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CRC EXAME 2015.1
Karten in diesem Stapel (47)
- 1NBC TG 03(R1) – Demonstração dos Fluxos de Caixa Atividades de Investimentosa. pagamentos em caixa para aquisição de ativo imobilizado, intangíveis e outros ativos de longo prazo.
b. recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangíveis e outros ativos de longo prazo;
c. pagamentos em caixa para aquisição de instrumentos patrimoniais ou instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em joint ventures(exceto pagamentos de títulos equivalentes de caixa ou aqueles mantidos para negociação imediata ou futura);
d. recebimentos de caixa provenientes da venda de instrumentos patrimoniais ou instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em joint ventures (exceto recebimentos de títulos considerados como equivalentes de caixa e aqueles mantidos para negociação imediata ou futura);
e. adiantamentos em caixa e empréstimos feitos a terceiros (exceto aqueles adiantamentos e empréstimos feitos por instituição f - 2NBC TG 03(R1) – Demonstração dos Fluxos de Caixa Atividades de Investimentos.recebimentos de caixa pela liquidação de adiantamentos ou amortização de empréstimos concedidos a terceiros (exceto aqueles adiantamentos e empréstimos de instituição financeira);
g. pagamentos em caixa por contratos futuros, a termo, de opção e swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociação imediata ou futura, ou os pagamentos forem classificados como atividades de financiamento; e
h. recebimentos de caixa por contratos futuros, a termo, de opção e swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociação imediata ou venda futura, ou os recebimentos forem classificados como atividades de financiamento. - 3NBC TG Estrutura ConceitualUm ativo não deve ser reconhecido no balanço patrimonial quando os gastos incorridos não proporcionarem a expectativa provável de geração de benefícios econômicos para a entidade além do período contábil corrente. Ao invés disso, tal transação deve ser reconhecida como despesa na demonstração do resultado.
- 4O CPC - 09 que trata sobre a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), diz no item 14: RECEITASReceitas Venda de mercadorias, produtos e serviços - inclui os valores dos tributos incidentes sobre essas receitas (por exemplo, ICMS, IPI, PIS e COFINS), ou seja, corresponde ao ingresso bruto ou faturamento bruto, mesmo quando na demonstração do resultado tais tributos estejam fora do cômputo dessas receitas.
- 5O CPC - 09 que trata sobre a Demonstração do Valor Adicionado (DVA), diz no item 14: INSUMOS ADQUIRIDOSInsumos adquiridos de terceiros
Custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos - inclui os valores das matérias-primas adquiridas junto a terceiros e contidas no custo do produto vendido, das mercadorias e dos serviços vendidos adquiridos de terceiros; não inclui gastos com pessoal próprio. - 6ENCARGOS FINANCEIROS A TRANSCORRERQDO OS ENCARGOS FINANCEIROS SÃO DESCONTADOS ANTECIPADAMENTE,SENDO RECEBIDO O VALOR LIQUIDO DO EMPRESTIMO, A EMPRESA DEVE REGISTRAR O VALOR RECEBIDO NA CONTA BANCO E O VALOR TOTAL DO EMPRESTIMO NO PASSIVO E OS ENCARGOS FINANCEIROS ANTECIPADOS SERÃO DEBITADOS EM UMA CONTA DE ENCARGOS FINANCEIROS A TRANSCORRER QUE É REDUTORA DA CONTA EMPRESTIMO
- 7FORMULA PARA ACHAR ESTOQUE FINALEF=EI+( COMPRAS LIQUIDAS)-CMV
- 8NBC TG 26 APENDICE AO RESULTADO ABRANGENTE É A MUTAÇÃO QUE OCORRE NO PATRIMONIO LIQUIDO DURANTE UM PERIODO QUE RESULTA DE TRANSAÇÕES E OUTROS EVENTOS QUE NÃO DERIVADOS DE TRANSAÇÕES COM OS SOCIOS NA SUA QUALIDADE DE PROPRIETARIOS
- 9ITG 1000 NOTAS EXPLICATIVAS, AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DEVEM INCLUIR- A DECLARAÇÃO EXPLICITA E NÃO RESERVADA DE CONFORMIDADE COM ESTA INTERPRETAÇÃO
- DESCRIÇÃO RESUMIDA DAS OPERAÇÕES DA ENTIDADE E SUAS PRINCIPAIS ATIVIDADES.
