A dor torácica é o sintoma mais comum nas doenças do esófago.
A relação entre DRGE e pirose é tao forte, que é aceitável iniciar tx empírica para rge
A regurgitação é o retorno de fluidos ou alimentos para a faringe, com a presença de náuseas ou esforço para vomitar.
Sintomas esofágicos MAJOR: pirose , regurgitação, disfagia, dor toracica, odinofagia e sensação de globus.
RGE é a causa mais comum de dor torácica esofágica.
Disfagia unicamente para sólidos sugere doenças da motilidade.
A disfagia para líquidos e sólidos sugere doenças da motilidade, como acalasia.
A localização, pelo paciente, da retenção do alimento no esófago é imprecisa.
A odinofagia é mais comum com esofagite farmacogénica ou infecciosa, do que com esofagite de refluxo.
DRGE com odinofgia sugere ulcera gástrica ou erosão profunda do esófago.
O globus hysterivus não alivia com a deglutição.
A EDA é o exame mais util para avaliar o tracto GI proximal.
A sialorreia é um sintoma comum.
A EDA detecta lesões da mucosa, metaplasia, lesões vasculares,
A EDA tem maior sensibilidade para detectar estenoses que a radiografia contrastada.
O rx baritado é melhor que a EDA nos seguintes casos: 1) estenoses 2) avaliação da função e morfologia esofágica. 3) Patologia hipofaríngea e distúrbios do músculo cricofaríngeo
O rx baritado exclui a necessidade de EDA.
O teste do refluxo faz diagnostico de DRGE sem esofagite esofagica na EDA
No teste do refluxo valores < 5% do dia com ph <4 são indicativos de RGE
A hernia do hiato mais comum é a tipo I.
A tipo II, III e IV sao hernias paraesofagicas.
A hérnia tipo I não tem influencia na DRGE.
As hernias tipo II e III são hernias do corpo gástrico
A herniaçao IV tem indicação cirurgica.
Os aneis B são assintomáticos, presentes em 10% da população e tipicamente em doentes com >40 anos
Quando o diâmetro luminal <13 mm, os aneis estão associados a disfagia episódica para líquidos e sólidos. Qual o nome do anel, neste caso?
Anel de schatzki ou .
Síndrome de Plummer-vinson: 1) 2) 3)
O cancro do esófago é 10x menos frequente que o CCR (cancro colo-rectal)
O cancro de celulas escamosas é mais comum nos caucasianos
O Cancro de celulas escamosas é mais comum em homens negros, na raça negra e esofago distal.
Cancro de celulas escamosas está associada a factores de risco como o tabagismo, HPV, lesões causticas ou alcool.
O adenocarcinoma é mais comum em homens caucasianos, esófago distal e tem relaçao com a metaplasia de barret e DGRE.
A apresentação tipica do cancro do esófago é a disfagia progressiva para sólidos e o emagrecimento.
Outros sintomas associados no cancro do esófago são odinofagia, deficiência de ferro e rouquidão
A rouquidão está associada a cancro do esofago inferior.
Os tumores benignos são comuns e os mais prevalentes são os leiomiomas.
A anomalia congénita mais comum é a atresia.
As complicações tardias da atresia são a estenose, a dor torácica abundante e refluxo.
Uma das anomalias congénitas do esófago, a mucosa gástrica heterotópica, está presente em 4,5% da população e consiste num foco de epitélio gástrico situado no esofago cervical proximal.
Os tumores esofágicos benignos são sintomáticos quando os doentes apresentam disfagia e devem ser apenas removidos nessa altura.
A acalasia é rara.
A acalasia ocorre por perda de celulas ganglionares do plexo mioenterico do esofago.
No EED (espasmo do esófago difuso) existem contracções esofágicas e relaxamento anormal do EEI
O espasmo do EED é definido pela ocorrência da contracções no esófago proximal com pequena latência em relação relativa ao tempo de contracção faríngea.
O EED é menos comum que a acalasia.
A dor torácica de origem cardiaca de ser sempre a primeira hipotese de dx.
Pesquisa-se logo EED com o surgimento dos sintomas de disfagia e dor torácica.
O diagnostico de EED é feito com EDA.
É específico de EED esofago em saca rolhas, esofago em rosario, ondulação e pseudo-diverticulos.
O unico tratamendo medico que mostoru eficácia no EED foram o uso de ansiolíticos.
O tratamento cirúrgico é sempre uma opção no tratamento de EED.
Os achados da manometria não são suficientes para diagnosticar EED, por apenas detectarem alterações leves.
É comum a doença psiquiátrico, bem como DRGE nos doentes com EED.
A incidência de adenocarcinoma esofágico aumentou 2-6x nos ultimos 20 anos
Em relação à DRGE:
O aumento da incidência de adenocarcinoma não tem uma relação directa com a presença de DGRE.
A grande maioria tem esofagite.
Algum grau de refluxo é normal.
A hipersecreção ácida é um factor dominante no desenvolvimento de esofagite.
Os 3 mecanismos principais responsaveis pela incompetência do EEI: relaxamento transitório do EEI, hipotensão do EEI, distorção anatómica de JEG, por hernia do hiato.
O relaxamento transitório do EEI é reponsavel pela grande maioria do refluxo em individuos normais e individuos com DGRE sem hernia do hiato,
Os efeitos da bilis, enzimas pancreáticas e pepsina não têm alteração em em meio ácido.
A bilis é um cofactor na patogénese da metaplasia de barret e adenocarcinoma.
A bilis persiste no fluido refluido, apesar da medicação com supressores ácidos.
Disfagia e pirose são os sintomas típics de DRGE.
A primeira abordagem é a clinica, com tratamento empirico com inbidores da acidez.
As síndromes extra-esofagicas com associação estabelecida com a DGRE são a tosse crónica, faringite, asma e erosão dentária.
A consequência histológica mais grave da DGRE é a mataplasia de barret
O indice de malignizaçao do esofago de barret é de 0,1-0,3%/ano.
O grupo em maior risco de malignização no esófago de barret são homens, diabéticos, na 8º década de vida.
O rastreio endocoscópico do adenocarcinoma do esófago tem ajudada a diminuir a incidência e, por isso, uma utilidade estabelecida.
A tx anti-secretora agressiva ou cirurgia anti-refluxo tem evidência na regressão de esófago de barret ou prevenção de adenocarcinoma.
A displasia do esófago de alto grau implica intervenção, sendo o goldstandard a ablação da mucosa por radiofrequência.
A redução farmacológica da produção de ácido não possibilita a cicatrização da esofagite, apesar de reduzir os sintomas.
Nao existem diferenças entre os IBPs e só existe um ganho modesto com o aumento de dose.
A presença de pirose relaciona-se directamente com a presença e gravidade da esofagite.
Um dos efeitos adversos dos IBPs é a diminuição da absorção devitamina b12
A confirmaçao histologica da EE é feita com a demonstraçao de eosinofilia, +/- 15 eosinofilos por campo de grande aumento
falta as esofagites.