SOA - Arquitetura Orientada a Serviço

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Mind Map on SOA - Arquitetura Orientada a Serviço, created by alasemard on 11/03/2015.

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SOA - Arquitetura Orientada a Serviço
1 Conceitos (Erl)
1.1 Orientação a serviços: é um paradigma de design que abrange um conjunto específico de princípios de design. A aplicação desses princípios ao design da lógica resulta em uma 'lógica orientada a serviços'.
1.2 Serviços: programas de software fisicamente independentes, com características de design distintas que dão suporte à obtenção dos objetivos estratégicos associados à computação orientada a serviços. Essas capacidades adequadas para a invocação por programas externos são comumente expressas via um contrato de serviços públicos (quase como uma API tradicional).
1.3 Composição de serviços: consiste em um agregado coordenado de serviços. É comparável a um aplicativo tradicional porque seu escopo funcional normalmente se associa à automação de um processo de negócio da empresa.
1.4 Inventário de serviços: é uma coleção padronizada e governada de maneira independente dos serviços que se complementam, dentro de um limite que representa uma empresa ou um segmento de uma empresa.
1.5 Modelos de serviços
1.5.1 Serviço de entidade: representa um serviço centralizado no negócio, que fundamenta o contexto e o limite funcional em uma ou mais entidades de negócios relacionadas. Ele é um serviço altamente reusável porque é agnóstico à maioria dos processos da empresa controladora; como resultado, um único serviço de entidade pode ser aproveitado para automatizar uma série de processos de negócio da empresa. Exemplos de entidades: cliente; reclamações.
1.5.2 Serviço-tarefa: é um serviço serviço de negócio com limite funcional diretamente associado a uma tarefa ou a um processo específico de uma empresa controladora. Tende a ter menos potencial de reúso e, em geral, é posicionado como o controlador de uma composição responsável por compor outros serviços mais agnósticos ao processo.
1.5.3 Serviços utilitário: é dedicado a fornecer funcionalidades reusáveis de serviço utilitário, como registro de eventos em logs, notificação e tratamento de exceções.
2 Web services
2.1 1ª Geração
2.1.1 WSDL (Web Service Description Language): é usado para descrever web services. É escrito em XML. É uma recomendação W3C. Especifica a localização do serviço e os métodos do serviço. (w3schools). Estabelece o meio pelo qual os provedores de serviço devem definir a interface para esses serviços. Essencialmente, ele permite que a interface de um serviço (operações de serviços, parâmetros e seus tipos) e suas ligações sejam definidas de maneira padronizada. (Sommeville)
2.1.2 SOAP (Simple Object Access Protocol): é um padrão de troca de mensagens que dá suporte à comunicação entre serviços. Ele define os componentes essenciais e opcionais das mensagens passadas entre serviços. (Sommeville)
2.1.3 UDDI (Universal Description, Discovery and Integration): define os componentes de uma especificação de serviço que pode ser usada para descobrir a existência de um serviço. Esses componentes incluem informações sobre o provedor de serviços, os serviços fornecidos, a localização da descrição de serviços (usualmente expressa em WSDL) e informações sobre relacionamentos de negócio. O UDDI registra os usuários potenciais de um serviço capazes de descobrir quais serviços estão disponíveis. (Sommeville). É dividido em páginas brancas (contatos), páginas amarelas (categorização da empresa) e páginas verdes (detalhes mais técnicos, WSDL, etc.)
2.1.4 WS-I Basic Profile
2.2 2ª Geração
2.2.1 WS-*
3 Objetivos e benefícios da orientação a serviço
3.1 Maior interoperabilidade intrínseca: software que não são interoperáveis precisam ser integrados; portanto, a integração pode ser vista como um processo que permite a interoperabilidade. Um objetivo da orientação a serviços é estabelecer a interoperabilidade nativa dentro dos serviços, a fim de reduzir a necessidade da integração.
3.2 Maior federação: um ambiente de TI federado é aquele em que os recursos e os aplicativos permanecem unidos e, ao mesmo tempo, mantêm a autonomia individual e a auto-governança.
3.3 Mais opções de diversificação de fornecedores: significa a capacidade que uma organização tem de escolher inovações tecnológicas e produtos do 'melhor fornecedor da categoria' e de utilizá-los conjuntamente em uma empresa. Não é necessariamente benéfico para uma organização ter um ambiente diverso de fornecedores; contudo, é benéfico ter a opção da diversificação, quando necessário (exige que a arquitetura de tecnologia não esteja associada à plataforma de um fornecedor específico).
3.4 Maior alinhamento do domínio de negócio e de tecnologia: a computação orientada a serviço trás um paradigma de design que promove a abstração em vários níveis. Isso é alcançado pela incorporação de uma análise e de um processo de modelagem estruturados. Como os processos de negócios são ampliados em resposta a vários fatores (ambiente, novos concorrentes, políticas, etc.), os serviços podem ser reconfigurados em novas composições, que refletem a lógica modificada do negócio.
3.5 Maior retorno sobre investimento: quanto maior o retorno, mais uma organização se beneficia com a solução. Contudo, quanto menor o retorno, maior a erosão que os custos das soluções automatizadas provoca nos orçamentos e lucros de uma organização.
3.6 Maior agilidade organizacional: agilidade, em nível organizacional, está relacionada à eficiência com a qual uma organização pode responder a mudanças.
3.7 Menor carga de trabalho da TI: aplicar constantemente a orientação a serviços resulta em uma empresa de TI com menor desperdício e redundância, menor tamanho e custo operacional e menos despesas indiretas associadas a governança e evolução.
4 Princípios de design da orientação a serviços (8)
4.1 Baixo acoplamento de serviço: permite que o design e a lógica de um serviço possam evoluir independentemente de sua implementação, ao mesmo tempo em que garante a interoperabilidade básica com consumidores do serviço.
4.2 Abstração de serviço: enfatiza a necessidade de ocultar o maior número possível de detalhes subjacentes de um serviço.
4.3 Contrato de padronização de serviço: estabele os termos do compromisso, fornecendo restrições e requisitos técnicos, bem como todas as informações sobre a semântica que o proprietário do serviço deseja publicar. Por exemplo, pode ser composto por WSDL, XML Shema, WS-Policy e Acordo de Nível de Serviço (SLA)
4.4 Capacidade de reúso de serviço: refere-se a tornar um software útil para mais que um único propósito
4.5 Autonomia de serviço: capacidade de se autogovernar. Se um software é autônomo em runtime, ele será capaz de realizar sua lógica independentemente de influências externas.
4.6 Independência de estado de serviço: serviços devem ser projetados para manterem informações de estado apenas quando estas forem necessárias (stateless
4.7 Visibilidade do serviço: serviços precisam ser facilmente identificados e entendidos quando houver oportunida
4.8 Composição de serviço: capacidade de os serviços se juntarem e serem acessados de forma a englobar e atender um problema maior. Da mesma forma, pode-se decompor diversos serviços para resolver um problema, dividindo-o em partes menores.
5 Representa uma forma distinta da arquitetura de tecnologia projetada no suporte à lógica orientada a serviços, que é formada por 'serviços' e 'composições de serviço' modeladas e projetadas em conformidade com a 'orientação a serviços'. É muito importante visualizar e posicionar a SOA como modelo arquitetônico que seja agnóstico a qualquer plataforma de tecnologia. No mercado atual, a plataforma de tecnologia mais associada à realização da SOA é a de web services. (Erl)
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