- REFERENCIAS AS PRINCIPAIS PRATICAS CONTABEIS ADOTADAS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRÇÕES CONTABEIS.
- DESCRIÇÃO RESUMIDA DAS POLITICAS CONTABEIS SIGNIFICATIVAS UTILIZADAS PELAS ENTIDADES.
- DESCRIÇÃO RESUMIDA DAS CONTINGENCIAS PASSIVAS QUANDO HOUVER;
- QUALQUER OUTRA INFORMAÇÃO RELEVANTE PARA A ADEQUADA COMPREENSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS - 10FORMULA DA CMVCMV= EI+ COMPRAS LIQUIDAS - EF
- 11MONTANDO A DRERECEITA BRUTA
-IMPOSTOS SOBRE VENDAS
= RECEITAS LIQUIDAS
- CMV
= LUCRO BRUTO
- DESP C. SALARIOS
- DESP C. ENCARGOS
=LUCRO LIQUIDO - 12NBC TG 06 - OPERAÇÕES COM ARRENDAMENTOS MERCANTISOS ARRENDATARIOS DEVEM RECONHECER OS ARRENDAMENTOS MERCANTIS COMO ATIVOS E PASSIVOS,NO SEU BALANÇO PATRIMONIAL AMBOS CORRESPONDENDO AO VALOR JUSTO DO BEM ARRENDADO OU, CASO SEJA INFERIOR AO VALOR PRESENTE DOS PAGAMENTOS MINIMOS DO ARRENDAMENTO MERCANTIL JUSTO. SENDO ASSIM CASO O VALOR JUSTO DO BEM SEJA MENOR QUE O VALOR PRESENTE DAS PRESTAÇÕES, O VALOR JUSTO DEVERA SER O CONTABILIZADO.
- 13PRINCIPIO DA PRUDENCIAO PRINCIPIO DA PRUDENCIA DETERMINA A ADOÇÃO DO MENOR VALOR PARA OS COMPONENTES DO ATIVO E MENOR PARA OS PASSIVOS, SEMPRE QUE SE APRESENTEM ALTERNATIVAS IGUALMENTE VALIDAS PARA AS QUANTIFICAÇÕES DAS MUTAÇÕES PATRIMONIAIS QUE ALTEREM O PATRIMONIO LIQUIDO
- 14NBC TG 30A RECEITA PROVENIENTE DE BENS DEVE SER RECONHECIDA QDO FOREM SATISFEITAS TODAS AS SEGUINTES CONDIÇÕES:
a- A ENTIDADE TENHA TRANSFERIDO PARA O COMPRADOR OS RISCOS E BENEFÍCIOS INERENTES A PROPRIEDADE DOS BENS.
b- A ENTIDADE NÃO MANTENHA ENVOLVIMENTO CONTINUADO NA GESTÃO DOS BENS VENDIDOS.
c- O VALOR DA RECEITA POSSA SER MENSURADO COM CONFIABILIDADE .
d- FOR PROVÁVEL QUE OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS FLUIRÃO PARA A ENTIDADE.
e- AS DESPESAS INCORRIDAS COM A TRANSAÇÃO POSSA SER MENSURADAS COM CONFIABILIDADE. - 15NBC TG 03 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOSa- CAIXA RECEBIDO PELA EMISSÃO DE AÇÕES OU OUTROS INSTRUMENTOS PATRIMONIAIS
b- PAGAMENTOS EM CAIXA A INVESTIDORES PARA ADQUIRIR OU RESGATAR AÇÕES DA ENTIDADE.
c- CAIXA RECEBIDO PELA EMISSÃO DE DEBENTURES, EMPRESTIMOS, NOTAS PROMISSORIAS, OUTROS TIPOS DE DIVIDAS, HIPOTECAS, E OUTROS EMPRESTIMOS DE CURTO E LONGO PRAZO.
d- AMORTIZAÇÃO DE EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS.
e- PAGAMENTOS EM CAIXA PELO ARRENDATARIO PARA REDUÇÃO DO PASSIVO REFERENTE AO ARRENDAMENTO MERCANTIL FINANCEIRO - 16Princípio da EntidadeO princípio da entidade trata basicamente da relação entre a empresa (ou
entidade) e o seu dono, em outras palavras, da separação que a contabilidade faz entre
o patrimônio da empresa e o patrimônio dos proprietários. - 17PRINCIPIO DA CONTINUIDADEO Princípio da Continuidade pressupõe que a entidade continuará em
operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos
componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância. Pelo
Princípio da Continuidade, a apropriação de receitas e despesas pressupõe
que a entidade continuará funcionando. - 18Princípio da OportunidadeO Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de mensuração e
apresentação dos componentes patrimoniais para produzir
informações íntegras e tempestivas.
