Karteikarten
Contabilidade Geral

Karten in diesem Stapel (186)
- 1Equação Fundamental da ContabilidadeAtivos = Passivos + Patrimônio Líquido
- 2Conceitue ativo, passivo e patrimônio líquidoAtivo: onde estão aplicados os recursos da entidade; bens e direitos que possui
Passivo: obrigações contraídas pela entidade; forma como adquiriu os recursos para aplicar
Patrimônio líquido: capital próprio da entidade (sócios); forma como adquiriu os recursos para aplicar - 3Diferencie ato e fato contábilAto: acontecimentos que ocorrem na entidade e não geram imediata alteração no patrimônio
Fato: Acontecimento que gera alteração patrimonial na entidade - 4Conceitue subscrição e integralização do capitalSubscrição: ato pelo qual os sócios se comprometem formalmente a entregar recursos à empresa
Integralização: Quando os sócios efetivamente entregam os recursos - 5Receita SEMPRE aumenta o patrimônio líquido; Receita NÃO é ativo Despesa SEMPRE reduz o patrimônio líquido; Despesa NÃO é passivoA
- 6Se eu debitar uma conta devedora, seu saldo aumenta. - Se eu creditar uma conta devedora, seu saldo diminui. - Se eu debitar uma conta credora, seu saldo diminui. - Se eu creditar uma conta credora, seu saldo aumenta.A
- 7Conceito de débito e crédito contábilDébito: Aplicação de recursos, aumenta saldo de contas devedoras, diminui de credoras; Ativo, Despesas
Crédito: Origem de recursos, aumenta saldo de contas credoras, diminui de devedoras; Passivo, PL, Receitas - 8Descreva a teoria personalista das contasContas são fictamente como pessoas; visão mais jurídica. Se dividem em:
1. Proprietários: representam os responsáveis pelo patrimônio líquido, receitas e despesas
2. Correspondentes: se refere a ativos e passivos; as pessoas com quem a entidade guarda relação
3. Consignatários: pessoas a quem a entidade confia bens - 9Descreva a teoria materialística das contasContas são apenas entrada e saída de valores, podendo ser:
A) Contas integrais: Representam o ativo e passivo exigível (obrigações);
B) Contas diferenciais: São contas que geram diferença, alteração no patrimônio líquido, a saber: contas de
patrimônio líquido, receitas e despesas - 10Descreva a teoria patrimonialista da contabilidadeDivide as contas em:
A) Contas patrimoniais: Representam as contas de ativo, passivo e patrimônio líquido.
B) Contas de resultado: Representam as receitas e despesas. - 11Descreve as seguintes teorias 1. Contismo 2.Controlismo 3. Reditualismo 4. AziendalismoContismo: a preocupação central dessa escola é com o processo de escrituração, com isso, o objeto da
Contabilidade seria, na verdade, o mecanismo de contas. Perdeu força porque a escrituração não é
causa, mas sim “efeito” dos fenômenos patrimoniais.
➢ Controlismo: o objeto da Contabilidade seria o controle aziendal que possui como modalidades o controle
prévio, controle concomitante, controle subsequente;
➢ Reditualismo: movimento surgido na Alemanha e apresenta como objeto da Contabilidade o rédito, isto
é, o lucro ou prejuízo do exercício;
➢ Aziendalismo: conjunto de ciências que tratam da azienda como objeto da Contabilidade; para os
aziendalistas, havia uma preocupação com o estudo de outras ciências, além da contábil, que tinham a
azienda com campo de aplicação, como por exemplo, a Administração. - 125. A escrituração contábil deve ser executada: a) em idioma e em moeda corrente nacionais; b) em forma contábil; c) em ordem cronológica de dia, mês e ano; d) com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras ou emendas; e e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.CFC
- 13Defina plano de contas, elenco de contas e manual de contas1. conjunto de todas as contas existentes dentro de
uma entidade para uniformizar os registros contábeis.
2. o elenco de contas é a relação de contas utilizadas pela empresa
e envolve a titulação (nome) e o código da conta.
3. , o Manual de Contas tem a função de apresentar informações minuciosas sobre cada
conta, como por exemplo, função, funcionamento, documentos que suportam os registros
contábeis. - 14- As contas do ativo, retificadoras do passivo, retificadoras do PL e as de despesa têm natureza devedora. - As contas do passivo, PL, retificadoras do ativo e as de receita têm natureza credora.A
- 15Conclusões sobre o método das partidas dobradas, ou método veneziano- A soma dos débitos é sempre igual à soma dos créditos.
- Um ou mais débitos numa ou mais contas deve corresponder a um ou mais
créditos de valor equivalente em uma ou mais contas.
- O total do ativo será sempre igual à soma do passivo exigível com o patrimônio
líquido.
- O total do ativo mais a despesa será sempre igual à soma do passivo exigível
com o patrimônio líquido mais as receitas. - 16a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu; b) conta devedora; c) conta credora; d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio; e) valor do registro contábil; f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábilITG 2000 (R1), item 6
- 17Classifique as variações de escrituração 1. Primeira fórmula 2. Segunda fórmula 3. Terceira fórmula ou lançamento composto 4. Quarta fórmula ou lançamento complexo1. Uma conta debitada, outra creditada
2. Uma conta debitada, mais de uma creditada
3. Mais de um débito, só um crédito
4. Mais de um débito, mais de um crédito - 18Conceitue as formas de retificação da escrituração contábil 1. Estorno 2. Transferência 3. Complementação Ressalva1. lançamento inverso àquele feito erroneamente, anulando-o totalmente.
2. é aquele que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou
creditada, por meio da transposição do registro para a conta adequada.
3. aquele que vem posteriormente complementar, aumentando ou
reduzindo o valor anteriormente registrado
Ressalva: Correção antes do término do lançamento - 19Tipos de fatos contábeis 1. Permutativo 2. Modificativo 3. Misto1. Os fatos permutativos configuram apenas trocas, permutas, entre bens do ativo e passivo exigível, sem que
haja alteração no valor total do patrimônio líquido e contas de resultado
2. Os fatos modificativos são aqueles que alteram, para mais ou para menos, o patrimônio líquido. Necessariamente haverá uma conta de receita ou despesa.
3. Fato misto é o que envolve, ao mesmo tempo, um fato permutativo e um fato modificativo. Acarreta,
portanto, alterações no ativo e PL, no passivo e no PL ou no ativo, passivo e PL - 20Conceitue superveniência e insubsistência1. Ativa: fato posterior que aumenta o patrimônio e gera receita
Passiva: fato posterior que diminui o patrimônio e gera despesa
2. Ativa: Insubsistência do passivo; fato deixa de existir, gerando receita
Passiva: insubsistência do ativo; fato que deixa de existir e causa diminuição do PL, gerando despesa - 21Art. 1.179. O empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico. Art. 1.180. Além dos demais livros exigidos por lei, é indispensável o diário, que pode ser substituído por fichas no caso de escrituração mecanizada ou eletrônica. Parágrafo único. A adoção de fichas não dispensa o uso de livro apropriado para o lançamento do balanço patrimonial e do de resultado econômico.Código Civil
- 22Conceito de livro razãoO Razão tem a função
de apresentar as modificações ocorridas em cada conta, apresentando, inclusive, o saldo delas. - 23Conceito de livro caixaesse livro Registra as entradas e saídas de numerário. Os registros devem ser
efetuados em ordem cronológica e, por isso, pode ser utilizado como auxiliar do Livro Diário, devendo
atender a todas as formalidades exigidas.
O livro caixa é obrigatório para contribuintes que estejam no regime simplificado previsto na Lei
Complementar 123/2006. - 24Conceito de balancete de verificaçãoO balancete de verificação é um demonstrativo de caráter auxiliar em que são relacionadas todas
as contas, sejam ela patrimoniais ou de resultado. O objetivo desse demonstrativo é verificarmos
se foi aplicado corretamente o Método das Partidas Dobradas.
as informações necessárias para a elaboração do balancete de
verificação são oriundas do livro Razão - 25Formalidades dos livros diários e razão● Formato Não Digital:
Formalidades Extrínsecas (Finalidade: dificultar adulteração):
- Deve ser encadernado;
- As folhas devem ser numeradas;
- Conterem termo de abertura e de encerramento assinados pelo titular ou representante legal da entidade
e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado no Conselho Regional de Contabilidade.
Intrínsecas (Finalidade: resguardar a fidedignidade dos fatos ocorridos em relação aos fatos registrados):
- Seguir uma ordem cronológica;
- Não deve haver rasuras, borrões, sinais, linhas em branco, entrelinhas, folhas em branco etc.; e
- A escrituração deve ser feita em língua e moeda nacionais.
● Formato Digital:
Formalidade dos livros em formato digital:
a) serem assinados digitalmente pela entidade e pelo profissional da contabilidade regularmente habilitado;
b) quando exigível por legislação específica, serem autenticados no registro público ou entidade competente.
