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Lilian frazão Raciocínio Lógico SEFAZ MA Portugiesisch 20 Karten

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  1. 1LÓGICA DE ARGUMENTAÇÃO (INTRODUÇÃO)Para começar este assunto, você precisa saber que uma proposição é uma
    oração declarativa que admita um valor lógico (V – verdadeiro ou F – falso).
  2. 2a) Conjunção (“e”): trata-se de uma combinação de proposições usando o operador lógico “e”, ou seja, do tipo “p e q”.esta proposição composta só pode ser Verdadeira se as duas proposições simples que a compõem forem verdadeiras, isto é, acontecerem.
  3. 3b) Disjunção (“ou”): esta é uma combinação usando o operador “ou”, isto é, “p ou q” (também podemos escrever p q  ).a única possibilidade de uma
    Disjunção do tipo p ou q ser falsa ocorre quando tanto p quanto q não acontecem,
    isto é, são falsas.
  4. 4c) Disjunção exclusiva (Ou exclusivo): esta é uma combinação do tipo “ou p ou q” (simbolizada por p q  ou então por pvq). Ex.: “Ou chove amanhã ou eu vou à escola”.Aqui, ao contrário da Disjunção que vimos acima, a proposição composta só é verdadeira se uma das proposições for verdadeira e a outra for falsa. Isto é, se eu digo “Ou chove amanhã ou eu vou à escola”, porém as duas coisas ocorrem
    (amanhã chove e, além disso, eu vou à escola), a frase será falsa como um todo.
  5. 5d) Condicional (implicação): uma condicional é uma combinação do tipo “se p, então q” (simbolizada por p q  ). concurso. Chamamos este caso de Condicional porque temos uma condição (“se chove amanhã”) que, caso venha a ocorrer, faz com que automaticamente a sua consequência (“eu vou à escola”) tenha que acontecer. Isto é, se p for Verdadeira, isto obriga q a ser também Verdadeira.Se a condição p (“se chove amanhã”) não ocorre (é Falsa), q pode ocorrer (V)
    ou não (F), e ainda assim a frase é Verdadeira. Porém se a condição ocorre (p é V)e o resultado não ocorre (q é F), estamos diante de uma proposição composta que é Falsa como um todo.
  6. 6e) Bicondicional (“se e somente se”): uma bicondicional é uma combinação do tipo “p se e somente se q” (simbolizada por p q  ).e) Bicondicional (“se e somente se”): uma bicondicional é uma combinação dot ipo “p se e somente se q” (simbolizada por p q  ). a expressão p q  só é verdadeira quando tanto p quanto q acontecem (são Verdadeiras), ou então quando ambas não acontecem (são Falsas).
  7. 7- Conectivo “mas” com idéia de conjunção (“e”).(“e”). Ex.: Chove, mas vou à escola.
    Observe que quem diz esta frase está afirmando que duas coisas acontecem: 1 = chove, e 2 = vou à escola. No estudo da lógica, isto é o mesmo que dizer “Chove e vou à escola”. Portanto, o “mas” está sendo usado para formar uma conjunção.
  8. 8Conectivo “ou” precedido por vírgula, com idéia de “ou exclusivo”.Ex.: Chove, ou vou à escola. Aqui a pausa criada pela vírgula nos permite depreender que apenas uma coisa ocorre: ou chove, ou vou à escola. Assim, temos uma forma alternativa de representar o “ou ..., ou...” que estudamos na disjunção exclusiva.
  9. 9- Condicional utilizando “Quando...” ou “Toda vez que...”.1)Quando chove, vou à escola.
    2) Toda vez que chove vou à escola.
    Veja que nos dois casos acima temos formas alternativas de apresentar uma
    condição (“chove”) que leva a uma consequência (“vou à escola”). Portanto, estas são formas alternativas ao clássico “se ..., então ...” da condicional.
  10. 10- Uso do “...ou..., mas não ambos” com idéia de disjunção exclusiva.Ex.: “Jogo bola ou corro, mas não ambos”. Repare que a primeira parte dessa frase é uma disjunção comum (inclusiva), mas a expressão “mas não ambos” exclui o caso onde “jogo bola” é V e “corro” também é V. Isto é, passamos a ter uma disjunção exclusiva. Alguns autores entendem que só temos disjunção exclusiva se a expressão “mas não ambos” estiver presente (ainda que tenhamos “ou..., ou ...”), mas isso não pode ser considerado uma verdade absoluta.