A falta de integridade e tempestividade na produção e na
divulgação da informação contábil pode ocasionar a perda de sua
relevância, por isso é necessário ponderar a relação entre a
oportunidade e a confiabilidade da informação. - 19Princípio do Registro pelo Valor OriginalO Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os
componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados
pelos valores originais das transações, expressos em moeda
nacional. - 20No Principio pelo valor original, as bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:I – Custo histórico: Os ativos são registrados pelos valores pagos ou
a serem pagos em caixa ou equivalentes de caixa ou pelo valor justo
dos recursos que são entregues para adquiri-los na data da aquisição.
Os passivos são registrados pelos valores dos recursos que foram
recebidos em troca da obrigação ou, em algumas circunstâncias, pelos
valores em caixa ou equivalentes de caixa, os quais serão necessários
para liquidar o passivo no curso normal das operações; e
II – Variação do custo histórico: Uma vez integrado ao patrimônio, os
componentes patrimoniais, ativos e passivos, - 21Variação do custo históricoa) Custo corrente Os ativos são reconhecidos pelos valores em
caixa ou equivalentes de caixa. Os passivos são reconhecidos pelos
valores em caixa ou equivalentes de caixa, não descontados,
b) Valor realizável Os ativos são mantidos pelos valores em caixa ou
equivalentes de caixa, os quais poderiam ser obtidos pela venda em
uma forma ordenada. Os passivos são mantidos pelos valores em
caixa e equivalentes de caixa, não descontados, que se espera seriam
pagos para liquidar as correspondentes obrigações no curso
normal das operações da Entidade;
c) Valor presente Os ativos são mantidos pelo valor presente,
descontado do fluxo futuro de entrada líquida de caixa que se
espera seja gerado pelo item no curso normal das operações da Entidade.
Os passivos são mantidos pelo valor presente, descontado do fluxo
futuro de saída líquida de caixa - 22Variação do custo históricod) Valor justo É o valor pelo qual um ativo pode ser trocado, ou
um passivo liquidado, entre partes conhecedoras, dispostas a isso,
em uma transação sem favorecimentos; e
e) Atualização monetária Os efeitos da alteração do poder
aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos
registros contábeis mediante o ajustamento da expressão formal
dos valores dos componentes patrimoniais. - 23Princípio da CompetênciaO Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e
outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se
referem, independentemente do recebimento ou pagamento. - 24O Código de Ética Profissional tem por objetivo ...fixar a forma pela qual
se devem conduzir os Profissionais da Contabilidade, quando no
exercício profissional e nos assuntos relacionados à profissão e à
classe. - 25São deveres do Profissional da Contabilidade:I – exercer a profissão com zelo, diligência, honestidade e
capacidade técnica, observada toda a legislação vigente, em especial
aos Princípios de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade
II – guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional
lícito, inclusive no âmbito do serviço público, ressalvados os casos
previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes
III – zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dos
serviços a seu cargo;
IV – comunicar, desde logo, ao cliente ou empregador, em documento
reservado, eventual circunstância adversa que possa influir na
decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho
V – inteirar-se de todas as circunstâncias, antes de emitir opinião
sobre qualquer caso;
VI – renunciar às funções que exerce, logo que se positive falta de
confiança por parte do cliente ou empregador, a quem deverá
notificar com trinta dias de antecedência, zelando, contudo, para que os
interesses dos mesmos não sejam prejudicados - 26São deveres do Profissional da Contabilidade:VII – se substituído em suas funções, informar ao substituto sobre
fatos que devam chegar ao conhecimento desse
VIII – manifestar, a qualquer tempo, a existência de impedimento
para o exercício da profissão;
IX – ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade
profissional
X – cumprir os Programas Obrigatórios de Educação Continuada
estabelecidos pelo CFC;
XI – comunicar, ao CRC, a mudança de seu domicílio ou endereço e
da organização contábil de sua responsabilidade,
XII – auxiliar a fiscalização do exercício profissional. - 27De acordo com o CPC - 25: Ativo contingente31. A entidade não deve reconhecer um ativo contingente.
32. Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não
planejado ou de outros não esperados que dão origem à
possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a entidade.
