Tratamento Psicanalítico - Freud 1913

Descrição

Prática Psicanalítica
Leila Lyra
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Leila Lyra
Criado por Leila Lyra quase 6 anos atrás
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Resumo de Recurso

Tratamento Psicanalítico - Freud 1913
  1. 1- Exame preliminar ou tratamento de ensaio
    1. 2- Deve seguir as regras da análise
      1. 3- Deixar o paciente falar livremente
        1. Falar sobre o que o ocorrer. Sem direcionamento
          1. A fala pode vim do consciente ou inconsciente
        2. 4- Estabelecer o diagnóstico diferencial
          1. Neurose, psicose ou perversão
            1. Qual tipo de estrutura psíquica ?
              1. Neurótica, psicótica ou perversa
                1. Qual o tipo Clínico?
                  1. Fobia, histeria, esquizofrenia...
                    1. O psicanalista deve possuir uma orientação ao tipo de intervenção

                      Anotações:

                      • Muitas vezes não é necessário falar sobre o diagnóstico ao paciente para não estereotipar 
          2. 5- Desenvolvimento da Transferência
            1. Não há processo de análise sem o estabelecimento da transferência
            2. 6- Resistência
              1. Pode ser consciente ou inconsciente pois a mudança pode favorecer o medo do novo ou a perda de um ganho secundário que o paciente possa obter com o sintoma.
                1. O paciente pensa: Se é ruim do jeito que está imagina da maneira como venha a ser
              2. 7- Sintoma
                1. Sintoma analítico é aquele que deve ser descoberto. Ex: Estou deprimido. ( Qual a causa da depressão?)
                2. Tempo do tratamento psicológico.
                  1. A duração é inderterminada , é sempre de longos períodos devido a atemporalidade dos processos inconscientes.
                    1. É um processo analítico e não terapêutico
                    2. O êxito do tratamento é devido a transferência e não à sugestão.
                      1. O tratamento no divã pode desorganizar mentalmente um paciente psicótico e favorecer surtos. A análise é muitas vezes profunda e muitas vezes ele perde a referência ao outro que é necessário. Estar atrás muitas vezes pode ser uma ameaça.
                        1. O tratamento no divã deve ser feito qud o analista já conhece de qual estrutura se trata e não acontece na primeira sessão.
                          1. O divã é necessário para que os pensamentos inconscientes e expressões do analista não interfira. Não há uma interpretação da imagem e a fala é mais livre.
                        2. Uma devolutiva ao paciente jamais deve ser feita sem o estabelecimento da transferência.
                          1. Uma comunicação prematura leva a análise a um fim intempestivo.
                          2. A dinâmica da cura: Sofrimento, desejo de ser curado, resistência, Transferência e interpretação e resolução dos problemas.

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