Aula 1 cont interno

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Aula 1 cont interno
1 estrutura do COSO
1.1 Comitê das Organizações Patrocinadas, da Comissão Nacional sobre Fraudes em Relatórios Financeiros
1.1.1 criada em 1985
1.1.1.1 setor privado - sem fins lucrativos
1.1.1.1.1 objetivo de:
1.1.1.1.1.1 qualidade de relatórios financeiros
1.1.1.1.1.1.1 buscar fraudes
1.2 controles internos e gerenciamento de riscos corporativos
1.3 As organizações que patrocinam o Comitê são:
1.3.1 - Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados; - Associação Americana de Contadores; - Executivos Financeiros Internacionais; - Instituto dos Auditores Internos; e - Instituto dos Contadores Gerenciais.
1.3.1.1 Controle Interno é:
1.3.1.1.1 o processo conduzido pela Diretoria, Conselhos ou outros empregados de uma companhia, no intuito de fornecer uma garantia razoável de que os objetivos da entidade estão sendo alcançados, com relação às seguintes categorias:
1.3.1.1.1.1 1 – eficácia e eficiência das operações;
1.3.1.1.1.1.1 2 – confiabilidade dos relatórios financeiros; e
1.3.1.1.1.1.1.1 3 – conformidade com a legislação e regulamentos aplicáveis.” (grifamos)
1.3.1.1.1.1.1.1.1 Em 1992
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1 trabalho: “Controle Interno: um modelo integrado”
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1 1 – Ambiente de Controle;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 2 – Avaliação de Riscos;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 3 – Atividades de Controle;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 4 – Informações e Comunicações; e
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 5 – Monitoramento.
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 acompanhamento da qualidade do controle interno
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 atividade ao longo do tempo
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Identificar, armazenar e comunicar
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 informação relevante
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 oportuna e adequada
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 aspectos financeiros, econômicos, operacionais e estratégicos.
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 informações de todos os niveis
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Medidas e ações aplicadas
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 sistema de controle
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 prevenir ou administrar os riscos
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 qualquer área da adm
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 todos os niveis
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.2 aplicado tempestivamente
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 evento futuro e incerto
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 ou seja, ainda não ocorreu, e nem há certeza de que irá ocorrer
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 grau e comprometimento em todos os níveis da administração
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 principal componente do CI
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 - integridade e valores éticos;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 - competência das pessoas da entidade;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 - estilo operacional da organização;
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1 - aspectos relacionados com a gestão; e
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1.1 - forma de atribuição da autoridade e responsabilidade.
1.3.1.1.1.1.1.1.1.1.2 tornou-se referencia
1.4 Matriz tridimensional do COSO I:
1.4.1 1ª dimensão: categorias de objetivos (operações, relatórios financeiros e conformidade).
1.4.1.1 2ª dimensão: níveis de avaliação.
1.4.1.1.1 3ª categoria: componentes de controle - os 5 itens do trabalho Controle interno
1.4.1.1.1.1 a partir de 2002 o controle interno começou a fazer parte da pauta da alta adm - EUA
1.4.1.1.1.1.1 não aborda Ger Riscos
1.4.2 COSO II
1.4.2.1 2004, o COSO divulgou o trabalho
1.4.2.1.1 “Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada”
1.4.2.1.1.1 conceito Ger Risco COSO II
1.4.2.1.1.1.1 “é um processo conduzido em uma organização pelo conselho de administração, diretoria e demais empregados, aplicado no estabelecimento de estratégias, formuladas para identificar em toda a organização eventos em potencial, capazes de afetá-la, e administrar os riscos de modo a mantê-los compatível com o apetite a risco da organização e possibilitar garantia razoável do cumprimento dos seus objetivos”. (grifamos)
1.4.2.1.1.1.1.1 passam a ser 8 os componentes, ao invés dos 5 do COSO I
1.4.2.1.1.1.1.1.1 - Ambiente de Controle;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1 - Fixação de Objetivos;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1 - Identificação de Eventos;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Avaliação de Riscos;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 - Resposta a Risco;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 - Atividades de Controle;
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 - Informações e Comunicações; e
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 - Monitoramento.
