GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Karteikarten

PATOLOGIA E8M3- BUSQUE CONHECIMENTO

Melissa Soares Moraes Portugiesisch 46 Karten

PATOLOGIA E8M3- BUSQUE CONHECIMENTO

Karten in diesem Stapel (46)

  1. 1—Tromboembolia Pulmonar com InfartoTromboembolia Pulmonar com Infarto
  2. 2—Trombose ArterialTrombose Arterial
  3. 3—Infarto EsplênicoInfarto Esplênico
  4. 4—Infarto RenalInfarto Renal
  5. 5—Infarto Renal: 1)Zona de Infarto 2)Zona NormalInfarto Renal: 1)Zona de Infarto 2)Zona Normal
  6. 6—Lesão Renal: 1)Descamação Celular
    (Observar células na luz do tubulo) 2)Perda do limite celular 3)Cariólise 4)Hemorragia
    Lesão Renal: 1)Descamação Celular (Observar células na luz do tubulo) 2)Perda do limite celular 3)Cariólise 4)Hemorragia
  7. 7—Trombos murais. A, Trombo nos ápices ventriculares esquerdo e direito, sobrepondo-se a uma cicatriz fibrosa branca. B, Trombo laminado em um aneurisma aórtico abdominal dilatado. Numerosos trombos murais friáveis ambém estão sobrepostos nas lesões ateroscleróticas avançadas da região mais proximal da aorta (lado esquerdo da foto).Trombos murais. A, Trombo nos ápices ventriculares esquerdo e direito, sobrepondo-se a uma cicatriz fibrosa branca. B, Trombo laminado em...
  8. 8—Visão em pequeno aumento de uma artéria trombosada corada para tecido elástico. O lúmen original é delimitado pela lâmina elástica interna (setas) e está totalmente preenchido com trombo organizado, agora pontilhado por vários canais recanalizados e circundados por endotélio (espaços brancos).Visão em pequeno aumento de uma artéria trombosada corada para tecido elástico. O lúmen original é delimitado pela lâmina elástica intern...
  9. 9—Êmbolo derivado de uma trombose venosa profunda da extremidade inferior, agora impactado em um ramo da artéria pulmonar.Êmbolo derivado de uma trombose venosa profunda da extremidade inferior, agora impactado em um ramo da artéria pulmonar.
  10. 10—Êmbolo de medula óssea na circulação pulmonar. Os elementos celulares do lado esquerdo do êmbolo são precursores hematopoiéticos, enquanto os vacúolos claros representam a gordura medular. Uma área vermelha relativamente uniforme à direita do êmbolo é um trombo organizado anteriormente.Êmbolo de medula óssea na circulação pulmonar. Os elementos celulares do lado esquerdo do êmbolo são precursores hematopoiéticos, enquant...
  11. 11—Embolia de líquido amniótico. Duas arteríolas pulmonares pequenas estão preenchidas com laminações em espiral de células escamosas fetais. Há edema e congestão evidentes, e em outros locais no pulmão pequenos trombos organizados eram compatíveis com coagulação intravascular disseminadaEmbolia de líquido amniótico. Duas arteríolas pulmonares pequenas estão preenchidas com laminações em espiral de células escamosas fetais...
  12. 12—Gande êmbolo a cavaleiro proveniente da veia femoral situado sobre as artérias pulmonares principais esquerda e direitaGande êmbolo a cavaleiro proveniente da veia femoral situado sobre as artérias pulmonares principais esquerda e direita
  13. 13—Infarto pulmonar hemorrágico recente, pequeno, grosseiramente em forma de cunha.Infarto pulmonar hemorrágico recente, pequeno, grosseiramente em forma de cunha.
  14. 14—Esteatose HepáticaEsteatose Hepática
  15. 15—Hepatócitos Normais- Estes hepatócitos têm citoplasma bem distribuído. O aspecto finamente granuloso é devido às várias organelas presentes no citoplasma.Hepatócitos Normais- Estes hepatócitos têm citoplasma bem distribuído. O aspecto finamente granuloso é devido às várias organelas present...
  16. 16—Degeneração Hialina de Mallory em hepatócitos no alcoolismoDegeneração Hialina de Mallory em hepatócitos no alcoolismo
  17. 17—ALTERAÇÕES HEPÁTICAS NO ALCOOLISMO (1) Alteração Hialina de Mallory (2) Hepatócito Balonizado. O álcool, se ingerido em altas doses, pode levar à precipitação de proteínas do citoesqueleto, que normalmente não são visíveis em microscopia óptica. Estas formam então os corpúsculos hialinos de Mallory, um manifestação morfológica altamente característica, mas não patognomônica, da ação tóxica do etanol sobre o fígado.ALTERAÇÕES HEPÁTICAS NO ALCOOLISMO (1) Alteração Hialina de Mallory (2) Hepatócito Balonizado. O álcool, se ingerido em altas doses, pode...
