Sistema de métodos
científicos utilizados
pela polícia e nas
investigações criminais
Analisa os
indícios
extrínsecos ao
crime ou à
identidade do
criminoso
Objetivos
2. Constatar os meio e formas em que o delito foi praticado
3. Elaborar a prova técnica
4. Repetir a cena do crime
5. Qualificar a infração penal
1. Verificar a ocorrência do ilícito penal
6. Indicar quem foi o autor do delito
7. Identificar a
vítima
Doutrina
4. Princípio da Descrição
5. Princípio da Documentação
3. Pincípio da Análise
2. Princípio da Interpretação
1. Princípio da Observação
Histórico
Han Gross
Alemanha
cunhou o
termo
Edmond Locard
França
Poroscopia
Método
Grafométrico
1º laboratório
Carlos Viana
Brasil
Delegacia e
Laboratório
A perícia em face da legislação
Locais de crime
Conceito: toda área onde tenha
ocorrido um fato que assuma a
configuração de delito
A polícia ostensiva previne a
ruptura da ordem de manter o local
preservado, enquanto a polícia
judiciária aplica a lei penal quanto
confirmado que o crime ocorreu
Classificação
Quanto à natureza: Homicídio, Suicídio, Acidente
Quanto à área: Interno, Externo
Quanto à preservação: Idôneo, Inidôneo
Quanto à divisão: Imediato, Mediato, Relacionado
Isolamento
Assim que acontecer o crime, a primeira providência
a ser tomada é o isolamento do local. Esse é feito
pelos policiais que aguardam a chegada dos peritos.
Vestígios
Em um local de crime, todo elemento
que possa ter relação com o fato
investigado é um vestígio. A
existência de um vestígio presume
que haja um agente provocador e um
suporte para a sua ocorrência. É de
extrema importância a posição em
que se encontra um vestígio, assim
como a relação com outros vestígios
Vestígios biológicos
Sangue
Coleta para extração de
DNA. Observação do padrão
disperso no ambiente
Manchas de esperma
Fluorescência
verde-esbranquiçada
sob luz UV
Coloração branca ou
amarelada quando
recente e acinzentada
quando antiga
Prova de orientação: luz UV, coloração
Prova de certeza: avaliação microscópica
Manchas de leite
Coloração amarelo-acinzentada
Exames de orientação: guaicol
(amarelo-alaranjado), hidroquinona
(rosa) e pirocatequina (amarelo-escuro)
Manchas de colostro
Líquido amarelado
Exame de certeza: microscópico (leucócitos)
Líquido amniótico
Coloração amarelada ou esverdeada
Induto sebáceo
Substância esbranquiçada que recobre o feto
Mecônio
Substância pastosa, de cor esverdeada, algumas vezes estriada de amarelo. Eliminada de 6-12h apoós o nascimento e dura até 3 dias
Matéria fecal
Saliva
Coloração que varia de amarelada-esbranquiçada a acinzentada. Não tem fluorescência sob luz UV
Urina
Importante para a toxicologia forense. Sob luz UV tem coloração amarela a alaranjada
Vômitos
Suor
Líquido aquoso, incolor. Dependendo da quantidade é possível identificar o grupo sanguíneo
Manchas de muco nasal
De cor amarelada, branca ou acinzentada. Pode vir acompanhada de pó aspirados pelo nariz. Na UV tem cor azul-claro.
