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Inhalt der Notizen (8)
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IMPERIALISMO NA ÁFRICA
Que, no início do século XX, quase todo
o continente estava dominado pelas potências europeias.
As únicas regiões que conseguiram manter a sua
independência diante da dominação imperialista europeia
foram a Libéria e a Abissínia, atual Etiópia.
A Libéria: Foi comprada
pelos Estados Unidos para que estes pudessem utilizá-la
para enviar os seus escravos negros recém-libertos. (apesar da liberdade
conquistada, parte dos negros foram arbitrariamente
devolvidos à África, pois não faziam parte do projeto
de construção dos Estados Unidos.) 1845, quando
conquistou a sua independência.
Abissínia: os etíopes
eram tradicionalmente conhecidos por serem exímios
guerreiros, o que facilitava a sua resistência diante da
presença dos europeus no continente africano.
No entanto, as ações imperialistas eram extraoficiais, ou
seja, eram exercidas por investidores particulares e não
diretamente pelos Estados europeus.
Rei da Bélgica, Leopoldo II, comprar
a região do Congo, rica em diamantes, dos nativos. A partir
daquele ato, as ações sobre o continente africano deixaram,
nitidamente, de ser extraoficiais e, por isso, as demais nações
europeias se mobilizaram para garantir possessões para si.
Conferência de Berlim, formalizando
a partilha da África.
MAIOR PARTE DO CONTINENTE AFRICANO FOI CONCEDIDO AS FRANCESES E INGLESES GERANDO UM SENTIMENTO DE REVOLTA ENTRE OS DEMAIS PAÍSES. A ALEMANHA, SENTINDO-SE DESVALORIZADA CHEGOU A PATROCINAR COLONOS AFRICANOS PARA QUE PUDESSEM E REVOLTAR CONTRA SUAS METRÓPOLES.
Do Apartheid, na África do Sul, XX, a África do Sul abrigou
uma sociedade dividida constitucionalmente entre uma minoria
privilegiada de brancos e uma maioria desfavorecida de negros.
Independentemente da reação diante do imperialismo
europeu, o importante é ter a consciência que a partilha
da África acabou deixando marcas profundas naquele
continente, pois, ao atender os interesses europeus,
a divisão acabou segregando reinos que antes eram unidos
entre si ou mesmo unindo reinos até então rivais.
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IMPERIALISMO NA ÁSIA
Índia
Fornecimento de especiarias muito valorizadas no
mercado europeu.
Os ingleses travaram com a França a Guerra dos
Sete Anos (1756-1763), oriunda da disputa entre as duas
nações pela Índia e por regiões na América do Norte.
Inicialmente, o controle do comércio com a Índia ficou
a cargo da Companhia de Comércio das Índias Orientais. Em 1858,
no entanto, tais prerrogativas foram transferidas para a
Coroa britânica, que passou a adotar uma intervenção
econômica mais efetiva junto aos indianos.
No campo econômico, o artesanato
indiano não conseguiu enfrentar a concorrência dos
industrializados têxteis ingleses, chegando a atingir níveis
de produção mínimos. Dessa forma, a predominância dos
produtos ingleses na Índia acabou gerando grandes taxas
de desemprego, além de submeter os nativos à pobreza,
ao deslocamento populacional para as cidades manufatureiras
e à concentração em cidades portuárias.
Revolta dos Cipaios, que exigia o fim do domínio inglês
na região.
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IMPERIALISMO NA ÁSIA
CHINA
No plano econômico, os governantes chineses
se caracterizavam por optar por um um isolamento comercial
em relação ao Ocidente, ou seja, havia uma resistência
chinesa em relação ao consumo dos produtos ocidentais.
A postura da China, entretanto, desagradava as nações
imperialistas, que viam naquele país um grande mercado
consumidor em potencial.
Um dos países que se interessavam pela China era a
Inglaterra, que, além de ser a principal potência industrial
europeia, já produzia ópio no continente asiático, mais
especificamente em território indiano.
Dado o contrabando inglês, portanto, o consumo dessa droga
se popularizou entre os chineses e, como cada vez mais
pessoas de todas as classes sociais se tornavam dependentes
do ópio, o governo chinês se empenhou em impedir
o consumo da droga no país, passando a combater
rigorosamente o contrabando.
