Simulado Filosofia

Marina Faria
Quiz by , created almost 5 years ago

Teste seus conhecimentos sobre Filosofia para o Enem e Vestibulares

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Marina Faria
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Question 1

Question
Até hoje admitia-se que nosso conhecimento se devia regular pelos objetos; porém, todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso conhecimento, malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento. KANT, I. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste-Gulbenkian, 1994 (adaptado). O trecho em questão é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana na filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que
Answer
  • assumem pontos de vista opostos acerca da natureza do conhecimento.
  • defendem que o conhecimento é impossível, restando-nos somente o ceticismo.
  • revelam a relação de interdependência entre os dados da experiência e a reflexão filosófica
  • apostam, no que diz respeito às tarefas da filosofia, na primazia das ideias em relação aos objetos.
  • refutam-se mutuamente quanto à natureza do nosso conhecimento e são ambas recusadas por Kant.

Question 2

Question
Os produtos e seu consumo constituem a meta declarada do empreendimento tecnológico. Essa meta foi proposta pela primeira vez no início da Modernidade, como expectativa de que o homem poderia dominar a natureza. No entanto, essa expectativa, convertida em programa anunciado por pensadores como Descartes e Bacon e impulsionado pelo Iluminismo, não surgiu “de um prazer de poder”, “de um mero imperialismo humano”, mas da aspiração de libertar o homem e de enriquecer sua vida, física e culturalmente. CUPANI, A. A tecnologia como problema filosófico: três enfoques. Scientiae Studia, São Paulo, v. 2, n. 4, 2004 (adaptado). Autores da filosofia moderna, notadamente Descartes e Bacon, e o projeto iluminista concebem a ciência como uma forma de saber que almeja libertar o homem das intempéries da natureza. Nesse contexto, a investigação científica consiste em
Answer
  • expor a essência da verdade e resolver definitivamente as disputas teóricas ainda existentes.
  • oferecer a última palavra acerca das coisas que existem e ocupar o lugar que outrora foi da filosofia.
  • ser a expressão da razão e servir de modelo para outras áreas do saber que almejam o progresso
  • explicitar as leis gerais que permitem interpretar a natureza e eliminar os discursos éticos e religiosos.
  • explicar a dinâmica presente entre os fenômenos naturais e impor limites aos debates acadêmicos

Question 3

Question
TEXTO I Há já algum tempo eu me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados não podia ser senão mui duvidoso e incerto. Era necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo novamente a fim de estabelecer um saber firme e inabalável. DESCARTES, R. Meditações concernentes à Primeira Filosofia. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado). TEXTO II É o caráter radical do que se procura que exige a radicalização do próprio processo de busca. Se todo o espaço for ocupado pela dúvida, qualquer certeza que aparecer a partir daí terá sido de alguma forma gerada pela própria dúvida, e não será seguramente nenhuma daquelas que foram anteriormente varridas por essa mesma dúvida. SILVA, F. L. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Moderna, 2001 (adaptado). A exposição e a análise do projeto cartesiano indicam que, para viabilizar a reconstrução radical do conhecimento, deve-se
Answer
  • retomar o método da tradição para edificar a ciência com legitimidade.
  • questionar de forma ampla e profunda as antigas ideias e concepções.
  • investigar os conteúdos da consciência dos homens menos esclarecidos.
  • buscar uma via para eliminar da memória saberes antigos e ultrapassados
  • encontrar ideias e pensamentos evidentes que dispensam ser questionados

Question 4

Question
Para Platão, o que havia de verdadeiro em Parmênides era que o objeto de conhecimento é um objeto de razão e não de sensação, e era preciso estabelecer uma relação entre objeto racional e objeto sensível ou material que privilegiasse o primeiro em detrimento do segundo. Lenta, mas irresistivelmente, a Doutrina das Ideias formava-se em sua mente. ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2012 (adaptado). O texto faz referência à relação entre razão e sensação, um aspecto essencial da Doutrina das Ideias de Platão (427 a.C.-346 a.C.). De acordo com o texto, como Platão se situa diante dessa relação?
Answer
  • Estabelecendo um abismo intransponível entre as duas.
  • Privilegiando os sentidos e subordinando o conhecimento a eles.
  • Atendo-se à posição de Parmênides de que razão e sensação são inseparáveis
  • Afirmando que a razão é capaz de gerar conhecimento, mas a sensação não
  • Rejeitando a posição de Parmênides de que a sensação é superior à razão

Question 5

Question
Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento. A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens, depois que a natureza de há muito os libertou de uma condição estranha, continuem, no entanto, de bom grado menores durante toda a vida. KANT, I. Resposta à pergunta: o que é esclarecimento? Petrópolis: Vozes, 1985 (adaptado). Kant destaca no texto o conceito de Esclarecimento, fundamental para a compreensão do contexto filosófico da Modernidade. Esclarecimento, no sentido empregado por Kant, representa
Answer
  • a reivindicação de autonomia da capacidade racional como expressão da maioridade
  • o exercício da racionalidade como pressuposto menor diante das verdades eternas.
  • a imposição de verdades matemáticas, com caráter objetivo, de forma heterônoma
  • a compreensão de verdades religiosas que libertam o homem da falta de entendimento.
  • a emancipação da subjetividade humana de ideologias produzidas pela própria razão.

Question 6

Question
Texto I Experimentei algumas vezes que os sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez. DESCARTES, R. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1979. Texto II Sempre que alimentarmos alguma suspeita de que uma ideia esteja sendo empregada sem nenhum significado, precisaremos apenas indagar: de que impressão deriva esta suposta ideia? E se for impossível atribuir-lhe qualquer impressão sensorial, isso servirá para confirmar nossa suspeita. HUME, D. Uma investigação sobre o entendimento. São Paulo: Unesp, 2004 (adaptado). Nos textos, ambos os autores se posicionam sobre a natureza do conhecimento humano. A comparação dos excertos permite assumir que Descartes e Hume
Answer
  • defendem os sentidos como critério originário para considerar um conhecimento legítimo.
  • entendem que é desnecessário suspeitar do significado de uma ideia na reflexão filosófica e crítica.
  • são legítimos representantes do criticismo quanto à gênese do conhecimento.
  • concordam que conhecimento humano é impossível em relação às ideias e aos sentidos
  • atribuem diferentes lugares ao papel dos sentidos no processo de obtenção do conhecimento.