(Alterada pela ITG 2000 (R1)) - 26Conceitue os métodos de apuração: 1. De caixa 2. Por competência1. Receita é considerada quando recebida, despesa quando paga
2. Cada receita ou despesa é considerada ocorrida quando da data de seu fato gerador - 27Receita antecipada é classificada como passivo; Despesa antecipada é classificada como ativo; mês a mês, essa conta é creditada conforme se utiliza efetivamente o que foi pagoLei
- 28Por consequência do regime de competência, ao mesmo tempo que reconhecemos a receita de vendas, iremos reconhecer as despesas que tem relação com essa operação, como por exemplo, o custo da mercadoria vendida, as despesas necessárias para que essa venda se concretize, como fretes sobre vendas, mão-de-obra.Lei
- 29Estrutura básica do DRE

- 30Para constituir Sociedade Anônima, pelo menos duas pessoas, devem subscrever todas as ações em que o capital social irá se dividir. Isto é, devem fixar o valor total do capital social. Este capital poderá sofrer alterações posteriormente. Ação é a menor fatia do capital social de uma sociedade anônima. Em outras sociedades empresárias, como por exemplo, Sociedades Limitadas, o capital social é dividido em quotas. Pelo menos 10% das ações devem ser subscritas em dinheiro. Explicando, o capital social pode ser composto por dinheiro e bens suscetíveis de avaliação em dinheiro. Então, do total, 10% têm que ser em dinheiro e esse valor deve ser depositado no Banco do Brasil ou em outro estabelecimento autorizado pela CVM.Art 80 L6404
- 31O desconto financeiro CONCEDIDO representa uma despesa FINANCEIRA; NÃO É DESPESA DE VENDA. O desconto financeiro OBTIDO representa uma receita FINANCEIRA; NÃO É receita DE VENDAA
- 32Demonstrações financeiras obrigatórias de acordo com a LSAI - balanço patrimonial;
II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
III - demonstração do resultado do exercício; e
IV – demonstração dos fluxos de caixa; e
V – se companhia aberta, demonstração do valor adicionado.
§ 6o A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a
R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e
publicação da demonstração dos fluxos de caixa - 33Demonstrações contábeis exigidas pela CPC 26(a) balanço patrimonial ao final do período;
(b1) demonstração do resultado do período;
(b2) demonstração do resultado abrangente do período;
(c) demonstração das mutações do patrimônio líquido do período;
(d) demonstração dos fluxos de caixa do período;
(e) notas explicativas, compreendendo um resumo das políticas contábeis
significativas e outras informações elucidativas; - 34O exercício social terá duração de 1 (um) ano e a data do término será fixada no estatuto. Parágrafo único. Na constituição da companhia e nos casos de alteração estatutária o exercício social poderá ter duração diversa. O conjunto completo das demonstrações contábeis deve ser apresentado pelo menos anualmente (inclusive informação comparativa)Art. 175 LSA
- 35havendo alteração na data do encerramento das demonstrações contábeis e sendo as mesmas apresentadas em período maior ou menor que um ano, a entidade deve divulgar, além do período abrangido pelas demonstrações contábeis, a a) razão para usar um período mais longo ou mais curto, e o fato de que não são inteiramente comparáveis os montantes comparativos apresentados nessas demonstraçõesCPC 26
- 36§ 1º As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior. § 2º Nas demonstrações, as contas semelhantes poderão ser agrupadas; os pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a sua natureza e não ultrapassem 0,1 (um décimo) do valor do respectivo grupo de contas; mas é vedada a utilização de designações genéricas, como "diversas contas" ou "contas-correntes". § 3º: As demonstrações financeiras registrarão a destinação dos lucros segundo a proposta dos órgãos da administração, no pressuposto de sua aprovação pela assembleiageral.Imagine você se uma empresa que tem um faturamento de R$ 100 bilhões ano tem de apresentar
detalhadamente cada item que tem em almoxarifado. Seria inviável, não é mesmo?
Deste modo, se temos as contas aplicação em certificado bancário e aplicação em fundo de renda fixa,
podemos agrupar tudo em uma única conta chamada aplicações financeiras.
Vejam que há também a exigência que não se ultrapasse 10% do valor do respectivo grupo. Portanto, se
no exemplo, as aplicações somassem o valor de R$ 10.000,00 e o ativo circulante, um grupo do ativo, for o
total de R$ 50.000,00, não poderíamos agrupar, pois houve quebra do limite estabelecido pela lei. - 37Conceito de ativo para o CPC 00ativo é um
recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados. Por seu turno,
recurso econômico é um direito que tem o potencial de produzir benefícios econômicos
Um ativo não deve ser reconhecido no balanço patrimonial quando os gastos
incorridos não proporcionarem a expectativa provável de geração de benefícios
econômicos para a entidade além do período contábil corrente. Ao invés disso, tal
transação deve ser reconhecida como despesa na demonstração do resultado
No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas
registrados. - 38Como deve se dar a apresentação de ativos e passivos para o CPC

- 39Para reconhecer um investimento como um equivalente de caixa, é necessário o atendimento cumulativo de três requisitos: ser de curto prazo, ser de alta liquidez e apresentar insignificante risco de mudança de valor. Quanto ao entendimento de curto prazo. o Pronunciamento Técnico CPC 03 – Demonstração dos Fluxos de Caixa não menciona o limite, mas usa, como exemplo, os equivalentes de caixa que tenham vencimento de até três meses de sua aquisição Todavia, um título do governo comprado há dois anos não se transforma em equivalentes de caixa quando estiverem faltando três meses para seu vencimentoCPC 03
- 40Conceito de ativo circulante(a) espera-se que seja realizado, ou pretende-se que seja vendido ou consumido
Exemplo: valores a receber de clientes que pretendemos receber durante o ciclo
operacional.
(b) está mantido essencialmente com o propósito de ser negociado;
Exemplo: estoque de mercadorias.
(c) espera-se que seja realizado até doze meses após a data do balanço; ou
Exemplo: valores a receber decorrente de empréstimos.
(d) é caixa ou equivalente de caixa (conforme definido no Pronunciamento Técnico CPC 03
– Demonstração dos Fluxos de Caixa), a menos que sua troca ou uso para liquidação de
passivo se encontre vedada durante pelo menos doze meses após a data do balanço. - 41Conceito de ativo não circulante para a LSANo ativo realizável a longo prazo: os direitos realizáveis após o término
do exercício seguinte, assim como os derivados de vendas, adiantamentos ou
empréstimos a sociedades coligadas ou controladas (artigo 243), diretores,
acionistas ou participantes no lucro da companhia, que não constituírem negócios
usuais na exploração do objeto da companhia;
- em investimentos: as participações permanentes em outras sociedades e os direitos
de qualquer natureza, não classificáveis no ativo circulante, e que não se destinem à
manutenção da atividade da companhia ou da empresa
no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à
manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa
finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os
benefícios, riscos e controle desses bens - 42Conceito de propriedade para investimentoPropriedade para investimento é a propriedade (terreno ou edifício – ou parte de edifício
– ou ambos) mantida (pelo proprietário ou pelo arrendatário como ativo de direito de uso)
para auferir aluguel ou para valorização do capital ou para ambas e, não, para: (Alterado
pela Revisão CPC 13)
(a) uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades
administrativas; ou
(b) venda no curso ordinário do negócio - 43Quando é feito um pagamento adiantado, como em um seguro, deve-se computar um ativo no balanço patrimonial a ser creditado conforme se cumpre a obrigação. Esse ativo é dividido em circulante e não circulante, pelo critério dos 12 meses subsequentesQuestão
- 44Conceito de estoque para o CPC 16(a) mantidos para venda no curso normal dos negócios;
(b) em processo de produção para venda
(c) na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção
ou na prestação de serviços. - 45Diferencie inventário permanente e periódicoPermamente: é dada baixa a cada venda de mercadoria no estoque
Periódico: Estoques avaliados na data do balanço através do inventário físico
( Custo das mercadorias vendidas = estoque inicial + compras - estoque final) - 46Descreva os métodos 1. UEPS 2. PEPS 3. Estoque médio1. Último Que Entra Primeiro Que Sai
2. Primeiro que entra, primeiro que sai
3. Valor total gasto em estoque dividido pelo número de unidades - 47ICMS não integra a base de cálculo do PIS e COFINS IPI integra base de cálculo do PIS COFINS Base de cálculo do ICMS: - Se a mercadoria foi comprada para industrialização ou comercialização: não inclui o IPI na BC do ICMS. - Se a mercadorias foi comprada para consumo/imobilizado: inclui o IPI na BC do ICMS.Dicas para questões com tributos
- 48Os estoques objeto deste Pronunciamento devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor.Valor Realizável Líquido é o preço de venda deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos
estimados necessários para se concretizar a venda.
Se uma mercadoria custou R$10.000,00 e pode ser vendida por valor superior, deve ficar registrada
contabilmente pelo valor original (R$10.000,00).