  18. 18—Hepatócitos no alcoolismo: fibrose no espaço porta; esteatose macrogoticular difusaHepatócitos no alcoolismo: fibrose no espaço porta; esteatose macrogoticular difusa
  19. 19—Esteatose Hepática: extensa vacuolização dos hepatócitosEsteatose Hepática: extensa vacuolização dos hepatócitos
  20. 20—ESTEATOSE HEPÁTICA: extensa vacuolização com limite bem definidos
    Quando volumosos, deslocam o núcleo e citoplasma do hepatócito para a periferia porque, sendo os lípides (no caso, triglicérides) insolúveis em água, não se misturam com o citoplasma.
    ESTEATOSE HEPÁTICA: extensa vacuolização com limite bem definidos Quando volumosos, deslocam o núcleo e citoplasma do hepatócito para a p...
  21. 21—CIRROSE HEPÁTICA- [AZUL~] nódulos regenerados; [AMARELO~] Depressões= fibrose
    Notar a cor amarelada e o aspecto noduloso da superfície do fígado. A cor amarela se deve a esteatose. Os nódulos resultam da perda de arquitetura do parênquima hepático, com desaparecimento do padrão lobular normal e formação de traves de fibrose que recortam o fígado de forma irregular. Os hepatócitos entre as faixas de tecido fibroso não têm mais a organização radiada normal e, como se regeneram, formam nódulos irregulares, que constituem as áreas salientes na superfície. As áreas deprimidas são devidas à fibrose.
    CIRROSE HEPÁTICA- [AZUL~] nódulos regenerados; [AMARELO~] Depressões= fibrose Notar a cor amarelada e o aspecto noduloso da superfície do...
  22. 22—Hepatite alcoólica. A, O agrupamento de células inflamatórias marca o local de um hepatócito necrótico (seta). B, Corpos de Mallory eosinofílicos são observados nos hepatócitos, que estão cercados por tecido fibroso (coloração de Masson).Hepatite alcoólica. A, O agrupamento de células inflamatórias marca o local de um hepatócito necrótico (seta). B, Corpos de Mallory eosin...
  23. 23—Hepatite alcoólica. Cirrose alcoólica. A, A nodularidade difusa característica da superfície reflete os processos de regeneração nodular e cicatrização. A cor esverdeada de alguns nódulos é decorrente de estase biliar. Um carcinoma hepatocelular está presente como uma massa em crescimento na borda inferior do lobo direito (canto inferior esquerdo). B, A visão microscópica mostra nódulos de tamanhos variáveis aprisionados em tecido fibroso corado em azul. A cápsula hepática está no topo (tricromo de Masson).Hepatite alcoólica. Cirrose alcoólica. A, A nodularidade difusa característica da superfície reflete os processos de regeneração nodular ...
  24. 24—DHGNA- Aspecto histológico da doença hepática gordurosa não alcoólica. A, Tecido hepático com esteatose macrovesicular (coloração H&E). B, EHNA, que apresenta fibrose perivenular e fibrose perissinusoidal (fibras azuis) na coloração com tricromo.DHGNA- Aspecto histológico da doença hepática gordurosa não alcoólica. A, Tecido hepático com esteatose macrovesicular (coloração H&E...
  25. 25—Lepra. A, Nervo periférico. Note os infiltrados de células inflamatórias nos compartimentos endoneurais e epineurais. B, Células no interior do endoneuro contêm bacilos ácido-resistentes positivos para lepra.Lepra. A, Nervo periférico. Note os infiltrados de células inflamatórias nos compartimentos endoneurais e epineurais. B, Células no inter...
  26. 26—Lepra lepromatosa. Bacilos ácido-resistentes (“estalinhos vermelhos”) no interior de macrófagos.Lepra lepromatosa. Bacilos ácido-resistentes (“estalinhos vermelhos”) no interior de macrófagos.
  27. 27—Hanseníase indeterminada. A. Mácula hipocrômica de limites imprecisos na região malar de criança. B. Infiltrado inflamatório mononuclear perineural.
    1- Fibras de Colágeno; 2- Nervo, 3- Artéria
    Hanseníase indeterminada. A. Mácula hipocrômica de limites imprecisos na região malar de criança. B. Infiltrado inflamatório mononu...
  28. 28—Hanseníase tuberculoide. A. Lesão em raquete.Hanseníase tuberculoide. A. Lesão em raquete.
  29. 29—HANSENÍASE TUBERCULOIDE B. Infiltrado inflamatório granulomatoso próximo do músculo eretor do pelo. C. Granuloma com células epitelioides e gigan- tes e halo linfocitário denso.HANSENÍASE TUBERCULOIDE B. Infiltrado inflamatório granulomatoso próximo do músculo eretor do pelo. C. Granuloma com células epitelio...
  30. 30—Hanseníase virchowiana. Hansenomas no dorso da mão.Hanseníase virchowiana. Hansenomas no dorso da mão.
