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Revisão AV2

Ricardo Moraes Introdução as tecnicas cirurgicas Faculdade de Medicina Portugiesisch 5,0Durchschnittliche Bewertung 5,0 von 5 (1 Bewertung) 185 Karten 2.248 Aufrufe

Revisão AV2

Karten in diesem Stapel (185)

  1. 1CLOREXIDINACLOREXIDINA age sobre parede celular, + em gram +, não é afetada por matéria
    orgânica +ação residual 6h + efetivo - é ototóxico e hepatotóxico bactericida - altas concentrações, bacteriostático - baixas concentrações
  2. 2IODÓFOROSPenetra a parede celular, bactericida, tuberculicida, virucida e tricomonicida
    ação residual moderada 2-4h, degermante não irritação, afetado por mat orgânica
    hipotireoidismo em neonato
  3. 3ÁLCOOLage por desnaturação de proteína, bactericida, fungicida e virucida
    ação rápida, não irritante, barato, inócuo, afetado por matéria orgânica, melhor com iodo, mais irrita a pele.
  4. 4DESINFETANTES BAIXO NÌVEL10 min, não tuberculose e esporos, não críticos
  5. 5DESINFETANTES MÈDIO NÌVEL10 min, bacilo tuberculose e não esporos, não críticos
  6. 6DESINFETANTES ALTO NÌVEL30 min, bacilo tuberculose e esporos, semi
  7. 7DESINFETANTE CLOROgermicida e corrosivo
  8. 8DESINFETANTE ÁCIDO PERACÉTICOesporicida
    10min – desinfecção
    30min - esterilização
  9. 9DESINFETANTE OXIDANTESperoxida de H + permanganato de K - germicida (bloqueia as enzimas bacterianas)
  10. 10DESINFETANTE FENÓLICOSbactericida
    (utilizados em instrumental)
  11. 11DESINFETANTE ALDEÍDOSpotente, alto poder de penetração
    8 a 10h - esterilização
  12. 12ESTERILIZAÇÃO FERVURAúmido - incompleta, não usado em corte
  13. 13ESTERILIZAÇÃO AUTOCLAVEúmido - osmose, hidrolise e coagulação, várias aplicações, 30min
    pressão + temperatura + umidade
  14. 14ESTERILIZAÇÃO FLAMBAGEMseco - danifica o instrumental
  15. 15ESTERILIZAÇÃO ESTUFAseco - carbonização, desnaturação e coagulação, materiais secos, não uniforme
  16. 16ESTERILIZAÇÃO FILTRAÇÃOlíquidos em escala industrial
  17. 17ESTERILIZAÇÃO RADIAÇÃOnão ionizante - desinfecção do ar, não usado pelo MS
    ionizante - artigos termossensíveis, industrial
  18. 18ESTERILIZAÇÃO ÓXIDO ETILENOgás - termos sensíveis, aniquilação das proteínas, bactericida, esporicida, virucida
  19. 19ESTERILIZAÇÃO Plasma de PERÓXIDO H - STERRADgás - termos sensíveis, bactericida, esporicida, virucida, baixa toxidade
    Esterilização de artigos termossensíveis
  20. 20ONDE SE USAM DESINFETANTES?itens semicrítico ( contato com mucosa e pele não íntegra)
  21. 21ONDE SE USAM ESTERILIZAÇÃO?críticos, (contato com vasos e tecidos)
  22. 22Sequência de PARAMENTAÇÃO COMPLETA?uniforme -> propé -> touca -> máscara -> óculos -> degermação -> avental -> luvas -> campos
  23. 23Fio de sutura CAT GUTMONOFILAMENTAR
    ORGÂNICO
    ABSORVÍVEL rápida
    ligadura de vasos na tela subcutânea, cirurgias ginecológicas e urológicas
  24. 24Fio de sutura POLIDIOXANONAMONOFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    ABSORVÍVEL lenta
    sutura de tendões, cápsulas articulares, fechamento parede ABD
  25. 25Fio de sutura POLIGLECAPRONEMONOFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    ABSORVÍVEL lenta
    tecidos e pele intradérmico, intestino, estômago