Exame microscópico demonstra células prismáticas da mucosa nasal, microrganismos e partículas de carbono
Manchas de secreções bronquiais
Inodora e incolor. Consistência homogenea mucosa, purulenta ou hemática
Marcas produzidas por dentes e lábios
Fibras e pelos
Marcas de pneus
É possível identificar a direção do carro
Pegadas
Não confundir pegada descalça com impressão plantar. O tipo de terreno e a sua inclinação interferem
nas marcas: em locais planos as pegadas são realistas, já em locais inclinados modificam o tamanho real
Marcas de ferramentas
Em alguns casos é possível cobrir o
cadáver, objetivando a impedir que
a chuva destrua vestígios
importantes como marcas de sangue
Locais de morte
Balística forense: protocolo
Balística forense
Estudo das armas de
fogo, munição e os
efeitos causados por elas
Identificação
Direta: feita na prórpria arma
Indireta: estudos comparativos, que
auxiliem na identificação da arma
1. Balística interna - fenômenos que ocorrem dentro do cano da arma durante o disparo
2. Balística externa - forças que atuam nos projéteis e os movimentos destes durante a travessia pela atmosfera. Movimento e velocidade do projétil
Balística intermediária - mecanismos das armas e a técnica
de tiro. Deflagração da pólvora no interior da arma e o
trajeto percorrido até que o projétil saia do cano
Balística terminal - interação entre os projéteis e os seu alvos
Silenciadores: tubo com
várias câmaras
separadas de maneira
que os gases. Reduzem
a velocidade dos gases
Tapa-chamas: reduzem o
tamanho e a intensidade
das chamas na boca do cano
Armas de fogo: peças constituídas por 1 ou mais
canos, aberto na extremidade anterior e parcialmente
fechado na posterior, por onde se insere o projétil
Classificação
1. Dimensão: portáteis, semiportáteis e não portáteis
2. Modo de carregar: antecarga e retrocarga
3. Percussão: pederneira ou espoleta
4. Calibre: diâmetro entre os raios (armas
raiadas) e peso dos projéteis do diametro do
cano equivalentes a 1 libra (armas de alma lisa)
Projétil: instrumento perfurocortante, que desloca-se da
arma devido à combustão da pólvora, e ao ganhar
movimento de rotação pela propulsão, atinge o alvo, e por
pressão, causa o afastamento das fibras. o alvo também é
atingido pela compressão de gases que acompanham o
projétil. A lesão produzida por este agente compreende o
oríficio de entrada, o trajeto e o orifício de saída
Lesões
Orifício de entrada
1. Orla de escoriação - rompimento da epiderme
2. Orla equimótica - hemorragia de pequenos vasos próximos a lesão
3. Orla de enxugo - cor escura. A bala limpa-se, deixando na pele os resíduos de pólvora
1. Zona de compressão de gases - depressão da pele, devido a ação dos gases
2. Zona de tatuagem - formada por partículas de carvão e pólvora incombusta
3. Zona de chamuscamento - formada por grânulos de fuligem, pode queimar os pelos e a pele
4. Zona de esfumaçamento - formada por grânulos de fuligem, causando lesões superficiais
Orifício de saída
Irrelgular e dilacerado, sem orlas e
zonas, maior que o orifício de
entrada, mais sangrante, bordos
evertidos
Distância
Enconstado: orifício irregular
ou estrelado, maior que o
projétil. Formação da câmara
de mina. Zona de tatuagem
discreta. Lessão de pressão
Próximo: orifício regular, menor
que o projétil. Presença de orlas
e zonas. O tamanho das zonas
permite avaliar a distância
Distante: orifício regular,
menor que o projétil.
