Planeta Terra

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Biologia e Geologia (Geologia 10º ano) Mind Map on Planeta Terra, created by joana_pinto_202 on 02/12/2014.

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Biologia e Geologia - Geologia 10º ano, parte I - Ensino Secundário Português
Heres Oliveira
Evolução biológica
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Biosfera
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English Language Techniques
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GCSE Combined Science
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Sistema Solar
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As moléculas orgânicas e inorgânicas
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INCOMPLETO - Biologia e Geologia - Geologia 11º ano, parte IV - Ensino Secundário Português
Heres Oliveira
G11-As Rochas
Carolina Silva
Geologia 10ºANO
catarinacusca
Planeta Terra
1 Planeta Secundário
1.1 Lua
1.1.1 Génese

Annotations:

  • Teoria da fissão: esta teoria sustenta que a rotação da Terra primitiva seria tão rápida que, devido à força centrífuga, uma porção dela se separou e foi arremessada para o espaço dando origem à Lua.
  • Teoria da co-acreção ou concepção binária: teoria que afirma que a Terra e a Lua se formaram, simultaneamente, a partir da condensação da nébula solar primitiva.
  • Teoria da captura: teoria que preconiza que a Lua se teria formado noutro local do sistema solar e que, devido à força gravitacional da Terra, foi capturada e começou a orbitar em torno desta.
  • Teoria da colisão com injecção (teoria mais aceite actualmente, pois é apoiada por dados geoquímicos, geofísicos e gravitacionais): o impacto de um grande planetesimal provocou a volatilização e ejecção de parte do interior e superfície da Terra, ainda em formação. Posteriormente, este material sofreu acreção e diferenciou-se, formando, deste modo, a Lua.
1.1.2 Superfície Lunar constituída por :
1.1.2.1 Mares Lunares

Annotations:

  • Escuros (Basalto) Relevo  plano Poucas crateras de impacto
1.1.2.2 Continentes Lunares

Annotations:

  •  Claros (Feldspato) Muitas crateras Maior extensão da superfície lunar Superfície mais escarpada - Relevo Acidentado
1.1.3 Planeta geologicamente morto

Annotations:

  • desprovido de actividade vulcânica
2 Actividade geológica do planeta é o reflexo do calor interno
3 Face da Terra formada por:
3.1 Áreas Continentais

Annotations:

  • - Escudos: rochas que afloram; formam os núcleos dos continentes (rochas magmáticas e metamórficas). - Plataformas estáveis: zonas de escudos que não afloram porque estão cobertos de sedimentos. -  Cinturas orogénicas recentes: cadeias resultantes de colisões entre continente-continente ou placa oceânica-continente.
3.1.1 mais antiga
3.1.1.1 mais deformada
3.1.1.1.1 menos densa
3.1.1.1.1.1 que crosta oceânica
3.2 Fundos Oceânicos

Annotations:

  • Dominio Continental: * Plantaforma Continental - faz parte da crosta continental e prolonga o continente sob o mar. * Talude Continental - limite da parte imersa do domínio continental, tem declive acentuado.  
  • Domínio Oceânico: * Planície Abissal - de profundidade compreendida entre 2500 e 6000. Dorsais - situam-se na parte média ou bordas oceânicas. Contêm um vale central - rifte.
4 Como estudar o interior da Terra
4.1 Métodos diretos
4.1.1 Observação e estudo directo da superfície visível

Annotations:

  • Ex: Magmas expelidos pelos vulcões
4.1.2 Exploração de jazigos minerais efectuada em minas e escavações
4.1.3 Sondagens

Annotations:

  • Dizem que o meio mais eficaz de verificarem os seus modelos terrestres sobre a estrutura terrestre é abrir "furos" (sondagens que permitem retirar colunas de rochas para análise (tarolos ou carolos).
4.2 Métodos Indiretos
4.2.1 Planetologia e astrogeologia

Annotations:

  • as técnicas aplicadas no estudo de outros planetas do sistema solar podem ser usadas no estudo da Terra.
4.2.2 Métodos geofísicos
4.2.2.1 Sismologia

Annotations:

  • estudo dos sismos e da propagação das ondas sísmicas.
4.2.2.1.1 Sismo

Annotations:

  • É o movimento vibratório e brusco da crosta terrestre, devido, muitas vezes, a uma libertação de energia (sob o efeito de tensões causadas, na maioria das vezes pela movimentação das placas litosféricas; a litosfera acumula energia que é libertada quando a pressão é suficientemente forte para provocar a ruptura do material) em zonas instáveis do interior da Terra, que ocorrem num período de tempo restrito, em determinado local.
  • 95% dos sismos ocorrem em placas localizadas junto ás fronteiras : Sismos Interplacas. 5% dos sismos têm origem em falhas activas no interior das placas e distanciadas das fronteiras : Sismos Intraplacas
  • Zonas sísmicas: Cintura Circumpacifica - entre ásia e américa Cintura mediterrânico asiática - ásia Zona média atlântica - entre américa e europa
4.2.2.1.1.1 Macrossismos

Annotations:

  • sismos sentidos pela população.
4.2.2.1.1.2 Microssismos

Annotations:

  • sismos imperceptíveis, que não causam danos significativos.
4.2.2.1.1.3 Causa
4.2.2.1.1.3.1 Sismos tectónicos

Annotations:

  • devido a movimentos tectónicos. (A, B e C). Podem ter origem em forças de vários tipos: - Compressivas (A): os materiais são comprimidos, tendendo a diminuir a distância entre as massas rochosas.  - Distensivas (B): levam ao estiramento e alongamento do material, aumentado a distância entre as massas rochosas. - Cisalhamento (C): os materiais são submetidos a pressões que provocam movimentos horizontais, experimentando alongamento na direcção do movimento e estreitamento na direcção perpendicular ao movimento.
4.2.2.1.1.3.2 Sismos de colapso

Annotations:

  • Devido a abatimentos em grutas e cavernas ou ao desprendimento de massas rochosas.
4.2.2.1.1.3.3 Sismos vulcânicos

Annotations:

  • São provocados por fortes pressões que um vulcão experimenta antes de uma erupção e por movimentos de massas magmáticas relacionados com fenómenos de vulcanismo.
4.2.2.1.1.4 Efeito dos sismos
4.2.2.1.1.4.1 Ondas sismicas

Annotations:

  • movimentos vibratórios de partículas que se propagam a partir do foco, segundo superfícies concêntricas.
4.2.2.1.1.4.1.1 Ondas de Volume (profundidade)
4.2.2.1.1.4.1.1.1 Ondas P(Primárias)

Annotations:

  • - as partículas vibram paralelamente à direcção de propagação;  - a propagação produz-se por uma série de impulsos de compressão e distensão através das rochas;- propagam-se por todos os meios; - são também chamadas ondas de compressão ou longitudinais; - provocam variações do volume do material. - são as primeiras a chegar á superficie
4.2.2.1.1.4.1.1.2 Ondas S(Secundárias)

Annotations:

  • - as partículas vibram num plano perpendicular à direcção de propagação;  - apenas se propagam em meios sólidos;  - provocam mudanças da forma do material;  - podem também chamar-se ondas transversais. - chegam em 2º lugar à superfície
4.2.2.1.1.4.1.2 Ondas superficiais
4.2.2.1.1.4.1.2.1 Ondas de Rayleigh e ondas de Love

Annotations:

  • - Resultam da interferência de ondas P e S; - Ondas de Love (L): partículas vibram horizontalmente;  - Ondas de Rayleigh (R): partículas movimentam-se elipticamente.
4.2.2.1.1.5 Movimento sismo registado em sismografos
4.2.2.1.1.6 Teoria do Ressalto Elástico

Annotations:

  • No interior da Terra existe um conjunto de forças que actuam continuamente sobre as rochas fazendo com que estas se encontrem sobre pressão. A pressão vai-se acumulando até num dado momento, passa o limite da plasticidade ou resistência do material rochoso provocando a rutura.
  • Quando a rutura é acompanhada pelo deslocamento dos blocos resultantes forma-se uma falha. Falhas podem-se manter activas se as tensões continuarem a existir provocando novos movimentos ao longo do plano da falha.
4.2.2.1.1.6.1 Tipos de Falha
4.2.2.1.1.6.1.1 Compressivas

Annotations:

  • Falha compressiva: Se as camadas rochosas apresentarem um grau de resistência menor, podem ser fraturadas. Um dos blocos desliza sobre o outro.
4.2.2.1.1.6.1.2 Distensivas

Annotations:

  • Estratos sofrem uma rutura e um dos blocos desloca-se sobre o outro.
4.2.2.1.1.7 Intensidade sísmica
4.2.2.1.1.7.1 Escala de Mercalli

Annotations:

  • Parâmetro que permite avaliar as vibrações sísmicas sentidas num certo local tendo em conta os efeitos produzidos  em pessoas, objetos, estruturas. Vai de 1 a 12 (I a XII)
4.2.2.1.1.7.2 Carta de Isossistas

Annotations:

  • Linhas curvas à volta do epicentro que unem pontos onde o sismo atingiu a mesma intensidade sísmica.
4.2.2.1.1.7.3 Magnitude

Annotations:

  • Parâmetro que permite avaliar um sismo e é proporcional à quantidade de energia libertada no hipocentro, sendo determinada pela amplitude do registo de ondas sísmicas no sismograma. Magnitude = amplitude de maior onda/ intervalo de tempo entre inicio de ondas P e S.
  • Réplica : Abalo de menor intensidade que se seguem a um sismo principal Abalo premonitário : Pequeno abalo que antecede um sismo principal
4.2.2.1.1.8 Sismicidade entre placas

Annotations:

  • Limites convergentes - ocorrem ao longo das placas que estão em movimento uma contra a outra. > zona de actividade sísmica intensa e frequente, nomeadamente ao nível das zonas de subducção.
  • Limites divergentes : ocorrem ao longo das placas que estão em movimento de separação. > zona de sismos, de baixa magnitude, e foco pouco profundo
  • Limites transformantes : ocorrem ao longo das placas que deslizam horizontalmente uma em relação à outra. > zona sísmica quando as placas deslizam em direcção oposta, sismos de foco pouco profundo. 
4.2.2.1.1.9 Prevenção

Annotations:

  •  - Estudar localização detalhada de falhas  - Regras de construção que tornam imóveis mais seguros  - Elaborar e testar planos de evacuação  - Educar populações a manter a calma
  • Comportamentos a assumir:  - Armazenar água e alimentos enlatados  - Limpa produtos inflamáveis que se tenham derramado  - Parar a viatura afastada de edifícios, muros, postes, cabos de tensão.
4.2.2.2 Densidade

Annotations:

  • comparação da densidade de rochas presentes a diversas profundidades. Determina-se dividindo Massa/Volume. Interior da Terra é mais denso, enquanto superfície tem 2,8. A densidade aumenta com a profundidade.
4.2.2.3 Geomagnetismo

Annotations:

  • estudo das alterações no campo magnético da Terra.
4.2.2.4 Gravimetria

Annotations:

  • estudo de variações no campo gravítico da terra – anomalias gravimétricas. A presença de rochas menos densas dá origem a anomalias gravimétricas negativas; a presença de rochas mais densas, leva a anomalias positivas. Aparelhos utilizados: Gravimetros Anomalia graviometrica : diferença entre valores de gravidade medidos com os gravimetros e os valores da gravidade teoricamente calculados para o mesmo ponto da Terra.
4.2.2.5 Geotermismo

Annotations:

  • estudo da energia térmica da Terra.
4.2.2.5.1 Gradiente geotérmico

Annotations:

  • Taxa de variação da temperatura com a profundidade
4.2.2.5.2 Grau geotérmico

Annotations:

  •  nº de metros necessários que é necessário descer no interior da Terra para a temperatura aumentar 1ºC (diminui com profundidade)
4.2.2.5.3 Fluxo térmico

Annotations:

  • quantidade de calor proveniente do subsolo que passa atraves da unidade de superfície do mesmo, numa unidade de tempo. Devido a heterogeneidade da crosta existem zonas anómalas ou seja, zonas onde a variação da temperatura com a profundidade é inferior ou superior aquele valor, dito normal. Energia geotérmica tem origem na Terra. Temperatura aumenta em profundidade de 33ºC por km. 
4.2.2.6 Vulcanologia

Annotations:

  •  projecção de magma e gases a eles associados, para a superfície da crosta terrestre a partir do interior da Terra.
4.2.2.6.1 Tipo de Vulcanismo

Annotations:

  • Um vulcão surge quando material sólido, no manto terrestre, passa ao estado líquido, devido a um desequilíbrio entre a pressão e a temperatura, e ascende à superfície terrestre.
4.2.2.6.1.1 Primário
4.2.2.6.1.1.1 Caldeiras

Annotations:

  • têm forma circular e paredes íngremes e podem formar-se devido ao afundimento da parte central do vulcão, após fortes erupções, em que grande quantidade de materiais é rapidamente expelida, ficando um vazio na câmara magmática. A existência de fracturas circulares e o peso das camadas superiores provocam o abatimento do tecto da câmara.
4.2.2.6.1.2 O que acontece?

Annotations:

  • O magma pode preencher espaços no interior da crosta, formando grandes reservatórios, as câmaras magmáticas, ou reservatórios de menores dimensões, as bolsadas magmáticas. Em torno destes reservatórios existem rochas, sobre as quais o magma exerce grande pressão, denominadas por rochas encaixantes. Assim, surge uma abertura – cratera – por onde é ejectada rocha no estado líquido – magma – e material incandescente, originando uma erupção vulcânica, em que há libertação de material no estado de fusão ígnea (lava) e materiais sólidos (piroclastos).
  • Materiais expelidos  pelas erupções: lavas, gases, piroclastos. Tipo de piroclasto: Bombas e blocos (maior que 64mm) Lapilli ou bagacini ( 2mm a 64mm) cinza (menor que 2 mm)
  • Onde se localizam preferencialmente:  fronteiras divergentes de placas litosféricas(rifte) - tipo efusivo fronteiras convergentes de placas (zona de subducção) - tipo explosivo zonas de intraplacas
4.2.2.6.1.3 Magma
4.2.2.6.1.3.1 Tipo de Lava
4.2.2.6.1.3.1.1 Encordoada ou Pahoehoe
4.2.2.6.1.3.1.2 Escorácia ou AA
4.2.2.6.1.3.1.3 Almofada ou pillow-lava
4.2.2.6.1.4 Secundário ou Residual
4.2.2.6.1.4.1 Géisers

Annotations:

  • repuxos intermitentes de água e vapor.
4.2.2.6.1.4.2 Fumarolas

Annotations:

  • Emissão de gás
4.2.2.6.1.4.2.1 Sulfaratas

Annotations:

  • emissão de gás onde abundam os compostos de enxofre.
4.2.2.6.1.4.2.2 Mofetas

Annotations:

  • emissão de gás onde predomina o CO2
4.2.2.6.1.4.3 Fontes ou nascentes termais

Annotations:

  • águas subterrâneas sobreaquecidas devido ao calor dissipado nas regiões vulcânicas. Se essas águas têm origem magmática, designam-se por águas juvenis.
4.2.2.6.1.5 Vulcões

Annotations:

  • Um vulcão é considerado activo no caso de ter entrado em erupção recentemente, ou pelo menos durante períodos históricos. Um vulcão do qual não há registo de existência de actividade, que se apresenta bastante erodido e do qual não há registos de erupção é considerado extinto. Vulcões que não estejam completamente erodidos e dos quais não existem registos de actividade são considerados vulcões adormecidos.
4.2.2.6.1.5.1 Tipos de erupções vulcânicas
4.2.2.6.1.5.1.1 Explosivo

Annotations:

  • as lavas são muito viscosas e ácidas (+ 70) , fluem com dificuldade e impedem a libertação de gases, o que provoca a ocorrência de explosões violentas. Por vezes a lava não chega a derramar, constituindo estruturas arredondadas chamadas domas ou cúpulas, dentro da cratera. A lava pode chegar a solidificar dentro da chaminé formando agulhas vulcânicas.
4.2.2.6.1.5.1.2 Efusivo

Annotations:

  • a lava é fluida e básica (45 a 50), a libertação de gases é fácil e a erupção é calma, com derramamento de lava abundante. Se os terrenos onde ocorre a erupção forem planos, a lava pode constituir mantos de lava. Se houver declive acentuado podem formar-se correntes de lava.
4.2.2.6.1.5.1.3 Misto

Annotations:

  • assumem aspectos intermédios entre as erupções explosivas e as erupções efusivas. Observam-se fases explosivas, que alternam com fases efusivas. Lava intermédia (50 a 70)
4.2.2.6.1.6 Vulcanismo instraplacas

Annotations:

  • Existe actividade vulcânica no interior das placas litosféricas. Aos centros de actividade vulcânica, passada ou presente dá-se o nome de pontos quentes (hot spot). Os pontos quentes podem estar representados por vulcões isolados, por grupos de vulcões nos fundos oceânicos , situados nos bordos divergentes, zonas continentais.
  • Noutros casos as placas deslocam-se sobre o ponto quente afastando-se da fonte de magma devido ao seu movimento. O vulcão formado extingue-se, originando-se outro sobre o ponto quente.
4.2.2.6.2 Benefícios

Annotations:

  • - Utilização agrícola dos solos, que são muito férteis devido á deposição de cinzas vulcânicas - Exploração de vários produtos minerais como enxofre, cobre, ferro, platina e diamantes em alguns casos. - Interesse turistíco - Aproveitamento de energia térmica
  • Técnicas de vigilância: Recolha de gases Gravímetro Clinómetro Sismógrafo
4.3 Descontinuidade

Annotations:

  • A constituição e as propriedades físicas dos materiais terrestres variam com a profundidade, condicionando assim a velocidade das ondas P e S. A velocidade das ondas sísmicas aumenta com a rigidez dos materiais e diminui proporcionalmente à sua densidade.
4.3.1 Descontinuidade de Mohorovicic

Annotations:

  •  profundidade média de 40km, separa a crosta do manto. Onda P propagou-se por caminho mais direito entre o foco e a estação sismológica, chegando primeiro a onda P'. A onda P' chegou primeiro, porque tem encontrado um meio com diferente densidade que terá desviado a sua trajetoria por refracção e modificado a sua velocidade. Ao penetrar no novo meio, a velocidade aumentou. A zona ndanão são registadas ondas P e S- zona de sombra sismica.
  • A zona ndanão são registadas ondas P e S- zona de sombra sismica. entre 103º e 143º,
4.3.2 Descontinuidade de Gutenberg

Annotations:

  •  profundidade de 2883km, separa o manto do núcleo externo.
4.3.3 Descontinuidade de Lehmann/Wiechert

Annotations:

  •  profundidade de 5140km, separa o núcleo externo ((fluído) do núcleo interno (sólido).  Ondas P apresentam aumentam aumento de velocidade. Tendo em conta que a velocidade das ondas P é maior em meios sólidos do que liquidos, é de supor que a existência de um núcleo interno no estado sólido.