Mas, se o valor realizável líquido for de R$8.000,00, deverá ser feito um “Ajuste para perdas prováveis”. - 49O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. Custos de aquisição 11. O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis junto ao fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e outros diretamente atribuíveis à aquisição de produtos acabados, materiais e serviços. Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de aquisiçãoCPC 16
- 50Conceito de custos de transformação no CPC 16: soma de todos os Custos de Produção, exceto os relativos a matérias-primas e
outros eventuais adquiridos e empregados sem nenhuma modificação pela empresa (componentes
adquiridos prontos, embalagens compradas etc.). - 51Desconto incondicional não compõe base de cálculo de nenhum imposto Abatimento em uma venda deve ser lançado posteriormente como retificador da receita brutaCPC 16
- 52A nota fiscal de devolução deve ser um espelho da nota fiscal de venda, incluindo todos os itens que nela aparecem, de modo proporcional à quantidade devolvida Se houver frete, a parcela referente às mercadorias devolvidas sai do estoque e vai para o resultado como despesaCPC 16
- 53Qual o tratamento dado à: 1. Perdas normais 2. Perdas anormais 3. Perdas do produto acabado1. Compõem o custo da mercadoria
2. Lançadas como despesas do exercício
3. Lançadas como despesas do exercício - 5415. Outros custos que não de aquisição nem de transformação devem ser incluídos nos custos dos estoques somente na medida em que sejam incorridos para colocar os estoques no seu local e na sua condição atuais. Por exemplo, pode ser apropriado incluir no custo dos estoques gastos gerais que não sejam de produção ou os custos de desenho de produtos para clientes específicos. 16. Exemplos de itens não-incluídos no custo dos estoques e reconhecidos como despesa do período em que são incorridos: (a) valor anormal de desperdício de materiais, mão-de-obra ou outros insumos de produção; (b) gastos com armazenamento, a menos que sejam necessários ao processo produtivo entre uma e outra fase de produção; (c) despesas administrativas que não contribuem para trazer o estoque ao seu local e condição atuais; e (d) despesas de comercialização, incluindo a venda e a entrega dos bens e serviços aos clientes.CPC 16
- 55Os materiais e os outros bens de consumo mantidos para uso na produção de estoques ou na prestação de serviços não serão reduzidos abaixo do custo se for previsível que os produtos acabados em que eles devem ser incorporados ou os serviços em que serão utilizados sejam vendidos pelo custo ou acima do custo. Porém, quando a diminuição no preço dos produtos acabados ou no preço dos serviços prestados indicar que o custo de elaboração desses produtos ou serviços excederá seu valor realizável líquido, os materiais e os outros bens de consumo devem ser reduzidos ao valor realizável líquido. Em tais circunstâncias, o custo de reposição dos materiais pode ser a melhor medida disponível do seu valor realizável líquido.CPC 16
Suponha que o custo da matéria-prima X seja de R$ 10,00 a unidade. Porém, no encerramento, a companhia
nota que o valor de reposição é de R$ 8,00. Bem, teoricamente, ela deveria reduzir o valor da MP.
Mas o CPC 16 diz o seguinte: você deve chegar e olhar para a mercadoria como um todo! Se a mercadoria Y
for vendida por preço superior ao seu custo, então não é necessário fazer o ajuste da matéria-prima. - 56Art. 183, § 4° Os estoques de mercadorias fungíveis destinadas à venda poderão ser avaliados pelo valor de mercado, quando esse for o costume mercantil aceito pela técnica contábil.LSA
As mercadorias fungíveis são as commodities, ou seja, soja, suco de laranja, café etc.
As commodities possuem cotação na bolsa de mercadoria. Portanto, normalmente ficam registradas na
contabilidade pela cotação da bolsa.
Se uma empresa possui um estoque de, digamos, cem toneladas de soja, ela conseguirá vender esse estoque
pela cotação atual da soja na bolsa de mercadorias - 57Quais custos compõem e não compõem o valor de um ativo imobilizado

- 58Art 183 LSAA diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será
registrada periodicamente nas contas de:
a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto
bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou
obsolescência;
b) amortização, quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de
direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou
exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou
contratualmente limitado;
c) exaustão, quando corresponder à perda do valor, decorrente da sua exploração, de
direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa
exploração. - 591. Manutenção periódica de ativos entra como despesa do exercício 2. Paradas programadas (inspeção ou trocas obrigatórias) entram como gastos de capitalCPC 27
- 60se o software é indispensável para o funcionamento do equipamento, é parte integrante dele, assim sendo, é classificado como Imobilizado, como por exemplo, o sistema operacional do computador. Agora, um software instalado no computador para jogos, não é um elemento integrante dele, assim sendo, representa um Ativo Intangível.CPC 27
- 61Descreva ajuste de avaliação patrimonialÉ uma conta do Patrimônio Líquido (PL) usada para registrar, de forma temporária, os efeitos da avaliação de ativos e passivos a valor justo (ex.: reavaliação de investimentos, instrumentos financeiros, variações cambiais em controladas no exterior).
Não transita pelo resultado (não é receita nem despesa).
Afeta diretamente o PL até a realização, quando pode ser transferido para lucros ou prejuízos acumulados. - 62Métodos de depreciação 1. Linear 2. Cole ou Quotas Decrescentes 3. Unidades produzidas 4. Horas de trabalho1. (Valor atual - residual) divido por vida útil
2. Se temos em nossa empresa uma máquina cuja vida útil é de 5 anos, tomaremos os seguintes
procedimentos:
Somamos: 5 + 4 + 3 + 2 + 1 = 15.
Depreciação: Ano 1 = 5 / 15; Ano 2 = 4/15; Ano 3 = 3/15; Ano 4 = 2/15 e Ano 5 = 1/15.
3. estima-se a quantidade total de unidades que será produzida. A depreciação é feita
dividindo-se o total efetivamente produzido pela capacidade total de produção.
4. estima-se o total de horas
que determinado ativo vai trabalhar, ao longo de sua vida útil. E a depreciação é calculada dividindo-se as
horas efetivamente trabalhadas pelo total de horas. - 63Taxas permitidas pelo fisco para IR 1. Veículos 2. Máquinas e equipamentos 3. Móveis e utensílios 4. Imóveis 5. Tratores1. 5 anos ou 20% ao ano
2. 10 anos ou 10% ao ano
3. 10 anos ou 10 % ao ano
4. 25 anos ou 4 % ao ano.
5. 4 anos ou 25%. - 64A taxa anual de depreciação de bens adquiridos usados será fixada tendo em vista o maior dos seguintes prazos: I - a metade da vida útil admissível para o bem adquirido novo; ou II - o restante da vida útil, considerada esta em relação à primeira instalação para utilização do bem.Art. 322. Regulamento IR
- 6543. Cada componente de um item do ativo imobilizado com custo significativo em relação ao custo total do item deve ser depreciado separadamente.CPC 27
- 6652. A depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o seu valor contábil, desde que o valor residual do ativo não exceda o seu valor contábil. A reparação e a manutenção de um ativo não evitam a necessidade de depreciá-lo. 53. O valor depreciável de um ativo é determinado após a dedução de seu valor residual. Na prática, o valor residual de um ativo frequentemente não é significativo e por isso imaterial para o cálculo do valor depreciável. 54. O valor residual de um ativo pode aumentar. A despesa de depreciação será zero enquanto o valor residual subsequente for igual ou superior ao seu valor contábil.52. A depreciação deve ser reconhecida mesmo quando o valor justo do ativo for maior que o valor contábil, desde que o valor residual não ultrapasse o valor contábil; reparos e manutenções não eliminam a necessidade de depreciar.
53. O valor depreciável é obtido após deduzir o valor residual do ativo; como na prática esse valor residual costuma ser pouco relevante, geralmente é desconsiderado no cálculo.
54. Caso o valor residual de um ativo aumente e seja igual ou superior ao valor contábil, a despesa de depreciação será zerada.
se o valor justo for menor do que o valor contábil estamos diante
de uma hipótese de ajuste ao valor recuperável de ativos - 67a despesa de depreciação de cada período deve ser reconhecida no resultado a menos que seja incluída no valor contábil de outro ativo. A depreciação do período deve ser normalmente reconhecida no resultado. No entanto, por vezes os benefícios econômicos futuros incorporados no ativo são absorvidos para a produção de outros ativos. Nesses casos, a depreciação faz parte do custo de outro ativo, devendo ser incluída no seu valor contábil. Por exemplo, a depreciação de máquinas e equipamentos de produção é incluída nos custos de produção de estoqueCPC 27
- 68Conceito de valor recuperável de um ativo:a é o maior (repita-se: maior) valor entre o valor justo líquido de venda de um ativo e seu valor em uso. Para achar o valor em uso, temos de conhecer as entradas de caixa que serão esperadas pela utilização do ativo. Desse valor subtraímos todas os saídas de caixa que estejam relacionados às receitas.