  26. 26Fio de sutura MONONYLONMONOFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    NÃO ABSORVÍVEL
    aponeuroses, tendões e vasos + pele
  27. 27Fio de sutura POLIPROPILENOMONOFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    NÃO ABSORVÍVEL
    aponeuroses, tendões e vasos
  28. 28Fio de sutura SEDAMULTIFILAMENTAR
    ORGÂNICO
    NÃO ABSORVÍVEL
    mesentério/ligadura vasculas
  29. 29Fio de sutura ALGODÃOMULTIFILAMENTAR
    ORGÂNICO
    NÃO ABSORVÍVEL
    vasos ou tecidos
  30. 30Fio de sutura POLIGLACTINAMULTIFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    ABSORVÍVEL moderada
    usado em aponeurose com ressalvas
  31. 31Fio de sutura POLIESTERMULTIFILAMENTAR
    SINTÉTICO
    NÃO ABSORVÍVEL
    aponeuroses, tendões e vasos
  32. 32Fio de sutura METÁLICOrestrito a esternorrafia
  33. 33PONTOS DESCONTÍNUOSPONTO SIMPLES
    PONTO SIMPLES - nó invertido
    PONTO EM U - horizontal
    PONTO EM U - (DONATTI) - vertical
    PONTO EM X
  34. 34DRENOcrescente, remoção de coleções
  35. 35SONDAcrescente, canal natural, introduzir ou extrair
  36. 36CATETERdecrescente, vaso sanguíneo, introduzir ou extrair
  37. 37PENROSEPASSIVA
    borracha/capilaridade/aberto/superficial
    BORRACHA
    CAPILARIDADE
    ABERTO
    abcessos superficiais
  38. 38TUBULARPASSIVA
    torácica/polietileno/aberto/gravitação
  39. 39TUBULAR ENCAMISADOPASSIVA
    borracha/capilaridade/aberto/penrose
  40. 40DRENO EM SELO D'ÁGUAPASSIVA
    torácica/fechado/gravitação
    FECHADO
  41. 41DRENO PORTO-VACATIVA
    silicone/abdômen/fechado/multiperfurado/grosseiro
  42. 42DRENO JACKSON-PRATTATIVA
    silicone/sucção/fechado/tem capilaridade/+flexíveis
  43. 43DRENO BLAKEATIVA
    silicone/sucção/fechado/sist.pera/pressão menor
  44. 44DRENO TUBULAR MULTIPERFURADOtórax
  45. 45DRENO TUBULAR LAMINADOdrenagem superficial
  46. 46DRENO T DE KEHRacesso a via biliar
  47. 47SONDA DE MALECOTgastrostomia
  48. 48SONDA DE PEZZEREsvaziamento de bexiga estéril (para exame)
  49. 49SONDA RETALlavagem retal
  50. 50SONDA DE NALATONcateterismo vesical de alívio
  51. 51SONDA DE FOLEYcateterismo vesical de demora
  52. 52SONDA DE FOUCHETalimentação
  53. 53SONDA DE LEVINEnasogástrica, + rígida p/ aspirar (exames)
  54. 54SONDA DE SENGSTAKEN BLACKMOREtamponamento de varizes no esôfago
  55. 55SONDA NASOENTERAL+ fina e flexível, usada com fio guia, alimentação
  56. 56SONDA OROTRAQUEALRespiração, aspiração de secreções
  57. 57CÂNULA OROFARÍNGEAevita queda da lingua p/ ventilar e aspirar secreções pcts inconscientes
  58. 58CÂNULA NASOFARÍNGEAventilar e aspirar secreções, mas para pcts com trismo
  59. 59MÁSCARA FACIALpré-ventilação, anéstesico volátil para procedimentos rápidos
  60. 60MÁSCARA LARÍNGEAventilação laringe que não exige habilidades, separa esôfago da traqueia não protege contra broncoaspiração, pcts inconcientes
  61. 61TUBO COMBITUBEconsegue ventilar/aspirar onde quer que esteja (esôfago), s/ habilidades
    Protege de broncoaspiração maciça.
    Ausência de manipulação da coluna cervical.
    pcts arreativos
  62. 62TUBO TRAQUEALdefinitivo, ventilação s/ distensão gástrica e broncoaspiração
    *oro - de escolha, + fácil
    *naso - impossibilidade oral, + difícil, pct tem que ter ventilação espont.
