.3.4.1 Responsável deve colaborar
2.4 escolhe equipe
3 QUANDO SE FAZER?
3.1 Áreas prioritárias
3.1.1 pela junção de riscos
3.1.1.1 Perspectiva geral
3.1.1.1.1 Matriz de Risco Geral
3.1.1.1.1.1 define estrategicamente prioridades
3.1.1.2 Perspectiva Setorial
3.1.1.2.1 Matriz de Risco Setorial
3.1.1.2.1.1 define áreas prioritárias por orgão
3.1.1.2.2 evidência dos critérios de escolha
3.2 Solicitações
3.2.1 Prefeito
3.2.2 Controlador Geral
3.2.3 Secretarias e entidades do município
3.2.4 Conselhos Fiscais
3.2.5 Cidadãos
3.3 Demandas Legais
3.3.1 auditorias mandatórias
4 TIPOS de Auditoria
4.1 Auditoria de Certificação
4.1.1 prestação de contas importantes
4.1.1.1 Prefeito
4.1.1.2 Arrecadações
4.1.1.3 despesas
4.1.1.4 guarda de bens
4.2 Auditoria de Prestação de Contas
4.2.1 Contratos, convênios ou termos...
4.3 Auditoria de Conformidade
4.3.1 legalidade
4.4 Auditoria Operacional
4.4.1 avalia a execução
4.4.2 a + ampla
4.4.3 Se utiliza das outras
4.5 Auditoria de Pessoal
4.5.1 pagamentos
4.5.1.1 Consistentes / legais
4.5.1.1.1 obrigações trabalhistas
4.5.2 controle feito pela Gerência
4.6 Auditoria de Sistemas
4.6.1 informatização
4.6.1.1 Política de Segurança da Informação
4.6.1.1.1 Regras de negócio
4.7 Auditoria Contábil
4.7.1 demonstrações contábeis
4.8 Auditoria de Receita
4.8.1 Registro e arrecadação de receita
4.8.1.1 controle e sistemas usados
5 Papéis de trabalho
5.1 Reunidos em pasta
5.1.1 organizar, facilitar, confirmar, guiar
5.2 precisão, concisão, objetividade, limpeza
5.2.1
5.3 estruturação, completude (fundamentado)
5.4 papéis eletrônicos
5.4.1 Nome arq.: ref. papel e sua descrição
5.4.2 Pasta: OS_órgão_descrição resumida
5.4.3 Subpasta para Execução e Planejamento
5.5 TIPOS (código):
5.5.1 Folha Mestre (A): resumo
5.5.2 Subsidiária (A1 ou A1.1): detalhe da mestra
5.6 Referência
5.6.1 externa: trabalhos distintos
5.6.2 interna: mesmo trabalho
5.6.3 pelo cod.
6 Procedimentos da equipe
6.1 Teste de Observância:
6.1.1 conformidade/aderência
6.1.1.1 Vê se CI está funcionando
6.1.2 inspeção, observação, investigação e confirmação
6.2 Teste Substantivos:
6.2.1 busca evidências
6.2.1.1 validação dos dados
6.2.2 Avalia Sistema Contábil
7 Técnicas de Auditoria
7.1 inspeção física
7.1.1 qtd e qld
7.1.2 existência
7.2 Confirmação externa (Circularização)
7.2.1 confirmar algo com algm órgão externo
7.2.1.1 negativo
7.2.1.1.1 falta de resposta atesta negação
7.2.1.1.1.1 arriscado
7.2.1.2 positivo
7.2.1.2.1 Branco: confi. sem valores
7.2.1.2.2 Preto: confi. com valores
7.3 Exame de documentos
7.3.1 notas fiscais, contratos...
7.3.2 autenticidade, normalidade
7.3.3 aprovação, registro
7.4 Exame da escrituração
7.4.1 veracidade das info. registradas
7.5 Conferência de cálculos
7.6 Entrevista
7.6.1 perguntas e respostas
7.7 Exame dos registros auxiliares
7.7.1 através dos auxiliares, atestam os principais
7.8 Correlação das informações obtidas
7.8.1 consistência entre diferentes evidências
7.9 Observação
7.9.1 exame visual
7.10 Amostragem
7.10.1 coleta de informação
7.11 Corte das operações (cut-off)
7.11.1 “fotografia” momento chave de um processo
7.12 conjunto de processos e ferramentas operacionais de que se serve ocontrole para a obtenção de evidências, as quais devem ser suficientes, adequadas, relevantes e úteis para conclusão dos trabalhos.
8 COLETA DE DADOS
8.1 Entrevista