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 cada risco prevê uma resposta
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2 eventos que ainda não ocorreram
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 positivos ou negativos
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 negativos = riscos
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 positivos = oportunidades
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.2 um risco pode trazer uma oport
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.2.1 greve
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.2 Definidos pela alta administração
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.2.1 os objetivos devem ser divulgados a todos os componentes da organização, antes da identificação dos eventos que possam influenciar na consecução dos objetivos.
1.4.2.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 Pode parecer óbvio, mas já foi cobrada em prova uma inversão dessa sequência, e temos certeza de que confundiu muita gente.
1.4.2.2 após o COSO I ao lado
1.4.2.3 Categorias de objetivos, segundo o COSO II: 1 - Estratégicos – metas gerais, alinhadas com sua missão. 2 - Operações – utilização eficaz e eficiente dos recursos. 3 - Comunicação – confiabilidade de relatórios. 4 - Conformidade – cumprimento de leis e regulamentos aplicáveis.
1.4.2.3.1 coruja.....lembrar
1.4.2.3.2 Relação entre Controle Interno no COSO I e no COSO II
1.4.2.3.2.1 O “Internal Control – Integrated Framework”
1.4.2.3.2.1.1 procuram apenas o controle interno isolado.
1.4.2.3.2.1.1.1 Lançamento do Novo Framework COSO I Controles Internos
1.4.2.3.2.1.1.1.1 maio 2013
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1 mudanças em relação a 1992, devido:
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1 globalização
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1 fraudes
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1 complexidade dos negocios
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1 transparência
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 resp dos órgãos reguladores e gov
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Os principais objetivos da mudança foram: - Refletir as mudanças no negócio e nos ambientes operacionais; - Expandir as operações e relatórios objetivos; e - apresentar princípios para aumentar a eficácia do controle interno.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Um novo conceito para os controles internos
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 “um processo definido pela alta administração ou pessoa responsável, para prover razoável segurança no alcance dos objetivos sobre operações, reporte e compliance da entidade”. (grifamos)
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 COSO 2013 visa fortalecer os controles internos
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 17 princípios pg 14
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Ambiente de Controle
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 1. A organização demonstra um compromisso de integridade e valores éticos.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 2. O Conselho de administração demonstra independência de gestão e exerce a supervisão do desenvolvimento e desempenho do controle interno.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 3. Gestão estabelece, com supervisão da Diretoria, estruturas, relatando as linhas e as autoridades competentes e responsabilidades na busca pelos objetivos.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 4. A organização demonstra o compromisso de atrair, desenvolver e reter pessoas competentes em alinhamento com os objetivos.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 5. A organização detém indivíduos responsáveis pelo controle interno na busca pelos objectivos.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Avaliação de Risco
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 6. A organização especifica objetivos com clareza suficiente para permitir a identificação e avaliação de riscos relacionados com os objectivos.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 7. A organização identifica os riscos para a realização dos seus objetivos
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 8. A organização considera o potencial de fraude
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 9. A organização identifica e avalia as mudanças que podem afetar o CI
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3 Atividades de Controle
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1 10. seleciona e desenvolve atividades de controle que atenuem os riscos
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1 11. controle geral sobre a tecnologia
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1 12. Implanta as atividades de controle
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.4 Informação e Comunicação
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.4.1 13. informações relevantes e de qualidade
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.4.1.1 14. comunica internamente informações
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.4.1.1.1 15. comunica com partes externas sobre questões que afetam o funcionamento do controle interno.
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.5 Monitoramento
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.5.1 16. avaliações para verificar se os controles internos estão funcionando
1.4.2.3.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.5.1.1 17. comunica deficiências de controle interno em tempo hábil para aqueles responsáveis