Um exemplo é uma reivindicação que a entidade esteja reclamando
por meio de processos legais, em que o desfecho seja incerto.
33. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações
contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a
ser realizado. Porém, quando a realização do ganho é praticamente
certa, então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu
reconhecimento é adequado. - 28De acordo com o CPC - 25: Ativo contingente34. O ativo contingente é divulgado, como exigido pelo item 89, quando
for provável a entrada de benefícios econômicos.
35. Os ativos contingentes são avaliados periodicamente para garantir
que os desenvolvimentos sejam apropriadamente refletidos nas
demonstrações contábeis. Se for praticamente certo que ocorrerá uma
entrada de benefícios econômicos, o ativo e o correspondente ganho são
reconhecidos nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a
mudança de estimativa. Se a entrada de benefícios econômicos se tornar
provável, a entidade divulga o ativo contingente (ver item 89). - 29CPC 38 – Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e MensuraçãoQuando a entidade vende, desconta ou transfere um ativo financeiro
(venda ou desconto de carteira de recebíveis, por exemplo), só pode
baixá-lo se transferir substancialmente todos os riscos e benefícios da
propriedade do ativo financeiro e se não mantiver envolvimento
continuado com ele. Caso contrário, a entidade deve manter os
instrumentos financeiros no ativo e tratar o valor recebido como
empréstimo. A essência da transação é que deve ser retratada
contabilmente. Assim, as duplicatas descontadas (parcela recebida
do desconto) são agora classificadas como passivo, sendo que a
duplicata a receber continua a ser mantida no ativo até o seu efetivo
recebimento. - 30VARIAÇÕES DO PATRIMONIO LIQUIDO DMPLDescrição Valores
Aquisições de ações de emissão própria* (R$336,00)
Distribuição de dividendos obrigatórios (R$14.496,00)
Lucro líquido do exercício R$16.800,00
Aumento de capital social com integralização em dinheiro R$20.400,00
TOTAL R$22.368,00 - 31CISÃO, Fusão,A cisão é a operação pela qual a sociedade transfere todo ou somente uma
parcela do seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para
esse fim ou já existentes, extinguindo-se a sociedade cindida.
A fusão é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar
sociedade nova, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações (Lei das
S.A. - Lei nº 6.404, de 1976, art. 228; Código Civil - Lei n º 10.406, de 2002, art.
1119). Com a fusão desaparecem todas as sociedades anteriores para dar
lugar a uma só, na qual todas elas se fundem. - 32Processo de Fusão,Para que se processe a fusão deverão ser cumpridas as formalidades exigidas
pelos §§ 1 º e 2 º do art. 228 da Lei n º 6.404, de 1976 (Lei das S.A.):
a. cada pessoa jurídica resolverá a fusão em reunião dos sócios ou em
assembléia geral dos acionistas e aprovará o projeto de estatuto e o plano de
distribuição de ações, nomeando os peritos para avaliação do patrimônio das
sociedades que serão objetos da fusão.
b. constituída a nova sociedade e eleitos os seus primeiros diretores, estes
deverão promover o arquivamento e a publicação de todos atos relativos a
fusão, inclusive a relação com a identificação de todos os sócios ou acionistas.
Para as sociedades que não são regidas pela Lei das S.A., valem as
disposições dos arts. 1120 a 1122 da Lei n º 10.406, de 2002 (Código Civil. - 33Incorporação, Processo de IncorporaçãoA incorporação é a operação pela qual uma ou mais sociedades são
absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações (Lei
das S.A. - Lei n º 6.404, de 1976, art. 227; Código Civil - Lei n º 10.406, de
2002, art. 1116). Desaparecem as sociedades incorporadas, permanecendo,
porém, com a sua natureza jurídica inalterada, a sociedade incorporadora. - 34Processo de IncorporaçãoPara que se processe a incorporação deverão ser cumpridas as formalidades
exigidas pelo art. 227 da Lei n º 6.404, de 1976 (Lei das S.A.):
a. aprovação da operação pela incorporada e pela incorporadora
(relativamente ao aumento de capital a ser subscrito e realizado pela
incorporada) por meio de reunião dos sócios ou em assembléia geral dos
acionistas (para as sociedades anônimas);
b. nomeação de peritos pela incorporada;
c. aprovação dos laudos de avaliação pela incorporadora, cujos diretores
deverão promover o arquivamento e publicação dos atos de incorporação, após
os sócios ou acionistas da incorporada também aprovarem os laudos de
avaliação e declararem extinta a pessoa jurídica incorporada.