Presença de orlas e
ausencia de zonas
Exame de munição: flowchart
Exame de arma de fogo: flowchart
Genética forense: protocolo
Coleta de material biológico
Ações preliminares
Observar isolamento, documentação, registro, fotografia, segurança do local. Reconhecimento da área para localização dos vestígios. Antes da coleta, os mesmos devem ser fotografados da forma em
que foram encontrados, com e sem escala. Impedir a manipulaçao do local por pessoas estranhas. Informações quanto a possíveis contaminações podem ser solicitadas de testemunhas e policiais
Procedimentos
Antes de entrar no local, utilizar vestimenta adequada, para proteção própria e dos vestígios. Luvas devem ser trocadas a cada vestígio coletado. Podem ser utilizados reagentes
quimioluminescentes ou colorimétricos para facilitar a identificação de manchas latentes. As informações contidas nas embalagens e no formulário devem ser inequívocas
Coleta em suportes móveis
Obejtos que podem ser embalados e transportados. Quando possível, devem ser coletados em sua totalidade. A coleta não pode prejudicar
outras análises como papiloscópica ou balística. Projéteis contendo amostras biológicas devem ser coletados sem o uso de pinças
Coleta em suportes imóveis de superfície não absorvente
Para fluídos biológicos secos, utilizar swab estéril umedecido em água destilada estéril. Para fluídos
biológicos úmidos, utilizar swab seco. O swab deve ser acondicionado em embalagem adequada
Coleta em suportes imóveis com superfície absorvente
Se possível, recortar a região onde o vestígio se encontra, utilizando laminas ou tesouras esterelizadas. Se não for possível,
então proceder para a raspagem com lâmina estéril ou coletar com uso de swab umedecido em água destilada estéril
Coleta de outros vestígios biológicos
Cabelos e pelos devem ser coletados com pinças descartáveis ou descontaminadas e acondicionados separadamente (chumaços). Em cadáveres com suspeita de agressão sexual, onde exista pelos pubianos morfologicamente
diferentes dos da vítima, estes devem ser coletados com auxílio de um pente fino. O pente fino pode ser lavado com água destliada para remoção dos pelos, ou pode ser encaminhado em sua totalidade para a análise
Biossegurança
Todo material biológico deve ser considerado como potencialmente infectante. Todo o material descartável utilizado nas coletas deve ser descartado conforme a legilslação
vigente. Materiais permanentes devem ser lavados com água e detergentes e em seguido serem autoclavados ou serem descontaminados com hipoclorito de sódio
Pontos críticos
Tomar todo o cuidado para evitar contaminações dos vestígios. Evitar a deposição do seu próprio material biológico nas amostras durante as coletas. Evitar contaminação de
um vestígio com outro, acondicionando-os em embalagens individuais. Os vestígios úmidos devem ser secos a RT, protegidos da luz solar e encaminhados para análise.
Quando não for possível a secagem, as amostras devem ser encaminhados em <48h ou congeladas antes do encaminhamento. Identificar pessoas possíveis contaminadoras
do local. Cuidar para que a identificação das embalagens e do formulário sejam as mesmas. Tomar todos os cuidados necessários para a preservação e envio da amostras
Preservação e envio de vestígios biológicos
Biossegurança
Todo material biológico deve ser considerado como potencialmente infectante. Todo o
material descartável utilizado nas coletas deve ser descartado conforme a legilslação vigente
Embalagem inicial e preservação
A coleta e embalagem não devem prejudicar outras análises como papiloscópica e
balística. Projéteis com vestígios biológicos devem ser coletados sem o uso de pinça
Vestígios úmidos
São fluídos biológicos úmidos, peças anatômicas e amostras impregnadas em swabs . Devem ser secos a RT, protegidos da luz solar, para evitar contaminações. Uma
vez secos, podem ser embalados como tais. Amostras que não podem ser secadas, como peças anatômicas e tecidos moles, devem ser congeladas (>-18°C). Se o tempo
de envio for <48h, podem ser refrigeradas (0-7°C) dentro de embalagens plásticas. Quando o envio for imediato, as amostras podem ser refriadas com gelo reciclável
Vestígios secos
São fluídos que foram coletados em swabs e submetidos a secagem. Devem ser acondicionados em embalagens de papel para evitar a retenção
