prova do aplicação UFPE 2009

Elisson  Oliveira
Quiz by , created over 3 years ago

Aplicação UFPE Colégio aplicação Quiz on prova do aplicação UFPE 2009, created by Elisson Oliveira on 07/15/2016.

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Elisson  Oliveira
Created by Elisson Oliveira over 3 years ago
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Question 1

Question
Dia de Festa Quando o dia tem cheiro de festa Ser feliz é muito bom Sonho brilham no meio da testa Bate forte o coração Quando chega a hora do bolo Todo mundo dá as mãos Enche o peito e sopra as velas Feito um furacão Nós queremos viver Brincar, deitar e rolar Queremos uma festa Que dure a noite inteira E que a vida tenha Um pouco mais de brincadeira Vem cá, meu coração Esqueça já da hora Me dê a sua mão não vá embora. Atirei um pau no gato to to Mas o gato to Não morreu reu reu Dona Chica ca Admirou-se se Do berrou do berrou Que o gato deu. Fonte: Álbum A Turma do Balão Magico QUESTÃO 1 De acordo com a música, podemos entender que o coração das pessoas bate forte,em dia de festa, porque:
Answer
  • as pessoas ficam nervosas.
  • a festa durou a noite inteira.
  • estão cheias de felicidade.
  • sopraram as velas feito um furacão.

Question 2

Question
Dia de Festa A Turma do Balão Mágico Quando o dia tem cheiro de festa Ser feliz é muito bom Sonho brilham no meio da testa Bate forte o coração Quando chega a hora do bolo Todo mundo dá as mãos Enche o peito e sopra as velas Feito um furacão Nós queremos viver Brincar, deitar e rolar Queremos uma festa Que dure a noite inteira E que a vida tenha Um pouco mais de brincadeira Vem cá, meu coração Esqueça já da hora Me dê a sua mão não vá embora. Atirei um pau no gato to to Mas o gato to Não morreu reu reu Dona Chica ca Admirou-se se Do berrou do berrou Que o gato deu. No fim da canção, foi acrescentada uma música bastante popular {"Atirei um pau no gato*). Dentro do texto, ela dá a entender que:
Answer
  • as crianças começaram a brincar dando-se as mãos.
  • um gato apareceu no final da festa.
  • um gato chegou na hora do bolo.
  • algumas crianças foram embora e um gato as perseguiu.

Question 3

Question
QUESTÃO 3 Relacionando os textos 1 e 2. NÃO podemos afirmar que: A) os textos tratam do mesmo tema. B} a (esta do TEXTO 1 assemelha-se á do TEXTO 2. contudo as características dos personagens aniversariantes, não. C ) o TEXTO 1, letra de música, explora apenas o mundo imaginário das crianças e o TEXTO 2, cartum, explora exclusivamente o mundo real dos adultos. D) tanto crianças quanto adultos são leitores possíveis de ambos os textos.
Answer
  • a
  • b
  • c
  • d

Question 4

Question
QUESTÃO 5 Na expressão The supermãe". TEXTO 2. verifica-se a presença de uma palavra estrangeira "the" (no contexto. um artigo definido) e a de um substantivo derivado pelo prefixo latino "super''. Sobre essa expressão do texto de Ziraldo. ó correto dizer que: A ) se a substituíssemos pela expressão 'mãe superlegal" não alteraria o sentido do texto, visto serem expressões sinonímicas. B)o uso de palavras e prefixos de origem estrangeira não contribui para construção do sentido desse texto de língua portuguesa. C )hã uma correlação da palavra 'supermãe' com a "super-homem", já que. no texto, a mãe apresenta-se como uma espécie de "heroína"* da família. D ) o processo de formação da palavra "supermãe". prefixação, é diferente do da palavra "super-homem". composição, como nos indica o próprio uso do hífen.
Answer
  • a
  • c
  • b
  • d

