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Flussdiagramm

Ohne Titel

Larissa Georgia Rodrigues Florencio Portugiesisch

Inhalt des Flussdiagramms

  1. Artérias da região proximal do MS

  2. Artéria supraescapular

  3. Artéria escapular dorsal

  4. Artéria axilar

  5. Artérias dos Membros Superiores

  6. Origem: Tronco tireocervical

    Trajetória: Segue inferolateralmente cruzando o M. escaleno anterior, o frênico, a A. subclávia e o plexo braquial, seguindo lateralmente posterior e paralela à clavícula, em seguida, passa sobre o ligamento transverso da escápula até a fossa supraespinal e depois lateral à espinha da escápula até a fossa infraespinal, na face posterior da escápula.

    Distribuição: Músculos supraespinhoso, subclávio, infraespinhoso e pele superior do tórax

  7. Origem: Tronco tireocervical (A. cervical transversa).

    Trajetória:

    Distribuição: Músculos romboides, grande dorsal e porção inferior do trapézio,

  8. Artéria torácica superior

  9. Artéria toracoacromial

  10. Artéria torácica lateral

  11. Artéria subescapular

  12. Artéria circunflexa anterior do úmero

  13. Artéria circunflexa posterior do úmero

  14. Origem: Primeira parte da artéria axilar

    Trajetória: sentido inferomedial posteriormente à veia axilar e irriga o músculo subclávio, músculos no 1o e 2o espaços intercostais, alças superiores do músculo serrátil anterior e músculos peitorais sobrejacentes. Anastomosa-se com as artérias intercostal e/ou torácica interna.

    Distribuição: Músculo peitoral maior e menor

  15. Origem: Segunda parte da artéria axilar

    Trajetória: perfura a membrana costocoracoide e divide-se em quatro ramos (acromial, deltóideo, peitoral e clavicular), profundamente à parte clavicular do músculo peitoral maior.

    Distribuição: músculos peitoral maior e menor, uma área de pele sobre a fáscia clavipeitoral e a porção anterior do músculo deltoide.

    Ramos secundários: Peitoral, acromial, clavicular e deltoide.

  16. Origem: Terceira parte da A. axilar

    Trajetória: desce ao longo da margem lateral do músculo peitoral menor, seguindo-o até a parede torácica. entretanto, pode originar-se em lugar das artérias toracoacromial, supraescapular ou subescapular.

    Distribuição: M. serrátil anterior, peitorais, linfonodos axilares, músculo subescapular e em mulheres, ramos mamários laterais.

  17. Origem: Terceira parte da artéria axilar

    Trajetória: desce ao longo da margem lateral do músculo subescapular na parede posterior da axila. Logo termina dividindo-se nas artérias circunflexa da escápula e toracodorsal.

    Distribuição: Artéria circunflexa escapular e artéria toracodorsal

  18. Origem: Terceira parte da artéria axilar

    Trajetória: Circunda o colo cirúrgico do úmero, anastomosando-se entre si lateralmente.

    Distribuição: cabeça umeral e a articulação do ombro

  19. Origem: terceira parte da artéria axilar

    Trajetória: Circunda o colo cirúrgico do úmero, anastomosando-se entre si lateralmente e atravessa o espaço quadrangular.

    Distribuição: articulação do ombro, músculos deltoide, redondo maior e menor e cabeças longa e lateral do tríceps braquial

  20. Irrigação do Braço

  21. Artéria braquial

  22. Artéria braquial profunda

  23. Artéria nutrícia do úmero

  24. Artéria colateral ulnar superior

  25. Artéria colateral média

  26. Artéria colateral ulnar inferior

  27. Origem: Artéria braquial

    Trajetória: acompanha o nervo radial ao longo do sulco do nervo radial enquanto segue posteriormente ao redor do corpo do úmero

    Distribuição: ramos musculares e artéria nutrícia do úmero

  28. Origem: A. braquial no meio do braço

    Trajetória: ntra no canal nutrício na face anteromedial do úmero. A artéria segue distalmente no canal em direção ao cotovelo.

    Distribuição: úmero

  29. Origem: Face medial da artéria braquial

    Trajetória: acompanha o nervo ulnar posteriormente ao epicôndilo medial do úmero. Aqui se anastomosa com as artérias recorrente ulnar posterior e colateral ulnar inferior, participando das anastomoses arteriais periarticulares do cotovelo.

    Distribuição: cabeça medial do m. tríceps braquial

  30. Origem: A. braquial profunda

    Trajetória: se anastomosa com a artéria colateral radial formando a anastomose arterial periarticular do cotovelo, que se anastomosam com as artérias radial e interóssea recorrente, respectivamente

    Distribuição: músculo tríceps braquial e envia perfurantes fasciocutâneas para a pele

  31. Origem: A. braquial próximo à prega do cotovelo.

    Trajetória: segue inferomedialmente anterior ao epicôndilo medial do úmero e se une às anastomoses arteriais periarticulares da região do cotovelo, anastomosando-se com a artéria recorrente ulnar anterior.

    Distribuição: articulação do cotovelo.

  32. Irrigação do cotovelo e antebraço

  33. Artéria radial

  34. Artéria ulnar

  35. Artéria recorrente radial

  36. Ramos cutâneos

  37. Ramos musculares

  38. Artéria recorrente ulnar

  39. Artéria interossea comum

  40. Ramos cutâneos

  41. Ramos musculares

  42. Irrigação da mão

  43. Artéria ulnar da mão

  44. Artéria radial da mão

  45. Arco palmar superficial

  46. Ramo palmar profundo

  47. Arco palmar profundo

  48. Artéria radial do indicador

  49. Ramos: artéria colateral média e artéria colateral radial

  50. Origem: Face lateral da A. radial distal a bifurcação da A. braquial.

    Trajetória: Ascende entre os Mm. braquiorradial e braquial, suprindo ambos (e a articulação do cotovelo); depois anastomosa-se com a A. colateral radial (ramo da A. braquial profunda).

    Distribuição: M. braquiorradial, supinador, braquial e articulação do cotovelo.

  51. Origem: A. radial

    Distribuição: fáscia muscular e cutâena

  52. Origem: A. radial

    Trajetória: segue ao longo do (e demarca o) limite anterolateral entre os compartimentos.

    Distribuição: M. da região lateral do antebraço

  53. Possui dois ramos: o anterior e o posterior.

    Anterior -

    Origem: A. ulnar imediatamente distal à articulação do cotovelo

    Trajetória: Segue superiormente entre os Mm. braquial e pronador redondo, suprindo ambos; então anastomosa-se com a A. colateral ulnar inferior, anteriormente ao epicôndilo medial

    Distribuição: M. braquial, pronador redondo e anastomosa com a colateral ulnar inferior

    Posterior -

    Origem: A. ulnar distal à A. recorrente ulnar anterior

    Trajetória: Segue superiormente, posterior ao epicôndilo medial e profundamente ao tendão do M. flexor ulnar do carpo; depois a A. recorrente anastomosa-se com a A. colateral ulnar superior

    Distribuição: músculos flexores profundo e superficial dos dedos, articulação do

    cotovelo e se anastomosa com as artérias colateral ulnar e recorrente interóssea

  54. Origem: A. ulnar na fossa cubital, distal à bifurcação da A. braquial

    Trajetória: Segue lateral e profundamente, logo terminando dividindo-se em Aa. interósseas anterior e posterior.

    Distribuição A. interóssea anterior: músculos extensores profundos e o rádio e ulna respectivamente. Anastomosa

    com a artéria interóssea posterior no compartimento posterior do antebraço.

    Distribuição A. interossea posterior:

    músculos supinador, abdutor longo do polegar, extensor ulnar do carpo e a

    parte extensora do dedo mínimo do músculo extensor dos dedos.

    Distribuição A. recorrente interóssea posterior: A. do cotovelo

  55. Origem: A. ulnar

    Distribuição: pele do antebraço

  56. Origem: A. ulnar.

    Distribuição: músculos da região medial do antebraço

  57. Origem: Continuação direta da A. ulnar; o arco é completado na região lateral pelo ramo superficial da A. radial ou outro de seus ramos

    Trajetória: Curva-se em sentido lateral, profundamente à aponeurose palmar e superficialmente aos tendões dos Mm. flexores longos; a curva do arco atravessa a palma no nível da margem distal do polegar estendido

    Distribuição: metacarpos e falanges

    Ramos secundários: a. digitais palmares comuns, a; metacarpais palmares e a. digitais palmares próprias.

