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Karteikarten

Jogo Carol

Melissa Soares Moraes Portugiesisch 63 Karten

Jogo Carol

Karten in diesem Stapel (63)

  1. 1—inflamação aguda serofibrinosa na broncopneumoniainflamação aguda serofibrinosa na broncopneumonia
  2. 2—Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão NormalComparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal
  3. 3—Comparação entre Broncopneumonia e Pulmão NormalComparação entre Broncopneumonia e Pulmão Normal
  4. 4—Exsudato Seroso na BRONCOPNEUMONIAExsudato Seroso na BRONCOPNEUMONIA
  5. 5—Exsudato Fibrinoso na BroncopneumiaExsudato Fibrinoso na Broncopneumia
  6. 6—Exsudato fibrinoso na BRONCOPNEUMONIAExsudato fibrinoso na BRONCOPNEUMONIA
  7. 7—Afluxo de Neutrófilos na BroncopneumoniaAfluxo de Neutrófilos na Broncopneumonia
  8. 8—Pneumonia lobar:
    inflamação aguda fibrinopurulenta. Percebemos que os septos estão necróticos pela destruição, e estão preenchidos com exsudato fibrino purulento (piócitos)
    Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta. Percebemos que os septos estão necróticos pela destruição, e estão preenchidos com ex...
  9. 9—Pneumonia lobar:
    inflamação aguda fibrinopurulenta
    Amarelo: septos necróticos. e presença de piócito (neutrófilo degenerado) que compõe o exsudato fibrino purulento
    Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta Amarelo: septos necróticos. e presença de piócito (neutrófilo degenerado) que compõe o...
  10. 10—Pneumonia lobar:
    inflamação aguda fibrinopurulenta
    Percebemos que os piócitos tem um núcleo mais segmentado e denso Vemos também a fibrina, que é produzida como tentativa de cicatrização/reparo do tecido
    Pneumonia lobar: inflamação aguda fibrinopurulenta Percebemos que os piócitos tem um núcleo mais segmentado e denso Vemos também a fibrin...
  11. 11—LEPTOMENINGITE TUBERCULOSA : GRANULOMAS INCIPIENTES,
    NECROSE CASEOSA E VASCULITE NECROSANTE [exemplo de inflamação granulomatosa]
    LEPTOMENINGITE TUBERCULOSA : GRANULOMAS INCIPIENTES, NECROSE CASEOSA E VASCULITE NECROSANTE [exemplo de inflamação granulomatosa]
  12. 12—ENDARTERITE AGUDA : EXSUDATO FIBRINO-LEUCOCITÁRIO
    ENTRE O ENDOTÉLIO E A MÉDIA [exemplo de inflamação granulomatosa]
    ENDARTERITE AGUDA : EXSUDATO FIBRINO-LEUCOCITÁRIO ENTRE O ENDOTÉLIO E A MÉDIA [exemplo de inflamação granulomatosa]
  13. 13—RADICULITE: INFLAMAÇÃO CRÔNICA DE RAÍZES NERVOSASRADICULITE: INFLAMAÇÃO CRÔNICA DE RAÍZES NERVOSAS
  14. 14—Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecíficaMeningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica
  15. 15—Meningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecíficaMeningite purulenta em organização - Exemplo de inflamação inespecífica
  16. 16—Meningite purulenta em organização - lamina 1 mostra exsudato purulento necrótico onde há neutrófilos degenerados . demais lâminas mostram tecido de granulação com vasos neoformados e infliltrado inflamatórioMeningite purulenta em organização - lamina 1 mostra exsudato purulento necrótico onde há neutrófilos degenerados . demais lâminas mostra...
  17. 17—Meningite purulenta em organização - tecido de granulação- infiltrado inflamatórioMeningite purulenta em organização - tecido de granulação- infiltrado inflamatório
  18. 18—NO TECIDO DE GRANULAÇÃO:
    CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta
    NO TECIDO DE GRANULAÇÃO: CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta
  19. 19—NO TECIDO DE GRANULAÇÃO:
    CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta
    NO TECIDO DE GRANULAÇÃO: CÉLULAS DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA INESPECÍFICA na Meningite Purulenta
  20. 20—CAMADA MOLECULAR DO CÓRTEX CEREBRAL:
    ASTRÓCITOS GEMISTOCÍTICOS INDICAM QUE
    O PROCESSO INFLAMATÓRIO LESOU O TECIDO NERVOSO Meningite purulenta- cicatriz
    CAMADA MOLECULAR DO CÓRTEX CEREBRAL: ASTRÓCITOS GEMISTOCÍTICOS INDICAM QUE O PROCESSO INFLAMATÓRIO LESOU O TECIDO NERVOSO Meningite purul...
  21. 21—Infiltrado Linfocitário intenso nos colóides tireoidianos na tireoidite autoimuneInfiltrado Linfocitário intenso nos colóides tireoidianos na tireoidite autoimune
  22. 22—FIBROSE, na pancreatite crônicaFIBROSE, na pancreatite crônica
  23. 23—Observar a Fibrose e a calcificaçãoObservar a Fibrose e a calcificaçãoObservar a Fibrose e a calcificação
