Karteikarten
Jogo Carol
Karten in diesem Stapel (63)
- 1—inflamação aguda serofibrinosa na broncopneumonia
- 2—Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal
- 3—Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal
- 4—Exsudato Seroso na BRONCOPNEUMONIA
- 5—Exsudato Fibrinoso na Broncopneumia
- 6—Exsudato fibrinoso na BRONCOPNEUMONIA
- 7—Afluxo de Neutrófilos na Broncopneumonia
- 8—Pneumonia lobar:
inflamação aguda fibrinopurulenta. Percebemos que os septos estão necróticos pela destruição, e estão preenchidos com exsudato fibrino purulento (piócitos) - 9—Pneumonia lobar:
inflamação aguda fibrinopurulenta
Amarelo: septos necróticos. e presença de piócito (neutrófilo degenerado) que compõe o exsudato fibrino purulento - 10—Pneumonia lobar:
inflamação aguda fibrinopurulenta
Percebemos que os piócitos tem um núcleo mais segmentado e denso Vemos também a fibrina, que é produzida como tentativa de cicatrização/reparo do tecido - 11—LEPTOMENINGITE TUBERCULOSA : GRANULOMAS INCIPIENTES,
NECROSE CASEOSA E VASCULITE NECROSANTE [exemplo de inflamação granulomatosa] - 12—ENDARTERITE AGUDA : EXSUDATO FIBRINO-LEUCOCITÁRIO
ENTRE O ENDOTÉLIO E A MÉDIA [exemplo de inflamação granulomatosa] - 13—RADICULITE: INFLAMAÇÃO CRÔNICA DE RAÍZES NERVOSAS
- 14—Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica
- 15—Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica
- 16—Meningite purulenta em organização - lamina 1 mostra exsudato purulento necrótico onde há neutrófilos degenerados . demais lâminas mostram tecido de granulação com vasos neoformados e infliltrado inflamatório
- 17—Meningite purulenta em organização - tecido de granulação- infiltrado inflamatório
- 18—NO TECIDO DE GRANULAÇÃO:
CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta - 19—NO TECIDO DE GRANULAÇÃO:
CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta - 20—CAMADA MOLECULAR DO CÓRTEX CEREBRAL:
ASTRÓCITOS GEMISTOCÍTICOS INDICAM QUE
O PROCESSO INFLAMATÓRIO LESOU O TECIDO NERVOSO Meningite purulenta- cicatriz - 21—Infiltrado Linfocitário intenso nos colóides tireoidianos na tireoidite autoimune
- 22—FIBROSE, na pancreatite crônica
- 23—Observar a Fibrose e a calcificação
- 24—Calcificação e fibrose na pancreatite crônica, como forma de reparo/cicatrização ao parênquima lesado pela inflamação
- 25—Granuloma Corpo estranho- adipócitos se romperam e liberaram gordura, e o corpo reage como se fosse um corpo estranho criando um granuloma em torno da gordura
- 26—Granuloma de corpo estranho por gotícula lípidica, que é circundada por macrófagos
- 27—1- Células epítelióides (macrófagos modificados); 2- Células gigantes de corpo estranho (formada pela união de macrófagos[células epitelióides])
- 28—Gigantócito de Corpo Estranho- perceber que os núcleos estão dispostos de forma irregular. Essa célula é formada pela união de vários macrófagos
- 29—Necrose Caseosa no Linfonodo
- 30—Nas lâminas de cima percebemos que o tecido linfóide normal diminui devido as áreas de necrose caseosa. Embaixo, vemos o granuloma com suas células caracterísitcas: células gigantes do tipo Langhars (ferradura) e células epitelióides
- 31—Seta Amarela: Cèlulas Epitelióides. Células Verdes: Gigantócito tipo Langhans (com seus núcleos organizados na periferia- tipo ferradura)
- 32—Granuloma de células epitelióides gigantes na tuberculose no linfonodo
- 33—Seta de cima: Necrose caseosa no centro do granuloma, Seta de baixo: Gigantócitos do granuloma
- 34—Necrose Caseosa (coagulativa) em destaque, com granulomas apontados pelas setas
- 35—Célilas epitelióides (são as células que definem o granuloma) e gigantócito (do tipo Langhans) com núcleo organizado em ferradura na periferia (diferente da de corpo estranho que tem núcleos centrais desorganizados)
- 36—Granuloma de corpo estranho- presença de gigantócitos/células gigantes de corpo estranho como reação à um fio cirúrgico
- 37—Broncopneumonia: Marginalização dos leucócitos, e neutrófilos apontados na seta amarela
- 38—Broncopneumonia: Exsudato com presença de neutrófilos e hemácias. Exsudato seroso e fibrinoso
- 39—Broncopneumonia: comparação entre o septo com broncopneumonia e o normal. O septo patilógico apresenta-se mais espessado e com hipercelularidade (neutrófilos) e preenchido por exsudato
- 40—Esplenomegalia pós cirrótica (o fígado diminui, gera hipertensão portal, sobrecarregando o baço, que ira aumentar de tamanho)
- 41—Esplenomegalia- Crise pós necrótica
- 42—Hepatite Aguda- com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)
- 43—Hepatite Aguda com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)
- 44—Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune).
Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória. - 45—Folículo Linfoide com centro germinativo- Tireoidite
- 46—Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune).
Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória. - 47—TIREOIDEITE- Em aumento maior, os folículos são atróficos e contêm pouco ou nenhum colóide. O aspecto tem semelhanças com a doença de Graves (ver quadro anterior), e pode até ser confundido com aquela. As diferenças são que na tiroidite de Hashimoto o infiltrado é mais intenso, as células foliculares são menores e não têm aspecto sugestivo de hiperatividade funcional.
- 48—Tiroidite de Hashimoto
- 49—TIMOMA- neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas
- 50—TIMOMA- - neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas
- 51—Vasos hiperemiados na apendicite aguda
- 52—Apendicite aguda: presença de neutrófilos na camada muscular do apêndice
- 53—Apendicite aguda caracterizando exsudato fibrino purulento, na seta amarelo temos neutrófilo e na preta fibrina
- 54—Gigantócito de corpo estranho- como resposta à um fio cirúrgico (no centro do granuloma), perceba que o gigantócito é uma grande célula multinucleada, formada pela união de macrófagos
- 55—Formação de pseudolobos na hepatite aguda, pela necrose no lobo (hepatite aguda viral)
- 56—Hepatite aguda viral: na primeira lâmina observamos um um infiltrado inflamatório que é destacado na segunda. Seta verde: plasmócito; seta amarela: linfócito e seta rosa: macrófagos
- 57—Hepatócitos balonizados na hepatite aguda (entrada de água dentro do hepatócito)
- 58—Colestase na Hepatite aguda
- 59—Mitose como forma de regeneração dos hepatócitos na hepatite viral aguda. Proliferação ductal também é observada
- 60—Criptococo- fungos no espaço interventricular cerebral
- 61—Criptococose cerebral- fungos presentes no espaço de Virchow, 1- cápsula, 2- fungo . A cápsula do fungo protege ele da fagocitose
- 62—Fungos encapsulados acima e macrófagos abaixo na Criptococose cerebral
- 63—Criptococose cerebral- reprodução por brotamento do fungos