- 69Teste de recuperabilidade:caso o valor recuperável (o maior entre o valor em uso e o preço justo de venda) exceda o valor contábil, deve ser registrada uma despesa na conta despesa com perda de desvalorização e um crédito na retificadora ajuste ao valor recuperável
- 70Quais ativos devem passar por teste de recuperabilidade, independentemente de indícios de desvalorização:Goodwill, ativos intangíveis com vida indefinida ou que ainda não estão em uso
- 71Principais indicadores de desvalorizaçãoIndicadores externos:
Valor do ativo diminuiu mais do que o normal
Mudanças tecnológicas
Taxas de juros aumentaram
Valor contábil do PL é maior que o valor de mercado
Indicadores internos:
Obsolescência ou dano físico do ativo
Desempenho pior que o esperado
Mudanças dentro da estrutura da sociedade - 7219. Nem sempre é necessário determinar o valor justo líquido de despesas de venda de um ativo e seu valor em uso. Se qualquer um desses montantes exceder o valor contábil do ativo, este não tem desvalorização e, portanto, não é necessário estimar o outro valor.CPC 01
- 7328. As despesas com a baixa, exceto as que já foram reconhecidas como passivo, devem ser deduzidas ao se mensurar o valor justo líquido de despesas de alienação. Exemplos desses tipos de despesas são as despesas legais, tributos, despesas com a remoção do ativo e gastos diretos incrementais para deixar o ativo em condição de venda. Entretanto, as despesas com demissão de empregados e as associadas à redução ou reorganização de um negócio em seguida à baixa de um ativo não são despesas incrementais para baixa do ativo.CPC 01
- 7455. A taxa de desconto deve ser a taxa antes dos impostos, que reflita as avaliações atuais de mercado acerca: (a) do valor do dinheiro no tempo; e (b) dos riscos específicos do ativo para os quais as estimativas de fluxos de caixa futuros não tenham sido ajustadas.CPC 01
- 7562. Quando o montante estimado da perda por desvalorização for maior do que o valor contábil do ativo ao qual se relaciona, a entidade deve reconhecer um passivo se, e somente se, isso for exigido por outro Pronunciamento Técnico.CPC 01
- 76A entidade deve avaliar, ao término de cada período de reporte, se há alguma indicação de que a perda por desvalorização reconhecida em períodos anteriores para um ativo, exceto o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), possa não mais existir ou ter diminuído. Se existir alguma indicação, a entidade deve estimar o valor recuperável desse ativo.CPC 01
- 77Definição de ativo intangívelum ativo não monetário identificável sem substância física.
Deve ser:
1. Identificável
2. Controlável
3. Trazer benefício econômico futuro - 78Conceito de goodwillO ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) reconhecido em
uma combinação de negócios é um ativo que representa benefícios econômicos
futuros gerados por outros ativos adquiridos em uma combinação de negócios,
que não são identificados individualmente e reconhecidos separadamente. - 7912. Um ativo intangível satisfaz o critério de identificação, em termos de definição de um ativo intangível, quando:(a) for separável, ou seja, puder ser separado da entidade e vendido, transferido,
licenciado, alugado ou trocado, individualmente ou junto com um contrato, ativo
ou passivo relacionado, independente da intenção de uso pela entidade; (Obs.:
Podemos novamente citar como exemplo a aquisição de um software)
(b) resultar de direitos contratuais ou outros direitos legais, independentemente
de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos
e obrigações. - 8013. A entidade controla um ativo quando detém o poder de obter benefícios econômicos futuros gerados pelo recurso subjacente e de restringir o acesso de terceiros a esses benefícios. Normalmente, a capacidade da entidade de controlar os benefícios econômicos futuros de ativo intangível advém de direitos legais que possam ser exercidos num tribunal. A ausência de direitos legais dificulta a comprovação do controle. No entanto, a imposição legal de um direito não é uma condição imprescindível para o controle, visto que a entidade pode controlar benefícios econômicos futuros de outra forma.CPC 04
- 81Conceito de mais-valia e goodwillNa aquisição de uma participação societária, os ativos e passivos da adquirida devem ser avaliados
pelo valor justo.
A diferença entre o valor justo e o valor contábil dos ativos líquidos é a Mais Valia
E a diferença entre o valor pago e o valor justo é o goodwill (também chamado de “ágio por
expectativa de rentabilidade futura”).
No balanço consolidado, a mais valia será eliminada contra os ativos e passivos que
lhe deram origem. E o goodwill será transferido para o grupo Ativo Intangível, em conta específica. - 82O ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) gerado internamente não deve ser reconhecido como ativoCPC 04
- 83Durante a fase de pesquisa de projeto interno, a entidade não está apta a demonstrar a existência de ativo intangível que gerará prováveis benefícios econômicos futuros. Portanto, tais gastos são reconhecidos como despesa quando incorridos.CPC 04
- 8457. Um ativo intangível resultante de desenvolvimento (ou da fase de desenvolvimento de projeto interno) deve ser reconhecido somente se a entidade puder demonstrar todos os aspectos a seguir enumerados:Viabilidade técnica para concluir o ativo
Intenção de concluir o ativo para uso ou venda
Capacidade para usar ou vender o ativo
Forma como o ativo gera benefícios econômicos futuros
Disponibilidade de recursos para concluir o desenvolvimento
Capacidade de mensurar os gastos - 8564. Os gastos incorridos com marcas, títulos de publicações, listas de clientes e outros itens similares não podem ser separados dos custos relacionados ao desenvolvimento do negócio como um todo. Dessa forma, esses itens não são reconhecidos como ativos intangíveis. 71. Gastos com um item intangível reconhecidos inicialmente como despesa não devem ser reconhecidos como parte do custo de ativo intangível em data subsequente.CPC 04
- 8694. A vida útil de ativo intangível resultante de direitos contratuais ou outros direitos legais não deve exceder a vigência desses direitos, podendo ser menor dependendo do período durante o qual a entidade espera utilizar o ativo. Caso os direitos contratuais ou outros direitos legais sejam outorgados por um prazo limitado renovável, a vida útil do ativo intangível só deve incluir o prazo de renovação, se existirem evidências que suportem a renovação pela entidade sem custo significativo.CPC 04
- 87Conceito de ciclo de produçãoo tempo entre a aquisição de ativos para
processamento e sua realização em caixa ou seus equivalentes.
Na companhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o
exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse
ciclo. - 889. O passivo deve ser classificado como circulante quando satisfizer qualquer dos seguintes critérios:(a) espera-se que seja liquidado durante o ciclo operacional normal da entidade;
(b) está mantido essencialmente para a finalidade de ser negociado;
(c) deve ser liquidado no período de até doze meses após a data do balanço; ou
(d) a entidade não tem o direito na data do balanço, de diferir a liquidação do passivo por
pelo menos doze meses após a referida data.
73. Se a entidade tiver o direito, na data do balanço, para repactuar (roll over) uma obrigação por pelo menos
doze meses após a data do balanço segundo dispositivo contratual do empréstimo existente, deve
classificar a obrigação como não circulante, mesmo que de outra forma fosse devida dentro de período mais
curto. Se a entidade não tiver esse direito, o simples potencial de refinanciamento não é considerado
suficiente para a classificação como não circulante e, portanto, a obrigação é classificada como circulante. - 89Agora, supondo que haja a incidência de FGTS e INSS. Neste caso, devemos nos perguntar se os encargos são do empregador ou do empregado. Sendo do empregador, a empresa lançará como despesa, fora do montante previsto para o salário. Sendo do empregado, a empresa apenas reterá o valor, lançando-o como obrigação no passivo e reduzindo o montante a pagar aos empregados. Retém na condição de responsável.CPC 00
- 90Valores do INSS Patronal FGTS Vale-TransporteINSS: 20% da folha de salários
FGTS: 8% dos salários
Vale-transporte: 6% do salário é descontado, empresa paga o transporte - 91No balanço, os elementos do passivo serão avaliados de acordo com os seguintes critérios: I - as obrigações, encargos e riscos, conhecidos ou calculáveis, inclusive Imposto sobre a Renda a pagar com base no resultado do exercício, serão computados pelo valor atualizado até a data do balanço; II - as obrigações em moeda estrangeira, com cláusula de paridade cambial, serão convertidas em moeda nacional à taxa de câmbio em vigor na data do balanço; III – as obrigações, os encargos e os riscos classificados no passivo não circulante serão ajustados ao seu valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.Art. 184. LSA
- 92No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios: VIII – os elementos do ativo decorrentes de operações de longo prazo serão ajustados a valor presente, sendo os demais ajustados quando houver efeito relevante.Art 183 LSA
- 93Ajuste a valor presente fórmulaValor nominal = Valor presente x (1 + i)n
- 94Conceito de provisãoProvisão é um passivo de prazo ou de valor incertos.
- 95Conceito de passivo contingente(a) uma obrigação possível que resulta de eventos passados e cuja existência será
confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não
totalmente sob controle da entidade; ou
(b) uma obrigação presente que resulta de eventos passados, mas que não é reconhecida
porque:
(i) não é provável que uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos seja
exigida para liquidar a obrigação; ou
(ii) o valor da obrigação não pode ser mensurado com suficiente confiabilidade
OBS: NÃO são contabilizados
Passivos contingentes não são reconhecidos no balanço patrimonial. Sua divulgação será feita tão-somente
em notas explicativas.
E mais, se essa possibilidade de saída de recursos for remota, dispensada está a entidade da divulgação
em notas explicativas. - 96Conceito de ativo contingenteAtivo contingente é um ativo possível que resulta de eventos passados e cuja existência
será confirmada apenas pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos
não totalmente sob controle da entidade. - 9714. Uma provisão deve ser reconhecida quando: (a) a entidade tem uma obrigação presente (legal ou não formalizada) como resultado de evento passado; (b) seja provável que será necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos para liquidar a obrigação; e (c) possa ser feita uma estimativa confiável do valor da obrigação. Se essas condições não forem satisfeitas, nenhuma provisão deve ser reconhecida.CPC 25
- 9859. As provisões devem ser reavaliadas em cada data de balanço e ajustadas para refletir a melhor estimativa corrente. Se já não for mais provável que seja necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos futuros para liquidar a obrigação, a provisão deve ser revertida.CPC 25
- 9917. Um evento passado que conduz a uma obrigação presente é chamado de um evento que cria obrigação. Para um evento ser um evento que cria obrigação, é necessário que a entidade não tenha qualquer alternativa realista senão liquidar a obrigação criada pelo evento. Esse é o caso somente: (a) quando a liquidação da obrigação pode ser imposta legalmente; ou (b) no caso de obrigação não formalizada, quando o evento (que pode ser uma ação da entidade) cria expectativas válidas em terceiros de que a entidade cumprirá a obrigação.CPC 25
- 100Quando os custos de reestruturação devem ser provisionados80. A provisão para reestruturação deve incluir somente os desembolsos diretos decorrentes da
reestruturação, que simultaneamente sejam:
(a) necessariamente ocasionados pela reestruturação; e
(b) não associados às atividades em andamento da entidade.