Question 5

Question
QUESTÃO 5 Qual a alternativa que apresenta a informação mais adequada a respeito das capas de revistas? A ) Os TEXTOS 3. 4. 5. e 6 assim como o TEXTO 2. de Ziraldo, são exemplares do mesmo gênero de discurso, pois, em ambos, verifica-se associação da linguagem verbal à linguagem visual. B ) Um dos elementos que diferencia a capa de revista do cartum ó que a primeira tem a função social maior de educar os leitores e o segundo a de diverti-los. C ) A narração e a descrição são os principais tipos textuais que organizam as capas de revista apresentadas, pois nelas há o relato de fatos marcantes do cotidiano brasileiro. D) As capas, além de anteciparem o conteúdo das matérias publicadas nas revistas, usam recursos que contribuem para despertar o interesse do leitor e orientar a sua leitura.
Answer
  • A
  • B
  • C
  • D

Question 6

Question
QUESTÃO 6 Quanto ao uso da pontuação, refletindo sobre o texto verbal das capas de revista selecionadas. assinale a única alternativa errada: A ) É comum nos títulos não se usar o ponto final, para, dentre outros objetivos. indicar que o pensamento iniciado será concluído com a leitura integral do texto. B)No TEXTO 3, no título "ELEIÇÕES o futuro começa no dia 15", poder-se-ia colocar reticências logo após a palavra "eleições", pois cabe a esse sinal de pontuação denotar completude do pensamento. C )No TEXTO 4. apôs o título "PLANOS DE SAÚDE" caberia o emprego do sinal de dois pontos para sugerir que uma informação adicional será apresentada. D ) No TEXTO 5, a ausência de pontuação enlre os enunciados "um génio em casa" e "a revolução das crianças na era da informação desconcentra pais e professores" sugere que o primeiro termo pode se tratar de um "título" e o segundo de um "subtítulo". Processo similar ocorre no TEXTO 6.
Answer
  • B
  • A
  • C
  • D

Question 7

Question
TEXTO 7 Em 2008. comemorou -se o centenário de morte do escritor Machado de Assis,considerado, por boa parte da crítica, o maior clássico brasileiro de todos os tempos. As questões 8 e 9 são relativas ao texto abaixo, de Ronaldo Bressane: UNS OCLINHOS NO MEIO DO CAMINHO Ronaldo Bressane Não adianta fugir: para onde você olhar, tem um Machado atravessando a literatura brasileira. Principalmente neste ano de 2008, quando é lembrado pelo centenário de sua morte, os indefectíveis oclinhos do Bruxo do Cosme Velho serão vistos por toda parte. Essas lentes não deixavam passar nada. Os costumes, os preconceitos, a moral, a falta de moral: a elite e a ralé. a classe média e a mediocridade reinante; os grandes sonhos e os pequenos pecados de uma nação que recém descobria uma florescente cultura porém ainda encobria a feia mancha da escravidão - tudo foi visto e revisto e previsto pelos oclinhos do Joaquim Maria. Nascido em um humilde morro do Rio de Janeiro e morto no panteão literário nacional, o discreto Machado de Assis ê a exceção que concebe a regra. Mesmo tímido, gago e epilético, um mulato que, na miúda, era um ruído no meio de uma elite branca metida a europeia, o sujeito fez a diferença - e toda a sua obra. você verá neste dossiê, foi sutilmente marcada pela observação do fora do comum. Desde sempre percebido por seus pares como gênio, passeou por todos os gêneros literários - não brilhou tanto na poesia e no teatro; na crónica, no conto e no romance, entretanto, foi além de mestre um inventor. (...) Para fazer uma panorâmica sobre sua obra e vida (ambas se confundem), Entre Livros reuniu um belo time de escritores, críticos, historiadores. Em variados registros, da leveza da crônica jornalística a densidade do ensaio acadêmico. Machado comparece nos mais diversos ângulos. Na primeira seção, analisamos a vida do homem, seu tempo, seu Rio de Janeiro, seu sutil embate com a escravidão. Na segunda parte, concentramos a mirada sobre a milagrosa prosa machadiana. Por fim, sua influência na literatura contemporânea, seu passeio pelo jornalismo, sua sombra no cinema, nos quadrinhos, na TV. Machado é a prova de que a ironia pode ser solidária: que a negatividade pode ser fonte inesgotável de generosidade e prazer. Quem tiver olhos para ver que use seus oclinhos. E divirta-se. Fome: Exiraido da revista Bibboteca EntreLrvros - Machado de Assis. Edição Especial n. 10 De acordo com o texto de Bressane. pode-se afirmar que:
Answer
  • Machado de Assis morreu completamente desconhecido;
  • o escritor quase não produziu obra de poesia e teatro;
  • os melhores textos de Machado estão na crônica, no conto e no romance;
  • Machado de Assis, por solidariedade, evita usar ironia em sua obra:

Question 8

Question
TEXTO 7 Em 2008. comemorou -se o centenário de morte do escritor Machado de Assis,considerado, por boa parte da crítica, o maior clássico brasileiro de todos os tempos. As questões 8 e 9 são relativas ao texto abaixo, de Ronaldo Bressane: UNS OCLINHOS NO MEIO DO CAMINHO Ronaldo Bressane Não adianta fugir: para onde você olhar, tem um Machado atravessando a literatura brasileira. Principalmente neste ano de 2008, quando é lembrado pelo centenário de sua morte, os indefectíveis oclinhos do Bruxo do Cosme Velho serão vistos por toda parte. Essas lentes não deixavam passar nada. Os costumes, os preconceitos, a moral, a falta de moral: a elite e a ralé. a classe média e a mediocridade reinante; os grandes sonhos e os pequenos pecados de uma nação que recém descobria uma florescente cultura porém ainda encobria a feia mancha da escravidão - tudo foi visto e revisto e previsto pelos oclinhos do Joaquim Maria. Nascido em um humilde morro do Rio de Janeiro e morto no panteão literário nacional, o discreto Machado de Assis ê a exceção que concebe a regra. Mesmo tímido, gago e epilético, um mulato que, na miúda, era um ruído no meio de uma elite branca metida a europeia, o sujeito fez a diferença - e toda a sua obra. você verá neste dossiê, foi sutilmente marcada pela observação do fora do comum. Desde sempre percebido por seus pares como gênio, passeou por todos os gêneros literários - não brilhou tanto na poesia e no teatro; na crónica, no conto e no romance, entretanto, foi além de mestre um inventor. (...) Para fazer uma panorâmica sobre sua obra e vida (ambas se confundem), Entre Livros reuniu um belo time de escritores, críticos, historiadores. Em variados registros, da leveza da crônica jornalística a densidade do ensaio acadêmico. Machado comparece nos mais diversos ângulos. Na primeira seção, analisamos a vida do homem, seu tempo, seu Rio de Janeiro, seu sutil embate com a escravidão. Na segunda parte, concentramos a mirada sobre a milagrosa prosa machadiana. Por fim, sua influência na literatura contemporânea, seu passeio pelo jornalismo, sua sombra no cinema, nos quadrinhos, na TV. Machado é a prova de que a ironia pode ser solidária: que a negatividade pode ser fonte inesgotável de generosidade e prazer. Quem tiver olhos para ver que use seus oclinhos. E divirta-se. Fome: Exiraido da revista Bibboteca EntreLrvros - Machado de Assis. Edição Especial n. 10 Marque V para as afirmações verdadeiras e F para as afirmações falsas: ( ) o autor Ronaldo Bressane emite opiniões sobre a obra de Machado de Assis, o que se verifica no uso frequente de adjetivos em expressões como indefectíveis oclinhos". "ironia elegante" e "milagrosa prosa machadiana": ( ) a imagem acima do texto é um elemento importante para a interpretação da palavra "oclinhos", jâ que ela não existe no padrão culto da língua portuguesa: ( ) a palavra "oclinhos". usada como diminutivo de "óculos", expressa uma conotação de afetividade; ( ) o texto foi extraído de um periódico, no qual a vida e a obra de Machado de Assis são analisadas
Answer
  • V V V V
  • F V V V
  • F F F F
  • V V V F

