Literatura Norte Americana

Gleyce Nayane Me
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Guia de Estudos sobre a Literatura Americana: O Período Colonial até o Movimento Transcedentalista

Resource summary

Literatura Norte Americana
1 Periodo Colonial (inicial e colonial até 1776)
1.1 A base da literatura americana tem inicio com as culturas indigenas
1.1.1 transmissão oral de mitos, lendas, contos e letras (sempre de canções)
1.1.1.1 A tradição oral do indígena americano é bastante diversificada.
1.1.1.1.1 a natura é a mãe espiritual e física
1.1.1.1.1.1 a natureza é viva e possui forças espirituais retratadas em personagens como animais ou plantas, atribuídos à totens relacionados a uma tribo, grupo ou individuo
1.1.1.1.1.1.1 A contribuição do índio americano para os Estados Unidos agraga-se também às palavras indígenas que são usadas no inglês americano do dia-a-dia
1.1.1.1.1.1.1.1 “canoe” (canoa), “tobacco” (tabaco), “potato” (batata), “moccasin” (mocassim), “moose” (alce), “persimmon” (caqui), “raccoon” (guaximim), “tomahawk” (machadinha indígena) e “totem” (totem).
1.1.1.1.1.1.1.1.1 A produção literária ameríndia (indígena) contemporânea, também contém obras de grande beleza.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 O primeiro registro sobre a exploração da América é em idioma escandinavo (norte da Europa), denominado "A Velha Saga Norueguesa de Vinland".
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 "A Velha Saga Norueguesa de Vinland" conta como Leif Erikson (um aventureiro) e outros noruegueses alojaram-se na costa nordeste da América (possivelmente na Nova Escócia, no Canadá), por um curto período nos primeiros anos do século 11
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Entretando o primeiro contato mundialmente conhecido, iniciou-se com a viagem de Cristóvão Colombo (explorador italiano) custeada pela rainha da Espanha, Izabel. Na "Epístola", diário de Colombo que foi impresso em 1493
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Os colonos Ingleses
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 As tentativas de colonização inglesas possuem um histórico lamentável
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 A primeira colônia (1585) em Roanoke, costa da Carolina do Norte; todos os seus colonizadores desapareceram.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 A segunda colônia foi mais duradoura: Jamestown, fundada em 1607. Ela resistiu à fome, à brutalidade e ao desgoverno. No entanto, a literatura desse período pinta a América com cores brilhantes como uma terra de fartura e oportunidades.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 No século 17, piratas, aventureiros e exploradores abriram caminho para uma segunda onda de colonizadores permanentes, que levou esposas, filhos, implementos agrícolas e ferramentas artesanais.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 As primeiras produções literárias da época da exploração consistiam de diários, cartas, diários de viagem, registros de bordo e relatórios dirigidos aos financiadores dos exploradores.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Como a Inglaterra acabou tomando posse das colônias da América do Norte, a literatura colonial mais conhecida e antologizada era inglesa.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Os Puritanos
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Na história do mundo, provavelmente, não houve outros colonizadores tão intelectualizados quanto os puritanos, a maioria dos quais de origem inglesa ou holandesa.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 Os puritanos, que sempre venceram pelo próprio esforço e foram geralmente autodidatas, queriam educação para entender e realizar a vontade divina ao fundarem suas colônias por toda a Nova Inglaterra.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 O estilo puritano apresentava grande variedade — da complexa poesia metafísica aos diários domésticos, passando pela história religiosa com fortes toques de pedantismo. Seja qual for o estilo ou o gênero, certos temas eram constantes.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1 a vida vista como um teste; o fracasso como maldição eterna que leva ao fogo do inferno; o sucesso como felicidade eterna; confronto entre as forças: Deus e Diabo; o Diabo, um inimigo temível e de muitos disfarces
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Há muito tempo os acadêmicos enfatizam essa ligação entre o puritanismo e o capitalismo: ambos têm como base a ambição, o trabalho árduo e a luta intensa pelo sucesso.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 eles viam em geral o sucesso terreno como um sinal de terem sido os escolhidos. Buscavam riqueza e status não só para eles próprios, mas como uma sempre bem-vinda garantia de saúde espiritual e promessas de vida eterna.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 Além disso, o conceito de administração estimulava o sucesso. Os puritanos achavam que ao aumentar seu próprio lucro e o bem- estar da comunidade, estavam também promovendo os planos de Deus.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 O grande modelo de literatura, crença e conduta era a Bíblia, em uma tradução inglesa autorizada. A grande antiguidade da Bíblia assegurava autoridade aos olhos dos puritanos.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 Com o fim do século 17 e início do século 18, o dogmatismo religioso diminuiu gradualmente, apesar dos grandes esforços esporádicos dos puritanos para impedir a onda de tolerância.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1 O espírito de tolerância e liberdade religiosa que cresceu aos poucos nas colônias americanas foi plantado inicialmente em Rhode Island e na Pensilvânia, terra dos quakers. Os humanos e tolerantes quakers, ou “Amigos”, como eram conhecidos, acreditavam no caráter sagrado da consciência individual como origem da ordem social e da moralidade. A crença fundamental dos quakers no amor universal e na fraternidade os tornou profundamente democráticos e contrários à autoridade religiosa dogmática. Expulsos do rígido estado de Massachusetts, que temia sua influência, estabeleceram uma colônia muito bem-sucedida, a Pensilvânia, sob o comando de William Penn, em 1681.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 História da Plantação de Plymouth, de William Bradford
