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Flussdiagramm

Ohne Titel

Joseph Rollemberg Portugiesisch

Inhalt des Flussdiagramms

  1. 1°) Reduzir atividades que

    não agregam valor

  2. 2°) Aumentar o valor do produto através da consideração das necessidades do cliente

  3. A adição de valor ao cliente, seja ele interno ou externo, ocorre quando há conhecimento dos requisitos destes clientes levando a sua satisfação (KOSKELA, 1992).

  4. Redução das atividades que não agregam valor tais como transporte de materiais, tempo de espera por material, obtida através da eficiência das atividades de conversão e de fluxo (KOSKELA, 1992).

  5. PRINCÍPIOS DO LEAN CONSTRUCTION

  6. 3°) Reduzir a variabilidade

  7. Do ponto de vista do cliente um produto uniforme é melhor. Assim, a redução da variabilidade deve ir além da mera conformidade com determinadas especificações. E também, a variabilidade da duração das atividades, aumenta o volume de atividades que não agregam valor. Dessa forma, a padronização dos processos deve ser considerado (KOSKELA, 1992).

  8. 4°) Reduzir o tempo de ciclo

  9. O princípio de redução do tempo de ciclo tem origem na filosofia Just In Time, e está relacionado com a otimização dos tempos envolvidos na execução da obra. Quando ocorre uma redução significativa no tempo de ciclo algumas vantagens são visualizadas como: entrega mais rápida do empreendimento ao cliente, maior facilidade no planejamento de futuros empreendimentos, maior flexibilidade, entre outros (FORMOSO, 2000).

  10. 5°) Simplificar através da redução do número de passos ou partes

  11. A simplificação pode ser entendida como a redução do número de componentes de um produto, ou também pode ser definida, pela eliminação das atividades que não agregam valor no processo de produção e, consequentemente, promove a reconfiguração das peças ou etapas de valor agregado (KOSKELA, 1992).

  12. 6°) Aumentar a flexibilidade na execução do produto

  13. Abordagens práticas para esse princípio: Minimizar os tamanhos dos lotes para atender de perto a demanda, reduzir a resistência a mudanças no projeto e ter equipe de trabalho polivalentes (KOSKELA, 1992).

  14. 7°) Aumentar a transparência do processo

  15. A falta de transparência aumenta a disposição a erros, reduz sua visibilidade e diminui a motivação por melhorias. É importante tornar todo o processo transparente para facilitar controle e melhorias (KOSKELA, 1992).

  16. 8°) Focar o controle no processo global

  17. Para Isatto et al. (2000), este princípio busca a melhoria do processo como um todo e não apenas nas etapas do mesmo. Para isso, é necessário que haja alguém responsável em controlar o processo como um todo.

  18. 9°) Introduzir melhoria contínua no processo

  19. Existem vários métodos de institucionalização da melhoria contínua, por exemplo, a medição e monitoramento da melhoria, cada unidade organizacional deve ser cobrada e recompensada, utilização de procedimentos padronizados como hipóteses de melhores práticas (KOSKELA, 1992).

  20. 10°) Manter o equilíbrio entre melhorias nos fluxos e nas conversões

  21. De acordo com Resende et al. (2012), equilíbrio da melhoria dos fluxos com a melhoria das conversões nada mais é que observar os processos e analisar o que pode ser melhorado, indiferente de serem fluxos ou conversões.

  22. 11°) Referências de ponta

    (Benchmarking)

  23. Deve-se procurar Analisar e buscar desenvolver os processos levando em conta as melhores práticas existentes no mercado (BERNARDES, 2001).

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Beschreibung
Flussdiagramm am Ohne Titel, erstellt von Joseph Rollemberg am 28/11/2021.
Erstellt von
Joseph Rollemberg
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