Para as sociedades que não são regidas pela Lei das S.A., valem as
disposições dos arts. 1116 a 1118 da Lei n º 10.406, de 2002 (Código Civil). - 35NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL – ESTRUTURA CONCEITUAL PARA A ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS109. De acordo com o conceito físico de manutenção do capital, quando o
capital é definido em termos de capacidade física produtiva, o lucro
representa o aumento desse capital no período. Todas as mudanças de
preços afetando ativos e passivos da entidade são vistas, nesse
conceito, como mudanças na mensuração da capacidade física
produtiva da entidade; dessa forma, devem ser tratadas como
ajustes para manutenção do capital, que são parte do patrimônio
líquido, e não como lucro. - 36A NBC ITG 1000 – MODELO CONTÁBIL PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE, no item abaixo diz:14. A Carta de Responsabilidade tem por objetivo salvaguardar o
profissional da Contabilidade no que se refere a sua responsabilidade
pela realização da escrituração contábil do período-base encerrado,
segregando-a e distinguindo-a das responsabilidades da administração
da entidade, sobretudo no que se refere à manutenção dos controles
internos e ao acesso às informações - 37PONTO DE EQUILIBRIO OPERACIONAL OU CONTABILÉ O NIVEL DE VENDAS EM QUE O LUCRO ANTES DE JUROS E IR IGUALAM -SE A ZERO, É USADO PARA DETERMINAR O NIVEL DE OPERAÇÕES NECESSARIAS PARA COBRIR TODOS OS CUSTOS OPERACIONAIS E AVALIAR A RENTABILIDADE.
- 38PONTO DE EQUILIBRIO ECONOMICOAS VENDAS NAO COBREM OS CUSTOS DE OPORTUNIDADE. EX PONTO DE EQUILIBRIO CONTABIL 175 MILHOES.
PONTO DE EQUILIBRIO ECONOMICO 235 MILHOES. CONCLUSÃO ENTRE 175 MILHOES E 235 MILHOES, ESSA EMPRESA GERA LUCRO CONTABIL, MAS NAO LUCRO ECONOMICO, NESSE INTERVALO NAO HA AGREGAÇÃO DE VALOR O LUCRO CONTABIL NAO É SUFICIENTE PARA COBRIR OS CUSTOS DE OPORTUNIDADE DO VALOR INVESTIDO - 39EQUAÇÕES PATRIMONIAISEquações Patrimoniais
O estado patrimonial de uma empresa pode apresentar-se de diferentes maneiras na equação patrimonial:
a) Ativo = Passivo + Patrimônio Líquido --> Indica uma situação de normalidade da empresa, pois o conjunto de bens e direitos supera as obrigações (há PL positivo). É uma situação favorável, positiva ou superavitária.
b) Ativo = Patrimônio Líquido (sendo Passivo = 0) --> Não existe obrigações para com terceiros, o que geralmente ocorre na abertura da empresa, sendo o passivo igual a zero.
c) Ativo = Passivo (sendo PL = 0) --> Neste caso, não existe capital próprio, o que significa que o ativo da empresa foi totalmente financiado com recursos de terceiros. É um estado de alerta, pois a empresa está com dificuldades financeiras. É uma situação nula ou compensada. - 40EQUAÇAO PATRIMONIALd) Ativo + Patrimônio Líquido = Passivo --> Nesta situação, a empresa se encontra em estado de insolvência, uma parcela das obrigações ficará sem ser paga, mesmo que a empresa venda todo o seu ativo. Ou seja, o ativo não é suficiente para liquidar todas as dívidas. Para eliminar o déficit, deve-se aumentar o PL com o acréscimo de capital por parte dos seus proprietários. Esta é uma situação denominada Passivo a Descoberto. É uma situação desfavorável, negativa ou deficitária.
- 41ATIVO CONTINGENTEAtivo contingente
31. A entidade não deve reconhecer um ativo contingente.
32. Os ativos contingentes surgem normalmente de evento não planejado ou de outros não
esperados que dão origem à possibilidade de entrada de benefícios econômicos para a
entidade. Um exemplo é uma reivindicação que a entidade esteja reclamando por meio de
processos legais, em que o desfecho seja incerto.
33. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, uma vez que pode
tratar-se de resultado que nunca venha a ser realizado. Porém, quando a realização do ganho é
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praticamente certa, então o ativo relacionado não é um ativo contingente e o seu
reconhecimento é adequado.