Annotations:

  • Entrevista Vantagens  1. Possibilidade de melhor compreensão das perguntas; 2. Possibilidade de se obter dados complementares; 3. Permite a captação imediata e corrente da informação desejada; 4. Permite tratar de assuntos de natureza complexa. Desvantagens  1. É mais demorada; 2. Não permite uma grande amostra; 3. Pode provocar a inibição do entrevistado, sujeitando-se à influência do auditor.
8.1.1 para questões que não são obtidas por documentos
8.1.2 deve ser planejada (roteiro, escolha entrevistado)
8.1.3 feita por dois auditores
8.1.4 + precisa das coletas
8.2 Questionário

Annotations:

  • Vantagens   1. Poupa tempo; 2. Atinge maior número de pessoas simultaneamente; 3. Economiza pessoal; 4. Maior liberdade das respostas, em razão do anonimato; 5. Mais tempo para responder e em hora mais favorável. Desvantagens  1. Percentual pequeno de questionário devolvido; 2. Grande número de perguntas sem respostas; 3. Impossibilidade de ajudar o informante em questões mal compreendidas; 4. Não pode ser aplicado aos analfabetos; 5. Na leitura de todas as perguntas, antes de respondê-las, uma pode influenciar a outra; 6. Nem sempre é o escolhido quem responde ao questionário, invalidando assim as questões.
8.2.1 lista de ?
8.2.1.1 entrevistado que preenche
8.2.2 ? podem não ser claras ou respostas não confiáveis
8.2.3 carta apresentando o quest.
8.3 Formulário

Annotations:

  • Vantagens   1. Utilizável em quase todos os segmentos da população, uma vez que é o entrevistador que o preenche; 2. Presença do pesquisador, que pode explicar os objetivos da pesquisa e elucidar perguntas que não estejam muito claras; 3. Obtenção de dados mais completos e úteis.  Desvantagens 1. Menos liberdade das respostas, em virtude da presença do entrevistador; 2. Menos tempo para responder às perguntas; não havendo tempo para pensar, elas podem ser invalidadas; 3. Insegurança nas respostas, por falta do anonimato, quando aplicável; 4. Mais demorado, por ser aplicado a uma pessoa de cada vez.
8.3.1 lista de ?
8.3.1.1 respondidas na presença do auditor
8.4 Cuidados: nº ?, linguagem, respostas ambíguas/evasivas
9 AMOSTRAGEM
9.1 risco de amostragem
9.1.1 conclusões errôneas
9.2 Amostragem Estatística (ou Probabilística)
9.2.1 grau de confiança estatísticos
9.2.2 Amostragem Probabilística Casual ou Aleatória Simples
9.2.2.1 sorteio elemt. desordenados
9.2.3 Amostragem Probabilística Sistemática
9.2.3.1 sorteio elemt. ordenados
9.2.3.1.1 algm referência de ordenação
9.2.3.1.2 sort. 1º, demais escolhe num intervalo =
9.2.4 Amostragem Probabilística Estratificada
9.2.4.1 dividir em camadas
9.2.4.1.1 pega-se qtds = de cada camada
9.2.4.1.1.1 a escolha na camada é aleatória
9.3 Amostragem por Julgamento (ou Não Probabilística)
9.3.1 decorre da experiência auditor e do seu conhecimento do setor em exame
9.4 Seleção da amostra
9.4.1 Fases: quantificação/seleção e identificação seleção de procedi./avaliação dos resultados
10 PLANEJAMENTO OPERACIONAL
10.1 Levantamento preliminar
10.1.1 Matriz de Planejamento
10.1.1.1 Escopo dos trabalhos
10.1.1.1.1 Programa de Auditoria
10.1.1.1.1.1 Documento que são listados os procedimentos que serão adotados em uma auditoria
10.1.1.1.1.1.1 guia e meio de controle de execução do trabalho
10.1.1.1.2 É aquilo que o auditor se limita a avaliar para dar sua opinião
10.1.1.1.2.1 COMPREENSÃO: natureza, oportunidade, extensão, equipe técnica e uso de especialistas.
10.1.1.2 esquematização da auditoria
10.1.1.2.1 Contém: questões de auditoria, informações requeridas, fontes de informações e método de coleta de dados.
10.1.2 COLETA DE DADOS: exames preliminares das áreas, atividades, produtos e processos, para definir a amplitude e a época do trabalho a ser realizado
10.2 analisar RISCOS: chance de não se atingir objetivo
10.2.1 a verificação e a comunicação de eventuais limitações
10.2.1.1 extensão da responsabilidade do auditor interno no uso dos trabalhos de especialistas
11 EVIDÊNCIAS
11.1 A prova, ou conjunto de provas = subsidiar, fundamentar a emissão de opinião.
11.1.1 Terceiros devem chegar a mesma opinião diante das provas
11.1.2 Devem ser pertinentes e adequadas para a conclusão
11.2 Se dá pela aplicação de testes de observância e substantivos
11.3 DEVEM TER: VALIDADE (legítima), CONFIABILIDADE, RELEVÂNCIA (relacionada com os objetIvos da auditoria) e SUFICIÊNCIA ( as evidências garantem a opinião do auditor)
11.3.1 Cuidado par não confundir relatório com evidência!!
11.4 Quantidade mede a suficiência. Qualidade mede a adequação.
12 RELATÓRIO DE AUDITORIA
12.1 ABORDAR: OBJETIVO E A EXTENSÃO dos trabalhos, METODOLOGIA, PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS de auditoria aplicados e sua EXTENSÃO, LIMITAÇÕES aos procedimentos, DESCRIÇÃO DOS FATOS e EVIDÊNCIAS constatados e seus RISCOS, CONCLUSÕES E AS RECOMENDAÇÕES
12.2 confidencialidade do seu conteúdo
12.3 A Auditoria Interna pode emitir de relatório parcial caso necessite providências imediatas
12.4 documento técnico obrigatório de que se serve o profissional de auditoria governamental para relatar suas constatações, análises, opiniões, conclusões e recomendações sobre o objeto da auditoria, e que deve obedecer a normas específicas quanto à forma de apresentação e objetivos.
12.4.1 ENTREGAR: 1) Á DIREÇÃO, fornecendo dados para TOMADA DE DECISÃO sobre a política de área supervisionada; 2) Ás GERÊNCIAS EXECUTIVAS, com vistas ao ATENDIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES sobre as operações de sua responsabilidade; 3) Aos RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO DAS TAREFAS, para CORREÇÃO DE ERROS detectados; 4) Ao TRIBUNAL DE CONTAS, como RESULTADO dos exames efetuados; 5) A outras autoridades interessadas, dependendo do tipo ou forma de auditoria
13 FRAUDE E ERRO
13.1 AI assessorar na prevenção destes
13.2 FRAUDE: ato intencional de omissão e/ou manipulação, adulterações de transações e operações (em termos físicos e monetários)
13.3 ERRO: ato não-intencional de omissão, desatenção, desconhecimento ou má interpretação de fatos
13.4 identificação de responsáveis para reponsabilização não faz parte das atribuições do auditor, sim da polícia federal
14 MONITORAMENTO
14.1 verificar se as recomendações encaminhadas aos responsáveis foram implementadas
14.2 PLANO DE AÇÃO: gestor do órgão auditado deve elaborá-lo num prazo determinado, após relatório de auditoria.
14.2.1 medidas saneadoras a serem adotadas, baseadas nas recomendações
14.2.2 AG recebe em papel
14.2.2.1 Setor de Suporte: registra e acompanha ações (vê se implementados ou não)
14.2.2.1.1 Este setor mantém Banco de Dados atualizado
14.2.3 Agente Facilitador do órgão auditado recebe digital
14.2.3.1 agente facilitador = mediador entre CGM e orgão
14.3 FOLLOW-UP
14.3.1 lembrete, acompanhamento de assunto
14.3.2 Verificar se a fragilidade ainda persiste após algum tempo da emissão do relatório.
14.3.2.1 ADG emite anualmente, por meio magnético, Formulário
14.3.2.1.1 Gestores: classificam ações em implementadas, não implementadas, dependente de outros órgãos, ausência de fatos que permitiriam a implementação
14.3.2.1.1.1 Equipe de Trabalho da auditoria pode contestar classificações
14.3.2.1.2 Prestação de Contas!
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