Question 9

Question
QUEM FAZ DO RECIFE E OLINDA CIDADES MELHORES Juliana de Melo Do JC Online Cidades de belezas naturais e contrastes sociais marcantes. Recite e Olinda completam 470 e 472 anos. respectivamente, nesta segunda-feira (12). Nas suas trajetórias históricas de lutas, um verdadeiro exército de voluntários tem feito. ao longo dos anos. a diferença no cotidiano de muita gente, realizando açães individuais nas comunidades. Eles desempenham, em alguns momentos, o papel que o poder público não tem conseguido fazer com eficácia em benefício de toda a população. São pessoas sensíveis e, muitas vezes, anônimas que doam parte do seu tempo e de suas habilidades em prol do bem comum. Em troca, recebem carinho e respeito daqueles quesão ajudados e experimentam a sensação gratificante do exercício pleno da cidadania. Nesta data de comemorações, os parabéns vão também aos que tentam fazer do Recife e Olinda cidades melhores para viver. Gente como o pediatra Mareio Diniz. 62 anos. que há quase cinco desenvolve um trabalho silencioso com jovens de baixa renda no bairro onde mora. no Poço da Panela. Zona Norte do Recife Considerado um lugar de elite, o povoado histórico abriga desigualdades sociais gritantes. Ao lado de belos casarões, lares sem um sistema de saneamento básico adequado se misturam às margens do Rio Capibaribe. deixando as diferenças sociais ainda mais evidentes. Com uma rede. uma bola nas mãos e uma ideia fixa na cabeça, Márcio enxergou no vólei uma forma de tirar as crianças e adolescentes que viviam ociosos das ruas e inceri-los-tos na prática educativa e socializadora da atividade. "O esporte dá condição para que o talento de cada um sobressaia. Foi bom na quadra, as pessoas admiram e respeitam, independentemente da idade, cor. raça ou classe social", ressalta o médico, que já foi atleta reserva da seleção pernambucana juvenil de vólei e também integrou a seleção universitária. (...) Iniciativas simples como as realizadas por Márcio (...) servem de exemplo para toda a sociedade e serão divulgadas regularmente pelos veículos do Sistema Jornal do Comercio de Comunicação (Jornal do Comercio. Rádio Jornal. Rádio JC/CFJN. TV Jornal e JC OnLine) em matérias que a partir de agora receberão o selo Atitude Cidadã.No portal, o canal Cidadania reservou um espaço dedicado exclusivamente para essas produções jornalísticas do SJC C. onde os internautas poderão ainda enviar sugestões de pautas e divulgar ações que são realizadas nas suas comunidades. Fonte: www2.uc4.com.br/JC/silos/recifeoltnda2007 Texto adaptado QUESTÃO 09 De acordo com o TEXTO 8. "quem faz do Recife e Olinda cidades melhores":
Answer
  • São as iniciativas simples que servem de exemplo para toda a sociedade.
  • São as pessoas sensíveis e conselheiras que vivem no anonimato.
  • É exclusivamente o pediatra que desenvolve um trabalho silencioso com jovens de baixa renda no bairro onde mora.
  • São os voluntários que doam parte do seu tempo e de suas habilidades em prol do bem comum.

