Compostos Neoclássicos: Estrutura e Formação

Geovani Pires
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Mapa conceitual do artigo acadêmico "Compostos Neoclássicos: Estrutura e Formação" de GONÇALVES, Carlos Alexandre (2011).

Resource summary

Compostos Neoclássicos: Estrutura e Formação
1 5. Critérios para diferencia raízes de afixos
1.1 1. Expansão de inventários
1.1.1 afixos pertencem a um grupo (relativamente) fechado de unidades gramaticais
1.1.2 formas combinatórias pertencem a um grupo (relativamente) fechado de unidades gramaticais
1.2 3. Restrições de co-ocorrência
1.2.1 Que tipo de constituinte morfológico se combina com o elemento em análise
1.3 7. Padrão morfossemântico e 8. produtividade
1.3.1 7. Palavras derivadas -> padronização automática, recorrente e modelada; FC -> podem variar em estrutura
1.3.2 8. Analisar os afixos -> formadores de palavras em série no PB
1.4 6. Natureza do significado
1.4.1 Densidade semântica (significado) dos elementos morfológicos
1.4.1.1 Afixos -> significado menos denso
1.4.1.2 FC e radicais -> mais densos
1.5 4. Função sintática e 5. Relação cabeça-modificador
1.5.1 Tipo de relação que se estabelece entre os constituintes núcleo (cabeça) e subordinado (modificador)
1.6 2. Forma distinta
1.6.1 Afixo ≠ Forma Combinatória (FC)
1.6.1.1 Afixos apresentam formas fonéticas diferentes
1.6.1.2 FC terminam ou iniciam num mesmo segmento
2 1. Primeiras Ideias
2.1 Compostos presentes em muitas línguas europeias, não apenas em neolatinas
2.2 Utilização de elementos greco-latinos na estrutura morfológica de uma língua (Lüdeling, 2009).
2.2.1 Palavras neoclássicas não são simplesmente empréstimos
2.3 Essa estrutura é um fato histórico ou uma necessidade de criar novo vocabulário?
2.4 Dificuldade em categorizar esse tipo de estrutura
2.4.1 Surgimento de outras classificações
2.5 Elementos = raiz presa ou afixo (prefixo ou sufixo)?
2.6 Forma Combinatória (final ou inicial), considerando restrições contextuais
2.7 Confixo (Martinet, 1979)
2.8 Críticas
3 2. Principais características
3.1 a. Lexamaticidade na língua de origem (Petropoulou, 2009)
3.2 b. Ausência de realização sintática na língua-alvo (Ralli, 2010)
3.3 c. Tipo de vocabulário que formam (Bauer, 1988)
3.4 e. Presença de uma vogal de ligação entre os componentes (Corbin, 2001)
3.5 d. Tipo de significado que atualizam (Ralli, 2010)
3.6 Os compostos neoclássicos não se comportam da mesma forma em todas as línguas
4 3. Os radicais gregos e latinos em português
4.1 Radicais de origem grega e latina na gramática de Cunha (1975), Cunha & Cintra (1985), Luft (1979) e Bechara (2000)
4.2 130 "radicais" de origem grega e 80 de origem latina
4.3 Muitas das formas encontradas nas gramáticas não aparecem em estruturas de composição
4.4 Radicais divididos em dois conjuntos: encontrados na 1ª posição e na 2ª posição
4.5 Elementos que se ligam a outros elementos livres são mais recorrentes na língua devido a sua facilidade de combinação com outras palavras
4.5.1 Elementos de 2ª posição (menor quantidade) geralmente se articulam com bases livres, mantendo o significado original em grego/latim
4.5.2 Os elementos 2ª posição são muitas vezes utilizados sozinhos e ainda mantêm o significado do composto do qual derivam (clipping) e podem também em recomposições devido à composição com novas palavras
5 4. Estatuto morfológico de -metro, -dromo, -latra, -logo e -grapo
5.1 Compostos neoclássicos pertencem à categoria dos nomes mesmo sem conter qualquer sufixo responsável pela nominalização (Baeskow, 2004)
5.1.1 O elemento mais à direita (núcleo) determina a categoria lexical e o gênero da palavra resultante
5.2 A vogal de ligação pertence ao radical mais à esquerda (Bauer, 1983, 1988, 1998)
5.2.1 ou
5.3 O 1º radicai é determinante do 2º e este é a cabeça lexical
6 6. Comparação interlinguística
6.1 Nem todos os formativos de origem grega ou latina têm as mesmas limitações posicionais
6.2 Abordagens sobre a composição neoclássica variam de acordo com a língua
7 Introdução
7.1 Palavras morfologicamente complexas
7.2 Construções com bases presas de origem grega ou latina
7.3 Objetivo: examinar a estrutura dessas palavras
7.3.1 II. sua relação com formações do inglês, francês e grego moderno
7.3.2 I. o estatuto dos elementos constitutivos
7.4 No português os elementos que ocupam posição final impõem (mais) restrições nas suas combinações
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