Guerra do Ópio (1840-1842), Após a emissão de sucessivos alertas chineses aos
contrabandistas, um enorme carregamento de ópio
(aproximadamente 20 000 caixas) foi apreendido e destruído
pelo governo. Aquela era a desculpa que a Inglaterra precisava
para declarar guerra à China, o que foi feito em 1840.
Tratados Desiguais (Tratado de Nanquim) segundo o qual a China era obrigada a abrir cinco dos
seus portos às potências imperialistas, além de passar
o controle da ilha de Hong Kong para a Inglaterra.
ingleses ainda tiveram de conter a segunda (1857) e a terceira Guerra
do Ópio (1859-1860). Naquelas ocasiões, a Inglaterra foi
auxiliada pela França, que, por ser uma outra potência
imperialista, também tinha interesse no mercado chinês.
Dessa forma, após estancar a resistência chinesa, ingleses
e franceses promoveram o chamado break-up da China,
dividindo o país em áreas de influência entre as principais
nações imperialistas europeias.
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JAPÃO
Até meados do século XIX, o Japão vivia um regime comparável ao semifeudal, denominado xogunato.
O regime do xogunato se caracterizava por isolar o Japão
do mundo ocidental, afinal, a singular cultura japonesa e a
distância geográfica da ilha em relação à Europa acabavam
favorecendo tal situação.
Em 1854, a Esquadra Perry (assim chamada devido ao
nome de seu comandante), que havia sido enviada pelos
Estados Unidos ao Japão, forçou os japoneses a abrirem
seus portos aos produtos estadunidenses. Aquele, portanto,
era o início da dominação imperialista no país, pois, após a
abertura dos portos aos Estados Unidos, algumas potências
europeias exigiram os mesmos privilégios, situação que fez
com que os japoneses percebessem que seu país deveria se
tornar uma potência imperialista para sair dessa condição
de submissão
HOUVE UMA PROMOÇÃO DE UMA GUERRA CIVIL AFIM DE ACABAR COM A SUBMISSÃO DO POVO JAPONÊS.
a chamada Era Meiji e transformaram o Japão em uma referência imperialista na Ásia. Entre
essas medidas, pode-se ressaltar o investimento em educação, afinal, o governo japonês passou a bancar o
estudo de alguns jovens no exterior, no intuito de que estes voltassem para aplicar no Japão estratégias semelhantes às
adotadas pelas maiores potências da época. Houve também a modernização dos meios de transporte, através da aplicação
de recursos para a construção de ferrovias e, principalmente, para melhorias no transporte marítimo. Pode-se mencionar
ainda a ampliação e a modernização do Exército japonês, que, equipado com armamentos de origem ocidental, pôde
fazer frente a diversos povos no continente asiático e, assim, levar adiante o projeto expansionista japonês.
o Japão só conseguiu promover esse conjunto de mudanças graças ao auxílio de outras nações imperialistas, com destaque para os Estados Unidos, que pretendiam barrar o expansionismo russo no Oriente. Tal estratégia acabou sendo muito efetiva
para as pretensões dos Estados Unidos, tanto que, em 1904, a Rússia e o Japão travaram a Guerra Russo-Japonesa, que
terminou com a derrota dos russos e com a ampliação da crise que levou à queda do regime czarista.
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IMPERIALISMO NA AMÉRICA
A América também sofreu uma dominação imperialista, sendo os Estados Unidos a principal potência a exercer influência no continente.
os estadunidenses elaboraram a doutrina do Destino Manifesto,um conjunto de ideias que os julgava um povo escolhido
por Deus para levar o desenvolvimento a toda a América.
Ao adotar o slogan: “A América para os americanos”, os Estados
Unidos queriam, na verdade, afastar a interferência europeia
e garantir a América como área de influência para si. Baseados
em tal doutrina, os estadunidenses foram os primeiros
a reconhecerem a Independência do Brasil e de outros
países da América Latina,
Um grande exemplo do imperialismo estadunidense
ocorreu em Cuba, um dos últimos países da América
Espanhola a se livrar do domínio colonial. Posto que na última
década do século XIX aquela ilha ainda estava sob o domínio
espanhol, tal situação incomodava os Estados Unidos, que possuíam grandes investimentos econômicos ligados
à produção de açúcar, aos cassinos e ao plantio de tabaco
em Cuba. Dessa forma, bastava um pretexto para que os
estadunidenses declarassem guerra aos espanhóis, que não
concordavam com a Independência cubana.