  63. 63GUIA BOUGIEfacilita a IOT, pcts via aérea difícil, faz o caminho e dps bota o tubo
    (guia da intubação orotraqueal)
  64. 64VIAS ACESSO TRAQUEIAoral e nasal (endo) + transtraqueal/percutânea (crico ou traqueo)
  65. 65VIAS DEFINITIVASorotraqueal + nasotraqueal + traqueostomia
  66. 66CRIOTIREOIDOTOMIAmembrana cricotireoidea, +fácil e rápida, temporária
  67. 67TRAQUEOSTOMIA2-3-4o anel traqueal, cirúrgica, definitiva, conforto p/ o pct falar e comer
  68. 68PERIDURALantes da dura-máter, ligamento amarelo (peridural), L2 pra baixo, absorção + lenta que raqui, pelo plexo venoso, + volume anéstesico perda de resistência, agulha + calibrosa, analgesia (sensitivo) raqui total, injeção intravascular
  69. 69RAQUIANESTESIAperfura a dura-máter, subaracnoide, L3 pra baixo gotejamento de líquor, agulha + fina, insensibilidade total (motor + sensit)
    cefaléia pós-raqui, hipotensão importante
  70. 70—Tesoura MayoTesoura Mayo
  71. 71—Tesoura metzembaumTesoura metzembaum
  72. 72—pinça Mixter 90pinça Mixter 90
  73. 73—Pinça Kelly desdentadaPinça Kelly desdentada
  74. 74—Pinça Halsted ou mosquitoPinça Halsted ou mosquito
  75. 75—Pinça kocherPinça kocher
  76. 76—Pinça CrilePinça Crile
  77. 77—porta agulha mathieuporta agulha mathieu
  78. 78—porta agulha mayo hegarporta agulha mayo hegar
  79. 79—Pinça FoersterPinça Foerster
  80. 80—Pinça backhausPinça backhaus
  81. 81—SchaedelSchaedel
  82. 82—Pinça anatômicaPinça anatômica
  83. 83—Pinça AdsonPinça Adson
  84. 84—Pinça allisPinça allis
  85. 85—Pinça babcockPinça babcock
  86. 86—Pinça klammerPinça klammer
  87. 87—pinça duvalpinça duval
  88. 88—afastador rakeafastador rake
  89. 89—afastador farabeufafastador farabeuf
  90. 90—válvula supra púbicaválvula supra púbica
  91. 91—afastador doyenafastador doyen
  92. 92—afastador weitlanerafastador weitlaner
  93. 93—afastador gossetafastador gosset
  94. 94—afastador finochiettoafastador finochietto
  95. 95—afastador ballfourafastador ballfour
  96. 96—afastador thompsonafastador thompson
  97. 97—afastador bookwaterafastador bookwater
  98. 98—trocatertrocater
  99. 99—endoclinchendoclinch
  100. 100—marylandmaryland
  101. 101—endowristendowrist
  102. 102—Ponto simplesPonto simples
  103. 103—Donatti ou u invertidoDonatti ou u invertido
  104. 104—Ponto em XPonto em X
  105. 105—Chuleio simplesChuleio simples
  106. 106—Chuleio ancoradoChuleio ancorado
  107. 107—IntradérmicaIntradérmica
  108. 108—ponto u horizontalponto u horizontal
  109. 109—canula de guedelcanula de guedel
  110. 110—tubo combitubetubo combitube
  111. 111—tubo traquealtubo traqueal
  112. 112—penrose drenopenrose dreno
  113. 113—dreno tubulardreno tubular
  114. 114—dreno portovacdreno portovac
  115. 115—Sonda malecoteSonda malecote
  116. 116—dreno jackson prattdreno jackson pratt
  117. 117—sonda pezzersonda pezzer
  118. 118—dreno t de kehrdreno t de kehr
  119. 119—Sonda retalSonda retal
  120. 120—Sonda de foleySonda de foley
  121. 121—sonda de fouchet gastricasonda de fouchet gastrica
  122. 122—sonda levinesonda levine
  123. 123—sonda de sengstaken-blakemoresonda de sengstaken-blakemore
  124. 124—tubo drenagem torácica selo d'águatubo drenagem torácica selo d'água
  125. 125Quais as veias de acesso periféricobraço - braquial, basílica, axilar, cefálica
    perna - safena
    cervical - jugular externa
  126. 126Indicações de acesso venoso central• Monitorização hemodinâmica
    (Instabilidade, PVC, Swan-Ganz)
    • Marcapasso
    • Nutrição parenteral total
    • Infusão de quimioterápicos
    • Infusão de drogas vasoativas
    • Hemodiálise, plasmaférese
    • Impossibilidade de acesso periférico
  127. 127Veias para punção de Veia CentralVeia Jugular interna
    Veia Subclávia
    Veia Femoral
  128. 128Sequência da Técnica de Seldinger● Punção com introdução de fio guia até cerca de 20 cm.
    ● Retirar a agulha, mantendo o fio dentro da veia.