81. A provisão para reestruturação não inclui custos como:
(a) novo treinamento ou remanejamento da equipe permanente;
(b) marketing; ou
(c) investimento em novos sistemas e redes de distribuição. - 101Conceito de duplicatas descontadasDescontar uma duplicata é, grosso modo, uma operação em que pegamos um adiantamento do valor das
duplicatas com o banco, deixando-as em garantia. Funciona assim:
- Descontamos o valor da duplicata. Recebemos o valor do principal menos os descontos relativos à operação
(juros e encargos).
- O banco fica com as duplicatas em sua carteira de clientes, para receber.
- Se o banco não receber, isto é, o cliente não quitar, o banco vai pegar o dinheiro de volta, devolvendo a
duplicata para a empresa, para que ela cobre com os meios legais. - 102Conceito de risco sacado ou forfaitVamos entendê-la por meio de um exemplo. A empresa Beta Ltda. adquiriu mercadorias de um fornecedor
no valor de R$ 200.000,00, com prazo de pagamento de 60 dias. Contudo, a empresa quer que seu
fornecedor receba o valor imediatamente, como se a operação fosse à vista. Nesse caso, a Beta Ltda. utiliza
a operação de "risco sacado" com o Banco Gama.
O banco antecipa o pagamento ao fornecedor e Beta Ltda. compromete-se a pagar ao banco o valor total
na data de vencimento original. - 103Como se dão as operações com chequeO recebimento em cheque é realizado através da tesouraria, ou seja, da conta caixa.
Todavia, o pagamento em cheque é feito através de crédito na conta bancos conta movimento. - 104Conceito de custos de transação segundo o CPC 08Custos de transação são somente aqueles incorridos e diretamente atribuíveis às atividades necessárias
exclusivamente à consecução das transações. São, por natureza, gastos incrementais, já que não existiriam
ou teriam sido evitados se essas transações não ocorressem.
) gastos com elaboração de prospectos e relatórios;
ii) remuneração de serviços profissionais de terceiros (advogados, contadores, auditores,
consultores, profissionais de bancos de investimento, corretores etc.);
iii) gastos com publicidade (inclusive os incorridos nos processos de road-shows);
iv) taxas e comissões;
v) custos de transferência;
vi) custos de registro etc - 105Conceito de despesas financeiras para o CPCDespesas financeiras são os custos ou as despesas que representam o ônus pago ou a pagar como
remuneração direta do recurso tomado emprestado do financiador derivado dos fatores tempo, risco,
inflação, câmbio, índice específico de variação de preços e assemelhados.
Incluem: juros, atualização monetária, variação cambial.
Não incluem: taxas, descontos, prêmios, despesas administrativas, honorários. - 106Conceito de encargos financeiros para o CPCEncargos financeiros são a soma das despesas financeiras, dos custos de transação, prêmios, descontos,
ágios, deságios e assemelhados, a qual representa a diferença entre os valores recebidos e os valores pagos
(ou a pagar) a terceiros.
OBS: os encargos financeiros para ativos qualificáveis, que são aqueles que demoram um período de
tempo substancial para ficarem prontos, devem ir para o custo do ativo e não para o resultado, como é a
regra. - 107Como se dá a contabilização da variação cambialComo regra geral, as variações cambiais em disponibilidades ou contas do passivo devem ser registradas como receita ou despesa financeira, sendo o valor em moeda estrangeira atualizado pela taxa de câmbio no dia do balanço.
Para ativos comprados a prazo, a variação cambial entre sua compra e seu recebimento efetivo deve ser registrada em seu custo de aquisição. Exemplo:
Assim sendo, se adquirimos estoque de mercadorias a prazo por $ 100.000,00 doláres, a uma taxa de R$ 2,00
e no recebimento pela empresa a taxa de câmbio esteja em R$ 3,00, a mercadoria será registrada por
100.000 x 3,00 = R$ 300.000,00. - 108Contabilização das debênturesOs prêmios na emissão de debêntures devem ser acrescidos ao valor justo inicialmente reconhecido na
emissão desse instrumento financeiro, apropriando-se ao resultado também em função do prazo.
Atualmente, os prêmios na emissão de debêntures são contabilizados no Passivo, como Receita Diferida ou
Prêmios na Emissão de Debêntures a apropriar.
Conforme forem apropriados, deve-se creditar o valor do prêmio na conta despesas financeiras
Caso haja deságio, deve-se debitar a conta deságio a apropriar (retificadora do passivo). Conforme for apropriado, debita-se a conta despesas financeiras - 109Disposições sobre os juros sobre o capital próprioCalculam-se aplicando a taxa de juros de longo prazo às seguintes contas:
1. Capital Social Integralizado
2. Ágio na emissão de ações
3. Reservas de lucros
4. Ações em tesouraria
5. Lucros ou prejuízos acumulados
Não pode exceder o maior entre:
I - 50% (cinquenta por cento) do lucro líquido do exercício antes da dedução dos juros, caso estes sejam
contabilizados como despesa; ou
II - 50% (cinquenta por cento) do somatório dos lucros acumulados e reservas de lucros. - 110A conta depósitos judiciais é uma conta do ativoLei
- 111A conciliação contábil consiste em apurar o que compõe determinada conta (o que está “dentro” da conta). A partir do balancete ou do balanço preliminar, a empresa deve relacionar os lançamentos da conta, para verificar se o saldo (o que compõe a conta) está correto. Se houver alguma divergência entre o saldo da conta e os relatórios auxiliares, é necessário efetuar a análise da conta, que consiste em confrontar os registros contábeis com os documentos ou com os registros auxiliares.Lei
- 112Conceito de conciliação bancáriaÉ conciliação entre o razão contábil (o saldo das contas contábeis) e o extrato bancário.
O objetivo é certificar que o saldo contábil está correto, ainda que não bata com o valor do extrato.
Mas os dois precisam estão conciliados. - 113Macete para resolver questões de empréstimo e debêntureEncargos Financeiros = Captação Líquida x Taxa Efetiva
1. Subtrair do valor do empréstimo os custos de transação
2. Multiplicar o valor 1. pela taxa efetiva, obtendo o valor dos encargos financeiros
Para saber o valor da conta empréstimos:
3. Adicionar 1. e 2.
4. Caso o pagamento seja no final, a resposta é 3. Caso haja pagamentos periódicos, descontar isso do valor 3. - 114Contas que compõem o patrimônio líquidoCapital social, reservas de capital, ajustes de avaliação patrimonial, reservas de lucros, ações em
tesouraria e prejuízos acumulados. - 115Conta capital autorizadoPara dar agilidade a esse processo, algumas SAs possuem o Capital Autorizado que é um limite em valor ou
em número de ações, previsto no Estatuto, autorizando o Conselho de Administração a aumentar o capital
social da companhia, independentemente de reforma estatutária, dando maior agilidade ao processo de
aumento.
Essa informação é importante e deve ser divulgada nas demonstrações contábeis.
Imaginem que a empresa JSL S.A possua capital social subscrito de R$ 100 milhões, mas seu estatuto preveja
Capital Autorizado de R$ 500 milhões. Ela poderia controlar contabilmente o Capital Autorizado e a parcela
ainda não subscrita, R$ 400 milhões, da seguinte forma:
Capital subscrito (conta sintética)
1. Capital autorizado 500.000.000 (conta analítica)
2. Capital a subscrever (Devedora) (400.000.000) (conta analítica)
3. Capital subscrito 100.000.000.
Esquematizando:
Capital Autorizado
(-) Capital a Subscrever
(=) Capital Subscrito
(-) Capital a Realizar ou Integralizar
(=) Capital Realizado ou Integralizado - 116Conta gastos na emissão de açõesOs gastos com emissão de ações, a partir de 2008, não mais podem ser tratados como despesas do
período. Passam a figurar como redução do valor obtido do capital social, em uma conta retificadora do
Capital Social.
Ou, quando aplicável, na Reserva de Capital que registrar o prêmio recebido na emissão das
novas ações.
