ESTÉTICA

Robert  Rocha
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Robert  Rocha
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Mapa mental desenvolvido para sintetizar matéria Estética ministrada no curso bacharelado em Design, UEPA.
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ESTÉTICA
1 Ideia como potência
1.1 Arte como potência da ideia
2 Discussões sobre o ser
2.1 Ser não é apenas o que existe, ser é também o que pode ser, a virtualidade
3 Ciência do Sentido, Sensação
4 É sempre a causa final que rege os movimentos do universo.
4.1 Cada Ser atualiza suas virtualidades devido a ação de outro Ser.
5 ROMANTISMO
5.1 Relação Arte/Vida
5.1.1 "A vida se faz criação literária, mas com isso o homem torna-se do mesmo tempo o escritor de sua vida."
5.1.2 Sugere que a vida se faz viva justo na capacitação que as traduções entre uma coisa para outra, têm de formar o estranho familiar, e o familiar estranho.
5.1.3 Foi um modo de viver e um modo de morrer.
5.1.4 Os românticos buscaram mais apagar fronteiras, do que fixá-las.
5.1.5 Dificuldade em compreensão, por ter muitas definições, e não por escassez.
5.1.6 "Representa um tempo de nascimento e trânsito para uma nova época."
5.2 A arte como solucionadora dos conflitos humanos, realidade e natureza, sujeito e objeto. EX: cisne negro, Frankstein.
5.3 Os primeiros Românticos queriam uma revolução, mas artística e filosófica.
5.4 3 Tendências Românticas:
5.4.1 Política-Francesa
5.4.2 Artística e filosófica- Alemanha
5.4.3 O romantismo representa uma aproximação entre arte e filosofia
5.5 O romantismo é o excessivo, mas seu primeiro excesso é um excesso de pensamento. (Maurice Blaschot)
5.6 "Pois na filosofia o único caminho que leva à ciência passa pela arte, assim como, ao contrário, só por meio da ciência o poeta se torna artista." (Friedrich Schlegel)
5.7 CRISE NA ARTE: fatores relacionados à filosofia e arte, arte e vida.
5.7.1 Ser ou não ser arte?
5.7.2 Ser ou não ser filosofia?
5.7.3 Ser ou não ser, eis a questão
6 ARTE
6.1 "Para todas as artes, o único orgão de comunicação comum é a linguagem."
7 GUINADA CULTURAL DA ESTÉTICA
7.1 As novas vanguardas
7.2 Guerra entre arte moderna X Arte contemporânea
7.3 Irrupção da arte tecnológica e nostalgia de valores tradicionais
7.4 Necrologia prematura da modernidade por uma pós- modernidade efêmera
7.5 Crítica de arte desorientada e crítica estética ausente
7.6 Por uma arte acessível a todos
7.7 Conflito entre arte e industria
7.8 Críticos acreditam que a experiência das obras de arte clássicas ou modernas é suficientemente rica, resistindo a banalização cultural.
8 Estética da recepção: HANS ROBERT JAUSS
8.1 Aplicada a literatura
8.2 Critica Adorno valorizando a importância, do gozo estético, considera que tal gozo nada perde ao ser comunicador a um público.
9 ESTÉTICA E COMUNICAÇÃO: JURGEN HABERNAS
9.1 Os estetas contemporâneos legitimam a ideia de que as mídias tecnológicas aumentam a difusão das obras de arte junto ao público e favorecem assim uma renovação benéfica das experiências estéticas
9.2 Não acredita que a submissão das obras ao sistema econômico transforme o prazer estético em puro e simples divertimento.
9.3 Ele crítica o pensamento de que o consumo cultural possa servir de compensação às frustrações da existência cotidiana.
9.4 Para Habermas as mídias sociais são essencialmente veículos de linguagem "Amplificadores da comunicação linguageira"
9.4.1 Que apresentam a vantagem de abolir o tempo e o espaço: Densificam as trocas de discursos, autorizam a intersubjetividade e a intercomunicação
9.5 'Racionalidade instrumental" segundo Horkheimer e adorno, conduz o mundo ao fechamento burocrático e a cegueira, Jurgens Habermas apõe a "Razão comunista", uma razão baseada no discurso, no intercâmbio e na interação entre os indivíduos.
9.6 Habermas não exclui a possibilidade de que a estética, a longo prazo, possa agir sobre as outras racionalidades e influir na existência cotidiana
9.7 Critica adorno e sua teoria da modernidade é aceita como audaciosa, entretanto, nostálgica em relação as primeiras vanguardas.
10 DESIGN E ESTÉTICA
10.1 John Ruskin e Milliam Morris
10.1.1 Anunciavam um movimento industrial: Art and Crafts, defendendo valores pré-industriais
10.2 No fim a postura antindustrial foi modificada transformando-se numa aceitação da mecanização em busca de ideiais estéticos e sociais
10.3 Em termos formais, a mudança foi marcada pelo desvio da ênfase na decoração e do ornamento para elementos estruturais e funcionais
10.4 A crise do Design da época era a adequação da forma e estilos como o ART NOUVEAU ao processo industrial
10.5 As artes aplicadas estavam deixando de ser sinônimo de trabalhos manuais (técnica), essas três funções haviam-se separado e foi necessário encontrar um terreno comum.
10.6 Deve-se buscar um nova estética, uma vez que reproduzir mecanicamente design para mão empobreceria o potencial das máquinas. Essa arte inferior de ser refinada, a máquina deve se espiritualizar e ser utilizada "como um educador do gosto"
10.7 O documento de fundação da werkebund desenvolveu esse tema, declarando o propósito de "melhoria do trabalho profissional através da cooperação da arte, da indústria e das técnicas, através da educação, da propaganda e de atitudes verificadas face a questões pertinentes."
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