Edital ICMBio - Analista Ambiental

Aline Neves
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ICMBio 2014 Analista Ambiental Mind Map on Edital ICMBio - Analista Ambiental, created by Aline Neves on 12/07/2016.
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Edital ICMBio - Analista Ambiental
1 ECOLOGIA, CONSERVACÃO E MANEJO DA BIODIVERSIDADE
1.1 Fragmentação, efeito de borda e perda de biodiversidade
1.2 Corredores ecológicos, dispersão de fauna e flora e trocas genéticas
1.3 Conservação e manejo de populações e de metapopulações in situ e ex situ
1.4 Introduções de animais exóticos/alóctones e seus efeitos sobre populações e comunidades
1.5 Estratégias para conservação da diversidade biológica, de habitats e de espécies
1.5.1 hotspots
1.5.1.1 No que se refere a hotspots e centros de endemismo, julgue os itens a seguir. 51 Os altos índices de endemismo na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica caracterizam essas áreas como hotspots. E 52 As regiões em que se identifica pelo menos uma espécie de ocorrência restrita (endêmica) são consideradas áreas de endemismo. E
1.5.2 Centros de endemismo
1.6 Estrutura de populações e manejo sustentável de fauna na natureza e em semiliberdade
1.7 Estatística paramétrica e não paramétrica
1.8 Ecologia da paisagem
1.9 Biomas e fitofisionomias brasileiros
1.9.1 características e evolução da fauna e flora
1.9.1.1 Embora apresente reduzida taxa de endemismo e seja o menor bioma brasileiro, o Pantanal exerce função biológica importante, ao abrigar a maior riqueza de aves do Brasil e ser rota de muitas espécies de aves migratórias. E
1.10 Desenvolvimento econômico do país e conservação da biodiversidade amazônica
1.11 Política Nacional da Biodiversidade, Decreto 4.339/2002
1.12 Decreto n º 2.519/1998, Promulga a Convenção sobre Diversidade Biológica
1.13 Acesso ao patrimônio genético, Medida Provisória 2.186-16/2001 e Decreto 6.159/2007
1.14 Lei nº 5.197/1967, sobre a proteção à fauna
2 BIODIVERSIDADE, ZOOLOGIA, BOTÂNICA E HISTÓRIA NATURAL
2.1 Biodiversidade conhecida e desconhecida no Brasil
2.2 Classificação e taxonomia animal e vegetal
2.3 Fatores biológicos determinantes de riscos de extinção
2.4 Radiação evolutiva
2.4.1 evolução filogenética
2.4.2 filogeografia
3 RECURSOS FLORESTAIS
3.1 Lei 12.651/2012 e Lei 12.727/2012, dispõe sobre a proteção da vegetação nativa
3.2 Lei nº 11.284/2006 (títulos I, II e III e V), dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustentável; institui, na estrutura do MMA, o SFB; cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal
3.3 CONAMA 378/ 2006, define os empreendimentos potencialmente causadores de impacto ambiental
3.4 CONAMA 379/2006 - Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal no âmbito do SiSNAMA.
3.5 Dendrometria e inventário florestal madeireiro e não madeireiro
3.6 Manejo florestal sustentável; valoração ambiental e florestal
3.7 Recuperação de áreas degradadas
3.8 Manejo e gestão de bacias hidrográficas
3.9 Aquecimento global e sequestro de carbono
3.10 Concessão florestal
3.11 Desmatamento, corte seletivo
3.12 Conversão de floresta
3.13 Sistemas agroflorestais
3.14 Compensação de reserva legal
4 PROTEÇÃO, CONTROLE E MONITORAMENTO AMBIENTAL
4.1 Monitoramento ambiental
4.1.1 conceitos e objetivos
4.1.2 aplicações no monitoramento de sol o, ar, água, fauna, flora e ecossistemas
4.2 Proteção florestal
4.2.1 legislação aplicada ao uso do fogo
4.2.2 prevenção e combate a incêndios florestais
4.3 Conceitos básicos de cartografia
4.3.1 sistemas de informação geográfica
4.3.2 sensoriamento remoto
4.3.3 imageamento e interpretação de mapas
4.4 Lei nº 9.605/1998 - Lei de Crimes Ambientais
4.5 Decreto nº 6.514/2008 - infrações e sanções administrativas ao meio ambiente
4.6 Lei Complementar nº 140/2011 - exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora
5 PLANEJAMENTO E GESTÃO DE UC
5.1 Princípios para elaboração de Plano de Manejo de UCs
5.2 Gestão e manejo de UC
5.2.1 CONAMA nº 001/1986 - diretrizes gerais para a Avaliação de Impacto Ambiental como um dos instrumentos da PNMA
5.2.2 CONAMA nº 237/1997 - licenciamento ambiental
5.2.3 CONAMA nº 428/2010 - licenciamento ambiental de projetos não sujeitos a EIA/RIMA em UCs
5.2.3.1 licenciamento ambiental e áreas circundantes das UC
5.3 Ciclos de ocupação na Amazônia, questão fundiária e suas relações com o SNUC
5.4 Uso público
5.5 Conselho gestores (consultivo e deliberativo)
5.5.1 participação da sociedade na gestão das unidades de conservação
5.6 Conhecimento tradicional, extrativismo e sustentabilidade socioambiental
5.6.1 Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais
5.7 Noções de pedologia, ciclagem de nutrientes e classificação dos solos
5.8 Noções de geologia, geomorfologia e hidrologia da Bacia Amazônica
5.9 Lei nº 9.985/2000 e Decreto nº 4.340/2002 - SNUC
5.10 Plano Estratégico Nacional de Áreas Protegidas (PNAP), Decreto nº 5.758/2006
5.11 Gestão de qualidade em Unidades de Conservação
5.12 Gestão compartilhada com OSCIP – Lei nº 9.790/1999
5.13 Parcerias público privadas – Lei nº 11.079/2004
5.14 Concessão e permissão da prestação de serviços públicos - Lei nº 8.987/1995 e alterações
6 POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS E A CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE
6.1 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (artigos 1º ao 5º)
6.2 Decreto nº 4.887/2003 - identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos
6.3 Decreto nº 5.051/2004 - Promulga a Convenção no 169 da Organização Internacional do Trabalho
6.4 Decreto nº 7.747/2012 - Institui a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas
6.5 Lei nº 11.516/2007 - Dispõe sobre a criação do ICMBio
6.6 Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA, Lei nº 9.795/1999 e Decreto nº 4.281/2002
7 ASPECTOS HISTÓRICOS E SOCIAIS DA OCUPAÇÃO HUMANA NA REGIÃO DO COMPLEXO DO TAPAJÓS
7.1 A ocupação e o uso desordenado da terra nas regiões adjacentes às planícies do Pantanal são hoje uma das principais ameaças à conservação da biodiversidade local. Outra atividade que também ameaça esse bioma é a produção de energia por usinas hidrelétricas. As hidrelétricas promovem alterações no hábitat de espécies aquáticas e semiaquáticas e, consequentemente, nos serviços ecossistêmicos que essas espécies desempenham na região. Internet: <revistapesquisa.fapesp.br> (com adaptações). Acerca do Pantanal e das atividades antrópicas relacionadas à perda de biodiversidade, julgue os itens seguintes. 53. A construção de mecanismos de transposição de peixes, como as escadas e as eclusas, é uma estratégia adotada para atenuar os efeitos do barramento na migração de peixes reofílicos e, consequentemente, conservar populações ex situ. E 54 Embora apresente reduzida taxa de endemismo e seja o menor bioma brasileiro, o Pantanal exerce função biológica importante, ao abrigar a maior. E
7.2 A construção de mecanismos de transposição de peixes, como as escadas e as eclusas, é uma estratégia adotada para atenuar os efeitos do barramento na migração de peixes reofílicos e, consequentemente, conservar populações ex situ. e
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