Quando não há sucesso na captação de ações, os gastos devem ser baixados como despesas do exercício - 117Art. 182. § 1º Serão classificadas como reservas de capital as contas que registrarem: a) a contribuição do subscritor de ações que ultrapassar o valor nominal e a parte do preço de emissão das ações sem valor nominal que ultrapassar a importância destinada à formação do capital social, inclusive nos casos de conversão em ações de debêntures ou partes beneficiárias; b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição; E reserva especial de ágio na incorporação ( disposição da CVM)Basicamente, as reservas de capital serão formadas por:
1. Ágio na emissão de ações
2. Alienação de partes beneficiárias ( títulos negociáveis, sem valor nominal e
estranhos ao capital social, denominados "partes beneficiárias", que conferirão aos seus titulares direito de crédito eventual contra a
companhia, consistente na participação nos lucros anuais) - 118Art. 200. As reservas de capital somente poderão ser utilizadas para: I - absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros (artigo 189, parágrafo único); II - resgate, reembolso ou compra de ações; III - resgate de partes beneficiárias; IV - incorporação ao capital social; V - pagamento de dividendo a ações preferenciais, quando essa vantagem lhes for assegurada (artigo 17, § 5º).LSA
- 119Art. 183, § 3o Serão classificadas como ajustes de avaliação patrimonial, enquanto não computadas no resultado do exercício em obediência ao regime de competência, as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor atribuídos a elementos do ativo e do passivo, em decorrência da sua avaliação a valor justo, nos casos previstos nesta Lei ou, em normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, com base na competência conferida pelo § 3o do art. 177.LSA
- 120Disposições sobre ações em tesourariaConta retificadora do PL
Não dá direito a voto ou dividendos
- Se tiver ganho na venda das ações em tesouraria: fica no PL, numa reserva de capital, semelhante à reserva
de prêmio na emissão de ações.
- Se tiver perda, também fica no PL, e vai diminuir a reserva que serviu de lastro para a aquisição das ações
em tesouraria.
Os custos de transação incorridos na aquisição de ações de emissão da própria entidade devem ser tratados
como acréscimo do custo de aquisição de tais ações.
Os custos de transação incorridos na alienação de ações em tesouraria devem ser tratados como redução
do lucro ou acréscimo do prejuízo dessa transação, resultados esses contabilizados diretamente no
patrimônio líquido, na conta que houver sido utilizada como suporte à aquisição de tais ações, não afetando
o resultado da entidade. - 121Possíveis destinações para as reservas de lucro1) Compensação de prejuízos acumulados (prioridade)
2) Dividendos (para os sócios);
3) Reservas de lucros;
4) Aumento do capital social.
Sobrando algo na conta lucros acumulados, devem ser pagos dividendos adicionais. - 122O saldo das reservas de lucros, exceto as para contingências, de incentivos fiscais e de lucros a realizar, não poderá ultrapassar o capital social. Atingindo esse limite, a assembleia deliberará sobre aplicação do excesso na integralização ou no aumento do capital social ou na distribuição de dividendos.Macete: Os leões tem que ser menor que o capital social
Legais
Estatutárias
Orçamentárias (retenção de lucros)
Especiais para dividendos obrigatórios não distribuídos - 123Disposições sobre a reserva legal1. Será constituída obrigatoriamente, a cada ano, por 5% do lucro líquido, limitada ao montante de 20% do capital social
2. Poderá deixar de ser constituída caso somada com as reservas de capital já tenha excedido 30% do capital social
3. Somente será utilizada para aumentar capital ou compensar prejuízos
4. Não há que se falar em sua constituição em caso de haver prejuízos acumulados
5. O limite acima referido calcula-se sobre o Capital Social Realizado - 124Disposições sobre reservas estatutáriasArt. 194. O estatuto poderá criar reservas desde que, para cada uma:
I - indique, de modo preciso e completo, a sua finalidade;
II - fixe os critérios para determinar a parcela anual dos lucros líquidos que serão destinados
à sua constituição;
III - estabeleça o limite máximo da reserva. - 125Disposições sobre reservas de contingência1. A assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar parte do lucro líquido à
formação de reserva com a finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente
de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado
Se o risco que motivou a reserva de contingência não se realizar, a reserva deve ser revertida e os valores retornam para lucros acumulados ou outra reserva de lucros. - 126Disposições sobre a reserva de incentivos fiscais1. As subvenções para investimento, inclusive mediante isenção ou redução de
impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos
econômicos e as doações feitas pelo poder público não serão computadas na determinação
do lucro real, desde que seja registrada em reserva de lucros
2. Somente poderá ser usada para compensar prejuízos, depois de usadas todas as outras reservas, ou para aumentar o capital social - 127Disposições sobre a reserva de lucros a realizar1. Poderá ser constituída quando a empresa, por realizar operações de venda a prazo, acabe tendo que pagar dividendos maiores do que o dinheiro que efetivamente entrou em caixa.
2. Nesse caso, a diferença entre os dividendos e o valor recebido pode ser lançada na conta reserva de lucros a realizar
3. Por fim, à medida que esses lucros estiverem sendo realizados, entrando em caixa, deveremos acrescer o
lucro agora realizado ao dividendo a pagar. A reversão deve-se dar no primeiro dividendo declarado após a
realização
4. As reservas de lucros a realizar só podem ser utilizadas para dois fins: pagamento de dividendos ou absorção
de prejuízos! - 128Disposições sobre a reserva de dividendos obrigatórios não pagosA reserva de dividendos obrigatórios não pagos é constituída quando a administração justifica que a situação financeira da companhia não permite o pagamento imediato, mesmo havendo lucro. Nesse caso, o valor correspondente aos dividendos devidos é registrado em reserva no patrimônio líquido e deve ser pago quando cessarem as condições que impediam sua distribuição.
- 129Disposições sobre a Reserva De Prêmio Na Emissão De DebênturesAs receitas recebidas com o ágio na emissão de debêntures devem ser lançadas e depois apropriadas conforme se realizam pelo regime de competência
O resultado dessa apropriação poderá ser destinado a essa reserva para evitar tributação - 130Disposições sobre a Reserva De Retenção De Lucro ou Reserva Orçamentária ou Reserva DE InvestimentosA finalidade dessa reserva é financiar projetos de investimentos, e não pode afetar (diminuir) os dividendos
obrigatórios. Mas, ao invés de distribuir todo o lucro na forma de dividendos adicionais, a empresa pode
constituir a reserva de retenção de lucros.
Para isso, a empresa deve preparar um orçamento de capital, aprovado pela Assembleia de acionistas, com
todas as fontes e aplicações de capital, fixo ou circulante.
O orçamento poderá ter prazo de até 5 exercício, salvo no caso de execução, por prazo maior, de projeto de
investimento. - 131Ordem pela qual se absorverá o prejuízo do exercício1. Lucros acumulados
2. Reservas de lucro em geral
3. Reserva legal
4. Reservas de capital - 132A conta lucros acumulados não pode mais constar no Balanço Patrimonial, quando do fechamento da demonstração. A conta prejuízos acumulados pode continuar a existir normalmenteResolução 1.157/2009 do CFC
- 133Porcentagem e base de cálculo dos dividendos1. Em geral: fixação no estatuto, livremente
2. Caso seja omisso, será de 50% do lucro líquido do exercício, deduzidas as reservas legais e de contingência e adicionadas as reversões das reservas de contingência
3. Caso venha a estabelecer o percentual posteriormente, não pode ser inferior a 25% - 1341) Dividendos obrigatórios: ficam contabilizados no Passivo, na data do fechamento das demonstrações contábeis. 2) Dividendos adicionais: 2.1) Declarados após o período contábil: Não são contabilizados, sendo apenas divulgados em Nota Explicativa. 2.2) Declarados antes do período contábil: ficam no Patrimônio Líquido, até a aprovação pela Assembleia, quando são transferidos para o Passivo.Tratamento Dos Dividendos
- 135Disposições sobre o adiantamento para aumento de capitalRegra → passivo exigível
Exceção → quando não houver hipótese de restituição = PL - 136Quais são as deduções da receita bruta de vendas, com as quais se obtém a receita líquida de vendas1. Devoluções e cancelamento de vendas
2. Abatimentos sobre vendas
3. Descontos incondicionais concedidos/descontos comerciais
4. Impostos e contribuições sobre vendas e serviços (ICMS, ISS, PIS, COFINS)
5. Ajuste a valor presente sobre clientes - 137Quais são as deduções da receita líquida para se obter o lucro brutoCusto das mercadorias vendidas, o qual é definido por:
Estoque inicial + compras líquidas - estoque final
Compras líquidas são compras brutas acrescidas de:
1. Impostos não recuperáveis
2. Custos de aquisição
3. Deduzem-se os abatimentos e descontos obtidos - 138Quais são as deduções do lucro bruto para se obter o lucro líquido1. Despesas de vendas
2. Despesas administrativas
3. Despesas com tributos
4. Despesas com provisões
5. Despesas e receitas financeiras
6. Outras despesas e receitas - 139Como se dá a apuração do montante devido a título de CSLL1. Incide uma alíquota de 9% no geral e 15% para instituições financeiras, de seguros privados e capitalização
2. Caso haja prejuízo em um exercício, a empresa poderá compensar até 30% do lucro posterior caso haja lucro no exercício seguinte
Exemplo:
Ano 1: prejuízo de 150.000
Ano 2: lucro de 100.00
Base de cálculo: 100.000 - 30% x 100.00
Base de cálculo: 70.000
CSLL devida: 70.000 x 9% = 6.300 - 140Como se dá a apuração do IRPJ nos seguintes regimes 1. Lucro presumido 2. Lucro arbitrado 3. Lucro real1. Pago trimestralmente. Alíquota de 15% incide sobre (receita bruta x alíquota presumida de lucro). Adicionalmente, incide 10% sobre o valor de lucro presumido que ultrapassar 60.000 no trimestre
2. Arbitrado pela Receita em casos de fraude
3. Lucro ajustado da empresa sujeito a tributação de 15%; Adicional de 10% sobre o que ultrapassar 20.000 mensais; Pode compensar prejuízos passados no valor de 30% do lucro desse ano - 141Ordem em que as participações estatutárias devem ser descontadas do lucro líquido para achar o lucro líquido do exercício D E A Pi Fou1. Prejuízos acumulados e IR
2. Participação de debenturistas
3. Participação de empregados
4. Participação de administradores
5. Partes beneficiárias
6. Fundos de previdência
Obs: cada participação diminui a base de cálculo da participação seguinte. - 142Conceito de operação descontinuadacomponente da entidade que tenha sido
alienado ou esteja classificado como mantido para venda e:
(a) representa uma importante linha separada de negócios ou área geográfica de
operações;
(b) é parte integrante de um único plano coordenado para vender uma importante
linha separada de negócios ou área geográfica de operações; ou
(c) é uma controlada adquirida exclusivamente com o objetivo de revenda;
Deve ser apresentada como montante único na demonstração do resultado - 143Diferencie o método da natureza e da função para apresentação de despesasNo método da natureza da despesa, as despesas são agregadas na demonstração do resultado
de acordo com a sua natureza (por exemplo, depreciações, compras de materiais, despesas com
transporte, benefícios aos empregados e despesas de publicidade), não sendo realocados entre
as várias funções dentro da entidade.
