GoConqr hat ein neues Design! Sag uns, wie es dir gefällt.

Mindmap

Resumo aula 07

Matheus Rodrigues de Oliveira Portugiesisch

Inhalt der Mindmap

Resumo aula 07

  1. 7.1 Algumas ADLs Atuais

    • As linguagens de definição de arquitetura (ADLs) são linguagens formais que podem ser usadas para representar a arquitetura de um sistema com uso intensivo de software. Como a arquitetura se torna um tema dominante no desenvolvimento de sistemas grandes, os métodos para especificar a arquitetura de forma não ambígua se tornarão indispensáveis.
      • Exemplos de ADLs mais comuns:
        • Aesop – Suporta o uso de estilos arquiteturais.
        • Darwin – Oferece suporte para análise na troca de mensagens em sistemas distribuídos.
        • MetaH – Possui heurísticas para projetistas de controles de software de tempo real para aviação e controle de vôos.
        • Wright – Modelagem e análise (especificamente análise de deadlocks) do comportamento dinâmico de sistemas concorrentes.
        • Rapide – Permite simular e analisar projetos de arquiteturas.
  2. 7.2 ADL x Outras Linguagens

    • ADLs X linguagens para descrição de requisitos – Estas descrevem espaço de problemas, enquanto aquelas buscam o espaço de solução.
    • ADLs X linguagens de programação – Estas fazem amarração das abstrações arquiteturais para pontos de solução específicos, enquanto as ADLs omitem ou variam tais amarrações.
    • ADLs X linguagens de modelagem – Estas se preocupam mais com o comportamento do todo do que das partes, mas as ADLs concentram-se na representação de componentes e suas interconexões. No entanto, pode haver ADLs de domínio específico.
  3. 7.3 Requisitos Mínimos de uma ADL

    • As ADLs são especiais e apresentem requisitos extraordinários para torná-las capazes de descrever com precisão um certo modelo arquitetural.
      • Comunicação – A ADL deve descrever adequadamente as estruturas estáticas e dinâmicas da arquitetura, permitindo a comunicação entre os participantes.
      • Formalidade e precisão – Uma notação formal que permite a descrição precisa e a análise das propriedades externamente visíveis de uma arquitetura de sistema de software
      • Granularidade – Uma linguagem voltada para especificar a estrutura de alto nível de uma aplicação (ou seja, a arquitetura conceitual), ao invés de se preocupar com detalhes de implementação de um módulo de código específico.
      • Processo – A ADL deve suportar as atividades de criação, refinamento e validação da arquitetura.
      • Estilo – A ADL deve ser capaz de representar a maioria dos estilos de arquitetura em diferentes níveis de abstração
      • Abstração – A ADL deve ser capaz de representar estruturas do sistema que expressem informação arquitetural, omitindo informações de implementação ou que não se referiram à arquitetura.
      • Continuidade – A ADL deve ser a base para promover a implementação.
      • Verificação – A ADL deve ser capaz de gerar rapidamente um protótipo de implementação para análise das informações no nível arquitetural (capacidade analítica), por exemplo: consistência, ambigüidade, performance.
      • Universalidade – Deve ser uma linguagem de leitura acessível a humanos e computadores.
      • Automação – Deve possibilitar a geração automática do código a partir do esqueleto arquitetural.
  4. 7.4 Elementos da ADL

    • Com o uso de ADLs, podemos construir abstrações para a descrição da arquitetura de nossos sistemas e promover a separação de conceitos (SoC) por meio da dissociação entre elementos arquiteturais que representam uma computação (componentes) e elementos que representam a conexão entre componentes (conectores)
      • Componentes: São unidades de computação ou armazenamento de dados, geralmente com um estado associado. Dependendo do nível de abstração, componentes podem ser uma simples procedure ou uma aplicação inteira
      • Conectores: São elementos usados para modelar interações entre componentes e as regras que as governam. Eles não realizam computação específica na aplicação, mas sua interface exporta os serviços que esperam dos componentes que se ligam a eles. A interface de um conector é um conjunto de pontos de interação (papéis ou roles), que se dão entre ele e componentes ou entre ele e outros conectores.
      • Configurações: arquiteturais ou topologias São grafos conexos de componentes e conectores que descrevem a estrutura arquitetural. Essa informação é ponto de apoio para verificar se os componentes apropriados estão conectados, se suas interfaces são compatíveis, se os conectores permitem a comunicação e se a semântica desses elementos em conjunto resulta no comportamento esperado.

Informationen

Beschreibung
Mindmap am Resumo aula 07, erstellt von Matheus Rodrigues de Oliveira am 07/06/2019.
Aufrufe
1
Bewertung

Feedback

Worum geht es?

Wie gefällt dir das neue Design?

Dein Eindruck