de umidade, ou em porta swabs. Quando secos podem ser mantidos a RT (<25°C) em condições de umidade que não afete a sua preservação
Identificação e registro
Os registros devem ser resistentes as variações de temperatura e umidade. As identificações presentes nas embalagens devem ser as mesmas
contidas nos formulários. Devem ser utilizadas embalagens com lacres e númeração única, que permitam a rastreabilidade do vestígio
Preservação
As amostras devem ficar protegidas da luz solar, substancias químicas e condições que favoreçam o crescimento de microrganismos (umidade e calor)
Envio
Devem ser encaminhadas as unidades de análise o mais rápido possível. Durante o
envio, devem ser preservadas as suas condições de rastreabilidade até a sua entrega
Pontos críticos
Cada vestígio deve ser embalado individualmente. A identificação das embalagens das amostras devem ser as mesmas presentes no formulário, para garantir a sua rastreabilidade do local do crime
até a unidade de análise. Os vestígios devem ser preservados para manter a integridade do seu material genético. Devem ser abrigados da luz solar, substancias quimicas e condições que favoreçam
o crescimento de microrganismos. As amostras devem ser encaminhadas o mais rápido possível para as unidades de análise. O acondicionamento das mesmas não pode prejudicar outras análises
Recebimento e armazenamento de
materiais biológicos para extração de DNA
Biossegurança
Todo material biológico deve ser considerado como potencialmente infectante. Todo o material
descartável utilizado nas coletas deve ser descartado conforme a legilslação vigente
Recebimento do material
Em unidade de custódia: conferir a numeração do lacre do material, se corresponde a do documento que o acompanha e a integridade
do lacre e da embalagem. Conferir se o material chegou nas condições adequadas, como descrito na documentação. Não conformidades
devem ser resgitradas. O material pode ou não ser devolvido a unidade de origem para adequação aos procedimentos recomendados
Em unidade de análise: o mesmo da unidade de custódia, porém deve-se conferir o seu
conteúdo. Se necessário a embalagem poderá ser aberta na presença do perito responsável
Armazenamento
Todo material dever ser
armazenado em local seguro,
com acesso restrito e controlado
Armazenamento em curto prazo: sangue in natura ou com agentes anticoagulantes, material
biológico impregnados em swab ou pelo com bulbo podem ser refrigerados. Material úmido
como peças anatômicas, tecidos moles devem ser congelados. Material seco, acondicionado
em embalagem de papel podem ser armazenados a RT em local livre de umidade
Armazenamento em longo prazo: materiais úmidos devem ser congelados , materiais secos como
swabs e recortes de vestuário devem ser congelados e materiais secos embalados em papel podem
ser armazenados a RT. Os materiais devem permanecer armazenados até ordem contrária da justiça
Locais de crime contra pessoa: protocolo
Ações preliminares
Conferir e checar o material. Confirmar o endereço do
local. Realizar o agrupamento da equipe. Identificar os
componentes, a data do exame, a unidade solicitante,
o endereço do destino, horários de chamada ,
deslocamento e chegada no local. Verificar se as
áereas mediatas e imediatas estão isoladas e
preservadas, registrando por escrito ou por imagens a
situação do local. Solicitar as informações preliminares
dos fatos. Anotar qualquer observação relacionada a
ocorrencia: primeiro a chegar na cena do crime, trajeto
eleito e percorrido, ações por eles desenvolvidas,
identificação dos socorristas, eventual manuseio da
vitíma. Adequar o perímemtro da área isolada. Podem
ser adotadas medidas coercitivas para impedir que
estranhos entrem no local. Definir as tarefas da
equipe. Verificar as condições de segurança do local.
Escolher o tipo de padrão a ser utilizado na busca de
vestígios. Vestir vestimenta adequada. Verificar a
presença de sinais vitais. Seguir os POPs de coleta.
Durante exame pericial
Do local
Descrever o local e georreferenciá-lo. Verificar as condições climáticas e visibilidade. Verificar a integridade
dos obstáculos. Buscar por sistemas de vigilância, registros, interfones. Tirar fotografias panorâmicas e
gerais, ilustrando as vistas gerais do crime, com pontos de referência, placas, equipamentos públicos.