  11. 111.2 Negação de proposições simplesRepresentamos a negação de uma proposição simples “p” pelo símbolo “~p”
    (leia não-p).Também podemos usar a notação p, que é menos usual. Sabemos que o valor lógico de “p” e “~p” são opostos, isto é, se p é uma proposição verdadeira, ~p será falsa, e vice-versa.
  12. 12Quando temos uma proposição simples (por ex.: “Chove agora”, “Todos os nordestinos são fortes”, “Algum brasileiro é mineiro”), podemos negar essa proposição simplesmente inserindo “Não é verdade que...” em seu início.Entretanto, na maioria dos exercícios serão solicitadas outras formas de negar uma proposição. Para descobrir a negação, basta você se perguntar: O que é o mínimo que eu precisaria fazer para provar que essa frase é mentira?
  13. 13Se você for capaz de desmenti-la, você será capaz de negá-la. Se João nos disse que “Chove agora”, bastaria confirmar que não está chovendo agora para desmenti-lo. Portanto, a negação seria simplesmente “Não chove agora”.Entretanto, caso João nos diga que “Todos os nordestinos são fortes”, bastaria encontrarmos um único nordestino que não fosse forte para desmenti-lo. Já se João nos dissesse que “Algum nordestino é forte”, basta que um único nordestino seja realmente forte para que a frase dele seja verdadeira. Portanto, aqui é mais difícil desmenti-lo, pois precisaríamos analisar todos os nordestinos e mostrar que nenhum deles é forte.
  14. 141.3 Negação de proposições compostasQuando temos alguma das proposições compostas (conjunção, disjunção,
    disjunção exclusiva, condicional ou bicondicional), podemos utilizar o mesmo truque para obter a sua negação: buscar uma forma de desmentir quem estivesse falando aquela frase.
  15. 15a) Conjunção: “Chove hoje e vou à praia”. Se João nos diz essa frase, ele está afirmando que as duas coisas devem ocorrer Isto é, para desmenti-lo, bastaria provar que pelo menos uma delas não ocorre.“Não chove hoje ou não vou à praia”. Da mesma forma, se João tivesse
    dito “Todo nordestino é forte e nenhum gato é preto”, poderíamos negar utilizando uma disjunção, negando as duas proposições simples: “Algum nordestino não é forte ou algum gato é preto”.
  16. 16b) Disjunção: “Chove hoje ou vou à praia”. Essa afirmação é verdadeira se pelo menos uma das proposições simples for verdadeira. Portanto, para desmentir quem a disse, precisamos provar que as duas coisas não acontecem, isto é, as duas proposições são falsas.Assim, a negação seria uma conjunção: “Não chove hoje e não vou à praia”. Já a negação de “Todo nordestino é forte ou nenhum gato é preto” seria “Algum nordestino não é forte e algum gato é preto”.
  17. 17Em resumo, os dois métodos de análise da validade de argumentos são:1 – assumir que todas as premissas são V e verificar se a conclusão é
    obrigatoriamente V (neste caso, o argumento é válido; caso contrário, é inválido);
    2 – assumir que a conclusão é F e tentar tornar todas as premissas V (se conseguirmos, o argumento é inválido; caso contrário, é válido)
  18. 18Chamamos de silogismo o argumento formado por exatamente 2 premissas e 1 conclusãocomo: P1: todo nordestino é loiro (premissa maior –mais geral);
    P2: José é nordestino (premissa menor –mais específica)
    Conclusão: Logo, José é loiro.
  19. 19Sofisma ou falácia é um raciocínio errado com aparência de verdadeiro. Consiste em chegar a uma conclusão inválida a partir de premissas válidas, ou mesmo a partir de premissas contraditórias entre siPor exemplo:
    Premissa 1: A maioria dos políticos é corrupta.
    Premissa 2: João é político.
    Conclusão: Logo, João é corrupto.
  20. 20DIAGRAMAS LÓGICOS Para falarmos sobre diagramas lógicos, precisamos começar revisando alguns tópicos introdutórios sobre Teoria dos Conjuntos.Um conjunto é um agrupamento de indivíduos ou elementos que possuem
    uma característica em comum.

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SEFAZ MA Raciocínio Lógico Karteikarten am Ohne Titel, erstellt von Lilian frazão am 22/10/2016.
Erstellt von
Lilian frazão
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