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Flussdiagramm

Ohne Titel

ana montibeller Portugiesisch

Inhalt des Flussdiagramms

  1. Paciente do sexo masculino, 17 anos

  2. Dor intensa no ombro

  3. Braço esquerdo pendente

  4. Pouca rotação externa

  5. Dor impede moviementos no braço

  6. Negativa para fratura

  7. Cabeça do úmero está sobreposta pelo colo da escápula

  8. APRESENTAÇÃO CLÍNICA

  9. EXAMES DE IMAGEM

  10. INDICATIVOS DE

  11. Luxação Glenoumeral

  12. ANATOMIA CLÍNICA

  13. é naturalmente instável

  14. Cavidade glenoide é rasa, permitindo grande amplitude de movimento

  15. Articulação glenoumeral

  16. composta por

  17. é do tipo sinovial esferóidea

  18. Cápsula fibrosa

  19. Ligamentos

  20. Ligamentos Glenoumerais

  21. Três faixas fibrosas na parte interna da cápsula, que reforçam a parte anterior da cápsula

  22. Ligamento coracoumeral

  23. Ligamento transverso do úmero

  24. Arco coracoacromial

  25. é estabilizada por músculos do manguito rotador

  26. Nervo axilar é o mais comumente lesado em luxações

  27. Inerva os músculos deltóide e redondo menor

  28. Músculo subescabular

  29. previne deslocamento posterior

  30. Músculo supraespinhal, infraespinhal e redondo menor

  31. realizam rotação externa

  32. previnem deslocamento anterior

  33. AVALIAÇÃO

  34. Exame Clínico

  35. Luxação Posterior

  36. Proeminência posterior no ombro

  37. MECANISMOS DE LESÃO

  38. Luxação Anterior

  39. Luxação Posterior

  40. Geralmente ocorre com o braço abduzido, em rotação externa e estendido

  41. Geralmente ocorre quando o braço é atingido aduzido e rotado internamente

  42. pode ocorrer em contrações musculares violentas de uma convulsão ou eletrocussão

  43. observa-se

  44. Processo coracoide proeminente

  45. Paciente segura o braço em adução e rotação interna

  46. Incapacidade de rotar externamente

  47. Luxação Anterior

  48. observa-se

  49. Braço levemente abduzido e em rotação externa

  50. Resistência aos movimentos

  51. Acrômio pode estar proeminente

  52. O nervo axilar pode estar comprometido

  53. Exames de Imagem

  54. Radiografia

  55. indicação

  56. Incidências

  57. Achados

  58. Antes da redução

  59. Após redução

  60. Confirmar diagnóstico e excluir fraturas

  61. Confirmar a redução e excluir possíveis fraturas causadas pelo procedimento

  62. Anteroposterior (AP)

  63. Lateral em Y Escapular

  64. Axilar

  65. Luxação anterior

  66. Luxação posterior

  67. Cabeça umeral geralmente em posição subcoracoide

  68. Cabeça umeral subclavicular ou subglenoidal

  69. indica

  70. maior grau de deslocamento

  71. Sinal da lâmpada

  72. aparência circular à cabeça do úmero, pois a tuberosidade não está lateral

  73. Rim sign

  74. Trough line sign

  75. aumento da distância entre a cabeça umeral e o lábio glenoide anterior

  76. Tomografia computadorizada

  77. Ultrassom

  78. Não é rotina, indicado para casos em que a posição exata da cabeça do úmero não pode ser determinada com radiografia

  79. Menos eficaz em diagnosticar fraturas, mas eficaz no diagnóstico e avaliação de luxações

  80. MANEJO

  81. Procedimento de redução

  82. Comunicação com o paciente

  83. Paciente deve ser informado de possíveis riscos do procedimento: fraturas, lesão aos músculos do manguito rotador, lesão ao nervo axilar

  84. Contraindicação e precaução

  85. Requisitar consulta ortopédica em casos de

  86. Pacientes idosos com luxações de duração de 7 a 10 dias

  87. Lesão ao colo cirúrgico do úmero

  88. Tentativa de redução conservativa nesse caso pode piorar a fratura e levar a necrose avascular da cabeça do úmero

  89. Analgesia e sedação

  90. Redução de luxação anterior

  91. Redução de luxação posterior

  92. Indicação

  93. Técnica

  94. A gravidade e duração da lesão determinam se deve ser performada uma redução aberta ou fechada

  95. Alguns autores recomendam redução aberta para

  96. Defeitos que envolvem mais de 25% da cabeça umeral

  97. Deslocamentos de mais de 3 semanas

  98. A redução fechada deve ser feita na sala de cirurgia com anestesia geral ou local com sedação

  99. Em geral, é usada a técnica tração-contratração

  100. Indicações

  101. O método usado depende do profissional que o realiza

  102. É ideal buscar uma técnica rápida, simples, que não requere força significativa e nem medicamentos intravenosos.

  103. Técnicas

  104. Manipulação escapular

  105. Técnica de Davos

  106. Rotação lateral

  107. Técnica RCS

  108. Técnica de stimson

  109. Tração-contratração

  110. Técnica de Hennepin

  111. Técnica de Milch

  112. Rápida, fácil e bem tolerada. Indicada como primeira tentativa de redução

  113. Redução sem sedação

  114. Pode ser feita em luxações que são recentes (menos de 24 hrs)

  115. É vantajoso porque

  116. É mais rápido

  117. Evita complicações medicamentosas

  118. Requere menos profissionais

  119. Funciona melhor em fraturas sem a necessidade de tração significativa

  120. Sedação e analgesia para procedimentos (SAP)

  121. Serve para

  122. Reduzir dor e espasmos musculares do manguito rotador

  123. Medicamentos comuns:

  124. Monitoramento:

  125. Fenstanil, Midazolam, Ketamina, Proponofol

  126. Capnografia, Oximetria, Monitoramento de PA

  127. Lidocaína intra-articular

  128. Bloqueio interescalênico guiado por ultrassom

  129. Promove alívio da dor e evita possíveis complicações dos sedativos

  130. Indicado para pacientes com comorbidades que os coloquem em risco para SAP

  131. REFERÊNCIAS

    McMahon, P. J. CURRENT: Medicina do Esporte. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2008. 9788563308818. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788563308818/. Acesso em: 19 May 2022

    Sherman, Scott C, MD. Shoulder dislocation and reduction. UpToDate. 17 Set, 2020

Informationen

Beschreibung
Flussdiagramm am Ohne Titel, erstellt von ana montibeller am 18/05/2022.
Erstellt von
ana montibeller
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