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1 No século 17, alguns grupos puritanos, desprendidos da Igreja da Inglaterra desembarcaram nas colônias em busca de liberdade religiosa e oportunidade de prosperar através do trabalho, entre os quais os valores religiosos (utilitarismo e pragmatismo) estavam inclusos. Foi em 1620 que foi fundada a colônia de Plymouth.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1 Bradford ao escrever a "A História da Plantação de Plymouth", relata a experiencia religiosa dos primeiros peregrinos na travessia do oceano na viagem do Mayflower, que atribui-se um sentido de purificação. Bradford relata na historia (escrita entre 1630 e 1648) a chegada dos colonos.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1 Anos mais tarde, teve seu lugar o primeiro grande fluxo de migração de puritanos, os colonos desembarcaram na região de Cabo Cod em 11 de Novembro de 1620, no inverno, e enfrentaram diversos problemas como a falta de alimentos, epidemias e moléstias (possivelmente tifo), o que fez com que ligassem sua sobrevivência com a experiência religiosa comum, estabelecendo uma relação paradoxal entre culpa (as enfermidades são vinculadas a falta de indústria, administração e providência) e a graça divina para superar tais dificuldades
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1 Nesta experiencia interpreta-se que a manifestação do sagrado no individuo se expressa pelo medo, fazendo com que esse reconheça-se como uma criatura impotente diante do sagrado, ou seja, leva à humildade religiosa. Assim, entendemos que as comunidades puritanas trouxeram forte furor religioso às colônias da Nova Inglaterra, de ética ligada ao trabalho e prosperidade.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1 Ainda assim, os puritanos acreditavam tanto na soberania absoluta de Deus, a depravação do homem, a dependência desse da graça divina para a salvação, que reforçam a experiência religiosa, os puritanos insistiam que como escolhidos de Deus, tinham como dever construir uma sociedade moldada através dos escritos bíblicos, assim conforme a vontade de Deus.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2.1.1.1.1.1.1 Contudo, com o crescimentos da população nas colônias no século 18 e o progresso mercantil de algumas áreas coloniais, acabaram por enfraquecer os princípios puritanos religiosos e seu isolamento.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3 To my dear and loving husband, de Anne Bradstreet
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1 Compreende-se primeiramente que Anne Bradstreet, vinda da Inglaterra para a Nova Inglaterra do período colonial, juntamente com sua família e marido, adotou a escrita poética como válvula de escape para as ausências do marido e passatempo da época. Anne foi a personificação realista da mulher no período colonial, educada nos costumes puritanos, retratando em sua poesia a devoção e o amor da mulher da época.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1 No poema "To My Dear and Loving Husband", Anne soneliza o amor pelo marido e sua felicidade como mulher e esposa. A poetisa descreve o amor e a união do casal, salientando não apenas a reciprocidade do sentimentos, como exemplifica riquezas materiais não sendo suficientes comparadas ao amor do marido. Além da ressalva a recompensa que mesmo com a morte a vida e amor continuaria pela eternidade.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1 Na sociedade puritana o casamento era um relação central, os casais permaneciam juntos até a morte, como demanda os votos. Mesmo a sociedade puritana não tolerando adultério ou divórcio, há casos de ambos em registros históricos do período. O casamento regido pela definição bíblica, enfatiza o amor e respeito mútuo, não podendo o casal dedicar-se apenas ao relacionamento na Terra, mas sim, glorificar a Deus através da união, ou seja, o amor do casal não deveria desviar-se da atenção e devoção à Deus.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.1 Logo, Anne não apenas retrata sua atração erótica pelo marido, como também almeja ascender ao céu, na espera que o amor do casal exista até após a morte.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Jamestown
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3 Pocahontas e John Smith
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1 Pocahontas tornou-se uma figura romântica da história americana. Imortlizada por John Smith, atraves do relato dramatico de quando foi mantido em cativeiro indigena, Smith afirma que a jovem protegeu sua vida ofenrecendo a sua própria. Embora muitos historiadores duvidam da veracidade da narrativa de Smith, a historia se mantem atraente. Tornando-se até filme de animação (Disney),
