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1 Edema, derrame cavitário, hiperemia e congestão
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Fragen in diesem Quiz (21)
1Edemas e Efusões
Os distúrbios que afetam as funções cardiovascular, renal ou hepática geralmente são marcados pelo acúmulo de líquido nos tecidos ([blank_start]edemas[blank_end]) ou nas cavidades corporais fechadas ([blank_start]efusões/derrames cavitários[blank_end]).- Aedemas
- Befusões/derrames cavitários
2Fluxo de massa
Fluxo de massa refere-se ao movimento de massa do líquido como resultado de gradientes de pressão hidrostática ou osmótica. Se a direção do fluxo de massa é para dentro dos capilares, o movimento do líquido é chamado de [blank_start]absorção[blank_end]. Se a direção do fluxo é para fora dos capilares, o movimento do líquido é chamado de [blank_start]filtração[blank_end].- Afiltração
- Babsorção
3A filtração capilar é causada pela pressão [blank_start]hidrostática[blank_end] que força o líquido a sair dos capilares através de junções celulares permeáveis.
A pressão osmótica é determinada pela concentração de solutos em um compartimento. A principal diferença entre os solutos do plasma e do líquido intersticial é devida às proteínas, as quais estão presentes no plasma, porém a maioria está ausente no líquido intersticial. A pressão osmótica criada pela presença dessas proteínas é denominada pressão [blank_start]coloidosmótica (π)/ oncótica[blank_end].- Acoloidosmótica (π)/ oncótica
- Bhidrostática
4A maioria dos capilares apresenta uma transição da [blank_start]filtração[blank_end] resultante na extremidade arterial para a [blank_start]absorção[blank_end] resultante na extremidade venosa.
- Afiltração
- Babsorção
5Então, duas forças regulam o fluxo de massa nos capilares: a saída de líquido do capilar está relacionada com a pressão [blank_start]hidrostática[blank_end], pela [blank_start]filtração[blank_end]; e o retorno do líquido para o capilar está relacionado com a pressão [blank_start]oncótica[blank_end], pela [blank_start]absorção[blank_end].
- Ahidrostática
- Bfiltração
- Concótica
- Dabsorção
6A pressão [blank_start]coloidosmótica[blank_end] não é equivalente à pressão [blank_start]osmótica[blank_end] total em um capilar. Ela é apenas uma medida da pressão [blank_start]osmótica[blank_end] criada pelas proteínas. Devido ao endotélio capilar ser livremente permeável a íons e outros solutos do plasma e do líquido intersticial, esses outros solutos não contribuem para o gradiente osmótico.
- Acoloidosmótica
- Bosmótica
- Cosmótica
- Dcoloidosmótica
- Eosmótica
- Fcoloidosmótica
7Há [blank_start]filtração[blank_end] na extremidade arterial e [blank_start]absorção[blank_end] na extremidade venosa. Só que nem todo o volume que sai na extremidade arterial vai retornar da extremidade venosa, pois a filtração é geralmente [blank_start]maior[blank_end] que a absorção. Restituir o líquido perdido dos capilares de volta para o sistema circulatório é uma das funções do sistema linfático.
- Aabsorção
- Bfiltração
- Cfiltração
- Dabsorção
- Emaior
- Fmenor
8A pressão hidrostática [blank_start]elevada[blank_end] ou a pressão coloidosmótica [blank_start]diminuída[blank_end] rompe esse balanço e resulta no aumento da saída de líquido dos vasos. Se a taxa da saída de líquido exceder a capacidade de drenagem linfática, o líquido se acumulará. Nos tecidos, isso resulta em [blank_start]edema[blank_end], e, se uma superfície serosa estiver envolvida, o líquido pode se acumular dentro da cavidade serosa do corpo resultando em um [blank_start]derrame cavitário/efusão[blank_end].
- Aedema
- Bderrame cavitário/efusão
- Cderrame cavitário/efusão
- Dedema
- Ediminuída
- Felevada
- Gelevada
- Hdiminuída
9Líquidos de edema e efusões podem ser inflamatórios ou não inflamatórios. Edemas e efusões relacionados a inflamações são chamados de [blank_start]exsudatos[blank_end], são ricos em proteína e se acumulam devido ao aumento da permeabilidade vascular causada por mediadores inflamatórios. Já os edemas e efusões não inflamatórios são líquidos pobres em proteínas chamados [blank_start]transudatos[blank_end].
- Atransudatos
- Bexsudatos
10
Aumento na pressão hidrostática
O aumento na pressão hidrostática é causado, principalmente, por disfunções que [blank_start]impedem[blank_end] o retorno venoso.
Se a obstrução for localizada, como na [blank_start]TVP[blank_end], então o edema resultante estará limitado à parte afetada. Já as condições que levam ao aumento sistêmico da pressão venosa, como na [blank_start]ICC[blank_end], estão compreensivamente associadas com edemas mais generalizados.- Aimpedem
- Baumentam
- CICC
- DTVP
- ETVP
- FICC
11Redução da pressão osmótica plasmática
Sob circunstâncias normais, a albumina é responsável por quase a metade da proteína total de plasma; conclui-se que as condições que levam à síntese inadequada ou ao aumento da perda da albumina da circulação são causas comuns de redução da pressão oncótica do plasma.
Redução na síntese: ocorre principalmente na doença hepática grave, como [blank_start]cirrose[blank_end] em estágio final, e na desnutrição proteica.
Perda de albumina: ocorre na [blank_start]síndrome nefrótica[blank_end], em que a albumina é perdida na urina através de capilares glomerulares com permeabilidade anormal.- Asíndrome nefrótica
- Bcirrose
12Redução da pressão osmótica plasmática
Independentemente da causa, a pressão oncótica plasmática reduzida leva, de forma gradativa, a edema, [blank_start]redução[blank_end] do volume intravascular, [blank_start]hipoperfusão[blank_end] renal e hiperaldosteronismo secundário. A subsequente retenção de sal e água pelos rins não apenas falha na correção do déficit de volume plasmático, como também [blank_start]aumenta[blank_end] o edema por causa da persistência do defeito primário (nível de proteína plasmática baixo).- Aredução
- Baumento
- Chipoperfusão
- Dhiperperfusão
- Eaumenta
- Fdiminui
13Retenção de Sódio e Água
O aumento da retenção de sal, associado obrigatoriamente à retenção de água, provoca expansão de volume líquido intravascular (levando a [blank_start]aumento[blank_end] da pressão [blank_start]hidrostática[blank_end]) e diluição ( levando a [blank_start]diminuição[blank_end] da pressão [blank_start]oncótica[blank_end]).- Aaumento
- Bdiminuição
- Cdiminuição
- Daumento
- Eoncótica
- Fhidrostática
- Ghidrostática
- Honcótica
14Retenção de Sódio e Água
A retenção de sal ocorre sempre que a função renal está comprometida, como nos distúrbios primários do rim e nos distúrbios cardiovasculares que diminuem a perfusão renal. Uma das mais importantes causas de hipoperfusão renal é a ICC, que (como a hipoproteinemia) resulta na [blank_start]ativação[blank_end] do eixo renina-angiotensina-aldosterona. No início da insuficiência cardíaca, essa resposta é benéfica, uma vez que a retenção de sódio e água e outras adaptações, incluindo o aumento do tônus vascular e níveis elevados de hormônio antidiurético, [blank_start]aumentam[blank_end] o débito cardíaco e restauram a perfusão renal normal. Contudo, conforme a insuficiência cardíaca piora e o débito cardíaco [blank_start]diminui[blank_end], o líquido retido apenas [blank_start]aumenta[blank_end] a pressão hidrostática, resultando em edemas e efusões.- Aativação
- Bdesativação
- Caumentam
- Ddiminuem
- Ediminui
- Faumenta
- Gaumenta
- Hdiminui
15Obstrução Linfática
Traumas, fibroses, tumores invasivos e agentes infecciosos podem romper vasos linfáticos e bloquear a eliminação de líquido intersticial, resultando em linfedema na parte afetada do corpo. Um exemplo importante pode ser visto na [blank_start]filariose[blank_end] parasitária, em que o organismo induz a fibrose obstrutiva dos canais linfáticos e linfonodos. Isso pode resultar em edema da genitália externa e dos membros inferiores, que ficam tão espessos que recebem o nome de elefantíase. O edema grave das extremidades superiores também pode complicar a remoção cirúrgica e/ou a irradiação da mama e dos linfonodos axilares associados em pacientes com câncer de mama.- Afilariose
- Besquistossomose
- Cascaridíase
16Efusões
As efusões envolvendo a cavidade [blank_start]pleural[blank_end] (hidrotórax ou derrame pleural), a cavidade [blank_start]pericárdica[blank_end] (hidropericárdio ou derrame pericárdico) ou a cavidade [blank_start]peritonial[blank_end] (hidroperitônio ou ascite) são comuns em uma ampla gama de condições clínicas.- Apleural
- Bpericárdica
- Cperitonial
17Efusões
Efusões [blank_start]transudativas[blank_end] são tipicamente pobres em proteínas, translúcidas e com cor de palha. Em contraste, as efusões [blank_start]exsudativas[blank_end] são ricas em proteínas e geralmente turvas devido à presença de leucócitos.
Efusões peritoneais causadas pelo bloqueio linfático (efusão quilosa) podem ser leitosas devido à presença de lipídios absorvidos pelo intestino.- Atransudativas
- Bexsudativas
18Hiperemia e congestão
A hiperemia e a congestão decorrem por [blank_start]aumento[blank_end] do volume sanguíneo dentro dos tecidos, mas têm mecanismos subjacentes e consequências diferentes.- Aaumento
- Bdiminuição
19Hiperemia
A hiperemia é um processo [blank_start]ativo[blank_end] resultante da dilatação [blank_start]arteriolar[blank_end], como no músculo esquelético durante o exercício ou em locais de inflamação, levando a um aumento do fluxo sanguíneo. Os tecidos afetados tornam-se vermelhos (eritema) devido ao aumento no fornecimento de sangue oxigenado.- Aativo
- Bpassivo
- Carteriolar
- Dvenular
20Congestão
A congestão é um processo passivo resultante de [blank_start]redução[blank_end] do efluxo sanguíneo de um tecido. Ela pode ser sistêmica, como na insuficiência cardíaca, ou localizada, como em uma obstrução venosa isolada. A congestão leva frequentemente ao edema, como resultado do aumento da pressão [blank_start]hidrostática[blank_end] que provoca.
Na congestão crônica de longa duração, a hipóxia crônica associada pode resultar em lesão tecidual isquêmica e cicatrização. Os tecidos congestos apresentam uma cor que varia do vermelho-escuro ao azul (cianose) devido à estase das hemácias e à presença de hemoglobina desoxigenada.- Aredução
- Baumento
- Chidrostática
- Doncótica
21Congestão hepática aguda
Na congestão hepática aguda, a veia centrolobular e os sinusoides estão distendidos. Como a área centrolobular está na extremidade distal do fornecimento de sangue hepático, os hepatócitos [blank_start]centrolobulares[blank_end] podem sofrer necrose isquêmica, enquanto os hepatócitos [blank_start]periportais[blank_end] (mais bem oxigenados por causa da proximidade com as arteríolas hepáticas) podem desenvolver apenas esteatose. Na congestão hepática crônica, as regiões centrolobulares apresentam macroscopicamente uma cor [blank_start]vermelho-acastanhada[blank_end] e estão levemente deprimidas (devido à morte celular), destacando-se das zonas circunjacentes do fígado não congesto de cor [blank_start]amarelo-acastanhada[blank_end] (fígado em noz-moscada).- Aperiportais
- Bcentrolobulares
- Ccentrolobulares
- Dperiportais
- Eamarelo-acastanhada
- Fvermelho-acastanhada
- Gvermelho-acastanhada
- Hamarelo-acastanhada
Informationen
- Beschreibung
- Fontes: Robbins (bases 9ed) e Silverthorn (7ed)
- Autor
- Ana Castro
- Sprache
- Português
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