    ● Dilatação do orifício na pele e na veia com dilatador próprio, através do fio-
    guia.
    ● Colocação do cateter definitivo através do guia e então retirada do mesmo.
    ● Conectar o soro e avaliar o fluxo e refluxo.
    ● Fixação do cateter na pele com fio agulhado.
    ● Curativo oclusivo.
    ● Confirmação radiográfica.
  129. 129Punção de Veia Jugular InternaIdentificar pontos de referência
    • Ápice do triângulo formado pelas cabeças do músculo esternocleidomastóideo tendo
    como base a clavícula.
    • A veia jugular é lateral em relação a Carótida
    • A agulha deve ser apontada para o mamilo do mesmo lado
  130. 130VEIA JUGULAR INTERNA Vantagens• Menor risco de complicações graves em relação à subclávia.
    • É relativamente superficial
    • É compressível manualmente .
    • Pode ser puncionada em coagulopatias leve/moderada
  131. 131VEIA JUGULAR INTERNA Desvantagens• A punção é difícil em pessoas com pescoço curto e em obesos.
    • A anatomia da jugular é menos fixa.
    • Na hipovolemia a jugular tende a colabar
    • Dificuldade de manter de um curativo seco e estéril, bem como
    • Facilidade para a perda do cateter por tração acidental
  132. 132Punção de Veia SubcláviaIdentificar pontos de referência
    • Na abordagem subclávia, o local de inserção é o ponto de
    interseção do terço médio/proximal inferior da clavícula.
    • a veia subclávia é mais superficial que a artéria
    • a agulha deve ser apontada para a fúrcula esternal.
  133. 133Punção de Veia Subclávia Vantagens• Anatomia relativamente fixa.
    • Não diminui muito o calibre (colaba) estado de choque hipovolêmico.
    • Permitindo a manutenção de um curativo fixo e estéril, com menos perda acidental de cateteres.
  134. 134Punção de Veia Subclávia Desvantagens• Apresenta alto risco de complicações graves ou fatais (pneumotórax, hemotórax).
    • Não é compressível manualmente
    • Necessidade de experiência em punções venosas centrais
  135. 135Punção de Veia Femoral Vantagens:• superficial e de fácil acesso
    • menor risco de complicação graves ou fatais
    • permite cateteres calibrosos
    • pode ser realizado na PCR
  136. 136Punção de Veia Femoral Desvantagens:Local móvel e úmido, potencialmente contaminado
    Maior risco de complicação infecciosa e trombótica
  137. 137Punção de Veia Central Complicações● Todas da punção periférica ● Punção arterial (carótida /subclávia/femoral) ● Hematoma ● Pneumotórax Hemotórax Hidrotórax ● Quilotórax ● Infecção ● Fratura ou má posição do cateter ● Flebite ● Trombose ● Embolia ● Lesão cardíaca ● Punção de traqueia/nervo recorrente (jugular)
  138. 138Flebotomia ou dissecção venosaAcesso venoso central ou perif. por dissecção venosa.
  139. 139PICC (cateter central de inserção periférica)Veias mais utilizadas:
    ● Cervical: Jugular externa
    ● MS: Basílica, cefálica, braquial, axilar
    ● MI: Origem da safena interna, crossa da safena
  140. 140AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA Medicações que Devem ser ContinuadasMedicação cardiovasculares
    Broncodilatadores
    Antiepilépticos
    Corticóides
    AAS *
  141. 141AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA Medicações que não Devem ser ContinuadasAnticoagulantes (warfarin)
    Inibidores da ECA
    Agentes hipoglicemiantes orais
    Contraceptivos orais
    IMAO (fenelzina, a isocarboxazida e a tranilcipromina)
    Inibidores da recaptação da serotonina
    (fluoxetina, paroxetina)
  142. 142Estados do I ao VI Risco Anestésico-CirúrgicoEstados do I ao VI Risco Anestésico-Cirúrgico
  143. 143Classificação de MallampatiClasse I – palato mole, fauce, úvula e pilares amigdalianos visíveis;
    Classe II – palato mole, fauce e úvula visíveis;
    Classe III – palato mole e base da úvula visíveis;
    Classe IV – palato mole totalmente não visível.