Dos exames
Vestígios
Identificar sinais de luta ou semelhantes. Determinar a posição relativa dos vestígios. Identificar, plotar, fotografar e descrever os vestígios
para coletá-los adequadamente, priorizando os temporários. Mostrar nas fotografias, as características do local, incluindo o isolamento, os
obejtos e a sua disposição. Numerar os vestígios de maneira a individualizá-los. Trocar as luvas entre os vestígios. Se possível, fazer 2 coletas
do mesmo vestígio. Embalar individualmente cada vestígio. Coletar imagens em sistemas de segurança. Examinar e coletar armas de fogo e
seus componentes, tornando-as seguras antes de realizar o acondicionamento. Para preservar materiais biológicos em projéteis, estes devem
ser coletados com o uso de pinças plásticas. Periciar veículos quando houver. Os vestígios papiloscópicos devem ser fotografados e plotados.
Cadáver
Descrever e registrar a posição em que foi encontrado. Fotografar a face e as características identificadoras, pertences e objetos, vestes, lesões externas.
Tirar fotos em diversos angulos e graus de aproximação. Havendo + de 1 cadáver, numerá-los. No exame perinecroscópico descrever as características
físicas do cadáver, suas vestes e pertences pessoais. Ao descrever lesões, indicar a região anatômica envolvida, o meio, instrumento ou ação que a produziu.
Coletar as vestes, se necessário. O exame no cadáver segue a ordem: cabeça, braço direito e esquerdo, tórax, abdomem, perna direita e esquerda. Em
suspeita do uso de arma de fogo e não sendo realizada a coleta de material no local, devem ser protegidas e preservadas as áreas anatomicas de interesse
Liberação do local
Os objetos que não forem coletados pelos peritos, ficam sob responsabilidade da autoridade policial. O perito deve
comunicar ao policial quando o local estiver liberado. Anotar a hora do término e comunicar à base. Se houver
necessidade de retornar ao local do crime, o mesmo permanecerá fechado e preservado até a liberação pelos peritos
Recomendações
Os resíduos gerados devem ser descartados conforme a legislação. Todo material biológico é potencialmente infectante. Utilizar as
condutas adequadas para a coleta de vestígios. Evitar contato com os envolvidos, acusados, testemunhas, parentes, advogados, etc.
Refrigerar as amostras biológicas em caixas térmicas com gelo reciclável durante o transporte nas viaturas. Ao chegar na instituição,
acondicionar adequadamente cada vestígio. Os varais utilizados para secagem devem ser descartáveis ou limpos com hipoclorito. Assim
que possível, os vestígios devem ser encaminhados para a análise. Sempre que possível, os peritos devem acompanhar o exame
cadavérico feito pelo legista. Na descrição das regiões anatomicas devem ser utilizadas 2 terminologicas: popular e anatômica. Em
superfícies suspeitas de manipulação de drogas, deve ser realizados um esfregaço para o coleta de resíduos ou coletá-lo em sua totalidade
Computador ligado
Fotografar o conteúdo do monitor. Desligamento súbito do
equipamento caso seja constatada alguma atividade indicando
que os dados estão sendo alterados ou apagados. Não realizar o
desligamento súbito se houver dados de interesse pericial na tela
- coletar as informações e depois desligar de forma tradicional
Computador desligado
Não ligar o equipamento. Apreender o equipamento
junto com cabos e fontes. Equipamentos portáteis
devem ser desligados. Nos casos de identificação
papiloscópica, realizar manuseio adequado
Pontos críticos
Preservação e isolamento do local
Qualquer alteração no local ocorrida entre
o acontecimento do delito e a chegada dos
peritos, deve ser comunicada a eles
EPI
A naõ utilização de EPIs pode
promover a contaminação do
servidor ou dos vestígios
Cadeia de custódia
A idoneidade dos vestígios está diretamente
relacionada à coleta adequada, registro,
acondicionamento e transporte
Registro de deficiências em equipamentos e materiais
Formalizar ao hierárquico superior, as
deficiências de equipamentos e materiais
utilizados para o levantamento pericial