Question 10

Question
QUEM FAZ DO RECIFE E OLINDA CIDADES MELHORES Juliana de Melo Do JC Online Cidades de belezas naturais e contrastes sociais marcantes. Recite e Olinda completam 470 e 472 anos. respectivamente, nesta segunda-feira (12). Nas suas trajetórias históricas de lutas, um verdadeiro exército de voluntários tem feito. ao longo dos anos. a diferença no cotidiano de muita gente, realizando açães individuais nas comunidades. Eles desempenham, em alguns momentos, o papel que o poder público não tem conseguido fazer com eficácia em benefício de toda a população. São pessoas sensíveis e, muitas vezes, anônimas que doam parte do seu tempo e de suas habilidades em prol do bem comum. Em troca, recebem carinho e respeito daqueles quesão ajudados e experimentam a sensação gratificante do exercício pleno da cidadania. Nesta data de comemorações, os parabéns vão também aos que tentam fazer do Recife e Olinda cidades melhores para viver. Gente como o pediatra Mareio Diniz. 62 anos. que há quase cinco desenvolve um trabalho silencioso com jovens de baixa renda no bairro onde mora. no Poço da Panela. Zona Norte do Recife Considerado um lugar de elite, o povoado histórico abriga desigualdades sociais gritantes. Ao lado de belos casarões, lares sem um sistema de saneamento básico adequado se misturam às margens do Rio Capibaribe. deixando as diferenças sociais ainda mais evidentes. Com uma rede. uma bola nas mãos e uma ideia fixa na cabeça, Márcio enxergou no vólei uma forma de tirar as crianças e adolescentes que viviam ociosos das ruas e inceri-los-tos na prática educativa e socializadora da atividade. "O esporte dá condição para que o talento de cada um sobressaia. Foi bom na quadra, as pessoas admiram e respeitam, independentemente da idade, cor. raça ou classe social", ressalta o médico, que já foi atleta reserva da seleção pernambucana juvenil de vólei e também integrou a seleção universitária. (...) Iniciativas simples como as realizadas por Márcio (...) servem de exemplo para toda a sociedade e serão divulgadas regularmente pelos veículos do Sistema Jornal do Comercio de Comunicação (Jornal do Comercio. Rádio Jornal. Rádio JC/CFJN. TV Jornal e JC OnLine) em matérias que a partir de agora receberão o selo Atitude Cidadã.No portal, o canal Cidadania reservou um espaço dedicado exclusivamente para essas produções jornalísticas do SJC C. onde os internautas poderão ainda enviar sugestões de pautas e divulgar ações que são realizadas nas suas comunidades. Fonte: www2.uc4.com.br/JC/silos/recifeoltnda2007 Texto adaptado Coloque "V" para "verdadeiro" e "F para falso, considerando o contexto do TEXTO 8: ( ) Na primeira frase do primeiro parágrafo, com o objetivo de caracterizar os substantivos próprios "Recife" e "Olinda", que representam assunto de destaque no texto, a locução adjetiva "cidades de belezas naturais e contrastes sociais marcantes" é empregada. ( ) No primeiro parágrafo, a expressão "ao longo dos anos" exprime uma circunstância de tempo, por isso pode ser naturalmente substituída pelo advérbio "anualmente" sem comprometer sentido do texto. ( ) Ainda no primeiro parágrafo, o pronome pessoal "eles" substitui a expressão "um verdadeiro exército de voluntários", e. embora não mantenha com ela uma relação adequada de concordância segundo a gramática tradicional, há uma concordância de ideia que justifica o uso do pronome no plural. ( ) No segundo paragrafo do TEXTO 8. a jornalista Juliana de Melo usa verbos no pretérito perfeito do indicativo para relatar as experiências do pediatra Márcio Diniz. ( ) No último parágrafo, as palavras "como", "para" e "e" indicam "comparação". "finalidade" e "adição", respectivamente. ( ) Os numerais ordinais empregados no texto - "470", "472". "62" - associam-se a um substantivo (palavra "anos"), quantificando-o e, assim, contribuindo para ampliar as informações que o texto vem a apresentar.
Answer
  • F F V V V F
  • F F F V V F
  • V F V F V V
  • F F V V V V