Crise do Império e Proclamação da República

Ian Porto Mello
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Crise do Império e Proclamação da República
1 VISÃO GERAL: Sob influência do Positivismo e do Evolucionismo, na segunda metade do séc. XIX, ganha força um discurso em prol da modernidade chamada de República.
1.1 As leis restritivas do tráfico provocaram uma grande vinda de imigrantes como mão de obra para suprir a necessidade da indústria cafeeira em expansão, é também possível entrever a ideia do branqueamento como solução para o atraso econômico, e assim sob a batuta de Barão de Mauá, houve o primeiro surto industrial brasileiro. Os grupos contrários ao regime imperial se articulam, viram partidos e agem na cena política sendo que já dominavam a economia e recebem apoio da burguesia cafeeira que apostam na mudança de regime. Essas instabilidades somadas com a questão militar e religiosa e com a abolição da escravidão tornaram inviável a manutenção da monarquia.
1.1.1 TRANFORMAÇÕES SOCIOECONÔMICAS
1.1.1.1 Em 1727 o militar luso-brasileiro Francisco de Mello Palheta trouxe as primeiras mudas de café para o brasil e eventuamente se estabeleceram no sudeste
1.1.1.1.1 A Agricultura teve notável expansão e crescimento no mercado exterior, surgindo no RJ a primeira grande região produtora
1.1.1.1.1.1 café do país e uma das maiores do mundo, Vale do Rio Paraíba. O CAFÉ NO VALE DO RIO PARAÍBA DO SUL: Repetia o modelo de produção colonial, o plantation cujas principais características são: • A grande propriedade (latifúndio) • A mão de obra escrava • O caráter monocultor • A produção voltada para a exportação Técnicas bastante simples e regime extensivo aumentava-se a produção aumentando a área, causando assim grande impacto ao solo e vegetação nativa. • Inexistência de técnicas de manejo para aumentar a produtividade • O beneficiamento dos grãos por meio de técnicas pré-industriais • O transporte em lombo de burro ou carro de boi até RJ
1.1.1.1.1.1.1 Apesar da precariedade ↑ impulsionou a economia do país nas primeiras oito décadas do séc. XIX. “O Brasil é o Vale”.
1.1.1.1.1.1.1.1 Envelhecimento dos cafezais; manejo irracional; escassez de terras virgens; tradição de formas pré-capitalistas de produção; aboliçaõ e mudanças que levaram à República.
1.1.1.1.1.1.1.1.1 Exaustão nas terras do Vale do Rio Paraíba
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 O Vale é substiuído pelo Oeste Paulista; SP
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Tomou o lugar da cana; Ainda havia pouco trabalho escravo, mas sua escassez e pouca eficiência levaram os cafeicultores à introdução de mão de obra imigrante assalariada. Inicialmente por iniciativa privada, se tornou política pública.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 A maioria dos imigrantes fugia da escassez de terras, desemprego pela mecanização agrícola e dos conflitos políticos que tomavam o velho continente nas décadas finais do séc. XIX
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Vieram como substitutos após o fim do tráfico; branqueamento...
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Se iniciou pela iniciativa de Nicolau Pereira, trouxe 80 famílias europeias para sua fazenda em SP, outrso seguiram o exemplo.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 SISTEMA DE PARCERIA: fazendeiros custeavam a viagem e a manutenção das famílias, porém os deixavam endividados, os deixando presos aos fazendeiros.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 Submetidos a esse regime de semi escravidão, houveram revoltas, o sistema de parceria fracassou.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 O Governo passou a subsidiar a imigração. Assim, teve início um novo modelo:
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 Imigração Subvencionada; cujas principais características eram:
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1 O Estado se responsabiliza pela propaganda e garantias aos imigrantes: O Estado assumiu os custos de viagens e alojamento; Poderiam escolher a fazenda em que trabalhariam; O Governo estabeleceu regras claras para evitar novas revoltas.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1.1 Os recursos para esse financiamento viam da Lei de Terras (Venda de terra à altos preços, sendo possível a venda apenas àos mais ricos, garantindo o modelo latifundiário), além de impostos
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Diferente da elite canavieira, a elite cafeicultora vivia luxuosamente na cidade e eram bastante ativos na política, os do Oeste Paulista tinham uma visão mais capitalista do que os do Vale. Assim diversificaram e ampliaram seus negócios.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 Presença de uma visão mais empresarial (capitalista) sobre a produção; Mão de obra livre e assalariada; Investimentos na infraestrututra de armazenamento e de transporte (ampliação da malha ferroviária para transportar café)
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 Grande importância política e econômica no país, suas diferenças com o império foram definitivas à sua queda.
1.1.1.2 A Era Mauá
1.1.1.2.1 Visava criar no país condições para o desenvolvimento de indústrias, entrando para a história do brasil.
1.1.1.2.1.1 Aprovação da Tarifa Alves Branco, que aumentou os impostos sobre produtos entrangeiros; Medidas restritivas ao tráfico negreiro, Bill Aberdeen e Eusébio de Queirós, que propiciaram a vinda de imigranters e difusão do trabalho assalariado, aumentando o mercado consumidor.
1.1.1.2.1.1.1 A reinauguração do Estabelecimento de Fundição e Estaleiros da Ponta da Areia; A companhia de Navegação e Transportes da Amazônia; A Companhia de Rebocadores a Vapor para o Rio Grande do Sul; A Companhia de bondes do RJ; A construção de ferrovias.
1.1.1.2.1.1.1.1 Foi um surto indústrial impulsionado pelo capitalismo mundial contido pela visão retrógrada de um Brasuil agrário e exportador.
1.1.1.2.1.1.1.1.1 Mauá
1.1.1.2.1.1.1.1.1.1 faliu
1.1.1.3 A CRISE DO ESCRAVISMO
1.1.1.3.1 Havia tanto no cenário externo quanto interno, forças que impunham uma necessidade de modernização, adequação à nova ordem econômica mundial onde o escravismo e outras bases não cabiam mais.
1.1.1.3.1.1 Era a base do brasil porém ia contra os interesses ingleses, que buscava extinguir o escravismo no brasil. A pressão inglesa que controlavam mais da metade das exportações, nesse contexto surge a lei Eusébio de Queirós combatendo o tráfico efetivamente
1.1.1.3.1.1.1 Suscedidas pela lei do sexagenário e do vetre livre.
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