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Modul 15 von 24 · Text

Vídeo: Jason - Minha jornada até a UX - 4 min

Dnys Gbs

Jason - Minha jornada até a UX

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Eu lidero uma equipe. 

Temos um chefe de produto, 

temos um analista de sistemas de negócios, 

engenheiro de UX, designer de UX 

e também pesquisadores de UX. 

Chamamos o que fazemos de pesquisa focada em equidade. 

Isso envolve 

falar com usuários desses 

grupos sub-representados e às vezes marginalizados para 

compreender as experiências e necessidades deles.

 

Eu cresci em Oakland, aqui na Califórnia. 

Venho de um nível socioeconômico mais baixo. 

Sei o que meus pais tiveram que fazer para ter um nível de 

capital social e recursos para poder 

nos dar uma qualidade de vida razoável. 

Mas penso nas dificuldades que meus pais enfrentaram, 

as dificuldades de ser um homem negro, 

as dificuldades que eu passei 

em termos de acesso a recursos, 

acesso à educação, 

discriminação explícita por causa 

da cor da minha pele e também da minha origem. 

Tendo vivido essa experiência, 

percebi que eu quero ser capaz de defender 

pessoas com a minha origem e da minha comunidade, 

mas há toneladas de outras origens e 

comunidades que passam por essas mesmas dificuldades. 

Acho que é isso que me leva a fazer o trabalho, é 

essa experiência de vida e 

a compreensão de que há pessoas necessitadas. 

Estudei medicina na UCSF e fiz 

minha residência no Hospital Geral de São Francisco. 

À medida que você passa 

dos anos pré-clínicos aos anos clínicos, 

é nesse momento que você 

realmente fala com as pessoas. 

O Hospital Geral de SF é um hospital regional, 

então foi a primeira vez que eu comecei 

a trabalhar com pessoas da minha própria comunidade. 

Eu estava trabalhando com várias pessoas negras 

de um nível socioeconômico mais baixo 

e havia pacientes 

que estavam passando 

por coisas realmente horríveis. 

Mas eu sentava e falava com as pessoas, 

às vezes por 45 minutos ou uma hora, 

para entender as origens 

e necessidades delas, 

pelo menos no ambiente clínico.

 

Foram nesses momentos, quando 

compreendi as necessidades e entendi em que ponto 

o sistema falhou para elas, 

que eu mais aprendi. 

Eu conseguir ver os pontos 

em que esses pacientes-médicos 

estavam errando, 

não estavam recebendo as informações que 

eram necessárias para ajudar essas pessoas. 

Isso foi um motivo importante 

para eu abandonar a medicina, porque eu queria fazer 

algo que seria escalável e fosse muito mais relacionado 

com educação e acesso para 

pessoas que não tinham tido isso até aquele momento. 

Na verdade, deixei a UCSF antes de me formar. 

Estava no terceiro dos quatro anos 

quando fui para Stanford 

e entrei em um programa de doutorado 

para aprender o design de ciências e tecnologia. 

Conheci a UX e 

o design geral de produtos e a pesquisa de UX. 

Enquanto fazia meu doutorado, 

Eu me concentrei em entender a experiência 

de alunos negros 

em faculdades e universidades historicamente negras. 

Esses alunos estavam cursando 

ciência da computação e engenharia elétrica. 

Meu trabalho lá foi focado em 

compreender os desafios e 

entender as ideias 

das suas próprias identidades como engenheiros.

 

Fiz o doutorado e 

consegui um estágio aqui no Google. 

Depois, tive a chance 

de passar para uma posição de tempo integral após 

o estágio e entrei 

em uma equipe maravilhosa, a equipe de UX do Chrome. 

Entrei nessa equipe para me aprimorar, 

entender o que realmente é a pesquisa de UX 

e entender como trabalhar no design de produtos. 

Mas, ao mesmo tempo quando entrei pela porta, 

minha intenção era poder fazer um trabalho de equidade. 

Desde que comecei a trabalhar, 

participei de programas e 

criei meus próprios programas focados 

no acesso equitativo à educação e 

especificamente no acesso equitativo à educação em UX. 

Acho que minha parte favorita do trabalho 

é a capacidade de se concentrar na equidade. 

Para mim, isso significa ser capaz de 

defender grupos que 

são sub-representados e marginalizados, 

além de grupos que não têm 

tanta agência ou acesso a uma voz no setor. 

Poder falar com pessoas dessas origens e 

elevar suas vozes e apontar suas necessidades 

é o que 

me mantém trabalhando a cada dia. 

Eu sou Jason, 

chefe de engenharia de equidade do Google.

 

 

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