Assim, Pelo Tratado de Paris
(1898), além da Independência de Cuba, os espanhóis foram obrigados a reconhecer o domínio dos Estados Unidos
sobre Filipinas e Porto Rico, que até hoje sofrem influência do governo dos Estados Unidos.
Em 1902, foi aprovada, pelo Senado dos Estados Unidos, a Emenda Platt, que foi incorporada à Constituição cubana, dando
ao governo dos EUA o direito de intervir militarmente em Cuba, em caso de desordem interna. A Emenda também reservava
às empresas estadunidenses a prioridade na exploração dos recursos naturais cubanos e concedia aos Estados Unidos o direito de construir bases militares no país; Guantánamo, uma das bases construídas, apesar de atualmente funcionar como uma prisão estadunidense, ainda hoje continua em plena atividade.
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ANTECEDENTES
O imperialismo foi a causa principal da Primeira Guerra,pois as nações industrializadas da Europa disputavamáreas de influência e mercados nos continentes africano e asiático.
Um exemplo do aumento das rivalidades foi o fim do equilíbrio europeu, quando Itália e Alemanha realizaram
seu processo de unificação e passaram a disputar mercados com as duas principais potências europeias até então – França e Inglaterra. O processo de unificação da Alemanha foi concretizado por meio de uma guerra contra a
França, a chamada Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), na qual a Alemanha, vitoriosa, tomou da França as
regiões da Alsácia e Lorena, ricas em minério de ferro e carvão, prejudicando a economia francesa e gerando um
sentimento de revanchismo francês. A aquisição dessas regiões favoreceu também a rivalidade anglo-germânica,
afinal, ao adquirir as matérias-primas necessárias ao seu desenvolvimento industrial, a Alemanha passou a disputar
mercados com a Inglaterra.
Diante, portanto, de um cenário político tenso, as principais nações europeias passaram a adotar uma política de alianças, e, assim, dois grupos antagônicos se formaram: a Tríplice Aliança (1882), formada por
Alemanha, Áustria e Itália, e a Tríplice Entente (1907), formada por Inglaterra, França e Rússia. A aliança entre
Alemanha e Áustria era natural, já que os dois povos têm a mesma origem étnica e traços culturais semelhantes;
já a Itália possuía uma ligação mais forte com a Alemanha, uma vez que as duas nações entraram atrasadas na corrida imperialista. Por outro lado, a aliança entre Inglaterra e França se deu pela concorrência que ambas enfrentavam com as novas nações. A entrada da Rússia na Entente tem uma importante explicação econômica: o seu
desenvolvimento industrial era completamente dependente do capital estrangeiro, principalmente francês e inglês.
A Península Balcânica era disputada pela Rússia, que defendia o pan-eslavismo – união dos povos eslavos, habitantes da região (sérvios,bósnios, romenos, eslovenos e croatas) – com o objetivo de conquistar uma saída para o Mediterrâneo. O interesse russo na região batia de frente com o da Alemanha e do Império Turco-Otomano, que pretendiam construir a
estrada de ferro Berlim-Bagdá, permitindo, assim, que a Alemanha tivesse acesso às reservas de petróleo do
Golfo Pérsico. Além disso, havia o domínio da Áustria no norte da Península, o que desagradava a Sérvia, que
pretendia construir a Grande Sérvia,
PAZ ARMADA
Assim , enquan to se man tinham
aparentemente inofensivos, esses países desenvolviam
uma postura militarista, belicosa, como forma de se
prepararem para uma possível guerra.
A causa imediata da Guerra, no entanto, foi o assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro,
região fronteiriça à disputada Península Balcânica. Francisco Ferdinando tinha como projeto político, após se tornar
imperador, anexar a Sérvia ao território austro-húngaro, formando uma monarquia tríplice. No dia 28 de junho de 1914,
em visita a Sarajevo, capital da Bósnia – que, apesar de pertencer ao Império Austro-Húngaro, situava-se próxima
à fronteira com a Sérvia –, Francisco Ferdinando e sua esposa foram assassinados por um jovem estudante, Gravilo Princip,
membro da organização secreta antiaustríaca da Sérvia, Mão Negra.