34. O ativo contingente é divulgado, como exigido pelo item 89, quando for provável a entrada de
benefícios econômicos. - 42ATIVO CONTINGENTE35. Os ativos contingentes são avaliados periodicamente para garantir que os desenvolvimentos
sejam apropriadamente refletidos nas demonstrações contábeis. Se for praticamente certo que
ocorrerá uma entrada de benefícios econômicos, o ativo e o correspondente ganho são
reconhecidos nas demonstrações contábeis do período em que ocorrer a mudança de
estimativa. Se a entrada de benefícios econômicos se tornar provável, a entidade divulga o
ativo contingente (ver item 89). - 43PASSIVO CONTINGENTEPassivo contingente
27. A entidade não deve reconhecer um passivo contingente.
28. O passivo contingente é divulgado, como exigido pelo item 86, a menos que seja remota a
possibilidade de uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos.
29. Quando a entidade for conjunta e solidariamente responsável por obrigação, a parte da
obrigação que se espera que as outras partes liquidem é tratada como passivo contingente. A
entidade reconhece a provisão para a parte da obrigação para a qual é provável uma saída de
recursos que incorporam benefícios econômicos, exceto em circunstâncias extremamente
raras em que nenhuma estimativa suficientemente confiável possa ser feita. - 44PASSIVO CONTINGENTE30. Os passivos contingentes podem desenvolver-se de maneira não inicialmente esperada. Por
isso, são periodicamente avaliados para determinar se uma saída de recursos que incorporam
benefícios econômicos se tornou provável. Se for provável que uma saída de benefícios
econômicos futuros serão exigidos para um item previamente tratado como passivo
contingente, a provisão deve ser reconhecida nas demonstrações contábeis do período no qual
ocorre a mudança na estimativa da probabilidade (exceto em circunstâncias extremamente
raras em que nenhuma estimativa suficientemente confiável possa ser feita). - 45CPC 27 ATIVO IMOBILIZADODIZ QUE O CUSTO DE UM ITEM DO ATIVO IMOBILIZADO COMPREENDE SEU PREÇO DE COMPRA, + IMPOSTOS DE IMPORTAÇÃO E IMPOSTOS NÃO RECUPERÁVEIS SOBRE A COMPRA, DEDUZIDOS DOS IMPOSTOS COMERCIAIS E ABATIMENTOS - O VALOR DEPRECIÁVEL DE ATIVO É DADO APOS A DEDUÇÃO DE SEU VALOR RESIDUAL.
- 46LEI 6.404/76 RESERVA LEGALDIZ O ART 193 QUE ANTES DE QUALQUER DESTINAÇÃO 5% DO LUCRO LIQUIDO DEVEM SER DESTINADOS Á CONSTITUIÇÃO DA RESERVA LEGAL. A LEI ESTABELECE AINDA DOIS LIMITES AOS SALDOS DE RESERVAS LEGAIS. O PRIMEIRO CHAMADO OBRIGATÓRIO, POIS DEVE SER COMPULSORIAMENTE OBSERVADO. A LEI DIZ QUE A RESERVA LEGAL NÃO EXCEDERA O VALOR DE 20% DO CAPITAL SOCIAL. LIMITE OBRIGATORIO RESERVA LEGAL É IGUAL OU MENOR QUE 20% DO CAPITAL SOCIAL
- 47LEI 6.404/76 RESERVA LEGALO SEGUNDO LIMITE É O FACULTATIVO, POIS SE A COMPANHIA DESEJAR, PODERÁ CONSTITUIR A RESERVA LEGAL, AINDA QUE ESTE LIMITE SEJA ULTRAPASSADO. SEGUNDO A LEI A COMPANHIA PODERÁ DEIXAR DE CONSTITUIR A RESERVA LEGAL QUANDO O SALDO DESSA RESERVA ACRESCIDO DO MONTANTE DAS RESERVAS DE CAPITAL, EXERCEDER O VALOR DE 30% DO CAPITAL SOCIAL. LIMITE FACULTATIVO RESERVA LEGAL MAIS RESERVAS DE CAPITAL É MENOR OU IGUAL A 30% DO CAPITAL SOCIAL, O MAXIMO PARA RESERVA LEGAL É 20% DO CAPITAL SOCIAL
Informationen
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- Karteikarten am CRC EXAME 2015.1, erstellt von dany_ecia am 23/01/2015.
- Erstellt von
- dany_ecia
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