  24. 24—Calcificação e fibrose na pancreatite crônica, como forma de reparo/cicatrização ao parênquima lesado pela inflamaçãoCalcificação e fibrose na pancreatite crônica, como forma de reparo/cicatrização ao parênquima lesado pela inflamação
  25. 25—Granuloma Corpo estranho- adipócitos se romperam e liberaram gordura, e o corpo reage como se fosse um corpo estranho criando um granuloma em torno da gorduraGranuloma Corpo estranho- adipócitos se romperam e liberaram gordura, e o corpo reage como se fosse um corpo estranho criando um granulom...
  26. 26—Granuloma de corpo estranho por gotícula lípidica, que é circundada por macrófagosGranuloma de corpo estranho por gotícula lípidica, que é circundada por macrófagos
  27. 27—1- Células epítelióides (macrófagos modificados); 2- Células gigantes de corpo estranho (formada pela união de macrófagos[células epitelióides])1- Células epítelióides (macrófagos modificados); 2- Células gigantes de corpo estranho (formada pela união de macrófagos[células epiteli...
  28. 28—Gigantócito de Corpo Estranho- perceber que os núcleos estão dispostos de forma irregular. Essa célula é formada pela união de vários macrófagosGigantócito de Corpo Estranho- perceber que os núcleos estão dispostos de forma irregular. Essa célula é formada pela união de vários mac...
  29. 29—Necrose Caseosa no LinfonodoNecrose Caseosa no Linfonodo
  30. 30—Nas lâminas de cima percebemos que o tecido linfóide normal diminui devido as áreas de necrose caseosa. Embaixo, vemos o granuloma com suas células caracterísitcas: células gigantes do tipo Langhars (ferradura) e células epitelióidesNas lâminas de cima percebemos que o tecido linfóide normal diminui devido as áreas de necrose caseosa. Embaixo, vemos o granuloma com su...
  31. 31—Seta Amarela: Cèlulas Epitelióides. Células Verdes: Gigantócito tipo Langhans (com seus núcleos organizados na periferia- tipo ferradura)Seta Amarela: Cèlulas Epitelióides. Células Verdes: Gigantócito tipo Langhans (com seus núcleos organizados na periferia- tipo ferradura)
  32. 32—Granuloma de células epitelióides gigantes na tuberculose no linfonodoGranuloma de células epitelióides gigantes na tuberculose no linfonodo
  33. 33—Seta de cima: Necrose caseosa no centro do granuloma, Seta de baixo: Gigantócitos do granulomaSeta de cima: Necrose caseosa no centro do granuloma, Seta de baixo: Gigantócitos do granuloma
  34. 34—Necrose Caseosa (coagulativa) em destaque, com granulomas apontados pelas setasNecrose Caseosa (coagulativa) em destaque, com granulomas apontados pelas setas
  35. 35—Célilas epitelióides (são as células que definem o granuloma) e gigantócito (do tipo Langhans) com núcleo organizado em ferradura na periferia (diferente da de corpo estranho que tem núcleos centrais desorganizados)Célilas epitelióides (são as células que definem o granuloma) e gigantócito (do tipo Langhans) com núcleo organizado em ferradura na peri...
  36. 36—Granuloma de corpo estranho- presença de gigantócitos/células gigantes de corpo estranho como reação à um fio cirúrgicoGranuloma de corpo estranho- presença de gigantócitos/células gigantes de corpo estranho como reação à um fio cirúrgico
  37. 37—Broncopneumonia: Marginalização dos leucócitos, e neutrófilos apontados na seta amarelaBroncopneumonia: Marginalização dos leucócitos, e neutrófilos apontados na seta amarela
  38. 38—Broncopneumonia: Exsudato com presença de neutrófilos e hemácias. Exsudato seroso e fibrinosoBroncopneumonia: Exsudato com presença de neutrófilos e hemácias. Exsudato seroso e fibrinoso
  39. 39—Broncopneumonia: comparação entre o septo com broncopneumonia e o normal. O septo patilógico apresenta-se mais espessado e com hipercelularidade (neutrófilos) e preenchido por exsudatoBroncopneumonia: comparação entre o septo com broncopneumonia e o normal. O septo patilógico apresenta-se mais espessado e com hipercelul...
  40. 40—Esplenomegalia pós cirrótica (o fígado diminui, gera hipertensão portal, sobrecarregando o baço, que ira aumentar de tamanho)Esplenomegalia pós cirrótica (o fígado diminui, gera hipertensão portal, sobrecarregando o baço, que ira aumentar de tamanho)
  41. 41—Esplenomegalia- Crise pós necróticaEsplenomegalia- Crise pós necrótica
  42. 42—Hepatite Aguda- com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)Hepatite Aguda- com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)