  31. 31—HANSENÍASE INTRACARACTERÍSTICA- A epiderme está preservada. Na derme, notam-se focos de infiltrado inflamatório crônico inespecífico linfomonocitário em torno de vasos, glândulas sudoríparas e afetando filetes nervosos. ao pequeno tamanho, e porque a estrutura normal foi alterada pelo processo inflamatório. O quadro histolpatológico é, portanto, o de uma dermatite crônica inespecífica. A pesquisa de bacilos de Hansen (bacilos álcool-ácido resistentes ou BAAR) pela técnica de Ziehl-Neelsen resultaria negativa.HANSENÍASE INTRACARACTERÍSTICA- A epiderme está preservada. Na derme, notam-se focos de infiltrado inflamatório crônico inespecífico linf...
  32. 32—Hanseníase incaracterística 1)Derme com tecido fibroso denso; 2)Infiltrado inflamatório crônico perivascular; 3)Infiltrado LinfomonocitárioHanseníase incaracterística 1)Derme com tecido fibroso denso; 2)Infiltrado inflamatório crônico perivascular; 3)Infiltrado Linfomonocitário
  33. 33—HANSENÍASE INCARACTERÍSTICAHANSENÍASE INCARACTERÍSTICA
  34. 34—HANSENÍASE INCARACTERÍSTICA- Infiltrado inflamatório afetando o nervoHANSENÍASE INCARACTERÍSTICA- Infiltrado inflamatório afetando o nervo
  35. 35—Hanseníase tuberculóide 1) cisto epidérmico (achado casual) 2)Reação granulomatosa de derme profundaHanseníase tuberculóide 1) cisto epidérmico (achado casual) 2)Reação granulomatosa de derme profunda
  36. 36—
  37. 37—Hanseníase tuberculóide
    1) Granulomas na derme profunda; 2)Infiltrado Linfocitário; 3)Granulomas
    Hanseníase tuberculóide 1) Granulomas na derme profunda; 2)Infiltrado Linfocitário; 3)Granulomas
  38. 38—Hanseníase tuberculóide
    [VERDE~] granulomas: células epitelióides; [AZUL~] Pequena área de necrose caseosa
    Hanseníase tuberculóide [VERDE~] granulomas: células epitelióides; [AZUL~] Pequena área de necrose caseosa
  39. 39—Hanseníase tuberculóide
    - Pequeno granuloma na derme superficial
    Hanseníase tuberculóide - Pequeno granuloma na derme superficial
  40. 40—Hanseníase virshowiana- Células Virshow (Os macrófagos ricos em bacilos de Hansen)Hanseníase virshowiana- Células Virshow (Os macrófagos ricos em bacilos de Hansen)
  41. 41—Hanseníase virshowiana- aglomerado de células de virshow; 2- células de virshow. A epiderme está retificada (ou seja, o limite dermo-epidérmico, que normalmente é ondulado, perde estas ondulações ficando plano; isto geralmente é evidência de atrofia da epiderme, no caso através de compressão pelos hansenomas na derme).Hanseníase virshowiana- aglomerado de células de virshow; 2- células de virshow. A epiderme está retificada (ou seja, o limite dermo-epid...
  42. 42—Hanseníase virshowiana
    - 1- células virshow- macrófagos com citoplasma claro; 2)Limites celulares imprecisos
    Hanseníase virshowiana - 1- células virshow- macrófagos com citoplasma claro; 2)Limites celulares imprecisos
  43. 43—Hanseníase virshowiana. Nesta coloração (HE) não é possível ver, mas estes macrófagos têm o citoplasma abarrotado de bacilos de Hansen formando acúmulos conhecidos como globias. Raramente estas podem ser visualizadas como massas basófilas (ver as duas figuras embaixo). O meio correto de ver os bacilos é com a coloração de Ziehl-Neelsen,Hanseníase virshowiana. Nesta coloração (HE) não é possível ver, mas estes macrófagos têm o citoplasma abarrotado de bacilos de Hansen fo...
  44. 44—Hanseníase virshowiana da pele
    hansenoma da derme coloração de ziehn; células de virshow
    Hanseníase virshowiana da pele hansenoma da derme coloração de ziehn; células de virshow
  45. 45—Hanseníase virshowiana da pele
    [cabeça de seta] - bacilo de hans, [setas] globia
    Hanseníase virshowiana da pele [cabeça de seta] - bacilo de hans, [setas] globia
  46. 46—Hanseníase virchowiana da pele, na coloração de Ziehl-Neelsen. Os bacilos de Hansen são vistos isoladamente ou em aglomerados chamados globias no citoplasma dos macrófagos (células de Virchow). Nas globias, os bacilos estão unidos entre si por uma substância chamada gléia. A formação de globias é exclusiva da hanseníase virchowiana, não sendo observada, por exemplo, na tuberculose ou em micobacterioses atípicas.Hanseníase virchowiana da pele, na coloração de Ziehl-Neelsen. Os bacilos de Hansen são vistos isoladamente ou em aglomerados chamados gl...

Informationen

Beschreibung
ÚLTIMO JOGO, ´ÚLTIMAS LÂMINAS BUSQUE CONHECIMENTO!
Aufrufe
943
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck