Antidepressivos em crianças e adolescentes

Descrição

Mapa Mental sobre Antidepressivos em crianças e adolescentes, criado por Ester Medeiros em 06-10-2018.
Ester Medeiros
Mapa Mental por Ester Medeiros, atualizado more than 1 year ago
Ester Medeiros
Criado por Ester Medeiros aproximadamente 8 anos atrás
21
1

Resumo de Recurso

Antidepressivos em crianças e adolescentes
  1. FARMACOTERAPIA: primeira linha para depressões GRAVES
    1. Dose inicial: contínua e no limite inferior do intervalo terapêutico (no mínimo 4 semanas
      1. MONITORIZAÇÃO após início do TTT (resposta, efeitos adversos, suicidalidade)
        1. A FDA recomenda que pacientes sejam VISTOS:
          1. 1) NAS 4 PRIMEIRAS SEMANAS;
            1. 2) DEPOIS, A CADA 2 SEMANAS durante 1 mês
              1. 3) Então, APÓS 12 SEMANAS
          2. MUDANÇA DE DOSE pode ser feita APÓS 4 SEMANAS OU APÓS 12 SEMANAS se houver só melhora parcial
            1. EM CASOS DE RESISTÊNCIA/NÃO RESPOSTA PENSAR EM.. (Inicialmente, tentar trocar por outro IRSS)
              1. NÃO ADESÃO deve ser considerada
                1. Diagnóstico de OUTRA doença psiquica
                  1. Fatores psicossociais (Bullying, conflitos familiares)
                2. Em média, o TTT de manutenção DURA 1 ANO. A descontinuação deve ser lenta e em tempo livre de estresse
              2. IRSS (tem MAIS ESTUDOS)
                1. Usado em menor gravidade de depressão
                  1. Apresentou maiores taxas de resposta/remissão que placebo
                  2. FLUOXETINA
                    1. PRIMEIRA ESCOLHA
                      1. Superior ao placebo em coortes PEDIÁTRICOS
                      2. ESCITALOPRAM
                        1. Superior ao placebo em coortes ADOLESCENTES
                        2. SERTRALINA
                          1. Pode ser superior ao placebo, mas os efeitos são PEQUENOS
                          2. CITALOPRAM
                            1. POUCAS evidências de efeito
                              1. NÃO recomendado para crianças/adolescentes com síndrome de QT longo congênita
                                1. Uso como tratamento com cautela nos cardiopatas congênitos e hepatopatas
                                2. PAROXETINA
                                  1. NÃO mostrou eficácia no grupo etário
                                  2. ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS/ADTs
                                    1. NÃO uteis no TTT em crianças, só evidências marginais em ADOLESCENTES
                                      1. PENSA-SE em usar só em depressões RESISTENTES ao TTT
                                      2. INIBIDORES DA MONOAMINA OXIDASE (IMAO)
                                        1. Avaliação da eficácia limitada devido efeitos colaterais e dificuldade com dieta livre de Tiramina: NÃO RECOMENDADO na faixa etária
                                          1. PENSA-SE em usar só em depressões RESISTENTES ao TTT