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DESENVOLVIMENTO DA GUERRA (1914-1918)
Em 1914, divididas as forças, as ações bélicas tiveram início. Naquele primeiro momento, impulsionados pelos
nacionalismos e também pelos armamentos que já vinham sendo acumulados desde o início do século XX, os principais
países envolvidos na Guerra se lançaram aos combates diretos. É importante ressaltar que, até então, os europeus
estavam acostumados com as batalhas tradicionais, favoráveis à arte da guerra, em que a cavalaria e a destreza
do combatente eram fundamentais para o resultado do conflito.
Guerra de Movimentos, como ficou conhecida essa primeira fase do conflito, diversos artefatos modernos, como metralhadoras e aviões, foram utilizados nos combates, o que provocou uma destruição nunca antes vista pelos europeus.
Guerra de Trincheiras. As trincheiras eram longas valas no solo, protegidas por escoras de madeira e cercadas por arame farpado. A vida nas trincheiras era terrível: quando chovia, os túneis inundavam com lama, atingindo, muitas vezes, o peito dos soldados; os feridos ficavam até a noite, ou às vezes por dias, esperando resgates, que chegavam, normalmente, tarde demais; havia, ainda, diversos animais nocivos à saúde, como piolhos e ratos. Mesmo assim, usadas por ambos os lados, as trincheiras garantiram certo equilíbrio entre os combatentes.
Em 1 9 1 7 , o c o r r e ram d u a s n o va s al t e ra ç õ e s significativas para a Guerra: a entrada dos Estados Unidos,
em 6 de abril, e a saída da Rússia, em 17 de dezembro. Os Estados Unidos entraram na Guerra após alguns
de seus navios terem sido afundados, como é o caso do famoso navio Lusitânia, alvejado no dia 7 de maio
de 1915. Além disso, a pressão da opinião pública do país, tradicional parceiro comercial dos ingleses, levou
o presidente Woodrow Wilson a declarar guerra aos alemães. Existe ainda uma leitura histórica que defende a entrada dos Estados Unidos como uma forma de garantir seus interesses econômicos, afinal, se a França e a Inglaterra perdessem a Guerra, elas não teriam condições de pagar os empréstimos e vendas contraídos junto aos Estados Unidos durante o conflito.
Ainda em 1917, devido aos acontecimentos internos da Rússia que levaram à implantação do socialismo naquele
país, Lênin, que havia assumido o poder, retirou as tropas russas da Guerra.
TRATADOS DE PAZ
Tratado de Versalhes
Mesmo diante da oposição dos Estados Unidos no que se
refere à imposição de retaliações aos perdedores, o Tratado
de Versalhes considerava a Alemanha culpada pela Primeira
Guerra. A Inglaterra e a França não perderam a oportunidade
de humilhar a Alemanha e, por isso, o Tratado foi assinado
no Palácio de Versalhes, na Sala dos Espelhos, mesmo lugar
em que Guilherme I havia sido coroado imperador de toda
a Alemanha no século XIX, após ter vencido uma guerra
contra os franceses.
Os principais pontos do Tratado de Versalhes previam diversas sanções à Alemanha, tais como:
• a devolução das regiões da Alsácia e Lorena à França;
• a cessão das minas de carvão do Sarre à França;
• a redução do contingente militar alemão a 100 000
homens, incluindo oficiais;
• a extinção da marinha e da aviação de guerra alemã;
• o pagamento de indenização de guerra aos vencedores;
• a perda de suas colônias;
• a proibição de militarização da região da Renânia,
fronteiriça com a França;
• a proibição do Anschluss, união com a Áustria.
Tratado de Saint-Germain
Também considerado um dos responsáveis pelos prejuízos
causados pela Guerra, o Império Austro-Húngaro foi
desmembrado, uma vez que o Tratado de Saint-Germain
determinava a perda de territórios austríacos para a
constituição dos Estados da Hungria, Tchecoslováquia,
Romênia, Iugoslávia e Polônia, além de proibir o Anschluss,
união com a Alemanha.
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REVOLUÇÃO RUSSA
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- Notiz am Ohne Titel, erstellt von fernanda silva am 26/05/2019.
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- fernanda silva
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