  58. Origem: A. ulnar nos ramos terminais

    Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão

  59. Origem: A. radial, mas pode originar-se da artéria principal do polegar

    Trajetória: Segue ao longo da face lateral do dedo indicador até sua extremidade distal

    Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão

  60. Origem: Continuação direta da A. radial; o arco é completado na face medial pelo ramo profundo da A. ulnar.

    Trajetória: Curva-se em sentido medial, profundamente aos tendões dos Mm. flexores longos; está em contato com as bases dos ossos metacarpais

    Distribuição:

    Ramos secundários: Artérias metacarpais palmares

    Artéria principal do polegar

  61. Rede carpal dorsal

  62. Origem:

    Aa. radial e ulnar

    Trajetória:

    Curva-se na fáscia do dorso da mão

    Distribuição: Estruturas dos Metacarpos e falanges da mão

  63. Vascularização dos Membros Superiores

  64. Drenagem Venosa

  65. Grupo Superficial

  66. Grupo profundo

  67. Arco Venoso Dorsal

  68. Veia cefálica

  69. Veia basílica

  70. Veia intermédia do cotovelo

  71. Origem: As veias digitais dorsais drenam para três veias metacarpais dorsais, que se unem para formar uma rede venosa dorsal.

    Trajetória: Superficialmente ao metacarpo, essa rede prolonga-se em sentido proximal na face lateral como a veia cefálica. A veia basílica origina-se da face medial da rede venosa dorsal.

  72. Origem: Arco Venoso Dorsal

    Trajetória: A veia cefálica ascende na tela subcutânea a partir da face lateral da rede venosa dorsal, prosseguindo ao longo da margem lateral do punho e da face anterolateral da região proximal do antebraço e do braço; muitas vezes é visível através da pele. Anteriormente ao cotovelo, a veia cefálica comunica-se com a veia intermédia do cotovelo, que tem trajeto oblíquo através da face anterior do cotovelo na fossa cubital (uma depressão na parte frontal do cotovelo) e se une à veia basílica. A veia cefálica segue superiormente entre os músculos deltoide e peitoral maior ao longo do sulco deltopeitoral* e, então, entra no trígono clavipeitoral. A seguir, perfura a membrana costocoracoide e parte da fáscia clavipeitoral, unindo-se à parte terminal da veia axilar.

  73. Origem: Arco Venoso Dorsal

    Trajetória: A veia basílica ascende na tela subcutânea a partir da extremidade medial da rede venosa dorsal ao longo da face medial do antebraço e da parte inferior do braço; muitas vezes é visível através da pele. Em seguida, passa profundamente perto da junção dos terços médio e inferior do braço, perfurando a fáscia do braço e seguindo em sentido superior paralelamente à artéria braquial e ao nervo cutâneo medial do antebraço até a axila, onde se funde com as veias acompanhantes da artéria braquial para formar a veia axilar.

  74. Inicia-se na base do dorso do polegar, curva-se ao redor da face lateral do punho e ascende no meio da face anterior do antebraço entre as veias cefálica e basílica. Às vezes, a veia intermédia do antebraço divide-se em uma veia intermédia basílica, que se une à veia basílica, e uma veia intermédia cefálica, que se une à veia cefálica.

  75. As veias profundas situam-se profundamente à fáscia muscular, e – ao contrário das veias superficiais – geralmente são pares de veias acompanhantes (com interanastomoses contínuas) que seguem as principais artérias do membro e recebem o mesmo nome delas

  76. Veia Axilar

  77. Situa-se inicialmente (distalmente) na face anteromedial da artéria axilar, e sua parte terminal está posicionada anteroinferiormente à artéria. Essa grande veia é formada pela união da veia braquial (as veias acompanhantes da artéria braquial) e da veia basílica na margem inferior do músculo redondo maior. A veia axilar tem três partes que correspondem às três partes da artéria axilar. Assim, a extremidade inicial distal é a terceira parte, enquanto a extremidade proximal terminal é a primeira. A veia axilar (primeira parte) termina na margem lateral da costela I, onde se torna a veia subclávia. As veias da axila, mais abundantes do que as artérias, são muito variáveis e anastomosam-se com frequência. A veia axilar recebe tributárias que geralmente correspondem a ramos da artéria axilar.

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Flussdiagramm am Ohne Titel, erstellt von Larissa Georgia Rodrigues Florencio am 25/06/2020.
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