  43. 43—Hepatite Aguda com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)Hepatite Aguda com Necrose em Ponte (reação inflamatória intensa próxima aos vasos gerou necrose dessa região)
  44. 44—Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune).
    Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória.
    Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune). Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículo...
  45. 45—Folículo Linfoide com centro germinativo- TireoiditeFolículo Linfoide com centro germinativo- Tireoidite
  46. 46—Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune).
    Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículos linfóides com centros germinativos. Grande parte da área do corte é constituída por reação inflamatória.
    Tiroidite de Hashimoto (ou tiroidite autoimune). Tiróide mostrando, em pequeno aumento, intenso infiltrado linfocitário formando folículo...
  47. 47—TIREOIDEITE- Em aumento maior, os folículos são atróficos e contêm pouco ou nenhum colóide. O aspecto tem semelhanças com a doença de Graves (ver quadro anterior), e pode até ser confundido com aquela. As diferenças são que na tiroidite de Hashimoto o infiltrado é mais intenso, as células foliculares são menores e não têm aspecto sugestivo de hiperatividade funcional.TIREOIDEITE- Em aumento maior, os folículos são atróficos e contêm pouco ou nenhum colóide. O aspecto tem semelhanças com a doença de Gra...
  48. 48—Tiroidite de HashimotoTiroidite de Hashimoto
  49. 49—TIMOMA- neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicasTIMOMA- neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas
  50. 50—TIMOMA- - neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicasTIMOMA- - neoplasia do timo, presença abundante de linfócitos e células epiteliais neoplásicas
  51. 51—Vasos hiperemiados na apendicite agudaVasos hiperemiados na apendicite aguda
  52. 52—Apendicite aguda: presença de neutrófilos na camada muscular do apêndiceApendicite aguda: presença de neutrófilos na camada muscular do apêndice
  53. 53—Apendicite aguda caracterizando exsudato fibrino purulento, na seta amarelo temos neutrófilo e na preta fibrinaApendicite aguda caracterizando exsudato fibrino purulento, na seta amarelo temos neutrófilo e na preta fibrina
  54. 54—Gigantócito de corpo estranho- como resposta à um fio cirúrgico (no centro do granuloma), perceba que o gigantócito é uma grande célula multinucleada, formada pela união de macrófagosGigantócito de corpo estranho- como resposta à um fio cirúrgico (no centro do granuloma), perceba que o gigantócito é uma grande célula m...
  55. 55—Formação de pseudolobos na hepatite aguda, pela necrose no lobo (hepatite aguda viral)Formação de pseudolobos na hepatite aguda, pela necrose no lobo (hepatite aguda viral)
  56. 56—Hepatite aguda viral: na primeira lâmina observamos um um infiltrado inflamatório que é destacado na segunda. Seta verde: plasmócito; seta amarela: linfócito e seta rosa: macrófagosHepatite aguda viral: na primeira lâmina observamos um um infiltrado inflamatório que é destacado na segunda. Seta verde: plasmócito; set...
  57. 57—Hepatócitos balonizados na hepatite aguda (entrada de água dentro do hepatócito)Hepatócitos balonizados na hepatite aguda (entrada de água dentro do hepatócito)
  58. 58—Colestase na Hepatite agudaColestase na Hepatite aguda
  59. 59—Mitose como forma de regeneração dos hepatócitos na hepatite viral aguda. Proliferação ductal também é observadaMitose como forma de regeneração dos hepatócitos na hepatite viral aguda. Proliferação ductal também é observada
  60. 60—Criptococo- fungos no espaço interventricular cerebralCriptococo- fungos no espaço interventricular cerebral
  61. 61—Criptococose cerebral- fungos presentes no espaço de Virchow, 1- cápsula, 2- fungo . A cápsula do fungo protege ele da fagocitoseCriptococose cerebral- fungos presentes no espaço de Virchow, 1- cápsula, 2- fungo . A cápsula do fungo protege ele da fagocitose
  62. 62—Fungos encapsulados acima e macrófagos abaixo na Criptococose cerebralFungos encapsulados acima e macrófagos abaixo na Criptococose cerebral
  63. 63—Criptococose cerebral- reprodução por brotamento do fungosCriptococose cerebral- reprodução por brotamento do fungos

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