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1 Pocahontas contribuiu muito para a história de Jamestown e América precoce . Suas principais contribuições ocorreu bem depois de seu famoso encontro inicial com John Smith. Pocahontas teve um relacionamento duradouro com os colonos de Jamestown ; ela se casou com um colono e viajou para a Inglaterra para promover o interesse na colônia. Pocahontas merece reconhecimento por suas muitas contribuições para o sucesso de Jamestown
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1 Pocahontas se esforçou para aprender o idioma dos colonos (inglês), por sua empatia logo partiu nas viagens em 1608. Voltava periodicamente para Jamestown tratando de interar seu pai sobre os acontecimentos e troca de alimentos e suprimentos. As motivações que levaram Pocahontas a aprender o idioma e partir em viagem permanecem em misterio.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.1 Pocahontas falou com Smith , em muitas ocasiões , apesar de seu relacionamento com ele foi interrompido por seu retorno inesperado para a Inglaterra em 1609 após um acidente de pólvora.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2 Em 1610 casou-se com um índio chamado Kocoum e foi viver entre os Patawomeked (Potomac) indianos (uma sub- tribo dentro da confederação Powhatan). Existe pouca informação relativa a este período de sua vida. Ela pode ter tido filhos com seu marido indiano. O destino de seu marido é desconhecido também. Em 1613 , ingleses colonos liderados pelo Capitão Samuel Argall, sequestranam-na. A jovem era um prêmio valioso para o Inglês. Ela foi apreendida a fim de trocar ela por prisioneiros ingleses e armas na posse de Powhatan
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2.1 Com a troca realizada, Pocahontas retorna para Jamestown, mas em seguida, muda-se para Henrico. Alguns dizem que ela era uma prisioneira voluntária. Embora Powhatan tenha devolvido os prisioneiros ingleses e fornecido um pouco de milho, ele não concordou com todas as exigências dos colonos. De qualquer forma Pocahontas permaneceu em Henrico. O governador, Sir Thomas Dale, colocou-a sob os cuidados do reverendo Alexander Whitaker. Ela começou a instrução religiosa e, eventualmente, se converteu ao cristianismo em 1614, tomando o nome Rebecca.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2.1.1 Foi durante seu cativeiro que Pocahontas conheceu o colono John Rolfe.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2.1.1.1 Pocahontas e o marido John Rolfe
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2.1.1.2 Rolfe era um colono de destaque, tendo introduzido o tabaco Caribenho para a colônia (o tabaco tornou-se a exportação principal de Virginia) Rolfe se apaixonou por Pocahontas e casamento foi proposto (depois de ter previamente a permissão do governador). Casaram-se em 5 de Abril, 1614. O casamento de Pocahontas e John Rolfe era uma aliança política que veio em um momento crítico na história da colônia.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.1.1.2.1.1.2.1 Em 1616 , Pocahontas e sua familia (e também outros homens e indias) viajaram para a Inglaterra. Pocahontas cativou a realeza inglesa, e despertou o interesse no assentamento colonial. Ela foi apresentada ao o Rei e a Rainha, bem como o bispo de Londres. Ela também se reuniu brevemente com o Capitão Smith. Logo após esse encontro, Smith publicou seu relato de "resgate a Pocahontas". A família Rolfe viajou durante sete meses na Inglaterra. Em março 1617 eles embarcaram em um navio para voltar para a Virgínia . A bordo do navio Pocahontas ficou gravemente doente com pneumonia (ou talvez tuberculose). Ela foi levada para terra e morreu em 21 de Março de 1617, em Gravesend, na Inglaterra. Ela está enterrada na Igreja Paroquial de St. George em Gravesend .
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.2 Smith só foi mantido em cativeiro por um curto período de 1607-1608 . Ele afirma que os índios realizaram um ritual em que ele foi declarado culpado e condenado à morte. Smith foi forçado a colocar sua cabeça em uma grande pedra, e quando estava prestes a ser morto , Pocahontas correu para a frente e protegeu seu corpo com ela própria . Powhatan (pai de Pocahontas e chefe da tribo), que evidentemente concordou com os desejos de sua filha e poupou Smith
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.3.1.2.1 A duvida quanto a veracidade dos fatos está ligada ao fato de que não era a primeira vez que Smith era salvo por uma bela donzela/ princesa. Smith também afirmou que uma princesa turca salvou sua vida quando ele foi capturado enquanto luta na Hungria.
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 Cristóvão Colombo
1.1.1.1.1.1.1.1.1.1.2 A Velha Saga Norueguesa de Vinland
1.2 Independência Literária
1.2.1 Arevolução Americana de duras batalhas contra a Grã- Bretanha (1775-1783) foi a primeira guerra moderna de libertação contra uma potência colonialista. O triunfo da independência americana era visto por muitos na época como um sinal divino de que os Estados Unidos e seu povo estavam destinados à grandeza. A vitória militar alimentou esperanças nacionalistas por uma literatura nova e importante.
1.2.1.1 No entanto, com exceção de escritos políticos de destaque, poucas obras dignas de nota apareceram durante ou logo após a Revolução. Os americanos estavam desgostosamente conscientes de sua excessiva dependência dos modelos literários ingleses. A busca por uma literatura nativa tornou-se obsessão nacional.
1.2.1.1.1 A independência literária dos Estados Unidos foi retardada por uma identificação persistente com a Inglaterra, pela imitação exagerada dos modelos literários ingleses ou clássicos e por difíceis condições econômicas e políticas que prejudicavam as publicações.
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