A segunda forma de análise é o método da função da despesa ou do “custo dos produtos e
serviços vendidos”, classificando-se as despesas de acordo com a sua função como parte do custo
dos produtos ou serviços vendidos ou, por exemplo, das despesas de distribuição ou das
atividades administrativas. - 144Diferencie devolução de vendas e devolução de comprasVenda → Receita → devolução diminui a receita.
Compra → Custo → devolução diminui o custo. - 145Estrutura básica da Demonstração de Lucros ou Prejuízos acumulados1. Saldo do início do exercício (se for prejuízo acumulado)
2. +- Ajuste de exercícios anteriores
3. + Reversão de reserva de lucros
4. + Lucro líquido do exercício
5. - Reservas de lucro
6. - Dividendos propostos
7. - Incorporação ao capital social
8. - Dividendos intermediários
9. Saldo do fim do exercício - 146Hipóteses de reconhecimento de ajustes de exercícios anteriores na Demonstração de Lucros ou Prejuízos acumulados1. Mudança de critério contábil
2. Retificação de erro imputável a exercício anterior - 147A demonstração dos fluxos de caixa de uma empresa é composta pelo fluxo operacional, financiamentos e de investimentos.1. Atividades operacionais são as principais atividades geradoras de receita da entidade e
outras atividades que não são de investimento e tampouco de financiamento
2. Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de ativos de longo prazo
e de outros investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa.
3. Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no tamanho e na
composição do capital próprio e no capital de terceiros da entidade - 148Macetes para questões sobre a DMPL1. Aumento do capital social por reservas não altera PL
2. Ações em tesouraria são redutoras do PL
3. Constituição de reservas não altera o PL
4. Doação condicionada não altera PL
5. Reserva legal é 5% do lucro líquido do exercício, até formar 20% do valor do capital social integralizado - 149Método direto e indireto para determinar o fluxo de caixaIndireto:
Passo 1: Pegar o lucro líquido do exercício
Passo 2: Ajustar as receitas e despesas que não afetaram o caixa.
Passo 3 Eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa.
Direto: No método direto, usamos as contas patrimoniais e ajustamos pelas contas de resultado.
Saldo Inicial + Entradas – Saídas = Saldo Final - 150Como devem ser classificados, na demonstração de fluxos de caixa 1. Juros recebidos ou pagos 2. Dividendos e JCP pagos 3. Dividendos e JCP recebidos1. Atividade operacional
2. Atividade de financiamento
3. Atividade operacional - 151Disposições sobre demonstração de fluxos de caixa1. Saldo negativo bancário entra na DFC como variação das disponibilidades
2. Para itens de giro rápido ou fluxos de caixa atribuídos mais a clientes, pode-se apresentar apenas o saldo líquido na DFC
3. Fluxos em moeda estrangeira devem ser apresentados em moeda funcional, convertida na data do fluxo
4. - 152Disposições sobre o CPC 001. Não é um pronunciamento técnico propriamente dito, e se vier a entrar em contradição com um, o pronunciamento técnico deve prevalecer
2. O objetivo do relatório financeiro para fins gerais é fornecer informações financeiras
sobre a entidade que reporta que sejam úteis para investidores, credores por empréstimos
e outros credores, existentes e potenciais, na tomada de decisões referente à oferta de
recursos à entidade
3. Relatórios financeiros para fins gerais não se destinam a apresentar o valor da entidade
4. Se divulgar uma informação é mais caro do que a informação propriamente dita,
pode ser que seja necessário avaliar se essa decisão é mesmo necessária para a divulgação das
demonstrações contábeis. - 153Características qualitativas das informações financeiras 1. Fundamentais 2. De melhoria1. Relevância (materialidade e valor preditivo)
representação fidedigna (completa, neutra e livre de erros)
2. Comparabilidade
Capacidade de Verificação
Tempestividade
Compreensibilidade - 154Conceitue manutenção do capital financeiro e fisico(a) Manutenção do capital financeiro. De acordo com esse conceito, o lucro é
considerado auferido somente se o montante financeiro (ou dinheiro) dos ativos
líquidos no fim do período exceder o seu montante financeiro (ou dinheiro) no
começo do período, depois de excluídas quaisquer distribuições aos proprietários
e seus aportes de capital durante o período. A manutenção do capital financeiro
pode ser medida em qualquer unidade monetária nominal ou em unidades de
poder aquisitivo constante.
(b) Manutenção do capital físico. De acordo com esse conceito, o lucro é
considerado auferido somente se a capacidade física produtiva (ou capacidade
operacional) da entidade (ou os recursos ou fundos necessários para atingir essa
capacidade) no fim do período exceder a capacidade física produtiva no início do
período, depois de excluídas quaisquer distribuições aos proprietários e seus
aportes de capital durante o período. - 155Os investimentos em coligadas e controladas, sociedade do mesmo grupo e sob controle comum são avaliados pelo método da equivalência patrimonial. Os outros investimentos, que não sejam em coligadas e controladas, serão avaliados pelo método de CustoCPC 28
- 156Art. 416. Os lucros ou os dividendos recebidos pela pessoa jurídica, em decorrência de participação societária avaliada pelo custo de aquisição, adquirida até seis meses antes da data da sua percepção, serão registrados pelo contribuinte como diminuição do valor do custo e não influenciarão as contas de resultado ( DECRETO Nº 9.580, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2018Regulamento do imposto de renda
- 157Como funciona o método da equivalência patrimonialQualquer resultado no PL da investida irá refletir na conta investimentos da investidora
O resultado de equivalência patrimonial é obtido antes de considerar os dividendos a pagar.
O valor do investimento no balanço é deduzido dos dividendos pagos
O valor de outros resultados abrangentes da investida será lançado diretamente na conta investimentos - 158Art. 243 § 2º: Considera-se controlada a sociedade na qual a controladora, diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores.Ou seja: ter a maioria das ações ordinárias da empresa
- 159Conceito de coligaçãoArt. 243 § 1º: São coligadas as sociedades nas quais a investidora tenha influência
significativa.
§ 4º Considera-se que há influência significativa quando a investidora detém ou
exerce o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou operacional
da investida, sem controlá-la.
§5º É presumida influência significativa quando a investidora for titular de 20%
(vinte por cento) ou mais do capital votante da investida, sem controlá-la. - 160Qual o tratamento contábil dado a: 1. Mais-valia e goodwill na demonstração individual 2. Mais-valia na demonstração consolidada 3. Goodwill na demonstração consolidada 4. Compra vantajosa (goodwill negativo)1. Devem ser agrupados em subcontas do grupo investimentos
2. Deve ser eliminada e adiciona ao valor de cada ativo
3. Compõe uma conta separada do ativo intangível que não é amortizada
4. Lançado como receita no resultado. - 161Evidências de influência significativa para o CPC 18Representação no conselho de administração ou na diretoria da investida
Participação nos processos de elaboração de políticas
Participação em decisões sobre dividendos e outras participações
Operações materiais entre o investidor e a investida
Intercâmbio de diretores ou gerentes
Fornecimento de informações técnica essencial - 162O que acontece em caso de perda da condição da empresa investida de controlada ou coligada1. Quando da perda de influência e do controle, o investidor deve mensurar ao valor justo qualquer
investimento remanescente que mantenha na ex-coligada ou ex-controlada. O valor justo será
considerado o valor do ativo, no reconhecimento inicial como ativo financeiros.
O investidor deve reconhecer no Resultado do período qualquer diferença entre:
a) O valor justo do investimento remanescente, se houver, e qualquer montante proveniente da
alienação parcial de sua participação na coligada e na controlada; e
b) O valor justo e o valor contábil do investimento na data em que foi perdida a influência
significativa ou foi perdido o controle.
Ainda no caso de perda da influência significativa ou perda do controle (sem que passe para a
categoria de coligada), o investidor deve reclassificar os resultados abrangentes reconhecidos de
forma reflexa no seu patrimônio líquido para o resultado do período. - 163Conceito de lucro não realizadoParcela do lucro relativa àquela não obtida em negociações com terceiros (venda para empresas controladas, coligadas, de mesmo grupo, etc.)
