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  1. 1Esse artigo, “A BUSCA DA VERDADE”, foi pensado a partir das questões (deve-se crer em tudo que se conhece hoje, como verdadeiro? É possível de ser alcançada a verdade, ou não? Que caminho percorrer para chegar ao conhecimento verdadeiro?...), colocadas por diversas correntes de pensamento e pela maioria dos pensadores, cada um deles, com suas convicções próprias. Sendo assim, procura trazer a luz da verdade de acordo os ensinamentos de Santo Agostinho, filho de Patrício, um pagão e Mônica, uma beata. Nascido em Tagaste, Catargo, norte da África em 354 dc. Um temperamento rebelde, uma juventude de pecados então Mônica o conduziu em direção a fé verdadeira. Em 396 foi eleito bispo de Hipona. Ele foi um grande marco para a filosofia e a teologia, pois em um tempo de fé ele plantou a semente da razão, buscando harmonizá-las, defendendo que o progresso do homem não depende somente da vontade divina, mas também do próprio esforço, adequando as ideias neoplatônicas a doutrina cristã. Morre em 430 dc. Em um percurso cheio de conflitos e contradições na sua trajetória de vida, elabora sua teoria do conhecimento alimentada na doutrina da iluminação. Expõe, através do seu exemplo, que a verdade não se encontra fora do ser, ela esta dentro de cada um, é a bondade de Deus que nos ilumina com lampejos de sabedoria, que fazem com que ela seja despertada em nós. Alguns elementos são essenciais como amor, perseverança, vontade e fé.“O homem não encontra a verdade, deve permitir que a verdade o encontre” Bispo Ambrosio
    Duas noções de verdade:
    A verdade dos advogados é produzida pelos seus argumentos, é com essa verdade que Agostinho está acostumado a lidar.
    Sai dessa situação e vai ser devoto dos maniqueus A verdade é posta na luta entre o bem e o mal (maniqueístas)
    Pela primeira vez Agostinho se encontra com a ideia da inversão que é tipicamente religiosa, no âmbito do neoplatonismo que vai vingar e do cristianismo fundido ao cristianismo onde a verdade te ilumina, te encontra. Você não vai de encontro à verdade, mas sim ela que vem ao seu encontro. Agostinho teve também uma influencia cética.
    Julga-se a idade média como uma época de não liberdade religiosa, mas Santo Ambrosio mostra a diversidade de seitas que estavam no julgamento de um romano na corte em Cartago um romano tradicional “pagão”, os adoradores do deus que é o próprio rei “ariano” a de Agostinho “maniqueus”. E a que Ele, Ambrosio, representava.
    Se existe alguém com a verdade então não tem outra verdade mostra um caráter de exclusão
    O homem é quem dita os valores das coisas que faz e produz. O bem e o mal estão presentes no próprio homem
    A expansão do império romano patrocinou o encontro da filosofia grega com o judaísmo e o cristianismo, nesse contexto foram se fundindo essas mais variadas tendências filosóficas e teológicas inclusive com o surgimento de muitas seitas e muitas dissidências.
    Agostinho jovem intelectual e muito curioso em sua busca pela verdade integrou-se a varias seitas e doutrinas, mas foi no cristianismo que encontrou seu porto seguro torando-se bispo católico.
    Apoiado nos princípios do cristianismo ele faz uma reavaliação do pensamento helenístico apoiando-se nas grandes teses do platonismo. A diferença entre eles é que Agostinho vai introduzir a ideia do criacionismo. A novidade é que o mundo das ideias vai ser substituído pelo mundo da consciência divina, ou seja, Agostinho cristianiza o platonismo. O pensamento de Santo Agostinho se torna as bases filosóficas e éticas do pensamento ocidental.
  2. 2Teoria da iluminação: a nossa consciência quando elabora seus conceitos ela não está fazendo uma abstração a partir da realidade, mas sim está tendo uma lembrança de uma ideia preexistente, uma iluminação divina, nossa consciência recebe uma influencia divina graças a bondade de Deus. Graças a bondade de Deus compartilhamos o próprio conteúdo presente na consciência divina, e assim se elabora conteúdo, conceitos e o aprendizado. Mas de que um conhecimento racional o que importa é a adesão pela fé. Para ele a razão não pode comprovar a verdade, nós já temos a verdade devemos aceitá-la. A razão e um auxílio a mais dado por Deus, o que importa mesmo é a fé. A verdade não é uma ideia, um conceito um estado da mente como afirma Platão, mas está manifesto em uma pessoa divina. Só a verdade nos tornará homens livres. Para Agostinho a educação deve ser um escorço de aprimoramento da essência humana para levar o homem a perfeição.Constrói com as duas concepções de verdade.
    “A filosofia agostiniana é uma constante busca da verdade, que culmina na Verdade, em Cristo. É um movimento incessante, uma paixão, e, precisamente, a paixão principal: o amor. “Amor meus, pondus meum”, o amor é o peso que dá sentido à minha vida. Verdade e amor.“Fizeste-nos, Senhor, para Ti e o nosso coração estará inquieto enquanto não descansar em Ti”, diz nas Confissões.Essa “passionalidade” da filosofia agostiniana não é em nenhum momento irracionalismo ou voluntarismo. Se incita a ter fé para entender, também anima a entender para crer melhor.”

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Karteikarten am Sem título, erstellt von voseis am 29/09/2013.
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