  144. 144Quais as fases da anestesia geral ?Fase da Indução – período compreendido entre a administração de agentes (Intubação) anestésicos e o início do procedimento cirúrgico
    Fase da Manutenção – período compreendido entre o início do procedimento cirúrgico e o seu término
    Fase do Despertar – reversão da anestesia
  145. 145Tipos de anestesiaAnestesia Inalatória
    Anestesia Intravenosa
    Anestesia Balanceada
    Anestesia Regional
    Anestesias medulares
    Anestesias de plexos nervosos
  146. 146Complicações da RaquianestesiaHipotensão (vasoplegia); Bradicardia e mal-estar (reação vagal); Náuseas (hipotensão); Cefaléia pós-raqui; Retenção urinária; Meningite asséptica (irritação das meninges)
    PCR (anestesia espinhal alta ou total) – paralisia dos músculos respiratórios
    Sintomas neurológicos transitórios (dor lombar com irradiação para as nádegas e face dorso-lateral das pernas bilateralmente)
    Lesão de raízes nervosas durante a introdução da agulha (dor e parestesias
    persistentes no pós-operatório)
  147. 147Complicações da Anestesia PeriduralPerfuração da dura-matér. (Bloqueio subaracnóideo-raqui total)
    Lesão da medula, nas peridurais torácicas
    Hematoma peridural
    A hipotensão arterial e bradicardia pelo bloqueio do simpático
    Pode ocorrer quebra do cateter que irá tornar-se um corpo estranho
    O cateter pode ser introduzido inadvertidamente em veia
  148. 148Contra-indicações à RaquianestesiaPacientes em uso de anticoagulantes ou com coagulopatias
    Septicemia, choque e hemorragia
    Algumas doenças neurológicas evolutivas
    Infecções no local da punção
    Problemas técnicos da punção (laminectomia prévia)
    Recusa do paciente
    Hepatopatia grave
  149. 149—VolkmannVolkmann
  150. 150—FórcepsFórceps
  151. 151—Pinça de GoivaPinça de Goiva
  152. 152Vantagens da Cirurgia Minimamente Invasiva• Menos dor
    • Menor perda sanguínea
    • Menos complicações relacionadas com a FO.
    • Menor permanência hospitalar
    • Recuperação mais rápida
    • Melhor resultado estético
  153. 153Efeitos Mecânicos do Pneumoperitônio da cirurgia minimamente invasivaO aumento da pressão interna pela insuflação de ar vai aumentar a pressão nas veias e artérias, diminuindo o debito cardíaco.
  154. 154Desvantagens Cirurgia Videolaparoscópica,• Perda da visão tridimensional normal
    • Posicionamento instável da câmera de vídeo
    • Ergonomia cirúrgica prejudicada
    • Perda de graus de liberdade para manipulação
    do instrumental
  155. 155Cirurgia Robótica Vantagens Precisão nas cirurgias em locais de difícil acesso – próstata, pelve, diafragma e esôfago
     Ergonomia — O cirurgião fica em posição confortável
     Intuitivo — O robô reproduz movimentos similares aos do cirurgião  Visão tridimensional ampliada
     Interfaces – USG, tomógrafos e RMG, a navegação e a localização espacial em alvos cirúrgicos complexos
    e inacessíveis
     Minimiza os para riscos ao cirurgião - pacientes infectados, etc..  Ausência de fadiga ou tremor
     Facilidade em manipular instrumentos cirúrgicos menores e delicados, com precisão
  156. 156Cirurgia Robótica Desvantagens Tempo de aprendizagem
     Alto custo do equipamento e procedimento
     Redução no espaço para os participantes *
     Falta de sensação tátil para o cirurgião *
     Necessidade de aprimorar outros sentidos *
     Abordagem cirúrgica territoria *
  157. 157Etapas da cicatrização1. Fase Inflamatória;