Para seu cálculo, deve-se descontar os tributos incidentes sobre a venda
São eliminados no valor contábil do investimento pelo método da Equivalência Patrimonial
1. Para empresas coligadas, primeiro deduz-se o lucro não realizado do lucro total e depois aplica o percentual
2. Para empresas controladas, primeiro aplica o percentual de participação e depois retira todo o lucro não realizado
Em outras palavras, para coligadas, a parcela do lucro não realizado descontado será apenas o percentual relativo a participação. Para controladas, é eliminado integralmente - 164Os prejuízos na coligada devem parar de ser reconhecidos pela investidora, quando o valor da sua participação chegar a zero, a não ser que haja obrigação legal ou construtiva (obrigação não formalizada) de fazer pagamentos pela coligada. O prejuízo das controladas continua sendo reconhecido pela equivalência patrimonial, mesmo depois de zerar o valor do investimento. Nesse caso, a controladora, em seu balanço individual, deverá contabilizar uma provisão no valor de sua participação nos prejuízos da controlada.CPC 18
- 165quando o Goodwill for negativo, o investimento será reconhecido inicialmente pelo valor justo, em vez do valor pagoCPC 18
- 1663.2.3 A entidade deve desreconhecer o ativo financeiro quando, e apenas quando: (a) os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo financeiro expirarem; ou (b) transferir o ativo financeiro. A entidade deve transferir o ativo financeiro se, e apenas se: (a) transferir os direitos contratuais de receber fluxos de caixa do ativo financeiro; ou (b) retiver os direitos contratuais de receber fluxos de caixa do ativo financeiro, mas assumir a obrigação contratual de pagar os fluxos de caixa a um ou mais recebedores.CPC 48
- 167Os ativos financeiros devem ser classificados com base:(a) no modelo de negócios da entidade para a gestão dos ativos financeiros; quanto
(b) nas características de fluxo de caixa contratual do ativo financeiro. - 168Defina a classificação pelo custo amortizado do ativo financeiroSó deve ser usada se:
(a) o ativo financeiro for mantido dentro de modelo de negócios cujo objetivo seja manter ativos financeiros
com o fim de receber fluxos de caixa contratuais; e
(b) os termos contratuais do ativo financeiro derem origem, em datas especificadas, a fluxos de caixa que
constituam, exclusivamente, pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal em aberto.
Basta adicionar os juros correspondentes ao período ao principal para se obter o valor - 169Defina a classificação de ativo financeiro Mensurado Ao Valor Justo Por Meio De Outros Resultados Abrangentes(a) o ativo financeiro for mantido dentro de modelo de negócios cujo objetivo seja atingido tanto pelo
recebimento de fluxos de caixa contratuais quanto pela venda de ativos financeiros; e
(b) os termos contratuais do ativo financeiro derem origem, em datas especificadas, a fluxos de caixa que
constituam exclusivamente pagamentos de principal e juros sobre o valor do principal em aberto.
Ou seja, a empresa tanto recebe juros quanto pode negociar o título antes do prazo
1. Os juros vão diretamente para o resultado
2. A valorização do ativo é lançada diretamente no PL, como outros resultados abrangentes
3. Se for vendido, a valorização acumulada em ORA é transferida para o resultado - 170Defina Ativo Financeiro Mensurado Ao Valor Justo Por Meio Do ResultadoPropósito apenas negocial, ganhos de curto prazo
Toda variação no preço vai diretamente para o resultado - 17110. Algumas propriedades compreendem uma parte que é mantida para obter rendimentos ou para valorização de capital e outra parte que é mantida para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas. Se essas partes puderem ser vendidas separadamente (ou arrendadas separadamente sob arrendamento financeiro), a entidade contabiliza as partes separadamente. Se as partes não puderem ser vendidas separadamente, a propriedade só é propriedade para investimento se uma parte insignificante for mantida para uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços ou para finalidades administrativas.CPC 18
- 172Em alguns casos, a entidade possui propriedade que está arrendada e ocupada por sua controladora ou por outra controlada. A propriedade não se qualifica como propriedade para investimento nas demonstrações contábeis consolidadas, porque a propriedade está ocupada pelo proprietário sob a perspectiva do grupo. Porém, da perspectiva da entidade que a possui, tal propriedade é propriedade para investimento se satisfizer a definição do item 5. Por isso, o arrendador trata a propriedade como propriedade para investimento nas suas demonstrações contábeis individuais.CPC 18
- 173Se houver investimento para obter renda por meio de aluguel, em que este é o objetivo final, no qual o imóvel é um investimento em si mesmo, e não o complemento de outro investimento, aí se tem a caracterização não do ativo imobilizado, mas sim de propriedade para investimento. A propriedade para investimento, ao contrário do ativo alugado classificado no imobilizado, tem um fluxo de caixa específico e independente, ou seja, ele é o ativo principal gerador de benefícios econômicos, e não um acessório a outros ativos geradores desses benefícios.Exemplifique-se. Uma fazenda pode ter residências alugadas a seus funcionários, uma extratora
de minerais pode construir residências no meio da floresta também para alugar a seus funcionários,
etc. Nesse caso, os ativos alugados são, na verdade, parte do imobilizado necessário ao
atingimento da atividade-fim da entidade.
Portanto, deve-se verificar se o aluguel é a finalidade do imóvel (propriedade para investimento)
ou um meio para se alcançar os fins (imobilizado). - 174Despesas indedutíveis e não tributáveis para o Imposto de RendaIndedutíveis:
1. Provisões em geral, exceto férias e 13 salário
2. Multas
3. Brindes
4. Resultado negativo de MEP
Não tributáveis:
1. Resultado positivo de MEP
2. Dividendos recebidos - 175Conceito de base fiscal de um ativo e de um passivoa base fiscal de um ativo é o valor que será dedutível para fins fiscais
contra quaisquer benefícios econômicos tributáveis que fluirão para a entidade quando ela
recuperar o valor contábil desse ativo.
A base fiscal de um passivo é o seu valor contábil, menos qualquer valor que será dedutível para
fins fiscais relacionado àquele passivo em períodos futuros. - 176Conceito de ativo fiscal diferidoOcorre nos casos em que existe uma diferença temporária dedutível. Por exemplo, a companhia deprecia um ativo de 1000 reais em 4 anos, mas para fins fiscais, em 10. No primeiro ano, a depreciação lançada contabilmente será de 250 reais, mas a lançada fiscalmente será de 100. Ou seja, há 150 reais de diferença que foram depreciados, mas que não puderam ser deduzidos do imposto
Dessa forma, o valor pago sobre esses 150 reais deve ser lançado como ativo, pois será compensado quando a depreciação contábil acabar - 177Conceito de passivo fiscal diferidoOcorre nos casos em que existe uma diferença temporária tributável. Por exemplo, a companhia deprecia um ativo de 1000 reais em 10 anos, mas para fins fiscais, em 4. No primeiro ano, a depreciação lançada contabilmente será de 100 reais, mas a lançada fiscalmente será de 250. Ou seja, há 150 reais de diferença que não foram depreciados contabilmente, mas que já foram deduzidos do imposto
Dessa forma, o valor não pago sobre esses 150 reais deve ser lançado como passivo, pois será compensado quando a depreciação fiscal acabar mais cedo - 178honorários profissionais necessários à instalação entram no custo do ativo intangívelErros
- 179Custos de desmontagem devem ser ajustados a valor presente e compor o custo de aquisição do ativo imobilizadoErros
- 180Comissão de vendas é despesa operacional e, portanto, não entra no cálculo do lucro brutoErros
- 181Se a empresa emitir debêntures com ágio, o valor a ser considerado na resolução de questões que tratem de cálculos com operações de financiamento é o valor total deduzido dos custos de transaçãoErros
- 182Valor adicionado representa a riqueza criada pela empresa, de forma geral medida pela diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. Inclui também o valor adicionado recebido em transferência, ou seja, produzido por terceiros e transferido à entidade.Riqueza Gerada = Vendas – Insumos adquiridos de Terceiros – Depreciação
Valor adicionado a distribuir = Receitas - CMV - tributos recuperáveis - depreciação, amortização e exaustão + valor adicionado recebido em transferência
Parcela do valor adicionado a distribuir destinado a Impostos, taxas e contribuições = (Impostos sobre vendas - Tributos recuperáveis) + INSS Patronal + IR e CSLL - 183Despesa financeira NÃO afeta o fluxo operacional da empresaErros
- 184Quando uma empresa controla a outra, nas demonstrações consolidadas devem ser excluídas: 1. As participações de uma na outra 2. Os saldos entre elas 3. Resultados não realizadosErros
- 185As atividades de financiamento, para fins de fluxo de caixa, incluem: 1. Despesa com juros 2. Distribuição de dividendos 3. Aumento do capital social 4. Financiamentos de curto e longo prazoErros
- 186PECLD é deduzida no cálculo do valor adicionado a distribuir
Informationen
- Beschreibung
- Concursos Públicos Contabilidade Karteikarten am Contabilidade Geral, erstellt von Bernardo Marques am 11/08/2025.
- Erstellt von
- Bernardo Marques · Aug 2025
- Aktualisiert
- 23 Sep 2025
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