    2. Fase Proliferativa;
    Neo-angiogênese
    Fibroplasia
    Epitelização
    3. Fase de Maturação.
    contração
    neo-epitelização
  158. 158—Incisa ou cirúrgica ( se for de faca é cortante)Incisa ou cirúrgica ( se for de faca é cortante)
  159. 159—Contusa ( pancada)Contusa ( pancada)
  160. 160—Lacerante (ralado)Lacerante (ralado)
  161. 161—Perfurante ( se for tiro, perfuro contundente)Perfurante ( se for tiro, perfuro contundente)
  162. 162Fatores que interferem na cicatrizaçãoVascularização das bordas da ferida;
    Grau de contaminação da ferida; Tratamento das feridas; Infecção; Idade; Oxigenação e perfusão dos tecidos; Nutrição; Diabetes; Medicamentos (corticoides, quimioterápicos); RXT; Condição imunológica,
  163. 163Fatores que interferem na cicatrização Desnutriçãoalbumina < 2
    Vit C
    Vit A
    Zinco
    Magnésio
  164. 164Classificação das operações quanto ao potencial de infecção• Classe I (limpa)
    • Classe II (potencialmente contaminada)
    • Classe III (contaminada)
    • Classe IV (suja/infectada)
  165. 165Tricotomia▪ Evitar
    ▪ Na menor área possível
    ▪ Realizar próximo (horário) do procedimento
    ▪ Utilizar tricotomizador
  166. 166Antibioticoprofilaxia• Dose única ou extensão por até
    24-48h
    • Cirurgias potencialmente
    contaminadas ou contaminadas
    • Cirurgias limpas em que
    infecção seria catastrófica*
    (cardíaca, NCR, uso de
    próteses)
  167. 167O que fazer ❖ Abscesso intra abominal ❖ Peritonite❖ Drenagem do foco: Cirurgia – Punção
    ❖ Antibiótico
    ❖ Controle de distúrbios metabólicos
    ❖ Reavaliação periódica
    ❖ Reoperação ou redrenagens - se necessário
  168. 168O que fazer Sepse AbdominalRetirada do foco séptico
    Anastomose deiscente ou sutura
    Exteriorização da deiscência
    Drenagem percutânea
    Lavagem peritoneal – Reoperação programadas
    Antibiótico terapêutico
    Controle metabólico rigoroso - UTIo
  169. 169—Jaleco e calçaJaleco e calça
  170. 170—Aventais cirúrgicosAventais cirúrgicos
  171. 171Luvas cirúrgicasLuvas duplas em cirurgias > 1h ou trocar a cada 2h
  172. 172Degermação das mãosMicrobiota transitória e residente
  173. 173AssepsiaConjunto de procedimentos utilizados com objetivo de manter
    o paciente e o ambiente cirúrgico livres de microorganismos
  174. 174AntissepsiaDestruição de microorganismos existentes nas camadas superficiais
    ou profundas da pele ou mucosas, mediante a aplicação de um agente antisséptico
  175. 175EsterilizaçãoEliminação ou morte de todos os microorganismos (bactérias na
    forma vegetativa e esporulada, fungos e vírus)
  176. 176LimpezaEliminação de material estranho visível, pó e sujeira de um elemento usado em interação ou não com o paciente Todos os materiais devem ser limpos antes da antissepsia ou esterilização (manual ou por US)
  177. 177DesinfecçãoProcesso que utiliza meios físicos ou químicos e que consegue eliminar muitos ou todos os microorganismos sobre uma superfície inanimada, com exceção de esporos bacterianos.
  178. 178AntissépticosAgentes químicos que destroem os microorganismos patogênicos,
    ou inibe o seu crescimento, e que pode ser empregado com
    segurança na pele e nas mucosas
  179. 179opções para o tratamento de uma cicatriz quelóide,Injeções de corticóide
    Gel de silicone
    Remoção cirúrgica do queloide
    Radioterapia
    Fluorouracil(quimioterápica)
    Crioterapia
    Aplicação de laser
  180. 180Quantos nós devo fazer?multi 4+
    mono 5+
  181. 181Quais as 4 dases da cirurgia geral?- Diérese
    - Hemostasia
    - Cirurgia propriamente dita ou Exérese
    - Síntese cirúrgica.
  182. 182Vantagens do V.A.C.aumento do fluxo sanguíneo
    Remoção dos fluidos do interstício
    Diminuição da carga bacteriana
    Estimulação do tecido de granulação
    Diminuição do líquido do exsudato
  183. 183PQ o acesso venoso central do lado direito é melhor• Cúpula pleural D é mais baixa (menor risco de pneumotórax (punção de subclávia)
    • O trajeto até o átrio direito é mais retilíneo - menor possibilidade de mau posicionamento do cateter (jugular interna)
    • Ducto torácico desemboca na subclávia esquerda (menor risco de quilotórax)
  184. 184Efeitos da diabetes na cicatrizaçãoEfeitos da diabetes na cicatrização
  185. 185causas de febre pós-operatória.Atelectasias
    Infecções do sítio cirúrgico
    Pneumonia
    infecções nosocomiais
    Complicações específicas da cirurgia
    infecção urinária
    flebite

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Beschreibung
Faculdade de Medicina Introdução as tecnicas cirurgicas Karteikarten am Revisão AV2, erstellt von Ricardo Moraes am 14/06/2022.
Erstellt von
Ricardo Moraes
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